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Eline fala ao SPTV

Você sabe a diferença entre folga e ponto facultativo? Para descobrir, confira, no link abaixo, a reportagem sobre trabalho no Carnaval com a participação de Eline no SPTV da  TV Globo:

https://www.youtube.com/watch?v=_xH5J57YmsE&feature=youtu.be

Distrações e armadilhas não faltam para quem trabalha de casa. Pelo menos isso é o que está no imaginário de muitos profissionais – sobretudo dos chefes. Mas será que produtividade de fato não combina com o ambiente doméstico?

Na contramão dos lugares-comuns sobre o home office, um novo estudo “Global Evolving Worforce”, da Dell e da Intel, mostrou que 54% dos brasileiros sentem que o trabalho remoto rende mais. Os que discordam dessa afirmação são apenas 14%.

A mesma pesquisa, cuja versão global ouviu 5 mil profissionais em 12 países, também mostra que os brasileiros associam home office à qualidade de vida: 49% sentem menos estresse e 33% dormem mais quando não precisam ir ao escritório.

Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, o bem estar trazido pelo trabalho remoto é justamente o que explica o aumento da produtividade. “O principal benefício é não precisar enfrentar o trânsito, que está cada vez pior em cidades de todos os tamanhos”, diz ela.

Cleo Carneiro, diretor da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), afirma que o ambiente doméstico pode trazer mais calma e tranquilidade do que o escritório. “É preciso que as outras pessoas da casa façam silêncio e lembrem que você está trabalhando”, afirma ele. “Se isso for respeitado, funciona muito bem”.

Outro modelo mental
A associação entre home office e produtividade, no entanto, passa ao largo da percepção dos empregadores. No Brasil, somente 36% das empresas adotam a modalidade, segundo um recente estudo da SAP.

“Na maioria dos casos, isso é visto como recompensa para o funcionário, uma ‘concessão’ do chefe”, diz Kullock. Na prática, são poucas as empresas que veem o home office como meio para reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe.

Hoje, a regra é associar eficiência com presença física no escritório – e isso não é exclusividade de empresas tradicionais ou retrógradas.

Em 2012, Marissa Mayer, engenheira do Vale do Silício que fez carreira no Google, fez barulho ao anunciar que estava proibido o home office no Yahoo!, empresa da qual é CEO. “Velocidade e qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha de casa” , disse ela na ocasião.

Das “quadradas” às moderninhas, a maioria das empresas ainda sofre com a falta de experiência com a modalidade.

“É preciso criar um outro  modelo mental, começar do zero, é como se dissessem para jogarmos fora todos os livros de gestão”, afirma Kullock. “Realmente é muito mais difícil gerir e motivar pessoas à distância do que presencialmente”.

Uma geração isolada?
Apesar das dificuldades, a alternativa parece ter futuro. Segundo um estudo geracional global da PwC, de 2013, 64% da geração Y trabalharia de casa, se tivesse a opção.

Kullock diz que a adesão ao home office tende a aumentar, por três motivos: o trânsito dramático nas cidades, a pressão por redução de custos nas empresas e o desenvolvimento de tecnologias de comunicação cada vez mais avançadas.

Isso não quer dizer, contudo, que o futuro do trabalho será o isolamento absoluto. “A presença física é e deverá continuar sendo importante”, diz a especialista. Não por acaso, o modelo de home office que mais ganha espaço é o parcial, isto é, que divide o expediente entre a casa e o escritório.

Os números do estudo “Global Evolving Worforce” corroboram essa tendência: entre os brasileiros que têm permissão para trabalhar remotamente, 70% passam 75% do tempo na empresa.

Segundo Carneiro, a convivência com colegas e chefes, ainda que eventual, é indispensável. “Nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma ele. “Sem isso, você perde muito da sua criatividade e capacidade de trabalhar em equipe”.

 

 *Reprodução da reportagem publicada na pagina da Exame

Chefes mais jovens, menos experientes e com pouco conhecimento de gestão. Em um momento de fraca atividade econômica e com pouca oferta de emprego qualificado, o Brasil verá este cenário no mercado de trabalho em 2015. Essa é a opinião da especialista em RH e comportamento de gerações, Eline Kullock, que prevê um ambiente de alta rotatividade entre a mão de obra jovem nos altos cargos e onde o salário, para esses profissionais, interessa menos do que a felicidade profissional imediata. “Não vamos ter uma economia aquecida, mas a geração Y vai continuar saindo dos empregos que não lhe dão mais prazer. Já não é uma questão de salário ou crescimento de carreira. É uma decisão baseada no conceito mais presentista”, afirma Kullock.
A especialista acompanha há décadas o comportamento dos jovens dentro das empresas, tendo atuado no setor de RH da Mesbla e da Servenco. Para ela, o momento atual de crescimento econômico próximo ao zero, com o “final do ciclo de pleno emprego” e maiores demissões em massa, favorecerá a escalada da geração Y. “Como uma forma de diminuir custos principalmente. As pessoas vão sendo demitidas e jovens com pouca experiência irão assumir posiões de chefia – para bem ou para o mal”, diz.

Aí é que está o principal dilema atual, avalia. Segundo a especialista, a “geração que chega não foi treinada para ser chefe” e sobe de posições em um momento que o papel do chefe espelha cada vez mais os valores e perspectivas que os funcionários carregam da empresa. “As pessoas veem seu chefe direto e não o presidente, valores e missão. Se esses chefes não estiverem treinados, haverá uma rotatividade muito maior”. Preparação de comando implica para ela fatores como interesse pelo crescimento de cada funcionário, auxílio direto no desenvolvimento, ser menos chefe e mais coach, estímulo a novas ideias – e vontade genuína de ouvi-las.

A ascensão da Geração Y também é influenciada por uma perspectiva dos próprios jovens que carregam outra “noção do que é rápido e do que vale a pena esperar”, avalia Eline. “Não adianta prometer para eles boa aposentadoria lá na frente. É preciso falar sem adjetivos, ser específico. Para reter os talentos, só funciona sendo claro: você será promovido em 4,5 anos”.

Para lidar com esses dilemas, Eline avalia que as empresas precisam se preparar tanto para treinar os chefes jovens como para criar uma cultura que valorize as pessoas – que as opiniões de cada um, e não necessariamente as metas, sejam levadas em conta. “Esse valores – clareza, perspectiva – que são reproduzidos pelo chefe contam mais na hora de um jovem decidir se ele fica na empresa”. Além disso, é preciso investir em um “aprendizado contínuo” da equipe. “Acabou de vez aquela ideia de que me formei em jornalismo, engenheiro ou que usarei aquelas informações para o resto da vida. Estamos em um mundo de mudanças e as pessoas têm o direito de exigir em saber como a empresa os manterá atualizados”, afirma.

*Reprodução da reportagem, com a participação de Eline Kullock, publicada oringinalmente no site da revista Epoca

 

“Cavalo dado não se olha os dentes” é um ditado da minha geração. Certamente os jovens de hoje nem conhecem esta expressão. Mas, se a gente pedisse para alguém da geração Z escrever isso, a frase seria dita assim:

 

É um contra-censo. Essa expressão era muito utilizada, na minha época, para nos educar a não reclamar de um presente que tínhamos ganhado mas não tínhamos gostado. Mesmo insatisfeitos, deveríamos ser discretos e, para deixar a regra bem clara, nossos pais usavam a seguinte expressão:


Ou, traduzindo para a geração Baby Boomer: “em boca fechada não entra mosca”. Bem diferente da liberdade de expressão e do direito a voz que as gerações atuais tem dentro da família…

Quando nossos pais definiam em qual restaurante íamos comer no final de semana, tínhamos que ficar quietos. Hoje em dia, vejo os pais jovens perguntando aos seus filhos: Vocês querem comer pizza ou cahorro-quente? E a garotada ainda responde: “Nada disso, queremos sushi!” E toca a família inteira pro japonês….

Neste final de semana, meus netos cariocas estavam hospedados em minha casa. Como qualquer avó normal, comprei sucos de frutas de vários sabores pra eles. E, num dado momento, perguntei ao meu neto Pedro: “Pepê, qual suquinho você quer?”. Pedro olhou pra mãe, minha nora, que reforçou a pergunta: “Vovó está dizendo pra você escolher, Pepê. Qual deles você gosta mais?” E o meu neto, confiante, disse: “Prefiro o de uva”.

Pedro é ensinado desde pequeno a escolher o que gosta mais. Esta opção lhe é dada, salientada e reforçada, sempre que possível. Escuto inúmeras mães me dizendo: “Não posso mais escolher a roupa que minha filha vai vestir. Ela decide sozinha, encasqueta com uma determinada roupa (ou fantasia) e sai desfilando com o que quer”.

Como pais, estamos permitindo a felicidade instantânea dos nossos filhos e, por mais paradoxal que seja, não compreendemos o comportamento deles quando chegam ao mercado de trabalho. Ficamos abismados quando, na empresa, eles querem se expressar e nos assustamos quando eles dizem: “Eu quero mais é ser feliz!”

O mundo mudou muito mesmo. Na minha época, era cada macaco no seu galho.

 

A gente usava a roupa que a mamãe escolhia. E ponto. Depois disso veio uma revolução. E dizem que, hoje em dia, quem não chora não mama.

 

As crianças aprendem a defender a possibilidade de escolher e de dizer o que pensam. E dizemos a elas o tempo todo: “Escolha, decida, fale o que pensa! Se está em dúvida sobre qual profissão seguir, escolha a que te faça feliz!” Parece que as pessoas estão cansadas de deixar a tal da felicidade pro futuro. Acho que essa geração adotou, em seu estilo de vida, nosso lema: “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”.

É melhor ser feliz agora do que esperar por uma possibilidade futura, na visão das novas gerações. Esses jovens querem que as organizações que lhes permitam ser felizes em tempo real, porque nós, seus pais, lhes ensinamos que podem e devem se expressar. Que podem decidir sobre sua felicidade agora e sempre. Que podem falar de forma criativa, se expressar por emoticons, por desenhos ou de qualquer forma. Nós lhes ensinamos que qualquer forma de amor vale a pena e que santo de casa não faz milagre!

Mas que ele mesmo, jovem da Geração Z, pode fazer acontecer seu próprios milagres!

Então, como conciliar o discurso e a ação?  Como explicar para os executivos que questionam “que geração é essa?” que é a mesma geração que está sendo educada, em casa, a se expressar, a buscar a tal da felicidade, e a ter prazer durante a vida?

Uma sociedade é dinâmica e não seria diferente na sociedade brasileira atual. Estamos em constante mudança de usos, costumes e modelos. As gerações serão sempre diferentes, refletindo a sociedade em transformação. O melhor é tratarmos de compreender as mudanças e falar sobre elas, sem julgar que uma geração será melhor do que a outra.

Afinal, a união faz a força. Lembra?

 

 

 

 

Por Eline Kullock e Valéria Lima

Dissemos essa semana aqui no blog, em um post, que existiam poucas pesquisas sobre a geração Z. Pois encontramos uma, divulgada há 15 dias, sobre a geração Z francesa. O banco BNP Paribas e a consultoria The Boson Project entrevistaram cerca de 3200 jovens de 15 a 20 anos, de todo o país, para entender o que eles pensam de si mesmos e do mundo corporativo. Os resultados confirmaram muito do que já vem sendo dito no Foco em Gerações, mas também trouxeram nuances novas, interessantes de serem analisadas. Ainda que estejamos falando de jovens franceses, a imagem retratada pela pesquisa é muito próxima à dos jovens brasileiros.

A primeira constatação intrigante é que esses jovens têm medo de empresa. Medo não, pavor! As palavras mais citadas por eles para definir o universo corporativo foram negativas. “Duro”, “selva”, “complicado”, “fechado”, “selvagem”, “impiedoso” e “assustador” foram alguns dos termos mais lembrados. Na opinião dos entrevistados, a empresa evoca stress (36%), indiferença (26%) e nojo (13%). Esse cenário deveria preocupar as organizações, afinal, essa turma está chegando no ambiente de trabalho muito em breve…

Mas de onde vem tanto medo, se a maioria deles sequer colocou os pés em uma empresa ainda? Será que a mídia colabora para mostrar o mundo empresarial com essa cara feia? Ou será que os próprios pais transmitem aos filhos a impressão de que a empresa é o pior lugar do mundo para se estar? Pode ser tema para um bom debate… Felizmente, mais da metade dos entrevistados ainda pensa em fazer parte de um quadro de funcionários de uma empresa e 84,5% disse querer escolher a profissão por paixão. Ou seja: ainda há salvação para atrair a geração Z para as organizações…

Analisando de perto os resultados, nota-se também algo que diferencia essa geração da anterior: o peso que eles dão para os estudos. 40% disseram que a chave do sucesso está no networking, contra apenas 20% que responderam “um bom diploma” à mesma questão. Mesmo sem ter um índice anterior para comparar, temos certeza que a geração Y era mais ligada na importância da formação. Fica a impressão que os mais jovens estão realmente cansados da escola, porque entenderam que continuamos ensinando como se fazia na idade média. As outras respostas mais citadas foram experiência (26%) e um visto (10%). A possibilidade de trabalhar fora do país atrai 68,5% dos jovens franceses ouvidos pela pesquisa.

Além de serem super sinceros nas respostas, os Z consultados pela pesquisa deixaram um recado bem claro para as outras gerações: “não gostamos do estereótipo de preguiçosos que vocês nos atribuem”. Para eles, o fato de passarem o dia com um smartphone na mão não significa que estão desconectados do mundo real. “É assim que enriquecemos nossos conhecimentos”, bradam. Outra mensagem direta: eles dizem conhecer sim as normas ortográficas e entendem muito bem a diferença entre digitar um SMS e escrever um texto formal. “Conhecemos as regras mas só usamos quando necessário”. #ficaadica

Para finalizar, os respondentes descreveram a empresa ideal. Para eles, ela deve ser: mais confiante nos jovens, mais ágil (inovadora e aberta ao erro), mais plana (menos hierárquica), mais voltada para o ser humano, mais igualitária (meritocracia), mais flexível (ritmo, horários, local de trabalho e códigos), mais aberta (integração com a escola) e mais engajada.

Olhando assim, com nossos olhos de geração X ou Baby Boomer, fica parecendo tudo muito utópico. Mas talvez eles tenham razão. Talvez tudo isso seja possível mesmo. Ou, quem sabe, parte disso. Pode ser que eles mesmos sejam capazes de promover essas mudanças no mundo organizacional e ainda manterem as empresas sustentáveis. Quem sabe? De qualquer forma, é importante irmos descobrindo o que os jovens da geração Z pensam e querem. Afinal, eles já são consumidores hoje. Amanhã serão nossos colegas de trabalho e, num futuro próximo, serão nossos chefes.

Clique aqui para ver a pesquisa completa (em francês)

Segundo uma pesquisa da Catho, sete em cada dez profissionais querem mudar de emprego em 2015. Mas, afinal, é bom para a carreira jogar tudo para o alto quando acaba a paixão pelo trabalho? Trocar muito de emprego não prejudica o currículo? Eline Kullock respondeu a essas e outras questões no quadro “Sala de Emprego”, do Jornal Hoje desta tarde, da Rede Globo. Além da entrevista, disponibilizou também um teste para ajudar os profissionais que estão em duvida sobre permanecer ou mudar de emprego, disponível na pagina do programa. 

Confira a reportagem completa neste link 

Temos pouca informação sobre a chamada geração Z, sucessora da geração Y, e isso acontece por vários motivos. O primeiro é a proximidade de idade entre os dois grupos (para alguns autores, a geração Z começa em 1995, para outros, só em 2000). Além disso, elas também dão a impressão de serem bem próximas porque ambas nasceram e cresceram com a tecnologia, o que torna ainda mais difícil identificar um grande gap entre elas. Apesar de sabermos que não se trata do mesmo grupo, não conseguimos enxergar claramente o modelo mental da geração Z. E como eu já disse em outros posts aqui no blog, um modelo mental é o grande marco do nascimento de uma nova geração.

Outra possibilidade de análise de uma geração é por meio do seu comportamento no ambiente de trabalho. Contudo, por conta da pouca idade, os Z ainda não chegaram lá; são apenas adolescentes ou jovens profissionais em início de carreira. Mas há, sim, uma diferença fundamental e significativa, na minha opinião, entre os dois: a geração Y ainda conheceu um mundo analógico, coisa que a Z nem sabe o que é. Trata-se de uma geração 100% “touch”.

Como não existem muitos estudos sobre a geração Z, eu listei minhas descobertas pessoais sobre esses jovens para tentar ajudar a tangibilizá-los e compreendê-los melhor.

  1. Seu tempo de atenção concentrada é baixíssimo (cerca de 7 minutos, contra 50 para gerações anteriores à tecnologia);
  2. Esperam que o mundo interaja com eles da mesma forma que seus tabletes e videogames. Para ilustrar, tem a história da menininha de 2 anos se surpreendeu ao jogar um jogo da memória em papel com a avó, esperando que as cartas virassem sozinhas. Eu conto a história neste post;
  3. Têm uma nomofobia enorme, ou seja, estão o tempo todo conectados com medo de passar batido em alguma informação importante;
  4. São mais sexualizados e mais agressivos, pulsões básicas do ser humano. Um sintoma disso são as músicas que escutam, cada dia mais agressivas.
  5. Suas vivências são mais temporárias. Quando o celular está cheio de fotos, por exemplo, eles deletam as mais antigas. O importante é o momento, e não a memória passada ou o futuro. O presentismo é um valor fundamental.
  6. Querem ter prazer em altas doses e no momento presente. São estimulados por seus pais (Gerações X e Y) a buscar prazer. Estão acostumados a ouvir da família perguntas como “Do que você gosta?” ou “O que você prefere?”. Por isso, aprenderam a raciocinar com base nessas premissas.
  7. Tem várias alternativas em tudo porque vivem em um mundo de abundância e de personalização. Podem escolher modelos, cores, estampas, sabores, que estão presentes mais de que nunca nos produtos que consomem.
  8. Querem ser mais autênticos do que as gerações anteriores. Não querem representar papéis, nem em casa, nem na escola, e chegarão nas organizações com esse mesmo perfil. Se as empresas quiserem engajá-los, terão de ser também mais autênticas e respeitar as diferenças individuais.
  9. Querem ter o direito de divergir. Para eles, não basta que a empresa seja diversificada. Ela precisa também ter uma maior aceitação das diferenças e das divergências.
  10. Têm pouquíssimos ídolos.
  11. Se comunicam mais por imagens. As frases e pensamentos são curtos e as palavras inteiras, como as outras gerações conheceram, são menos importantes no tipo de comunicação que eles usam (como o WhatsApp, por exemplo).
  12. Não têm medo de errar. Sabem que isso é essencial para o aprendizado, já que aprendem por tentativa e erro, como nos videogames.
  13. Preferem aprender sozinhos. Não gostam quando alguém os ensina. O prazer da descoberta é vivido como uma conquista.
  14. Se comunicam muito mais de que as outras gerações pelos “devices” disponíveis. Podem estar jogando um jogo lado a lado mas se comunicando ao mesmo tempo.
  15. Impactados pelas crises sociais atuais (corrupção, falta de água, energia, crise na saúde, na polícia), serão mais egoístas e terão menos valores coletivos claros.  Viverão mais na base do “salve-se quem puder”, e serão menos apegados à valorização da vida, mais transgressores, mais revoltados e terão menos senso de comunidade.

Você consegue enxergar outros valores da geração Z que não listei aqui? Então deixe um comentário para contribuir com a discussão sobre esse assunto.

Depois do anúncio da disponibilização do WhatsApp em computadores, especialistas vem discutindo os efeitos do seu uso no ambiente de trabalho.

Para Eline, ouvida por essa reportagem o jornal O Globo, “a novidade não deve gerar muito impacto nas companhias e a restrição do seu uso não é o caminho mais produtivo para lidar a questão dentro das empresas”.

Para ler a reportagem completa sobre o assunto, basta clicar neste link.

Se um dos itens da sua lista de resoluções para o ano-novo era a busca por um novo trabalho, esse teste pode ajudá-lo. Desenvolvido por Eline Kullock e publicado pelo portal Exame, ele contém 100 questões cruciais para guiá-lo na reflexão da mudança de emprego.

O teste é indicado para profissionais até o nível gerencial e é possível dar mais peso às questões que forem mais importantes para você. Confira o questionário clicando neste link.

Famosos por trocarem de emprego com facilidade e serem desapegados às organizações, os jovens da geração Y estão chegando na casa dos 35 anos. Segundo uma pesquisa da consultoria Hays publicada pela Folha, eles continuam em busca de satisfação, reconhecimento e desenvolvimento.

Segundo Eline Kullock, que foi fonte da reportagem, para a geração Y trocar de emprego é, muitas vezes, uma decisão emocional. “As empresas que se dispuserem a conversar sobre isso terão funcionários fiéis”.

Para ler a reportagem completa, clique aqui

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