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Por Eline Kullock – @elinekullock

É muito importante, quando contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas habilidades e competências. São muito seguros de si. Como retê-los? Como engajá-los? Não é uma tarefa fácil. Eles nos requerem o tempo todo, desejam mais e vibram por novos desafios, não querem ficar “carimbando papeis” nem por um segundo. Então, vamos, logo de início, trabalhar as expectativas que eles têm em relação à empresa.

Tenho sempre uma historinha pra contar e, aqui, acho que cabe falar da jovem da geração Y que foi contratada por uma empresa e entrou muito animada com seus desafios. Ela atuava em Recursos Humanos, e a sua gestora estava consciente de que deveria motivá-la para retê-la. Então, quando chegou a época de final de ano, pediu que ela preparasse a tradicional festa de confraternização. Essa não era sua atividade básica, mas sabemos que envolver os jovens em projetos é uma maneira poderosa de engajamento. A gestora pediu a sua funcionária que verificasse como foram feitas as festas anteriores para ter como base no seu novo projeto.

No dia da reunião sobre o assunto desenvolvido, a funcionária mostrou-se muito proativa. Já havia encontrado dois ou três lugares e já tinha os orçamentos para entender o custo envolvido, além de bolar uma festa à fantasia, com jogos e competições. O tema se relacionava a super-heróis, porque todos eram heróis na empresa! Ela trabalhou no projeto com muita dedicação e estava animada com a tarefa.
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Por Danilo Santos*

De um lado, engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e inovação.

Grandes talentos que, unidos, podem levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão difícil fazer com que esses dois grupos superem suas diferenças e atuem em harmonia para potencializar suas qualidades?

Há pelo menos duas boas razões: o déficit de engenheiros chega à casa dos 20 mil por ano no Brasil, segundo o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e o envelhecimento da população brasileira tem feito trabalhadores aposentados serem reinseridos no mercado de trabalho.

Em São Paulo, a Fundação Seade aponta que a terceira idade pode ultrapassar a faixa de crianças e jovens até 14 anos em 2024.
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Por Eline Kullock – @elinekullock

Algumas organizações ainda trabalham com um método muito, muito antigo de realizar avaliações de desempenho somente a cada 6 meses, ou até mesmo a cada ano. Isso vem desmotivando muito a geração Y, pois esses jovens se acostumaram ao feedback imediato.

Se a gente compra alguma coisa na Amazon.com, recebe imediatamente um feedback sobre como está a nossa compra e de que modo se pode acompanhar o processo de entrega. Por isso, a compra nesse site é tão respeitada e valorizada. O feedback é instantâneo.

Muitas vezes, quando entrevistamos jovens para processos seletivos, recebemos imediatamente depois um torpedo sobre o quanto gostaram da possibilidade de trabalhar em determinada empresa. Eles saem da sala e, após 5 minutos, esse SMS está nos nossos celulares. Como eles conseguem ser tão ágeis assim? Parece até que a mensagem já deveria estar pronta!
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Por Marcelo Gonzales* – @celokati

A geração Y é conhecida por sua impetuosidade nas multitarefas e seu dinamismo incontestável. Por vezes, se depara com dificuldades, mas são as vitórias e conquistas rápidas que fazem dessa turma, cada vez mais, uma geração expressiva.

Pensando nisso é que decidi reproduzir abaixo a carta que recebi de uma pessoa pela qual eu tenho um carinho muito grande, pois trata de um tema que é ainda um tabu para as novas gerações: a demissão!

“Acordei muito animado, pois minha estória parecia finalmente estar tomando um rumo diferente, desde que minha esposa se curou de uma enfermidade gravíssima. Há exatamente um ano, ela diagnosticou dois cânceres distintos e foi praticamente desenganada pelos médicos. Hoje – já curada -, acompanha minha trajetória profissional, me dando muita força desde sempre!

Não imaginava que, ao final do dia, no momento em que pediria para ser liberado ‘vinte minutinhos’ mais cedo, o chão se abriria e da cratera iria eclodir minha carta de demissão!
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Por Eline Kullock – @elinekullock

Já falamos que geração Y tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo.

Isso pode significar um choque para as outras gerações, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa geração se comporta.

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Por Tatiana Kielberman – @tatikielber

Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01).

Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações.

Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!

É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a “geração Z” acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens, a tecnologia é a principal aliada dos professores.

Lecionando química há 15 anos, o professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. “Eles são multimídia, fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o pé”, exemplifica.

Render-se ao perfil mais agitado dos jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. “Eu crio tirinhas de humor e memes (ilustrações cômicas que se propagam na rede) sobre química, converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o professor faz essas coisas, os alunos respeitam”, garante.
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O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira.

Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women’s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou severos e quase 50% afirmam já terem passado ou presenciado situações do tipo.

Dentre os problemas mais comuns, as entrevistadas citam o fato de serem relacionadas com certos estereótipos (63%), a compensação desigual (60%), o tratamento diferenciado (58%), a desigualdade de oportunidades (58%), piadas de gênero (38%) e o assédio sexual (31%).

Além disso, muitas dessas profissionais reclamam que são consideradas incompetentes por causa da idade e que, também por conta da data de nascimento, são preteridas em promoções.
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Por Sylvio Ribeiro

Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se definir um público-alvo: fica mais fácil saber que abordagem e ferramentas utilizar quando você tem um conjunto homogêneo, que compartilha mais ou menos dos mesmos interesses.

E falar com os jovens é complicado. Complicado porque eles têm hábitos muito diferentes dos seus pais e avós, estão sempre conectados, trocando informações e  vendo coisas novas. Essa nova geração talvez seja a mais diferente, se compararmos a outras. Basta ver a quantidade de material publicado sobre a tal Geração Y. Embora eu ache que há muito exagero no comportamento desses jovens Y, fica evidente que eles consomem mídia e produtos de forma diferente.

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Por Marcelo Gonzales* – @celokati

As chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio.

O Facebook já não é o mesmo! A enxurrada de emergentes, filhos de um Orkut distante, assolam o terreno virtual com uma fraseologia sem coerência, sem pedir licença e mostrando somente o que cada um tem interesse que os outros vejam!

“Se você não agüenta mais comentários sobre isso ou aquilo, compartilha aí!”
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