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	<title>Comentários sobre: Vão, vivam e se transformem</title>
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		<title>Por: Eline Kullock</title>
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		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 00:43:22 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade, Volney. Winnicott já dizia que a mãe deve ser somente &quot;good enough&quot;, lhe permitindo o desenvolvimento do self, conduzindo-o à independência. Mas muitas mães funcionam ainda ( talvez pela culpa ) como mães ( e pais) helicópteros. Já tivemos mães angustiadas porque seus filhos não poderiam comparecer no horário marcado para dinâmicas de grupo em processos seletivos e pedindo encarecidamente para que a Foco trocasse o horário das dinâmicas de grupo para que seus filhos pudessem participar. É o máximo, não é?
Beijo,
Eline</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, Volney. Winnicott já dizia que a mãe deve ser somente &#8220;good enough&#8221;, lhe permitindo o desenvolvimento do self, conduzindo-o à independência. Mas muitas mães funcionam ainda ( talvez pela culpa ) como mães ( e pais) helicópteros. Já tivemos mães angustiadas porque seus filhos não poderiam comparecer no horário marcado para dinâmicas de grupo em processos seletivos e pedindo encarecidamente para que a Foco trocasse o horário das dinâmicas de grupo para que seus filhos pudessem participar. É o máximo, não é?<br />
Beijo,<br />
Eline</p>
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		<title>Por: Volney Faustini</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/05/25/vao-vivam-e-se-transformem/comment-page-1/#comment-46</link>
		<dc:creator>Volney Faustini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:31:30 +0000</pubDate>
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		<description>Lá em casa a coisa foi bem inusitada. Primeiro que nosso helicóptero caiu no primeiro voo (rs). Os três filhos só tiveram a presença de um de nós nas famigeradas reuniões com professores umas três vezes. As duas mais velhas vivem em outra cidade desde 25 e 22, com carteira profissional antes dos 18 ... Nossa união é fantástica (sem me gabar) mas apesar dos lamúrios da mãe - hoje reconhecemos que isso foi e está sendo vital pra elas. Estão prontas para o futuro - se consigo expressar adequadamente o &#039;prontas&#039; - que não quer dizer defensivas mas sim pró ativas.

Essa característica nessa geração precisa ser levado a sério - e fomentado pelos pais em primeiro lugar. O foco (oooops) em última instância tem a ver com o &#039;se tornar&#039; pessoas singulares e plenas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lá em casa a coisa foi bem inusitada. Primeiro que nosso helicóptero caiu no primeiro voo (rs). Os três filhos só tiveram a presença de um de nós nas famigeradas reuniões com professores umas três vezes. As duas mais velhas vivem em outra cidade desde 25 e 22, com carteira profissional antes dos 18 &#8230; Nossa união é fantástica (sem me gabar) mas apesar dos lamúrios da mãe &#8211; hoje reconhecemos que isso foi e está sendo vital pra elas. Estão prontas para o futuro &#8211; se consigo expressar adequadamente o &#8216;prontas&#8217; &#8211; que não quer dizer defensivas mas sim pró ativas.</p>
<p>Essa característica nessa geração precisa ser levado a sério &#8211; e fomentado pelos pais em primeiro lugar. O foco (oooops) em última instância tem a ver com o &#8216;se tornar&#8217; pessoas singulares e plenas.</p>
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		<title>Por: “Baby Boomer , mas com corpinho de Y” &#124; Foco em Gerações</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/05/25/vao-vivam-e-se-transformem/comment-page-1/#comment-42</link>
		<dc:creator>“Baby Boomer , mas com corpinho de Y” &#124; Foco em Gerações</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:55:11 +0000</pubDate>
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		<description>[...] assim, com a alma de ET, conseguiremos nos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] assim, com a alma de ET, conseguiremos nos [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Ruth</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/05/25/vao-vivam-e-se-transformem/comment-page-1/#comment-37</link>
		<dc:creator>Ruth</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 02:25:29 +0000</pubDate>
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		<description>A dicotomia é parte dos momentos de transição como este em que vivemos agora. 
Se de fato se confirmar que em meados deste século os seres humanos estarão vivendo cerca de 120 anos, então aos 60 as pessoas estarão na metade da vida. Logo aos trinta serão pouco mais do pós adolescentes. Tudo, absolutamente tudo terá que ser revisto em função deste novo timing de vida. Desde a hora certa de deixar o &quot;ninho familiar&quot; até a hora de se aposentar. 
Quando penso que aos 21 anos eu já trabalhava a cinco, que me aposentei aos 45, estou com 60 e continuo trabalhando, sinto que a mudança já me pegou em cheio. Aí penso no meu filho que aos 21 anos, está mais preocupado com a sua formação e que um bom posto de trabalho depende desta boa formação, entendo que esta onda de mudança de fato está se fazendo sentir desde já. Meu filho, provavelmente só deixará a minha casa em torno dos 30 anos. Eu já tinha minha própria casa aos 25 anos!
Ruth</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A dicotomia é parte dos momentos de transição como este em que vivemos agora.<br />
Se de fato se confirmar que em meados deste século os seres humanos estarão vivendo cerca de 120 anos, então aos 60 as pessoas estarão na metade da vida. Logo aos trinta serão pouco mais do pós adolescentes. Tudo, absolutamente tudo terá que ser revisto em função deste novo timing de vida. Desde a hora certa de deixar o &#8220;ninho familiar&#8221; até a hora de se aposentar.<br />
Quando penso que aos 21 anos eu já trabalhava a cinco, que me aposentei aos 45, estou com 60 e continuo trabalhando, sinto que a mudança já me pegou em cheio. Aí penso no meu filho que aos 21 anos, está mais preocupado com a sua formação e que um bom posto de trabalho depende desta boa formação, entendo que esta onda de mudança de fato está se fazendo sentir desde já. Meu filho, provavelmente só deixará a minha casa em torno dos 30 anos. Eu já tinha minha própria casa aos 25 anos!<br />
Ruth</p>
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	<item>
		<title>Por: Eline Kullock</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/05/25/vao-vivam-e-se-transformem/comment-page-1/#comment-35</link>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 20:38:26 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Dora, todos os Baby boomers viveram esta questão e ainda estão vivendo. Assim como os jovens da Geração Y estão vivendo este dilema.
O importante, para nós, pais,  é dar-lhes asas para voar e abrir-lhes o caminho da vida. Nós também queremos o melhor dos dois mundos. Da mesma forma que nas organizações. 
E clarificar esta questão com eles. Nas empresas e com suas famílias!
Beijo,
Eline</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Dora, todos os Baby boomers viveram esta questão e ainda estão vivendo. Assim como os jovens da Geração Y estão vivendo este dilema.<br />
O importante, para nós, pais,  é dar-lhes asas para voar e abrir-lhes o caminho da vida. Nós também queremos o melhor dos dois mundos. Da mesma forma que nas organizações.<br />
E clarificar esta questão com eles. Nas empresas e com suas famílias!<br />
Beijo,<br />
Eline</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dora Kaufman</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/05/25/vao-vivam-e-se-transformem/comment-page-1/#comment-34</link>
		<dc:creator>Dora Kaufman</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 17:18:16 +0000</pubDate>
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		<description>Eline,

Como todos os pais, vivi esse dilema. O grau de liberdade e a natureza da relação que os jovens de hoje têm com seus pais, posterga a decisão de sair de casa. O que eles têm que abrir mão é relativamente pouco vis-a-vis a vantagem de manter o padrão de vida e de não ter que se preocupar com a gestão da casa; diria que atualmente, eles tendem a ficar com o &quot;melhor dos dois mundos&quot;.
No mercado de trabalho, não me parece simples decidir o momento das promoções. Por um lado, os jovens são bem informados por outro, estão pouco preparados para gerir pessoas e avaliar riscos. De qualquer forma, ambos (casa e trabalho) deveriam ser vistos sob um novo ângulo, nada a ver com o que tivemos ou fomos no passado (e meio, caso a caso).
beijo e parabéns pelo artigo,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eline,</p>
<p>Como todos os pais, vivi esse dilema. O grau de liberdade e a natureza da relação que os jovens de hoje têm com seus pais, posterga a decisão de sair de casa. O que eles têm que abrir mão é relativamente pouco vis-a-vis a vantagem de manter o padrão de vida e de não ter que se preocupar com a gestão da casa; diria que atualmente, eles tendem a ficar com o &#8220;melhor dos dois mundos&#8221;.<br />
No mercado de trabalho, não me parece simples decidir o momento das promoções. Por um lado, os jovens são bem informados por outro, estão pouco preparados para gerir pessoas e avaliar riscos. De qualquer forma, ambos (casa e trabalho) deveriam ser vistos sob um novo ângulo, nada a ver com o que tivemos ou fomos no passado (e meio, caso a caso).<br />
beijo e parabéns pelo artigo,</p>
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