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Por Eline Kullock – @elinekullock

Já falamos que geração Y tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo.

Isso pode significar um choque para as outras gerações, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa geração se comporta.

Estou lendo o livro “O Y da questão”, de Lynne Lancaster, que trata sobre o mundo dos jovens e da postura deles em diversos ambientes. A autora dá o exemplo de uma agência de propaganda, que ganhou uma conta nova e enorme. O diretor convoca, então, uma reunião para contar a novidade à equipe, quando uma funcionária sua, da geração Y, levanta a mão e diz: “Estava me perguntando se você já se decidiu sobre quem será o gerente dessa conta. Se não decidiu, eu me ofereço pra assumir este cargo…” Isso ocasionou um branco no salão. Foi um silêncio perturbador.

Depois, esse diretor chamou a moça em sua sala e fez com que ela refletisse que, na agência, existiam pessoas mais preparadas e capacitadas, com mais experiência pra exercer essa gerência. E que, talvez, a funcionária não devesse ter feito essa observação em público. Foi uma situação constrangedora, embora a funcionária da geração Y tenha achado isso normalíssimo. Para ela, não havia constrangimento algum.

Da mesma maneira que o jovem, hoje, se sente mais à vontade para criticar ou dizer o que pensa, ele também tem maior dificuldade em aceitar a crítica e, mais do que isso, por trabalhar muito na base da “tentativa e erro”, não se sente culpado quando erra.

Isso gera um descompasso entre o gestor – que quer que o funcionário assuma a responsabilidade pelo seu erro – e o jovem da geração Y – que não vê grande problema quando deixa de entregar um relatório que tem prazo de entrega objetivo e factível.

Acho que o questionamento gira em torno da conscientização desses jovens sobre a responsabilidade ao assumir uma tarefa. Seu gestor espera que você a faça. Não entregá-la na data prometida e, ainda por cima, parecer não preocupar-se o suficiente com esse fato, compromete a relação de respeito e ajuda mútua criada com o gestor, e tira a credibilidade de que a geração Y está pronta para assumir tarefas e cargos mais importantes.

É a partir desse ponto que busco a reflexão com os jovens que fazem parte dessa geração, que podem ter a mesma postura de falta de responsabilidade junto à família e à escola, além das organizações.

Por Tatiana Kielberman – @tatikielber

Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01).

Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações.

Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!

É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a “geração Z” acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens, a tecnologia é a principal aliada dos professores.

Lecionando química há 15 anos, o professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. “Eles são multimídia, fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o pé”, exemplifica.

Render-se ao perfil mais agitado dos jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. “Eu crio tirinhas de humor e memes (ilustrações cômicas que se propagam na rede) sobre química, converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o professor faz essas coisas, os alunos respeitam”, garante.
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O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira.

Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women’s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou severos e quase 50% afirmam já terem passado ou presenciado situações do tipo.

Dentre os problemas mais comuns, as entrevistadas citam o fato de serem relacionadas com certos estereótipos (63%), a compensação desigual (60%), o tratamento diferenciado (58%), a desigualdade de oportunidades (58%), piadas de gênero (38%) e o assédio sexual (31%).

Além disso, muitas dessas profissionais reclamam que são consideradas incompetentes por causa da idade e que, também por conta da data de nascimento, são preteridas em promoções.
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Por Sylvio Ribeiro

Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se definir um público-alvo: fica mais fácil saber que abordagem e ferramentas utilizar quando você tem um conjunto homogêneo, que compartilha mais ou menos dos mesmos interesses.

E falar com os jovens é complicado. Complicado porque eles têm hábitos muito diferentes dos seus pais e avós, estão sempre conectados, trocando informações e  vendo coisas novas. Essa nova geração talvez seja a mais diferente, se compararmos a outras. Basta ver a quantidade de material publicado sobre a tal Geração Y. Embora eu ache que há muito exagero no comportamento desses jovens Y, fica evidente que eles consomem mídia e produtos de forma diferente.

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Por Marcelo Gonzales* – @celokati

As chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio.

O Facebook já não é o mesmo! A enxurrada de emergentes, filhos de um Orkut distante, assolam o terreno virtual com uma fraseologia sem coerência, sem pedir licença e mostrando somente o que cada um tem interesse que os outros vejam!

“Se você não agüenta mais comentários sobre isso ou aquilo, compartilha aí!”
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Os blogs (‘diários virtuais’) podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi publicado online na revista da American Psychological Association.

De acordo com a equipe de pesquisadores israelenses que coordenaram o estudo, o uso do blog permite que os adolescentes se expressem livremente, podendo ser um método fácil para melhorar a comunicação entre os pares sociais. “A pesquisa mostrou que escrever um diário pessoal e outras formas de escrita expressiva são uma ótima maneira de liberar o sofrimento emocional e um passo para buscar sentir-se melhor”, disse o principal autor do estudo, Meyran Boniel-Nissim, da Universidade de Haifa (Israel).

Os estudiosos pesquisaram aleatoriamente ​​estudantes do ensino médio em Israel, que concordaram em preencher um questionário sobre seus sentimentos e sobre a qualidade de suas relações sociais.

Um total de 161 alunos – 124 meninas e 37 meninos, com idade média de 15 anos, foram escolhidos devido a sua pontuação no levantamento do questionário mostrar que todos eles tinham algum nível de ansiedade social ou sofrimento. Esses adolescentes relataram dificuldade em fazer amigos ou manter a amizade dos amigos que tinham.
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Por Cíntia Bortotto

Atualmente, vivemos uma revolução no mundo corporativo. Isso porque a famigerada Geração Y, tão estudada e comentada por especialistas, não chegou apenas ao mercado de trabalho. Hoje, ela vive cargos de liderança e muitas adaptações estão acontecendo.

Os indivíduos dessa geração são tecnologicamente superiores, tendem a ter entendimento global, necessitam de reconhecimento positivo periódico, desejam crescimento rápido na carreira e são imediatistas. Tecnicamente, eles são muito sofisticados, são multitarefeiros, fieis aos seus projetos, informais, autônomos e individualistas. Não abrem mão de gerenciar simultaneamente sua vida pessoal e profissional. Precisam se sentir “fazendo parte” do time: liderança por coletividade e inclusão.

Essa geração já está no poder e toma decisões ponderando seus valores e preferências. Por conta disso, temos notado algumas mudanças de postura das companhias, tais como:
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Por Jacídio Júnior

Ser criança, para alguns, é brincar com os amigos sem se preocupar com o tempo, comer e dormir. Porém, com as possibilidades oferecidas pela Internet, vários meninos e meninas já iniciaram seus projetos e estão faturando alto. Neste artigo, veremos alguns casos interessantes e inspiradores.

11 - Começamos com Ashley Qualls. Ela pode ser considerada uma das crianças empreendedoras mais famosas da web. A menina, aos 14 anos, teve uma excelente ideia: criar layouts customizados para o Myspace. Pediu oito dólares emprestados a sua mãe para iniciar o negócio, comprou o domínio whateverlife.com e começou a criar e vender os layouts. Em apenas três anos, sua ideia já havia rendido mais de um milhão de dólares.

10 – Ben Casnocha, quando tinha 14 anos, fundou a Comcate, uma empresa de softwares com um foco diferente, desenvolver softwares que auxiliassem os governos locais a resolver as queixas dos cidadãos. Agora, Casnocha é o CEO da empresa e tem lucrado, em média, US$ 750 mil por ano.

09 - Com apenas 14 anos, Adam Hildreth criou uma rede social, na Inglaterra, chamada Dubit Limited. O endereço, em pouco tempo, tornou-se um dos maiores sites focados no público adolescente do Reino Unido, com valor estimado em quase quatro milhões de dólares. Atualmente, o site tem como foco principal ser uma “agência online” que auxilia as marcas no desenvolvimento de estratégias para vender seus produtos para o público jovem.
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Redes sociais lembram os jovens, principalmente aqueles da Geração Y, que possuem grande afinidade com a tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles não parecem gostar tanto de se expor.

Analisando um banco de dados com 4 milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a Geração Y), apenas 36% deles informam o local de trabalho atual ou passado. Ao mesmo tempo, 80% listaram pelo menos uma instituição de ensino que frequentaram. Os jovens ainda mostraram que ficam, em média, dois anos em um mesmo emprego.

Os dados fazem parte de um estudo feito pela Millennial Branding, que também constatou que os indivíduos desse grupo adicionam, em média, 16 colegas de trabalho na sua lista de amigos. Falando de amizades, 82% desses jovens profissionais possuem pelo menos um colega de trabalho em sua lista de amigos, 53% possuem mais de cinco e 40% têm mais de dez.

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