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Esta semana fui dar uma palestra em Cuiabá. Tenho uma sócia-parceira-amiga muito querida na cidade, a Lorena Lacerda, diretora do Grupo Valure, que organizou a Oficina do Conhecimento, um evento que ela prepara a cada dois meses para seus clientes.

Foi muito legal! Primeiro porque eu não conhecia Cuiabá, e descobri uma cidade muito diferente, mais evoluída do que eu imaginava. Não é fácil chegar até lá; não há aquela quantidade enorme de vôos. Mas agora que a cidade foi escolhida para receber os jogos da Copa de 2014, haverá um mundo de investimentos na cidade.

Não há um rosto específico em Cuiabá. Há uma variedade e mistura muito grande, de gente que nasceu lá e de gente que optou por morar lá. É o maior centro de produção de soja do país. Cuiabá é um centro de agroindústria.

Fui, pela manhã, ao programa Bom Dia Mato Grosso, na afiliada da TV Globo, e dei uma entrevista ao vivo e a cores (esta é uma expressão da minha época, porque nem tudo era ao vivo e a cores), antes do programa bom Dia Brasil.

E depois, durante o dia, não é que encontrei um monte de gente que tinha assistido à entrevista?

Foram meus 5 minutos de fama!

Assista: Geração Y ganha espaço no mercado

As pessoas que foram assistir à palestra estavam, de fato, muito interessadas no tema Gerações.

Eram mais de 100 pessoas e não se ouviu um telefone celular tocar. Só o meu, que eu esqueci ligado! Que mico!

A platéia era composta de gente de todas as gerações, com empresários, gestores de RH e gestores de outras áreas. Todos se identificaram com algum comportamento ou exemplo de atitude das diferentes gerações.

Acho que o filme que mais fez rir na platéia foi o exemplo de mudança de tecnologia. É um filme que nos fala da passagem do pergaminho para o livro. É uma paródia em relação ao nosso aprendizado com o computador. Quando passo o filme, as pessoas se dão conta de como se sentem os jovens da geração Y quando pedimos a eles que nos ensinem coisas que, para eles, são básicas no manuseio das novas tecnologias. Eu uso o exemplo do nosso help desk, o Kleber, do Grupo Foco, que vem com a maior boa vontade quando alguma coisa acontece no nosso computador.

Ele vem com um sorrisinho e resolve tudo num minuto.

-“Não, Kleber, eu juro que apertei os mesmos botões e o computador nem me deu bola. Não é possível! Me conta o que você fez e como”.

E o Kleber sorri, um sorriso aberto, e responde: “É só isso?”. Acho que, nesta hora, ele pensa: “E ainda me pagam pra fazer isso!”.

Veja o vídeo da mudança do pergaminho para o livro e vê com que personagem você se identifica!

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