Feed on
Posts
Comments

cabo

Existem dois tipos de posicionamento dos Baby Boomers e dos Geração X com relação a nós, os “impetuosos” Geração Y. Os mais pessimistas torcem o nariz, tem dificuldade em nos aceitar no ambiente de trabalho e acham que tudo o que fazemos está errado (por mais que não admitam, eles pensam isso). Os outros têm uma postura mais receptiva e entendem que temos potencial, mas precisamos de coaching e condições favoráveis para trabalhar que se adequem ao nosso estilo de vida.

Podemos ver essas opiniões em diversas matérias, artigos e em discussões sobre a entrada dos Y no mercado de trabalho, e devemos estar sempre atentos a tudo o que falam de nós – bom ou ruim. Isso nos dá a possibilidade de não cair nos erros que eles esperam que tenhamos e ainda superar as expectativas positivas, mas devemos ir além.

choquegeracoes Fico super animada ao ler cases de empresas que tem ações direcionadas para nosso desenvolvimento e melhor adaptação no ambiente corporativo. Desde a criação de ferramentas online para feedbacks constantes até programas de palestras e atividades motivacionais para entender o que rege nossas decisões. Isso mostra que eles estão dispostos a nos aceitar e a realmente investir na nossa carreira, formando parcerias entre todas as gerações.

O problema é que nada disso vai adiantar se a postura da Geração Y não for maleável o suficiente para aceitar as diferenças. Já vi muita gente se queixando que, por conta do tal preconceito com os “jovenzinhos metidos a gestor”, suas idéias são rejeitadas e ninguém quer ajudá-los. Como eu disse no início, existem os mais resistentes sim, mas nada que uma boa dose de humildade e observação da nossa parte não consiga contornar.

Talvez, no primeiro dia de trabalho, antes de pensar em tudo o que aprendemos nos cursos que fizemos e em todas as recomendações que recebemos (atitude que joga nosso ego nas alturas), é preciso estar atento e enxergar tudo o que os outros já fizeram e o que podem nos oferecer.

Entrar de “cara lavada” e dispostos a conhecer quem nos cerca e suas realizações é o primeiro grande passo para acabar com a expressão “choque entre gerações” e começar um novo ciclo, o da “parceria entre gerações”.

Deixe Seu Comentário