
Por Tatiana Kielberman
Por meio das mais diversas manifestações de arte, o jovem consegue expressar um conteúdo que os mais velhos, devido ao medo ou à insegurança, insistem em deixar “trancado”. É esta a percepção de Sandra Cajado, artista plástica, ex-funcionária pública da Polícia Militar, cuja arte se tornou estilo de vida. Paraense de nascença e maranhense de coração, possui o dom da pintura artística desde criança, mas buscou seu aperfeiçoamento em 2003 na Escola de Arte do Maranhão Odylo Costa Filho, sob orientação de Bart Filho. Hoje, sua carreira artística expande fronteiras, já tendo, inclusive, pintado ao vivo durante quatro dias, diante de mais de 3 mil pessoas.
Também idealizadora do portal Sandra Cajado Arte & Cultura, em que reúne mais de 20 colunistas expressando a arte nos mais diferentes estilos: prosa, poesia, caricaturas, música e teatro. Sandra concede hoje uma entrevista exclusiva ao Foco em Gerações, contando um pouco de sua história e orientando os jovens a buscarem sua vocação artística desde cedo. Confira!
Conte um pouco sobre como você conheceu o mundo da arte.
Quando eu tinha cinco anos, já fazia rabiscos, desenhos e tinha um interesse visível pelo assunto. Por iniciativa própria gostava de mexer com tinta guache, giz de cera, lápis de cor e isso chamou a atenção dos meus pais. Com 14 anos, peguei uma foto minha, comecei a fazer traços com o lápis e… até que deu certo, mas não utilizava nenhuma técnica específica nesse tempo. Parei por um tempo, me dediquei a outras atividades e, por volta dos 30 anos, quando tive problemas de doença em família, para desestressar, decidi fazer um curso de óleo sobre tela, sob orientação do Bart Filho. Pude expor um talento que já existia dentro de mim, me apaixonei pela arte e, desde então, não parei mais.
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Tags: Arte, cultura, Gerações