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Por Sarah Newton

Já parecem distantes os dias em que os gestores podiam se esquecer da existência das mídias sociais e não precisavam se focar em como utilizá-las para se conectar com seus funcionários. Porém, observamos que hoje em dia esse interesse por parte das empresas, em alguns momentos, é exacerbado, já que elas se preocupam muito com as informações que seus empregados compartilham nessas mídias, havendo, inclusive, punições no caso de pessoas que falam mal de seu trabalho no Facebook.

Mas será que essa postura é realmente justa? Podemos esperar que essa geração digital não compartilhe informações e devemos julgá-la por isso?

Uma pesquisa recente do Instituto Pew Research demonstrou que a tendência é que a geração Y continue compartilhando informações. Portanto, é bem provável que esse assunto ainda dê muito “pano para manga”.
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Por Mauro Segura

Este post é continuidade do último. Curta a segunda entrevista de como um adolescente avalia o ambiente da sala de aula. Ressalto que este aluno estuda na mesma universidade do outro, mas em cursos diferentes:

Mauro- Como você avalia a sala de aula?
Alex- Na minha opinião a sala de aula ainda é o melhor meio de se lecionar. Mesmo tendo o problema do deslocamento físico e a limitação de um horário físico, a disponibilidade de um professor para orientar o estudo e esclarecer dúvidas é fundamental.

Mauro- O pessoal presta atenção nas aulas?
Alex- Depende muito. É possível diferenciar claramente entre o grupo que presta atenção às aulas e àqueles que só estão ali pela presença. Ainda existe o terceiro grupo, dos “turistas”, que são aqueles que só aparecem na aula em dias de prova.

Mauro- Como é a rotina da sala? O pessoal leva gadgets? Como isso tudo é usado?
Alex- A rotina em sala de aula depende muito de como o professor conduz. Existem professores organizados, que trazem suas anotações e fazem um quadro perfeito de tão organizado que são, então a aula segue um roteiro bem definido, mantendo os alunos ocupados em suas anotações, pelo menos aqueles que estão interessados. Existem professores que fazem uso de slides – podendo ter havido grande esforço na organização dos slides ou serem uma apresentação “frankenstein”, uma mistura de várias apresentações já preparadas -, que, dependendo de como são organizados, podem contribuir para a dispersão de atenção dos alunos. Por fim, tem os professores que não seguem um roteiro, que aí é um Deus nos acuda para acompanhar as aulas.
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Por Mauro Segura

Em um período em que o mundo passa por grandes transformações, a comunicação e a internet mudam radicalmente a forma como nos relacionamos e fazemos negócios, nada mais natural do que discutir o velho ambiente das salas de aula. Em época de colaboração intensa, parece que o tradicional modelo da aula expositiva, em que o mestre fala e os alunos escutam, está com os dias contados. Será mesmo?

Encucado com isso, conversei com dois adolescentes (ou nem tanto, pois ambos têm mais de vinte anos e estão na universidade) sobre como eles veem a sala de aula.

Um deles está insatisfeito com o curso, carrega as aulas como um fardo e encara a sala de aula com muito sacrifício. Já o outro adora estudar, está fazendo mestrado, é um curioso “by design”, não sofre com a sala de aula, mas mesmo assim, não se mostra um entusiasta com o ambiente da universidade.

Criei dois nomes fictícios, Sérgio e Alex. Obviamente, não podemos generalizar, pois são apenas duas pessoas dando sua percepção individual, mas é interessante analisar. Ah, importante frisar que eles não estudam na mesma turma.

Eis a primeira entrevista, a segunda será publicada no próximo post (amanhã):
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Por Eline Kullock

Estive pensando nos últimos dias nas razões que podem justificar a baixa autoestima da minha geração, os baby boomers, versus a alta autoestima da geração Y.

É claro que existem todas as diferenças sobre as quais já falei aqui no blog, sobre as etnias consideradas “puras”, européias, onde cada povo tem um centro de união que busca preservar sua cultura, como a Inglaterra, a França, a Alemanha, em contraponto a um país miscigenado como o nosso.

Tivemos que lidar com a imensa mistura de povos de forma pacífica (ou nem tanto, já que os portugueses que me desculpem, mas mataram quase seis milhões de índios), num sincretismo religioso, musical – que junta a tristeza e profundidade do fado, o batuque africano e a sonoridade das palavras indígenas (de onde vocês pensam que vem as palavras açaí, abaeté, tijuca, morumbi, ipanema?) – inventando a música popular brasileira.
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Por Eline Kullock

No último dia 23 foi publicada pelo jornal O Globo uma matéria mostrando que em uma universidade americana um jogo virtual acaba de entrar na lista dos “livros obrigatórios” no currículo.

Pela primeira vez vejo algo assim no ambiente escolar, o que significa que,

em primeiro lugar, o termo “livros obrigatórios” precisa adquirir outro nome, talvez “conteúdos obrigatórios”, já que a tendência disso é só aumentar.
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Por Clara Zaiantchik

No último domingo, fui assistir a um concerto na Sala São Paulo, que está entre os grandes palcos da música clássica do país.

Não vou ser hipócrita e dizer que frequento o local tanto quanto gostaria, afinal, no mundo moderno, inventamos diversas desculpas para nos afastarmos de pequenos prazeres, em prol da escravidão tecnológica. Porém, em alguns momentos tento me voltar para interesses do tipo, e este último evento ajudou com que eu entendesse certos fenômenos da atualidade.

Para começar, devo lembrá-los de que o concerto aconteceu em um domingo de manhã – horário em que grande parte da geração Y ainda está voltando da “balada” e indo dormir. Contudo, ao contrário do que pensei, havia muito mais adolescentes ou adultos jovens do que pessoas mais velhas. A terceira idade sempre marca presença de forma especial, mas a presença maciça de jovens na platéia foi algo que realmente mexeu comigo do começo ao fim.
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Por Eline Kullock

Recentemente dei uma palestra na ABB, empresa pra lá de reconhecida por sua competência, pelos seus valores, pelo seu enorme investimento em treinamento.

Sempre há novidades quando dou uma palestra. Aprendo muito com pessoas que se manifestam, perguntam, questionam, discutem, agregam ou criticam construtivamente.

Uma das perguntas que surgiu quando a Gerente de RH da companhia abriu para dúvidas, foi se as empresas no Brasil estão se preparando para a Geração Y e quais ações elas devem colocar em prática.
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Por Tatiana Kielberman

Por meio das mais diversas manifestações de arte, o jovem consegue expressar um conteúdo que os mais velhos, devido ao medo ou à insegurança, insistem em deixar “trancado”. É esta a percepção de Sandra Cajado, artista plástica, ex-funcionária pública da Polícia Militar, cuja arte se tornou estilo de vida. Paraense de nascença e maranhense de coração, possui o dom da pintura artística desde criança, mas buscou seu aperfeiçoamento em 2003 na Escola de Arte do Maranhão Odylo Costa Filho, sob orientação de Bart Filho. Hoje, sua carreira artística expande fronteiras, já tendo, inclusive, pintado ao vivo durante quatro dias, diante de mais de 3 mil pessoas.

Também idealizadora do portal Sandra Cajado Arte & Cultura, em que reúne mais de 20 colunistas expressando a arte nos mais diferentes estilos: prosa, poesia, caricaturas, música e teatro. Sandra concede hoje uma entrevista exclusiva ao Foco em Gerações, contando um pouco de sua história e orientando os jovens a buscarem sua vocação artística desde cedo. Confira!

Conte um pouco sobre como você conheceu o mundo da arte.

Quando eu tinha cinco anos, já fazia rabiscos, desenhos e tinha um interesse visível pelo assunto. Por iniciativa própria gostava de mexer com tinta guache, giz de cera, lápis de cor e isso chamou a atenção dos meus pais. Com 14 anos, peguei uma foto minha, comecei a fazer traços com o lápis e… até que deu certo, mas não utilizava nenhuma técnica específica nesse tempo. Parei por um tempo, me dediquei a outras atividades e, por volta dos 30 anos, quando tive problemas de doença em família, para desestressar, decidi fazer um curso de óleo sobre tela, sob orientação do Bart Filho. Pude expor um talento que já existia dentro de mim, me apaixonei pela arte e, desde então, não parei mais.

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Por Liliane Fonseca

De tanto debatermos o tema “Geração Y”, podemos encontrar uma lista imensa de características e rótulos que já viraram clichê. Boa parte do que circula no tal senso comum é dito por quem não faz parte do grupo em questão, mas nossa geração se posiciona e participa desse debate defendendo nosso ponto de vista, principalmente na internet.

É curioso visitar sites, blogs e fóruns aonde jovens conversam, comentam, questionam e trocam idéias com autores e executivos, quase de igual para igual, mas você já fez isso com o seu gestor?

Tenho percebido que o mundo digital proporciona uma proximidade que às vezes não temos no dia a dia. Se você segue o Twitter de uma pessoa que admira, você praticamente se insere na rotina dela, e se permite retwittá-la ou mandar mensagens (sabendo que será lida). Quando você está na internet é como se estivesse aberto a ser visto, comentado e pronto para interagir.
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Por Sarah Newton

De uns tempos para cá, temos falado muito que os jovens da geração Y são funcionários desleais, que esperam trabalhar naquilo que querem e do jeito que bem entendem. Porém, é possível que uma recente pesquisa acabe com esses mitos.

A pesquisa da PricewaterhouseCoopers, denominada “A geração Y no trabalho”, analisa as opiniões e expectativas de cerca de 4.200 universitários de 44 países sobre o futuro das relações de trabalho, além de buscar perceber qual o posicionamento desses jovens diante de assuntos como responsabilidade corporativa, tecnologia, visão sistêmica e recompensas/benefícios.

Os resultados encontrados foram, de fato, bem interessantes
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