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Depois do anúncio da disponibilização do WhatsApp em computadores, especialistas vem discutindo os efeitos do seu uso no ambiente de trabalho.

Para Eline, ouvida por essa reportagem o jornal O Globo, “a novidade não deve gerar muito impacto nas companhias e a restrição do seu uso não é o caminho mais produtivo para lidar a questão dentro das empresas”.

Para ler a reportagem completa sobre o assunto, basta clicar neste link.

Se um dos itens da sua lista de resoluções para o ano-novo era a busca por um novo trabalho, esse teste pode ajudá-lo. Desenvolvido por Eline Kullock e publicado pelo portal Exame, ele contém 100 questões cruciais para guiá-lo na reflexão da mudança de emprego.

O teste é indicado para profissionais até o nível gerencial e é possível dar mais peso às questões que forem mais importantes para você. Confira o questionário clicando neste link.

Famosos por trocarem de emprego com facilidade e serem desapegados às organizações, os jovens da geração Y estão chegando na casa dos 35 anos. Segundo uma pesquisa da consultoria Hays publicada pela Folha, eles continuam em busca de satisfação, reconhecimento e desenvolvimento.

Segundo Eline Kullock, que foi fonte da reportagem, para a geração Y trocar de emprego é, muitas vezes, uma decisão emocional. “As empresas que se dispuserem a conversar sobre isso terão funcionários fiéis”.

Para ler a reportagem completa, clique aqui

“A tecnologia veio definitivamente mudar o modelo mental das pessoas, e isso será ainda mais claro nas gerações mais jovens. A geração Y ainda conheceu o e-mail, mas a próxima, que chamamos de Z, nem usa mais essa ferramenta. Eles preferem aplicativos de comunicação, como o WhatsApp. Conheço jovens que acham o tempo que as pessoas demoram para ler um e-mail ‘muito longo’.  Comparo isso ao que as novas gerações achavam da carta, após a chegada da tecnologia…

Apesar de toda a comunicação atual desses jovens estar tão baseada na troca de mensagens instantâneas pelo celular, acredito que o encontro físico, no qual transmitimos nossas emoções, ainda fundamental. Menos contato visual pode significar menos autoconhecimento e menos controle dos sentimentos. Esse pode ser um problema para a geração que vem por aí.

Ao preferirem o contato virtual em detrimento do físico, eles acabam fazendo menos reflexões, e também reflitem menos sobre suas emoções. Prova disso é que também reagem muito instantaneamente: se o trabalho não está bem, pedem demissão. Se a relação está complicada, terminam por SMS.

É papel dos mais velhos – os pais, chefes, professores – ser uma espécie de coach para esse jovem.  Devemos chama-los para conversar sobre as diferenças entre o mundo real e virtual, sobre os sentimentos, transmitir a eles nossa experiência. Eles gostam e sabem que precisam disso. E com o tempo acredito que nos serão gratos.

Ainda há muita mudança para acontecer, com o desenvolvimento dos drones e da automação, por exemplo, mas não podemos dizer que sera pior ou melhor. Nenhuma sociedade é melhor que a outra, apenas diferente, com suas vantagens e desvantagens. A vantagem do momento atual é a rapidez para conseguirmos uma informação. E temos que aproveitar isso.”

Para escutar a integra da entrevista de Eline Kullock sobre o tema, basta clicar neste link da CBN Campinas.

O novo ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante anunciou, na semana passada, mudanças na legislação trabalhista. Uma delas é o aumento de prazo mínimo de trabalho para ter direito ao seguro-desemprego: de seis meses para um ano e meio, para os casos de primeira demanda do benefício.

Pois bem. Alguns veículos de comunicação vêm comentando que a tal medida poderia conter a atitude dos jovens profissionais que, sabemos, trocam de emprego com muita facilidade.  Segundo essas reportagens, talvez por medo de ficarem desempregados ou sem dinheiro, eles permaneceriam mais tempo em um trabalho, mesmo a contragosto.

Eu, particularmente, não acredito nessa teoria. E ha vários indícios que me levam a tal conclusão. O primeiro deles é que o jovem da geração Y não dá ao dinheiro a mesma importância que os profissionais das outras gerações. Me lembro de ter feito, em 2005, uma pesquisa com 25 mil jovens em início de carreira, em todo o Brasil. Para a maioria dos entrevistados, o principal motivo da escolha a carreira era a vocação, e não o dinheiro, que aparecia em terceira ou quarta opção!

Aquela pesquisa já antevia o cenario atual: se não tiver prazer com o que faz, o jovem muda mesmo e vai buscar outra opção. Pouco importa se ganhava bem ou se tinha um bom cargo. Ele bota fé no seu próprio taco e ponto final. Para poder permanecer no emprego, ele precisa  aprender constantemente e ter projetos desafiadores; ou seja, tudo o que mexe com a vocação e as preferências de cada um. O crescimento, no Brasil, da Geração Nem-Nem (nem trabalha, nem estuda) pode estar ligado a essa necessidade de prazer, que essa geração pode não estar encontrando nem no trabalho, nem na escola.

Porque, convenhamos. As empresas têm seguido, assim como as instituições de ensino, um modelo analógico de trabalho, baseado no que fazíamos na idade média! Esse ambiente representa, certamente, um fator de desinteresse para essa geração, que se desestimula facilmente se não a coisa não for, digamos, “divertida”. Como um videogame! Para mim, fica claro que há cada vez mais uma incongruência entre a realidade do mercado e o modelo mental do jovem da geração Y.

Se você ainda não está convencido disso, basta lembrar o ambiente em que esse jovem cresceu e se desenvolveu. Acostumado a ser dono do próprio nariz, ele tomava, desde cedo, suas decisões sozinho sobre uma porção de coisas (no videogame, ele decide sempre o que fazer e pode “restartar”, caso a decisão não tenha sido a mais adequada). Em casa, com a família, os Millenials têm voz ativa e recebem feedback positivo constantemente. Mas, quando vai estudar e trabalhar, deve seguir orientações, tem pouco espaço para agir por sua própria conta e nem sempre recebe feedback positivo!

Essa dissonância cognitiva entre como ele viveu nos seus grupos sociais e a realidade do mundo organizacional/ escolar desestimulam seu engajamento, sua participação ativa. Além disso, tiram o elemento “prazer”, mexendo muito com o seu modelo mental que o incita a buscar ambientes prazerosos pela vida afora. Estamos diante de um paradoxo, porque a mesma sociedade que estimula o jovem ao “carpe diem”, a ter prazer hoje, não segue a mesma premissa no ambiente de trabalho ou na escola.

Enfim, mesmo com a mudança na legislação que concede o seguro desemprego só para pessoas que tenham ficado um ano e meio trabalhando, não acredito que a geração Y aceite ficar em empresas onde suas ideias não tem espaço, onde não sintam prazer, onde não percebam que estão aprendendo, onde não tenham voz. Essa é uma característica forte da geração Y, um modelo mental que lei nenhuma é capaz de diluir.

 

 

A geração Y não é adepta de revoluções ou passeatas para mudar o mundo, mas foi silenciosamente propondo novas maneiras de viver e de se comunicar, mostrando que tem uma grande capacidade de reinventar a cliques de mouse. Segundo um artigo publicado na revista Exame, esta é a geração que abraçou o conceito de “compartilhar” em detrimento do “ter” e do “acumular”, tão valorizados pelas gerações passadas. Na verdade, o que essa geração vem fazendo nada mais é do que um resgate do que já fomos um dia.

No início, éramos todos artesãos. O sapateiro confeccionava sapatos, a costureira criava roupas, o marceneiro fazia móveis. Depois, eles vendiam seus produtos para a comunidade ou, quando ficavam mais conhecidos, serviam a realeza. Já na era industrial, o mundo organizou-se em escala. Surgiram as fábricas que empregavam pessoas e produziam os mesmos produtos mais rapidamente. Esse processo, por ser mais barato, foi “matando” o trabalho artesanal que não conseguia concorrer com a eficiência e os custos da linha de produção.

Mais recentemente, a tecnologia auxiliou a automação dos processos fabris e as máquinas.  Essa revolução, que ainda está em curso, traz novidades a cada minuto e, ao contrário do que aconteceu na era industrial, vem tirando o trabalho das pessoas nas linhas de produção. Por consequência, esse excedente de profissionais se vê obrigado a ganhar dinheiro de outra forma: personalizando produtos e serviços e compartilhando bens e espaços.

A tendência é que cada um seja a sua própria empresa, de pessoa física para pessoa física, retornando assim, ao ciclo de artesãos. E é mais ou menos assim que a primeira edição de 2015 da revista The Economist prevê a nova organização do mercado de trabalho daqui por diante.

Esse movimento vem se multiplicando em uma infinidade de serviços novos no mundo inteiro. Sites como o www.uber.com (aluguel de espaço ou “caronas pagas” em carros particulares) ou www.freelancer.com (profissionais “on demand”) são dois exemplos dos mais conhecidos. Nos Estados Unidos já existem sites que reúnem, tambem “sob demanda”, médicos e advogados independentes, que atendem a custos mais baixos  já que não gastam em espaço físico e marketing, por exemplo.

O site www.tradeya.com é outro um exemplo de como funciona essa nova economia, na qual é possível também “trocar” bens ou serviços, quase que um “escambo” moderno. Bens duráveis passam a ser vistos como objetos de uso temporário, e não mais como patrimônio, modelo inimaginável para a geração dos Baby Boomers ou X! Para os mais velhos parece estranho alguém trocar bens ou produtos ao invés de comprá-los, mas para os Millenals isso é perfeitamente viável!

Outra mudança de comportamento arquitetada discretamente pelos mais jovens é a maneira de se hospedar. Um dos sites queridinhos da geração Y é o www.couchsurfing.com, por meio do qual é possível encontrar uma casa para ficar, sem pagar nada, em qualquer canto do mundo todo. Não precisa ser especificamente um quarto arrumadinho, e a ideia nem é essa mesmo. Pode ser um sofá, não tem problema; o que interessa para ambas as partes – hospede e anfitrião – é a gratuidade e a troca de experiências.  Da mesma forma, a internet permitiu que sites como o Trip Advisor, o Booking.com e Hotel.com levassem até as pessoas o acesso a pequenos estabelecimentos, mais baratos e tão eficazes quanto grandes estabelecimentos.

A ideia virou um verdadeiro business e sites como www.airbnb.com  e www.wimdu.com.br surgiram, se tornando ícones desse novo cenário econômico. A partir deles, é possível alugar um quarto na casa de alguém por um período definido e “sentir-se hospedado na casa de uma tia”, com um custo muito menor do que o custo de uma estadia num hotel. O Airbnb passou de um faturamento de 5 para mais de 90 mil em um ano, segundo esta reportagem. Esse artigo do Jornal do Commercio, traz os números vertiginosos do crescimento dessa empresa inovadora.  Vale a pena conferir…

O consultor Clay Shirky, em seu livro publicado em 2008 já previa no livro “Here Comes Everybody” (“Lá vem todo mundo”), que a tecnologia permitiria novas formações de grupos. Ele dizia que, quando mudamos a forma pela qual nos comunicamos, mudamos também a sociedade. É algo parecido com o que acontece com as abelhas, por exemplo. A colmeia é um dispositivo social, uma peça da “tecnologia da informação” das abelhas, que fornece uma plataforma para comunicação e coordenação para sua viabilidade.

Segundo um artigo da edição mais recente da  The Economist, o número de investimentos na economia “on demand” vem aumentando significativamente nos Estados Unidos e no resto do mundo. Essa nova economia é possível porque a tecnologia permitiu o contato direto de pessoas físicas com empresas. Da mesma forma, os recursos tecnológicos que facilitam a contratação dos serviços profissionais também contribuem para essa mudança de cenário, como é o caso dos aplicativos de localização de táxis, que mudaram completamente a forma de organização das empresas. Provavelmente, hoje, há menos pontos de táxi (ou menos táxis parados no ponto). Para a revista, vivemos uma nova organização do mercado de trabalho

O mais interessante de todo esse movimento é que não se trata de moda: é uma tendência de mercado. Para mim, há 3 fatores influindo nessa nova forma de subsistência: o excedente de trabalhadores, os recursos tecnológicos, que abreviam as buscas de nossas necessidades e  a nossa crescente demanda por rapidez nos processos.

A questão do prazo, inclusive, é fundamental hoje em dia. Ninguém quer mais perder tempo procurando serviços na internet. Preferimos um site que dê diretamente opções próximas fisicamente e disponíveis. Não há mais tempo a perder. Ou seja, mecanismos que conseguirem elencar e priorizar a informação por ordem de importância e com uma certa precisão serão cada vez mais valorizados.

Isto posto, resta refletir sobre como essa tendência mexe com as instituições já estabelecidas. Os grandes hotéis deixarão de existir em função das novas formas de hospedagem? E as agências de turismo, farão o que num futuro próximo? E as empresas de taxi?  E as consultorias de advogados ou de economistas ainda terão espaço no mercado? Que destino está reservado aos cursos em escolas?  E como será que o governo vai cobrar impostos desses serviços? Com os smarthphones assumindo importância cada vez maior no mundo hipercontectado, até onde irão essas novas formas de organização?

Já sabemos que a extinção de empregos do modelo da sociedade industrial não será um problema. A sociedade acaba se reorganizando e criando novas funções, novas possibilidades “on demand”. As empresas, por sua vez, deverão se reestruturar, buscando inovar constantemente para não perderem mercado. Quanto a nós, atores de todo esse contexto,  devemos encarar a mudança com naturalidade, como parte integrante da vida. O mundo continuará evoluindo e as premissas do passado cairão constantemente em desuso. Se dará bem quem conseguir detectar essas mudanças, se tornar parte dela, ser agente de transformação, antevendo as barreiras e aproveitando as oportunidades.

Gosto de estudar o futuro porque é lá que vou passar o resto da minha vida. Eu disse isso em um post aqui no blog, em 2009. Depois disso muita coisa mudou, é verdade, mas essa frase continua sempre atual e, mais do que nunca, fundamental para seguir em frente.

 

 

 

 

 

“Independentemente das idades das pessoas envolvidas, a relação entre chefia e subordinado é cheia de desafios, porque cada pessoa tem um modelo mental diferente, ou seja, pensa diferente. O importante, portanto, é construir uma relação sob medida, que possa ser vantajosa para ambas as partes. Estabelecer regras claras de cada lado é um caminho para que a parceria dê bons frutos. A relação tem mais chances de dar certo se for construída a dois”.

Leia a integra desse assunto na minha video-entrevista publicada no portal Exame. 

Até bem pouco tempo atrás, o que definia uma geração eram as conquistas da humanidade, as guerras, os personagens históricos ou as descobertas científicas. Hoje, eventos e datas não mais os divisores de águas para marcar o surgimento de uma nova geração. Agora é uma questão de tecnologia, diz o autor de “The Gen Effect”, Thomas Koulopoulos.  Para ele, na medida em que a tecnologia avança e muda um comportamento, outro modelo mental se estabelece.

Um exemplo prático e recente: quando foi que deixamos de escrever e-mails e passamos a nos comunicar mais por mensagem de texto, em aplicativos do tipo Whatsapp? Faz pouco tempo, mas isso significa que podemos estar diante do surgimento de uma nova geração, pós Y, porque houve uma mudança significativa na forma de se comportar e no modelo mental. O tempo hoje é mais urgente do que era na época do e-mail. Todos querem as respostas na mesma hora. Querem ter certeza que sua mensagem chegou até o destinatário.

Koulopoulos diz que o tempo entre cada geração ficará menor conforme a tecnologia avançar. Existirão o que ele chama de “microgerações”, na medida em que a tecnologia crescer exponencialmente. Gerações novas serão separadas por um conjunto de comportamentos advindos de uma experiência tecnológica. Existem pesquisas e artigos que mostram que a geração mais jovem já não sabe mexer no e-mail. Acha o e-mail uma coisa antiga, ultrapassada, difícil! Em seu livro, Koupoulos afirma que se continuarmos nesse ritmo, em 2100 teremos mais objetos interconectados do que grãos de areias em todas as praias do mundo!

A geração Z nasceu completamente dentro do mundo tecnológico. Os Millenials (ou Ys) ainda chegaram a ver o mundo não-conectado. Pegaram os primeiros computadores, os primeiros telefones celulares, os primeiros DVD´s, os primeiros videogames. Eles têm uma lembrança do mundo analógico. Ao contrário desta nova geração, que ainda nos seus 10 primeiros anos de vida já começou a viver o mundo interconectado.

É interessante a história de uma criança que jogava o jogo da memória pela internet e sua avó decidiu trazer-lhe o jogo físico, para ver como a criança reagiria. Ela dispôs as peças na mesa e combinou com seu neto que começariam a jogar. O menino tocou a peça, esperando que ela se virasse sozinha, como no seu tablet. A peça obviamente não se virou e a criança disse: “quebado!”. Essa ilustração mostra que, para essa nova geração, as coisas interagem, têm vida e quase uma personalidade. Elas não conheceram o mundo fora das telas…

Da mesma maneira, Luiza, uma gracinha de dois anos, sabe que, quando quer falar com sua tia, basta tocar na foto dela no tablet. Elas conversam pelo Facetime. Para a pequena Luiza, não existe mais o conceito de telefone. Ela não viu esse aparelho funcionando sem interação, só com a voz. Ela não saberá, por exemplo, o que é uma linha fixa. Ela conhecerá “devices” que, entre outras coisas, se comunicam com outras pessoas. Mas não estaremos mais falando de celulares, mas de computadores portáteis, os smarthphones. Quando ela quer falar com a tia, ela só diz: “apeta”, e a tia aparece de maneira automática no seu tablet. Tudo muito natural para ela.

Daqui a poucos anos, Luiza e seus amiguinhos serão consumidores, funcionários, nossos chefes, estudantes e professores. Mas como eles verão o mundo? Qual será sua expectativa? Como funcionará o modelo mental dessa geração? Certamente esperarão mais rapidez, mais agilidade, mas interconectividade. Mas, e nós? Saberemos preparar o mundo para essa tropa que está crescendo?

 

“O risco de uma ascensão meteórica na carreira é não saber lidar com a frustração  quando algo dá errado. Um crescimento sustentável na vida profissional é muito melhor porque permite avaliar paulatinamente os próprios resultados e desenvolver o autoconhecimento e a capacidade de tomada de decisão.”

Para saber mais sobre o assunto, acesse minha vídeo-entrevista publicada no portal Exame. 

“A geração Y pode ensinar muito às outras gerações, e não somente em questões de tecnologia, na qual são reconhecidamente melhores. Esses jovens são também mais rápidos, competência muito valorizada em um mundo no qual a agilidade na tomada de decisão é, muitas vezes,  determinante para os resultados. Além disso, os Y são mais diretos e contundentes e por isso são capazes de nos ensinar a sermos mais felizes ao lidarmos de forma mais leve com a nossa sensação de culpa, com nossos medos e até mesmo com o feedback negativo”.

Eline Kullock

Para ver o vídeo com a entrevista de Eline Kullock sobre que a geração Y pode ensinar às gerações mais velhas, acesse este link para o portal Exame

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