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etica

Por Eline Kullock

Num país com sérios problemas de corrupção, como é o caso do Brasil, falar de ética é sempre pertinente.

Lembro de um livro do jornalista Cláudio Abramo que se chama “A Regra do Jogo”. O livro resume bem o que quero transmitir aqui.

A gente muitas vezes diz que sabe o que é ética, proclama isso, brada, bate no peito, mas faz coisas que vão completamente contra os aquilo que a sociedade considera verdadeiramente “ético”.

A primeira coisa que o livro diz é: se você é ético de verdade, será em qualquer atitude, nas pequenas coisas. Não importa se você é político ou operário.

E semana passada aconteceu uma coisa intrigante envolvendo o Grupo Foco: uma pessoa, que se autodenomina “Pedro Ethos”, dizia que minha empresa é antiética. Mas imaginem só de que maneira ele protestou? Enviando emails para os meus clientes dizendo isso, sem ter qualquer prova do que estava falando.

Na opinião dele, o fato de oferecermos um curso, em outra unidade de negócio chamada Foco Futuro, que propõe um exercício de autoconhecimento para jovens candidatos a programas de estágio e trainee era contraditório. Isso porque também selecionamos jovens para diversos programas de estágio e trainee em todo o Brasil.

Ele acrescentou que, assim, o Grupo Foco inaugurava um grande “mercado de vagas”, porque esses jovens que pagavam pelos cursos seriam beneficiados nos processos. Talvez o que ele não saiba é que quem escolhe os jovens para as empresas são as próprias empresas, e não o Grupo Foco. E que o curso não tem a proposta de aprovar ninguém, mas sim ajudar os jovens a entenderem como é um processo e se prepararem para não falhar por coisas pequenas como nervosismo, por exemplo.

Eu fundei essa empresa há 17 anos e grão por grão construí a reputação dela. Seria eu tão leviana a ponto de colocar a imagem da minha empresa assim, na lama?

Nós estamos inovando e sei que isso incomoda muita gente. Lançar um produto novo, desconhecido, tem dessas coisas, é difícil explicá-lo.

O que me intriga na carta do tal Pedro Ethos é que ele não prova nada, não se identifica e usa de alguma manobra tecnológica para que não identifiquemos seu IP.

E eu me pergunto: isso é ser ético?

Nós o chamamos pra conhecer o curso, pra tomar um café aqui no escritório, pra explicar que o curso não era nada do que ele estava divulgando aos quatro ventos. E adivinhem? Com toda a ética que lhe coube e que ele fez questão de colocar no próprio codinome, ele não nos respondeu. Nem apareceu. Nem mostrou sua cara, nem seu e-mail real. Nada.

Então eu me pergunto: é de pessoas assim que o Brasil precisa? Certamente a ética do Pedro Ethos não é a ética da qual falava Claudio Abramo, a ética que avalia os outros como se auto-avalia. Sem dois pesos e duas medidas.

É triste ver essa moçada (imagino que ele seja bem jovem porque diz que é um ex-trainee e também pela maneira como escreve) chegando no mercado com esse tipo de atitude. A internet está aí pra gente protestar mesmo, mas é duro ver que as pessoas estão fazendo isso escondendo a cara, justamente porque não podem provar o que estão a fim de dizer.

Não seria mais bonito o Pedro Ethos aparecer, tomar um café, ajudar a gente a melhorar o que estamos tentando fazer, orientando os jovens que participam desses processos? Não seria mais a cara do Pedro Ethos, usando de toda a ética que lhe caberia se fosse de verdade ético, reclamar da Foco Futuro dizendo quem realmente é? Assinando seu protesto?

Foi covardia tentar desmoralizar uma empresa sólida como o Grupo Foco escondendo a própria identidade. Sinto em decepcioná-lo, mas preciso dizer que ele não conseguiu. Uma empresa que trabalhou duro para conquistar o espaço que tem no mercado não se amedronta diante de um Pedro sem ética e anônimo.

O que eu mais desejo ver nessa geração que está chegando nas empresas é a ética do Cláudio Abramo, com a coragem de mostrar a cara e melhorar o mundo com o qual não concorda. É meu ideal de baby boomer, ver um mundo mais limpo pelas mãos e pela atitude dessa geração que tem à disposição uma arma poderosíssima: a liberdade de expressão, que nos não tínhamos na idade deles. Essa liberdade vale ouro, moçada. Nós a conquistamos juntos, pra vocês. Vamos usá-la com responsabilidade.

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68 Responses to “Que ética você pratica?”

  1. Rudney disse:

    Eline, você sabe que isso me dói tanto também. Porque aprendi ser o que sou em Recursos Humanos, com você e com a Foco. E como um dos responsáveis pela Foco Futuro, ser atacado desta maneira é no mínimo injusto.
    Fico pensando sempre se as pessoas ainda se lembram do que é ética. Fico pensando onde a formação e a educação das pessoas está falhando. Pois é fato: está falhando.
    Ética é um valor, é algo que deve estar em nossa essência. Não é um skill , uma habilidade que se aprende.
    Muitos querem levar vantagem em tudo e se colocam no direito de, num território livre (a internet), fazer afirmações sem nenhum fundamento, pois acham que isso não tem consequência. Mas tem.
    Apesar de ser um X meio Y, nasci em 76 … Eu estudei o primário tendo como Presidente o General Figueiredo. Eu assisti a Fáfá de Belém cantar o hino nacional nos comícios das Diretas Já.
    Eu aprendi o quanto vale por dizer aquilo que a gente quer e quando quer. Isso é priceless.
    O que me intriga é que não tem a RESPONSABILIDADE de saber o valor e o poder da liberdade de expressão.
    E ainda bem que o que me move é continuar acreditando num mundo melhor.
    Vamos sim continuar lutando contra os moinhos de vento … Eles estão aí Quixote.
    Beijo

    • Eline Kullock disse:

      Concordo contigo , Rudney. Quem já viveu os tempos da ditadura sabe como valorizar a liberdade de expressão. Só quem já se sentiu preso valoriza a liberdade. Como você diz, priceless.
      O risco que corremos nesa sociedade brasileira é que os pais não transmitam a seus filhos o que é essencial. Pela experiência e porque os jovens, com frequencia, acham que não há nada a aprender com os pais.
      O que quero aqui é alertar para uma sociedade que pode ser crítica, maldosa, e anti-ética. Fazendo as críticas sem se apresentar.
      Este é o grande alerta pra quem tem empresas, pra quem ensina e para quem tem filhos!
      Valores são transmitidos em casa!
      Beijo e obrigada!
      Eline

  2. Eline, estou de boca aberta até agora lendo esse fato… Está me cheirando a uma trapaça de alguma companhia no mesmo ramo que a sua, pois veja só: a primeira coisa que me veio à mente é que esse camarada poderia ser do conceituado Instituto Ethos, a ponto de tentar desmoralizar seu projeto com um nome forte e de credibilidade. Para quem não entende de negócios, o Grupo Foco e seus desdobramentos, segue numa estratégia inteligentíssima de navegar num oceano azul, com um conceito diferente para atingir o mesmo fim que outras dezenas de empresas do mesmo ramo, fugindo assim da concorrência direta através de projetos inovadores.

    O Sr Pedro Ethos certamente não existe, esse nome é falso, e por trás disso está alguém que navega em um oceano de águas vermelhas e turbulentas, arrasadora devido a forte concorrência de quem não sabe inovar e disputa na cotovelada cada cliente…

    Fique tranquila, publique sua defesa no seu site, que é o lugar onde seus clientes procurarão uma resposta, e não retribua o ataque, apenas esclareça as questões levantadas e não esqueça de citar que procurou o Sr Pedro para domonstrar o seu projeto de perto, mas que não obteve resposta (o covarde só age pelas costas… nunca o confrontará frente a frente).

    E saia dessa de cabeça erguida com a mesma determinação e certeza de quem sabe o que está fazendo e que não é bem sucedida por acaso.

    Grande abraço!
    Adriano

    • Eline Kullock disse:

      Adriano, meu amigo,
      Concordo plenamente contigo sobre a estratégia do oceano azul. Temos tentado inovar, sem nunca mudar nosso valor ético!
      Nao posso julgar os motivos dele, mas poso dizer que ele é um covarde porque foi chamado a comparecer e ajudar. Sempre faço isso com quem critica a Foco. Cresço a partir das críticas. Me reforço com os elogios. Mas é com isso tudo que vou mudando a estratégia da empresa e melhorando. várias pessoas já criticaram e eu as chamei pra ajudar na busca de uma solução. Várias empresas tem feito isso e eu acho que é a melhor forma de crescer.
      Mas vou ser sempre contra a crítica destrutiva. Vou ser sempre contra a falta de ética!
      Obrigada pela força!
      Beijo grande!

  3. Nossa!
    Impressionante.
    A imagem do Grupo Foco é solida e vem se consolidando mais e mais a cada dia. Conheci a pouco tempo esse grupo mas já me admiro um tanto com o trabalho realizado.
    Falando com um futuro cliente, eu sou um candidato a fazer esses cursos, já que acredito na idoniedade do grupo e estou visando meu crescimento pessoal e profissional. Falando nisso, alguma turma para BH?
    Infelizmente esse ainda são um dos males da internet. Essas figuras anônimas que só querem projudicar os outros. Acredito que possa ser algum concorrente com alma podre. Mas vamos torcer para que esse insatisfeito fique em paz consigo mesmo. E consiga seu lugar ao sol. Pois tem lugar para todos. O mau com bem se paga.
    Desejo que vocês devam ficar em paz. Quem não deve não teme Elline, e pelo visto vocês não tem nada a esconder. Pelo contrário, tem muito trabalho a ser mostrado e resultados positivos para empresas clientes e pessoas.
    Continuem com o trabalho! Parabéns mais uma vez pela qualidade do trabalho.
    Super abraço, luz, paz e amor.
    Vinicius Todeschi Bandeira

  4. Renata Schmidt disse:

    Eline, concordo com você em genero, número e grau. Me preocupo com este tipo de situação como profissional e como mãe!!! Para mim, a ética é um dos maiores valores que podemos ter e digo mais, vem de berço!! Não se ensina a ter ética!!! É base para tudo na vida. Imagine este mundo com pessoas como este Pedro Ethos??? Com certeza será um caos e não é este mundo que eu espero que meus filhos vivam. Acho um verdadeiro absurdo uma pessoa fazer qualquer tipo de comentário que possa prejudicar outras pessoas, sem no mínimo, averiguar se a informação esta absolutamente correta.
    beijos
    Renata Schmidt

    • Eline Kullock disse:

      Renata,
      Concordo com todas as letras do teu texto. Nesta hora, a gente entende a reponsabilidade de educar, neste admirável mundo novo. Caso contrário, a vida será feita do caos. Obrigada por compartilhar minha indignação por tamanha irresponsabilidade.
      Beijo!

  5. A empresa não esconde que tem duas unidades de negócio. Fica claro, inclusive, pelo nome da empresa. Se há conflito de interesses, o candidato é livre para contratar ou não o serviço e, além disso, é livre para buscar vagas em diversas outras opções existentes – inclusive na internet.

    Antiético é mesmo não se identificar numa crítica.

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Sergio, pelo apoio. Acho que a grande questão que surge agora é como a Ger Y , com toda a liberdade que tem para expressar suas opiniões, vai usar essa força. A Geração Y pode usá-la como instrumento de luta por um país melhor, por condições melhores, por uma ética verdadeira. Ou pode sair criticando o mundo, sem critério. Todos temos que ser responsáveis pelo que escrevemos. A minha grande preocupação é que a Geração Y não se dê conta da responsabilidade. E critique porque sempre fez isso, sem limites.
      Eu continuo achando que o tal Pedro Ethos fake deve aparecer e discutir seus pontos de vista!
      Estamos aberto a qualquer discussão saudável.
      Obrigada por se indignar comigo!
      Um beijo!
      Eline

  6. Luiz Gabriel Vieira disse:

    Felizmente e infelizmente, o advento da Intenet deu voz para pessoas boas e sensatas assim como pessoas amarguradas, sem caráter e desocupadas.
    A atitude de Pedro Ethos, chamada de “flamer” ( Perfil falso, assim protegido) é tradicional de fóruns de discussão. Típicamente, jovens que na falta de ocupação ou na falta de “coragem” de promover alguma ação ou atividade, criticam com argumentos instântaneos e sem solidez aqueles que propõem, pensam e indagam.
    Na história, sabemos que o “primeiro” é sempre aquele que “pavimenta a estrada” para que os outros possam caminhar por ela. O “primeiro” é sempre castigado. Pela sua inovação, pela sua visão e por também dar a cara à cara para bater. Mas é sempre lembrado. E na história, se você não é o primeiro, você não existe.
    Uma empresa como o Grupo Foco, com que tenho prazer em ter rede e pessoas que considero amigos é um desse “primeiros” na história. Por ser o primeiro Grupo de RH a ter uma identidade digital, a treinar os futuros profissionais e a se comunicar com os trainees tanto para vagas como para dividir informação.
    Tenho certeza que essa “atitude” Flamer, é na realidade o sucesso do grupo Foco em seu mix de ações, sentida no osso pela concorrência, essa que não existirá no futuro quando olharmos a “timeline” do mercado 2.0.
    Parabéns Eline e a todos envolvidos na “pavimentação”de um negócio honesto e promissor.

    • Eline Kullock disse:

      Gabriel, você sempre me ensinando , como bom membro da geração Y, generoso para ensinar ( o que nem sempre é fácil!).
      Este “flamer” ( mais uma pra lista das novidades), não teve coragem ( na minha época isso tinha outro nome…haha) de se apresentar, não deu a cara pra bater.
      Mandou isso pra vários clientes , órgãos de imprensa, e pra quem mais pôde.
      Sei que estamos pavimentando uma estrada, e isto nao é fácil.
      Mas sei que chegaremos lá, como estamos fazendo há 17 anos!
      Obrigada por se indignar comigo!
      Beijo,
      Eline

  7. Acho que todos devemos ter conhecimento e bom senso antes de acusar algo de injusto. A atitude impulsiva e questionadora do Pedro é algo salutar e condizente não apenas com a geração Y, mas com todos os jovens que pertencem à alguma geração. A questão delicada foi a forma leviana e superficial que o Pedro utilizou para abordar a questão. Primeiro, porque é óbvio que as consultorias de RH tem influência apenas nas primeiras partes do processo e segundo porque as empresas dificilmente concordariam com algum tipo de favorecimento em seus processos. Além da questão ética envolvida que poderia prejudicar a imagem da companhia, tem a própria questão financeira. As empresas jamais investiriam tanto dinheiro aprovando um candidato apenas porque ele participou de determinado curso.

    Beijos e Abraços

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Guilherme, pela sua participação. Como bom representante da Geração Y, a única coisa importante, como você disse, é que esta força da geraçao não seja usada de forma leviana e superficial.
      Obrigada por se indignar comigo!
      Acho que vale a luta pela crítica consciente e ética!
      Um beijo,
      Eline

  8. Eline, é triste percebermos que existem pessoas como o Pedro Ethos, que não sabem o significado da palavra ética. Mas pessoas assim, nada melhor que a própria vida para ensinar.
    Fica tranquila que além dos 17 anos de existência, as pessoas que fazem parte do Grupo Foco sabem perfeitamente o significado da palavra ética. Nossos clientes sabem da seriedade e do respeito com que conduzimos todos os processos.
    É apenas alguém querendo aparecer… ele não deve ter mais nada a oferecer, a não ser maldade… Coitado!
    Nós temos muito o que fazer e fazemos bem feito. Isso encomoda muita gente….
    Obstáculos, existirão sempre, mas quando somos integros e fazemos com amor nada destrói.

    Beijos e muita luz pra vc e pra todos que fazem parte dessa familia FOCO.

    Luana Cavalcanti
    Gerente Foco Recife

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Luana. Acho que devemos todos estar engajados na causa de ensinar nossos jovens a fazer críticas construtivas, sempre apresentando-se para poder discorrer sobre seus pontos de vista.
      Obrigada por se indignar, da mesma forma que eu !
      Um beijo,
      Eline

  9. Eline,
    A minha forma de ver esta situação é diferente. A reputação do Grupo Foco é ilibada e sólida. Uma empresa como esta, que tem prestado ótimos serviços ao mercado há tantos anos, não deve se preocupar com um covarde que prefere o anonimato. Basta dizer que não há um nome para ser assumir este ato de terrorismo eletrônico. E mesmo que houvesse, a melhor forma de se lidar com isso é ignorar este pobre de espírito.

    Este é um ato isolado e não vai mudar em nada. Certamente que este tipo de situação aborrece, mas siga em frente e largue esta pessoa no passado onde é seu lugar.

    Abraços

    Norton

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Norton. Na verdade, o que eu quero que fique é um alerta para que os jovens pensem na liberdade que eles tem hoje de expressão, que nós nào tínhamos, e no uso ético e consciente dessa liberdade. A Internet nos permite ser ouvido por milhões. Mas que isso seja feito de forma consciente.
      Aos hovens que criticam sem fundamentação, aos jovens que acham que o que vale é ter voz, eu digo: Tenham voz, mas cuidado com o uso dela!
      Obrigada por se manifestar!!
      Muito obrigada!
      Eline

  10. Ines Schinazi disse:

    Eline,
    As you so rightfully state in your blog post, it’s hard to be an innovator. Whether in business, art, or any realm of creation, innovation and freshness destabilizes the weak and makes you an easy target. As Gabriel’s comment also expresses, the Internet, and the flattening of the world, has made it easier for all voices to be heard, independently of their motives or the foundation for their arguments (or in the case, complete lack of foundation.) I’m repulsed by this behavior. And yet, if there’s anything positive to be taken from it, it’s another confirmation of Grupo Foco’s cutting-edge innovation. At this moment, I’m thinking of Mark Zuckerberg (the Facebook Founder) who was accused of stealing Facebook from a few Harvard classmates, when Facebook started reaching great success. This, is the same sort of scenario. And the Internet makes this sort of behavior much easier.

    And yet, I’m keeping the faith, especially when I read all the thoughtful comments that have been posted. I think our society has the strength to keep cowardly people like “Pedro Ethos” in-check.

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Ines,
      Realmente o que diminui a minha indignação, nessa hora, é ver tanta gente que concorda que esta postura é completamente ati-ética! E saber que os inovadores pagam um preço. Só quero que fique registrado aqui o quanto é importante que os jovens possam refletir sobre as denúncias infundadas, sobre os perigos de ser superficial, e no que uma sociedade pode se tornar se todos utilizarem essas estratégias covardes.
      Queria saber se os pais desse Pedros Anti-Ethos sabem que ele fez isso!
      Obrigada por se indignar comigo!
      Um beijo!
      Eline

  11. Julianna disse:

    Posso dizer com toda segurança do mundo que fui a primeira a levantar a questão de ética e conflito de interesses. Assim como o Guilherme falou, é condizente com essa geração e, principalmente, é condizente com o que acredito, de questionar algo quando penso que não está certo. Mas ao contrário do Mr. Ethos, fiz questão de mostrar a minha cara. Porque ética e transparência são valores que eu trago, provavelmente, desde a vida intra-uterina. Por eu mostrar a cara, o GF veio a mim para saber a minha opinião. Como tentou fazer com ele, sem retorno algum. Foi simples como deve ser. E desde o início me dispus ao diálogo, simples como também deve ser. E foi a partir de um questionamento, que tive a oportunidade de conhecer pessoas tão maravilhosas e a história de um grupo empresarial tão incrível. Resultado? Ganhei uma nova titia. Como não precisava ter sido, mas como foi. Simples.

    • Eline Kullock disse:

      Julianna,
      E você pode falar isso de cadeira, porque é uma crítica feroz quando desconfia de que alguma coisa não é ética! Uma defensora incansável da ética. Quando te vi questionando, quis te chamar e mostrar nossa cara. Você mostrou a tua! E descobrimos que batalhamos pelas mesmas coisas! Você continua sendo, pra mim, uma excelente fonte de aprendizado, porque questiona e eu escuto. Várias vezes você tem razão nos teus questionamentos. E eu escuto e procuro mudar o que é possível. Isto tudo é feito num ambiente amigo, adulto, sem necessidade de melindres. Adoro pessoas críticas. São elas que me fazem crescer.
      Mas não concordo com a covardia, com o uso inadequada dos recursos tecnológicos de hoje, com cara de Pedro Ethos.
      Este é um grande alerta sobre as possibilidades que a tecnologia nos traz. Vamos usar a tecnologia para crescer, para defender nossos pontos de vista. Para mudar o mundo. Mas não para destruirmos empresas, pessoas, conceitos. Este é o caminho do caos.
      Obrigada, Julianna! Você passou a ser muito mais que uma amiga! uma sobrinha, que eu respeito muito, escuto muito e com quem aprendo sempre!
      Um beijo,
      Eline

  12. Flavia Vianna disse:

    Eline,
    Fico triste de saber desse fato… você sabe.
    Mas é bom saber que o Pedro ANTIEthos não conseguiu nem um arranhãozinho na imagem da sua empresa. Você e o Grupo Foco são referência no mercado. Não é qualquer anônimo mal intensionado e superficial que vai conseguir balançar as estruturas.
    Hoje mesmo, voltando de Curitiba, tava lendo no avião a Super Interessante desse mês e você é uma das pessoas citadas na reportagem (de capa, diga-se de passagem) como especialista analisando o assunto. Ou seja, SEMPRE referência. e SEMPRE atual.
    Por isso fico também tranquila. De saber que o mercado não absorve o anônimo e descafeinado Pedro AntiEthos. E absorve você, com louvor!
    Vamos em frente! E ainda mais sucesso pro Grupo!
    Bjs

    • Eline Kullock disse:

      Oi, Flavia,
      Não tô dizendo que você é sinstra? É isso mesmo! Não vai ser um anônimo que vai derrubar a imagem criada há 17 anos.
      Quero que, em grupo, a gente seja referência no assunto Gerações e como lidar com as diferenças entre elas! São as empresas que vão contratar jovens que se beneficiam com essa análise!
      Adorei o “descafeinado Pedro”!
      Vou sempre dizer que o que a gente deveria dizer aos jovens é que a responsabilidade com esse “pode tudo” que a minha geração passou pra seus filhos, deve ter limite. Quem passou pela ditadura sabe o que é não poder falar o que se pensa! Essa tropinha nao passou por isso. É uma benção poder falar (quase) tudo. Mas isso exige responsabilidade. Cuidado. Respeito pelos outros. E acima de tudo, mostrar a cara. Vir frente a frente, dizer o que pensa. Com os recursos da tecnologia, muito “empowerment” se deu às pessoas. Que todos saibamos usar isso de forma adequada!
      Que o Pedro AntiEthos se apresente. Que explique seus pontos de vista. Não fazer isso é covardia. É coisa de criança, da idade da minha neta que não completou 3 anos.
      E que a geração aprenda com essa história que denunciar é coisa séria.

      Um beijo grande!! Um beijo sinistro!
      Eline

  13. É o que eu sempre digo: tem gente que chama uns e alguns de corrupto, mas não dá a vez a uma grávida, estaciona em vaga de idoso, buzina pra carro de autoescola, não devolve troco, compra DVD pirata etc. Ou seja, não são corruptos, certo, afinal, também existe meia-grávida, meio-gol…e assim caminha a humanidade.

  14. Pedro disse:

    Bom dia.

    Primeiramente gostaria de esclarecer que o sobrenome “Ethos” é fictício e foi uma grande surpresa para mim, descobrir que este é o sobrenome da fundadora do Grupo Foco. Eu nunca imaginei que alguém teria este sobrenome. Peço desculpas pela coincidência.

    Enviei um e-mail para as empresas com as quais eu tinha um contato direto e que eram clientes do Grupo Foco.

    Copiei o Grupo Foco em todas as mensagens.

    Segue a mensagem enviada:

    ——————————————

    Bom dia.

    Gostaria de me juntar a muitos, que assim como eu no passado, hoje são candidatos a uma vaga de Trainee, e manifestar meu REPÚDIO ao “Curso Preparatório Para Dinâmicas de Grupo”, do Grupo Foco.

    É totalmente ANTIÉTICO, uma empresa que realiza processos para Trainee, oferecer um curso como este oferecido pelo Grupo Foco.
    O PIOR, é o fato de os participantes deste curso, poderem participar dos processos seletivos, pelos quais o Grupo Foco é responsável.
    Isso mina toda credibilidade que a empresa tinha, junto aos candidatos.

    Por favor, não sejam coniventes com este curso, que é o precedente para fazer dos programas de Trainee, um grande COMÉRCIO DE VAGAS.
    Att,

    Pedro Ethos
    Administrador de Empresas
    Ex-Trainee

    ——————————————

    Reitero está mensagem.
    Acredito no que está escrito nela.

    Não tenho nada contra o Grupo Foco, nem ninguém que trabalha nesta empresa. E se qualquer outra empresa tivesse aberto um curso destes, eu teria feito o mesmo.

    Se o Grupo Foco não concorda, OK.
    A verdade é algo particular a cada pessoa.

    Para o Grupo Foco: sucesso.
    Para os candidatos: justiça.

    Sem mais.

    Pedro.

    • Eline Kullock disse:

      Pedro,
      Recebi teu e-mail e acabei de responder.
      Não estou preocupada em excesso. Só sou contra qualquer preconceito. Sou contra avaliações sem provas, avaliações superficiais.
      Te convidei a continuar a falar comigo. A adotar uma postura de diálogo.
      Como disse no e-mail. você deve ser jovem. E a gente deve adotar uma postura de procurar transmitir o que aprendeu ao longo da vida.
      Também te disse que este curso mostra pros jovens o que é um processo seletivo, coisas básicas pra tirar a ansiedade de qualquer candidato, e mostrar a cada um características pessoais que podem interferir em processo seletivos. É mais um processo de auto-conhecimento, sem pretender ser uma “análise” ou um processo de “coaching”.
      Todos as pessoas – TODAS – que fizeram o curso o elogiaram. E escreveram isso nas avaliações.
      Te convido ao diálogo. Te convido ao encontro.
      Não te convidaria nunca a se esconder. Não te convido à difamação. Ao anonimato. Te convido à responsabilidade e à verdade.
      Um beijo,
      Eline

  15. Olá,
    Em minha opinião esta molecagem/babaquice que o infeliz (ele não foi mesmo feliz) Pedro fez não deve abalar, ou mesmo arranhar, o nome e prestígio do Grupo Foco. Gerar debates e discussões em torno do curso até considero de extrema importância para que o próprio curso diga a que veio. Um debate sério sobre a ética do curso só serviria para fortalecer o nome do Grupo Foco como também aumentar a credibilidade e prestígio do curso preparatório de talentos da Foco Futuro.
    Contudo, vejo que o quê está mesmo em questão é a ética de toda uma Geração Y (de qual faço parte). Ser ético independe de gerações. Acredito que sejamos todos éticos. No entanto quando um tal Pedro sai da “curva” e quando outros começam a achar o feito normal ai sim vejo com temeridade a situação. O perigo está nos outros Y’ers considerar aceitável a idéia/situação de agredir uma empresa/pessoa anônimamente. Se um faz e obtém sucesso ou não punição outros certamente julgarãao aceitável e farão o mesmo. Por isso devemos nos atentar para o acontecido e não aceitar tal feito como normal.

    Eline, Grupo Foco e Foco Futuro não será um e-mail (mal redigido diga-se de passagem) que irá destruir toda uma história como a da empresa Foco e filiais. Sigam em frente com a ética, valores e bons costumes, isso é sem preço.

    Darcio Martins
    Forte Abraço
    Arrebenta!

    • Eline Kullock disse:

      Concordo com você, Darcio,
      Tenho me referido à ética da geração Y mas esse é um assunto de qualquer geração.
      Você também está correto sobre gerar debates sobre o próprio curso. Quanto mais pudermos falar sobre a seriedade do curso, sobre sua adequação para as pessoas, sobre sua forma ética de trabalhar, mais estaremos contribuindo para um sistema aberto, transparente ao público. Como o
      Brasil deve ser. Vamos usar este episódio pra repensar nosso papel em situações que não consideramos éticas.
      E você termina de forma brilhante, mostrando que permitir essa abordagem de um “Pedro”( escrevo assim porque até agora não sei o nome verdadeiro dele ), mais estaremos incentivando as pessoas a agirem da mesma forma: pelas costas.
      Obrigada pelo carinho, Darcio.
      Nós vamos seguir em frente como fazemos há 17 anos. Mas questionando sempre todas as acusações sem fundamento e argumento que surgirem pelo caminho. Acho que esse é nosso dever como cidadãos.
      Preparando um sistema melhor para nossos filhos e netos.
      Beijo carinhoso!!
      Eline

  16. Andrea Bavier disse:

    Eline e todos do Grupo Foco

    Realmente estou indignada com esta situação. Tentar difamar uma Empresa sólida e referência no mercado nacional é algo maldoso e totalmente irresponsável. Como creio na humanidade e na justiça acredito que esse Sr. Pedro possa aprender um pouco com toda esta situação, refletir e quem sabe, tomar coragem de ir conversar com você.
    Enquanto isso, vamos continuar com a história de Sucesso que o Grupo Foco está escrevendo.

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Andrea,
      São pessoas indignadas como você que fazem esse país melhorar!
      A gente está precisando se indignar mais!
      Estou torcendo para que o Pedro ( ou qualquer que seja o nome dele) possa conversar comigo.
      Sem bronca nenhuma.
      Vai ser um grande exemplo pro Brasil.
      Vai ser um grande exemplo da possibilidade de diálogo.
      Tô torcendo por isto.
      Torça comigo!
      Um beijo grande,
      Eline

  17. Luiz Zamagna disse:

    Curioso Pseudonimo e elucidativo…
    PEDR, etmologicamente, deriva do grego antigo πέτρα (petra), “PEDRA” e Ethos, embora, parecido, com éthos, significa COSTUME. A confusão vem porque costumes, plural, em latim é mores. De mores vem Moralis – Moral, palavra com que Cícero (De Fato, II, 1) traduziu a palavra grega éthikós. Ética é Moral. Coisas que o Sr. (ou Sra.) Pedro Ethos parece solenemente ignorar….
    No presente caso PEDRO ETHOS é tão somente o COSTUME DE JOGAR PEDRAS…

    • Eline Kullock disse:

      Que curiosidade interessante, Zamagna,
      É o costume de jogar pedras!!!!!! Que ironia, escolher esse nome para criticar!
      Certamente ele não sabia disso, mas está jogando pedra sem ter certeza de que a gente deveria receber pedra.
      Mas ele vai conversar conosco, tenho certeza.
      E a gente vai mostrar a todos que a conversa é a melhor coisa pra arbir a cabeça de todos!
      Se Deus quiser ele me escreve!
      Um beijo grande!
      Eline

  18. Ruth Muraro disse:

    Eu estou no mercado de Recursos Humanos há mais de 30 anos. Vivi tempo suficiente dentro das empresas e “do conjunto de outras que formam o mercado de RH. Posso com toda a tranquilidade dizer que vi acontecer de tudo, desde atitudes singelas, de compromisso com a verdade, vi em duas delas a maioria dos empregados terem orgulho e reverenciarem o fato de prestarem serviços as empresas que antes de tudo os respeitavam e reconheciam o valor da competência de cada um, Como vi muita falta de respeito, de ética, corrupção, mentiras, intrigas e falta de caráter.
    Para mim Pedro Ethos é consequência de uma outra era. Na falta de noção de limites e de respeito ao esforço alheio no sentido de construir um mundo mais digno, mais humano, e aí entra a ética e caráter bem constituído, faltaram as famílias e as instituições ensino
    orientar e desenvolver noções de moral e bons constumes, na linguagem de hoje “o politicamente correto”. E acompanho isto de perto porque tenho um filho universitário, que frequenta uma Universidade e um curso considerado TOP DE LINHA onde o PROFESSORES fazem e dizem coisas que me assustam e apavoram.
    Alunos aprovados sem ter nota para tal, mas numa prova oral onde ele errou as duas primeiras respostas o professor disse “vou lhe fazer a terceira pergunta e você está aprovado”. Outro professor que diz que a aula tem duração de duas horas mas ele não tá a fim de dar tanto tempo de aula então com meia hora a aula está terminada. É isto um exemplo de ética para jovens em formação????
    Se a geração BB se comporta assim, podemos nos preparar para termos uma reprodução em massa Y achando atitudes como a do Pedro Ethos muito naturais. Afirmo aqui que Pedro é totalmente responsável pelo que fez, irresponsável e indigno mas se eu não estiver enganada vamos ouvir de muita gente com muito cinismo que “ética é um conceito relativo, vai depender de que lado em você está” sinônimo de CINISMO!!!!
    O que este rapaz fez foi “My Mommy said I Could”.
    Ele desconhece a construção desta empresa, os esforços e as horas perdidas de sono para construir uma empresa como esta.
    Mas… ele é herdeiro do mundo que vem por aí. Vai acontecer pior com ele.
    Ruth

  19. Pedro disse:

    POR QUE EU ENVIEI A MENSAGEM?

    Porque por mais que o Grupo Foco enfatize, é impossível não pensar que tais alunos estariam em vantagem. Isso, claro, na cabeça dos que participam dos processos conduzidos pelo Grupo Foco.

    É como se a FUVEST criasse um curso pré-vestibular.
    Quem presta apenas UFMG (por exemplo), não está nem aí para este curso pré-vestibular da FUVEST, mas para os que prestam vestibular para a USP, obviamente que ficara a imagem de que os alunos do cursinho da FUVEST estariam com certa vantagem.

    Para quem não sabe, as primeiras mensagens sobre o curso dizia: “Faça o curso e garanta já sua vaga”.

    (infelizmente eu não dei um print screen na tela)

    Agora se coloquem no lugar de quem esta em um processo seletivo no Grupo Foco e lê esta mensagem.

    E enfatizo: Grupo Foco é só a empresa em questão neste momento, pois poderia ser qualquer uma.

    POR QUE ENVIEI DIRETAMENTE PARA OS CLIENTES DA EMPRESA?

    Porque são os segundos em questão de interesse em relação a isso. (os primeiro são os candidatos)

    Se eu fosse um cliente do Grupo Foco, eu não permitiria que participantes do curso, participassem do processo seletivo da minha empresa.

    POR QUE NÃO FALEI COM O GRUPO FOCO ANTES?

    Como eu iria questionar o Grupo Foco, quanto a crença na vantagem dos participantes do curso nos processos seletivos organizados por eles?

    Obviamente eu ouviria que “isso é uma bobagem”.

    Então falei enviei a mensagem, dizendo no que acreditava, e não no que eu iria ouvir do Grupo Foco.

    QUEM FAZ O CURSO DO GRUPOFOCO, ESTÁ EM VANTAGEM EM RELAÇÃO AOS QUE NÃO FIZERAM?

    Não sei.

    FICA A IMAGEM DE QUE ESTÃO EM VANTAGEM?

    Para mim, e para as pessoas que me incentivaram a escrever: Sim.

    O QUE EU PENSO DO CURSO?

    Uma idéia genial.

    Na minha época, um curso deste teria me coloca em melhores posições.
    Há muito potencial guardado dentro das pessoas e tenho certeza que este curso ajuda estas pessoas a mostrar quem são, com mais clareza e de maneira mais focada.

    O curso também descreve os processos dos processos seletivos, o que é um mistério para grande parte dos candidatos.

    Nunca discuti a qualidade do curso, que tenho certeza que carrega toda a qualidade de todas as divisões do Grupo Foco.

    O QUE EU PENSO A RESPEITO DE UM CURSO DESTE, SER OFERECIDO POR UMA CONSULTORIA QUE ORGANIZA E AUXILIA EMPRESAS, EM PROGRAMAS DE TRAINEE?

    Natural.
    Afinal, são estas empresas que mais tem know-how para oferecer este tipo de curso, com qualidade.

    O QUE EU PENSO DO FATO DE OS ALUNOS DE UM CURSO DESTE, PODEREM PARTICIPAR DOS PROCESSOS SELETIVOS, ORGANIZADOS PELA MESMA FORNECEDORA DO CURSO?

    Este é o grande ponto para mim e me deixa muito desconfortável.
    Eu particularmente, não consigo desassociar a empresa organizadora do processo seletivo, da empresa que oferece o curso.

    É alegado que quem escolhe os candidatos, são as empresas.
    OK, mas quem envia os candidatos para as empresas? As consultorias.

    A discussão quanto a “vantagem” ser ou não real é infinita, mas o que eu sinto em relação a esta situação, é bem claro.

    TENHO ALGO CONTA O GRUPO FOCO?

    Tirando o curso, nada.
    Gosto muito da empresa e é uma das melhores organizadores de processos seletivos.
    Tem muito a ensinar.

    Se qualquer outra empresa tivesse aberto um curso destes, eu teria feito a mesma coisa.

    ——————————————————

    Pessoal, é isso.

    Me chamam de “babaca”, “covarde” e tudo o mais.
    Mas acredito no que fiz e deixei meu alerta.

    Agora, só o tempo, que é senhor de tudo, vai separar o que é eterno do que é passageiro.
    Se eu estiver errado, logo serei esquecido, se estiver certo (espero que não esteja), poderei dizer que o aviso foi dado.

    Sucesso a todos.

    Pedro

  20. Mauro Segura disse:

    Caramba, ler o post da Eline e todos os comentários me consumiu um tempo que o tal Pedro Ethos não merecia. Concordo com o Norton quando ele diz que esse é um caso isolado, porque é isso mesmo. Ter uma posição contrária ou um ponto de vista diferente não tem nada demais, mas não se identificar e ficar enviando emails para empresas reclamando disso ou daquilo é deplorável. Tal atitude desqualifica qualquer coisa que esse indivídio escreve, seja ele da geração que for. É sempre decepcionante quando deparamos com esse tipo de comportamento, pois o que poderia ser um bom debate construtivo acaba virando um fofoca insignificante. A tristeza disso tudo, e isso é lamentável, é ter obrigado o Grupo Foco a se movimentar, com todos os seus colaboradores, parceiros e admiradores, para contornar a dor de cabeça que este indivíduo eventualmente tenha causado. Isso é sim é decepcionante. Aliás, é uma encheção de saco. Espero que essa experiência não tire o curso do Grupo Foco de se manter transparente, aberto e inovador. Até porque, queira ou não queira, outros pedros aparecerão. Mauro.

  21. Pedro disse:

    Bom dia.

    Reparo que muitos de vocês, se colocam no lugar do Grupo Foco.
    Desta maneira, a reprovação ao que fiz é certa.

    Peço que se coloquem na situação de estudantes de último ano e recém formados, que sonham em ser trainee e se deparam com um curso que prepara candidatos para dinâmicas de grupo e lhes dão a visão de todo o processo seletivo.

    E essa empresa que oferece o curso, também organiza processos seletivos.

    Então vocês decidem entrar em contato com esta empresa e tudo que ouvem é que “o curso é um sucesso e que ninguém sairá dele com vantagem”.

    Você não tem dinheiro para fazer o curso.
    Você vai para um processo seletivo no Grupo Foco e encontra alguém que fez o curso.

    Essa é a posição dos estudantes que não se sentiram bem com o fato de o curso ser oferecido pela organizado do processo seletivo.

    Quanto a mim: Que diferença faz quem eu sou?
    E quem garante que se eu tivesse uma foto e um blog, eu seria real?
    O que é ser real? É vocês saberem onde eu moro e onde eu trabalho?
    A minha mensagem mostra quem sou, não meu nome ou meu endereço.

    Talvez se eu tivesse um blog e dinheiro, eu pagaria algum web designer para colocar uma foto terrível do Grupo Foco, abriria um fórum de discussão onde o objetivo seria desmoralizar a empresa.

    Se quando eu elogio (pois já fiz elogios em outros momentos), ninguém quer saber quem sou, por que quando “não elogio”, saber quem sou ganha tanta importância?

    Mas como o Sr. Mauro disse: “eu sou um caso isolado”, nem mereço tanta atenção.

    Mas advirto que falei por muitos (na verdade atendendo a solicitações), e entendo o fato de eles não estarem aqui mostrando o ponto de vista deles, pois para isso teriam que criar identidades falsas, pois nenhum deles quer se expor, pois ainda participam de processos seletivos, muitos deles, óbvio, pelo Grupo Foco.

    E eu não sou inocente ao ponto de acreditar que “retaliação” não existe e é coisa de ditadura.

    Nem eu, que não dependo em nada de consultoria nenhuma, quero me identificar, se fosse candidato então, piorou.

    Mas como Pedro ou com Maria, tenho que deixar o recado.

    Att,

    Pedro.

  22. Ruth Muraro disse:

    Mauro.
    Não concordo com você, quando diz que não devemos prestar atenção no Pedro, que você levou muito tempo lendo os comentários. O Pedro não é um caso isolado, e cada vez menos o será. Basta você ler os comentários das noticias do site do Terra. Posso te garantir que se você fizer uma leitura sobre a morte do ator Patrick Swayze e de Michael Jackson, menciono os dois pois se tratam de seres humanos, as barbaridades escritas ali mostram que tipo de ser humano estará habitando o nosso planeta nas próximas gerações. E nós temos tudo a ver com isto. Somos responsáveis também pois deixamos, na busca de mais liberdade, de preservar valores importantes e essenciais para a convivência entre os seres humanos.
    Não mudaram os modos ou a educação, aumentou a omissão e ausência de quem educa, e a falta de uma organização social que esteja bem longe do mundo desordenado, sem ética, com cada mais vez pessoas sem noção que os seus direitos terminam aonde começam os direitos dos outros.
    Se o Pedro mandasse uma carta para um jornal ou revista questionando esta prática e abrisse um debate honesto com toda a comunidade estudantil, universidades e empresas, sem mandar cartas para Clientes de uma consultoria que implanta um novo serviço para serir ar sua comunidade, aí eu concordaria que ele teria este direito.
    O que ele não tem o direito é de invadir a base de dados da consultoria colocando em dúvida a validade deste serviço APENAS para os Clientes do Grupo Foco. Isto é falta de é ética e de honestidade, falta de princípios e de respeito.
    Os Clientes até poderiam questionar na medida em que são CLIENTES. É a relação comercial deles com o Grupo Foco.
    Você Pedro só tem o direito de discutir isto com toda a comunidade em que o Grupo Foco está inserido, e não escrever carta para os Clientes deles com IP não identificavel.
    Talvez um dia quando um provável filho seu tirar dinheiro irregularmente da sua conta bancária para usos que você desconheça, você poderá entender o que digo. Discussão aberta e honesta , dando oportunidade a todos de opinarem é ético, invadir a base de dados de uma empresa para fazer um SUPORTA denúncia é falta de ética e noção de limites. Você invadiu o que não te pertence. Você tem sorte que a Eline está te chamando para conversar. Comigo não seria assim…
    Ruth

  23. Mari Coimbra disse:

    Aiai.. nem sei por onde começar. Começo pedindo desculpas antecipadamente por usar minha linguagem de Geração Y. O objetivo é falar a língua dos candidatos – como eu – já que foi essa a proposta do Pedro “quero chamar atenção”.

    Não vou falar pro Grupo Foco, pra Foco Futuro, para os parceiros, clientes ou para qualquer pessoa envolvida nesse projeto que considero brilhante!

    Vou falar pra você, Pedro, que diz representar a voz dos candidatos, que diz ter sido incentivado a agir dessa maneira. Me perdoe a eventual “falta de tato”, mas pra mim, você é uma vergonha.

    Como pode aparecer por aqui e se dizer meu representante??? A minha geração não fala essa língua! A minha geração é questionadora sim, mas não é superficial. Quando questionamos é para entender, conhecer, aprender. Questionar para atacar e não se preocupar em pesquisar e conhecer o básico sobre o assunto é ignorância, imaturidade e falta de noção.

    Não mostrar a cara diz muito a seu respeito sim! Aliás, diz muito mais do que suas palavras, ao contrário do que você afirma! Não mostrar a cara me diz que você é uma pessoa que tem medo, que não confia tanto no que diz, afinal, se você acreditasse de verdade nesse ideal que tanto defende, se fosse mesmo um representante dos candidatos e da minha geração, iria fazer questão de mostrar a cara.

    A minha geração mostra a cara! A minha geração quer fazer a diferença através de meios éticos! A minha geração assume a responsabilidade pelos atos e não tem medo! Fomos criados assim! Aprendemos que para conquistar um objetivo é preciso assumir um risco, é preciso “dar a cara a tapas”! A minha geração se orgulha de seus ideais, de seus valores e de ter toda essa informação louca disponível! A gente se expõe! Cria blogs, Twitter, Orkut, Facebook discute, acrescenta e compartilha! A minha geração se orgulha de ser quem é!

    Você deveria reconhecer seu erro e se dispor a conhecer o curso, afinal, você está atacando algo que verdadeiramente não conhece. Qual é o seu problema? Por não conseguir construir uma carreira de respeito, por não conseguir criar soluções inovadoras, por não conseguir se marcar no mundo resolveu atingir pessoas que fazem a diferença????

    A única coisa boa dessa história é saber que nunca é tarde para reconhecer um erro e que você ainda pode aceitar a proposta generosa da Eline para conhecer como funciona a Foco Futuro, o Grupo Foco e o curso.

    Se eu fosse você aproveitava essa oportunidade! Aprender é sempre bom! E também porque você poderia manter a sua opinião, só que suas críticas, por terem uma base, seriam levadas a sério!

    Pense nisso! Prefere continuar sendo uma piada? Ou quer agarrar a chance de se transformar num case de sucesso???

    #ficaadica!

    Mari

  24. Lili disse:

    Pedro,

    Porque você não faz o curso antes de dar a sua opinião?

    Você pediu para que as pessoas se colocassem no lugar dos estudantes do último ano que estão nos processos…pois eu sou um desses candidatos e em momento algum me ofendi com o novo curso que chegou no mercado.

    Entenda: se vc foi trainee é porque teve muita confiança no seu potencial e sabia que independentemente do que a concorrência fizesse, você se garantia e iria passar. Não sei em que época você fez os processos seletivos, mas hoje em dia são tantas etapas que nem os bons sobrevivem, tem que ir muito além disso.

    Eu fiz o curso ontem, já que acredito que “vc só pode criticar o Big Brother se assistí-lo” e em momento algum percebi falta de ética, mas sabe o que foi mais importante de perceber? [i]NINGUÉM saiu dali como uma candidato melhor[/i]. Os bons já são bons, Pedro.

    Se você entende como acontece um processo seletivo, sabe elaborar melhor seu cv, percebe a diferença entre uma dinâmica e um painel, você simplesmente sabe o que é um processo seletivo, mas não sabe o que fazer para garantir uma vaga. [b]Potencial e talento ninguém pode ensinar.[/b]

    Enfim, Pedro, o seu incômodo foi desnecessário.

  25. Paula Soares disse:

    Eline,

    Estudo na Federal Fluminense e, como nossos estágios externos não nos servem de carga horária, tenho que fazer estágio interno também. Faço estágio interno em Psicologia do Trabalho e lá já fizemos 4 turmas de um projeto muito muito semelhante ao projeto do Foco Futuro (posso apresentá-lo ao Grupo Foco, se desejar). É tão semelhante que, quando vimos o anúncio do Grupo Foco, pensamos: olha aí, é isso que a gente faz. Não sei se o programa é o mesmo, mas o objetivo é muito próximo. Mas enfim, o objetivo não é fazer propaganda do projeto da UFF e, sim, levantar a questão ética disso tudo.

    Nós não fazemos processos seletivos, somos apenas alunos estagiários encabeçando uma iniciativa (dentro da universidade) que pretende desmistificar os processos seletivos para aqueles que não sabem o que significa exatamente participar de uma dinâmica de grupo ou de uma entrevista. Você e o Foco Futuro já devem saber bem qual é o tamanho dos preconceitos e das dúvidas que pairam sobre as cabeças de nossos jovens profissionais. E, mesmo assim, a discussão ética em torno dessas oficinas que fazemos foi enorme. Alguns alunos (como eu) aprovaram a idéia e defenderam a sua realização, enquanto que outros acharam um absurdo queremos ensinar as pessoas a passar em processos seletivos.

    O meu argumento sempre foi o de que não estávamos ensinando ninguém a passar em processo – nosso papel era apenas desmistificar a figura do psicólogo e do RH, colocar as cartas na mesa, ser transparentes. Defendo tanto o projeto que fui a coordenadora dele em 2009. O sucesso de todas as edições de nossas oficinas foi absoluto (como você afirma terem sido as do Grupo Foco – no que acredito piamente). Mas ainda temos pessoas dentro do estágio que são contra o projeto.

    Então, levanto a seguinte questão: se alunos de Psicologia de uma ótima universidade, que se dedicam exclusivamente a estudar as práticas organizacionais e estão 100% inseridos em RH levantam a questão ética de um curso como esse, e muitos são contra, o que pensar, então, da opinião de pessoas de outras formações, que não sabem exatamente do que estão falando, que acham que dinâmicas de grupo são “ridículas”, “palhaçada”, e que “não servem pra nada” (como tanto escutamos dizer por aí…)?

    Penso que, se o Grupo Foco não imaginou que esse tipo de reação aconteceria, foi ingenuidade. Eu acredito e consigo visualizar que o Foco Futuro não tem o objetivo de criar trainees potenciais e nem de privilegiar ninguém. Mas acho que temos também de nos colocar no lugar de quem acha os processos seletivos obscuros e sem sentido, e tentar perceber que existe brecha, sim, pra que eles pensem que está havendo uma escolinha, e que alguns seriam privilegiados.

    Acho que o Pedro Ethos fez um favor ao Grupo Foco, na verdade. Abriu espaço para que a discussão em torno do curso aconteça e é uma ótima oportunidade para que vocês divulguem com mais clareza o objetivo dessa iniciativa que, sem dúvida, já é um sucesso.

    Abraços,
    Paula

    • Eline Kullock disse:

      Desculpe, Paula, faltou responder a você, mesmo!
      Acho que te considero “de casa” porque você diz que estuda psicologia e sabe a dificuldade de lidar com os candidatos de uma forma ética, sem prepará-los, mas fazer com que pensem porque se fazem determinadas perguntas e, de que maneira, cada um, da sua maneira, a partir da sua própria história, pode respondê-la.
      É exatamente o que você já disse: O Pedro Ethos ( Pedro, é bom registrar esse nome, ele ficará na história, pelo menos na minha!) abriu espaço pra uma enorme discussão, que vai além do Programa da Foco Futuro.
      É a discussão da ética. Não foi por acaso que logo após este post, entrevistamos o Prof Içami Tiba sobre a questão da ética e já entrevistamos outro grande professor que fala da ética nos dias de hoje.
      Eu não imaginei mesmo, Paula, que alguém pensasse isso da Foco. Devo ter sido ingênua, como você disse. Mas se a Empresa tem uma excelente reputaçao no mercado, sempre conhecida como ética, não seria uma dúvida sobre um curso que faria uma pessoa enviar e-mails pra meus Clientes “denunciando” uma atividade antiética, sem ao menos verificar a conistência dessa afirmação.
      Se vocês quiserem, na tua faculdade, ajuda pra pensar nas oficinas, conta comigo e com o Grupo Foco.
      Estou pronta pra ajudar sempre que puder e souber fazê-lo.
      De novo, me desculpa se não te respondi logo!
      E, a tua palavra desmistificação vai ser usada na divulgação do curso, porque eu acho que é exatamente isso que a gente faz. Desmistificar.
      Um beijo carinhoso!
      Eline

  26. Laís disse:

    Criticar, é facil. O dificil é provar. Concordo com tudo que você disse Eline, que a minha geração não sabe usar a liberdade de expressão como deveria. Como empresa o correto é vocês quererem entender pq essa critica do Pedro, mas sem provas ele não mostra a cara e se esconde.

    Mas na minha opinião esse Pedro não foi aceito em algum processo e por raiva, decepção ou humilhação resolveu jogar a culpa em alguém. E esse alguém foi o Grupo Foco.

    Vergonha, isso sim. Assuma seus erros Pedro e não de um grupo de sucesso e com nome no mercado.

  27. Pedro, eu fiz e gostei do curso!

    Dicionário Aurélio: “Antiético é quando se rompe as barreiras da ética. é quando se infringe regras de convivência social, quando se tem um mal-comportamento profissional, principalmente: quando se rompe valores que significam muito para as pessoas. é quando não se respeita a necessidade do todo para proteger a sua.”

    Eu fiz o curso e posso falar com mais propriedade sobre o que você chama de ANTIÉTICO. Tem pessoas que não tem conhecimento sobre como funciona um formato de um processo seletivo, e quando não passam não tem uma avaliação crítica sobre tal.

    Eu sempre procurei na Internet, com amigos e também com pessoas mais experientes saber sobre os processos seletivos. Hoje em dia, nós da geração Y temos muito mais facilidade de saber até mesmo um case que cai na dinâmica, pois como são vários dias, dá tempo de a gente perguntar para amigos ou para pessoas que já fizeram como que é, ainda mais agora com a Redes Sociais. E isso nos ajuda a se preparar mais e mais sempre.

    Eu gostei do curso, e não significa que eu vou passar nos próximos processos seletivos e que minha vida vai ser perfeita. Quem foi no curso viu e percebeu que não tem fórmula, o curso ajuda a gente entender o que é avaliado em cada etapa e tentar evitar coisas que podem nos prejudicar, foi uma grande troca de experiência. Mais isso não é garantia de êxito em um processo seletivo, seja do Grupo Foco ou de qualquer outra empresa que recruta. Cada processo seletivo tem um perfil e nós não somos os perfis para todas as empresas.

    Pedro, primeiro acho que você tem o direito de falar o que quiser, mas também quero que você seja transparente e ético, eu gosto de saber com quem eu falo e tenho certeza que você também. A certeza que tenho é que, o que você chama de antiético eu chamo de informação, e no mundo de hoje uma pessoa bem informada é muito mais valorizada.

    Por que você não aparece e conversa como pessoal do Grupo Foco? Tenho certeza que eles podem te explicar que o curso não é ´Compra de Vagas´, você acha que uma consultoria de tão grande respeito como é o Grupo Foco se queimaria por um curso desses? Vá ao próximo curso da Grupo Foco e confira você mesmo o quanto o curso é relevante para quem está nos últimos anos da faculdade ou já se formou. É informação.

    Um abraço,
    E parabéns ao Grupo Foco pela iniciativa.

  28. Lilio A. Paoliello Jr. disse:

    Ao Grupo Foco,

    Faço uma paráfrase de Cazuza para expor meu apoio ao grupo: Pedro Ehos, mostra sua cara… ètica e responsabilidade combinam muito entre si, identificar-se é preciso quando se quer protestar sobre algo ou para alguém.
    Nada como um bom café, para colocar as cartas na mesa e os pingos nos ii, aceite o convite da Eliane.
    Se não está feliz com os resultaos do curso, nada melhor do que expor sua avaliação a pessoas competentes que têm no ato de ouvri, fazer e refazer percursos sua principal função.
    O brasileiro tem muito a aprender sobre ética, eu que fala muitas do ponto de vista da escola, faço em nome dos educadores um mea culpa, não adianta colocarmos uma disciplina chamda Ética, se no ambiente escolar não a praticamos efetivamente, talvez Pedro não tenha vivido a ética na escola e hoje não sabe como vivê-la no mundo do trabalho.
    Lilio

  29. Andréa Costa disse:

    Sou recém-formada e estou participando de alguns processos seletivos para trainee – conduzidos por diversas consultorias.

    Confesso que quando vi o anúncio do curso pela primeira vez, comparei a cursos preparatórios para vestibular, que – em muitos casos – passam os bizus das provas. Em minha opinião, na divulgação inicial do curso, houve um uso de palavras que dariam margem a críticas e questionamentos: “Com a Foco Futuro, você poderá se tornar um forte candidato e aumentar suas chances nos processos seletivos mais disputados do país” (texto retirado do e-mail que recebi em 3 de setembro de 2009).

    No entanto, em nenhum momento achei que aqueles que fizessem o curso estariam em vantagem. Primeiro, porque eu acredito em mim. Segundo, porque não é difícil encontrar dicas sobre processos seletivos por aí e a gente aprende muita coisa nas próprias etapas dos processos. Entendi que o curso traria uma compilação dessas informações somada à expertise em recrutamento e seleção do Grupo Foco.

    Não demorou muito tempo para ver a grande discussão que se iniciou acerca da ética do GF. Curiosa e (wh)y-er que sou, resolvi fazer o curso para tirar minhas próprias conclusões.

    Palavras da Eline: “E que o curso não tem a proposta de aprovar ninguém, mas sim ajudar os jovens a entenderem como é um processo e se prepararem para não falhar por coisas pequenas como nervosismo, por exemplo.”. Fiz o curso ontem (17/10) e posso dizer que ele cumpriu o que propôs. Saímos do curso entendendo as etapas de um processo seletivo, o que é bem diferente de aprender a ser aprovado.

    Conforme comentado pelos próprios participantes, vimos muitos don’ts (por parte de alguns alunos) e em nenhum momento a Fabia, consultora do Grupo Foco, corrigiu essas atitudes ou disse coisas do tipo: “Querem arrebentar na hora do case? Digam X. Façam Y.” ou então “Na empresa A, comporte-se assim. Na B, assado.”. Portanto, de forma alguma o curso é antiético.

    Gostei do curso. Ele apresentou uma visão geral de como funciona cada etapa de um processo, sem revelar informações que dariam uma super vantagem aos que o fizeram. Quando sabemos “o que está por vir”, em geral, ficamos mais calmos, menos ansiosos, e isso ajuda a termos um desempenho melhor.

    Gostaria de dizer também que gostei muito da atitude da Eline em querer ouvir a nossa opinião de alunos/candidatos. Sem dúvida, é uma pessoa que entende a Geração Y.

    Sucesso a todos,

    Andréa Costa
    Engenheira de Produção
    Futura Trainee =)

    • Eline Kullock disse:

      Super obrigada, Andréa, pela tua análise, pela tua franqueza, e obrigada pela tua avaliação.
      Eu procuro aprender sempre, Andréa. Fui até a turma porque queria ouvir, mesmo, a opinião do grupo. Se o grupo achasse que o curso era anti-ético, eu realmente pararia pra repensar minha estratégia. e disse, sem medo: “se vocês acham que é anti-ético, prefiro parar o curso, porque minha vida sempre foi pautada pela ética, aprendizado de uma família de valores fortes e construtivos”.
      Te agradeço imensamente. Foi muito gratificante sair de lá no sábado, depois de ouvir um monte de gente “sinistra”, como diria meu filho, se colocando, falando, dando opinião, agregando valor!
      Um beijo carinhoso,
      Eline

  30. Fabianna Bluhm disse:

    Pedro e quem mais se interessar,

    Fiz parte da turma de sábado do curso oferecido pelo Grupo Foco. Não vejo nada de antiético ou que garanta vantagens competitivas a quem participa. A grande vantagem está em poder entender melhor como funcionam os processos para, a partir disso, cada candidato pensar especificamente em si mesmo: como ficar menos nervoso, como se sentir mais à vontade, como dar o melhor de si próprio e por aí vai. Não é proposta, em nenhum momento do curso, uma fórmula sobre o que fazer para passar nos processos seletivos. Em nenhum momento, é dada uma lista de coisas a se fazer: ao contrário, o que nos é solicitado é apenas que pensemos em nossas próprias experiências e diferenciais, sem que nada esteja certo ou errado, pois as vivências, experiências e o que mais for são de cada um. O importante é não deixarmos que fatores como nervosismo nos impeçam de passar em processos para os quais, de outro modo, já estamos preparados.

    Enfim, eu recomendo o curso para quem for. Não acho válido o exemplo do Pedro de um pré-vestibular oferecido pela Fuvest. Só se a Fuvest oferecesse um curso de como se sentir mais relaxado para prestar vestibular e as dicas fossem estudar com antecedência e dormir cedo no dia anterior e de como se sentir mais autoconfiante para que você, COM SEUS PRÓPRIOS CONHECIMENTOS, pudesse passar nas provas. Não aprendemos dicas e macetes para as dinâmicas, mas apenas a estarmos mais tranquilos dentro de nossas próprias capacidades.

    Espero ter sido esclarecedora.

    Abs,
    Fabianna

    • Eline Kullock disse:

      Que bom, Fabianna, que você se posicionou!
      Que bom que o curso foi útil pra você. Que bom que ele pode ser útil para outras pessoas, para ajudá-las a pensar sobre seu comportamento nos processos seletivos.
      Fantástica a tua análise sobre o que o Pedro / pedra tentou utilizar sobre a FUVEST!!!
      Você foi muito, muito esclarecedora
      Obrigada
      Eline

  31. clara.cs@terra.com.br disse:

    como muita gente que tem por aí, esse Pedro Athos ëxige” ética dos outros, primeiro sem saber do que esta falando e se coloca acima disso, por achar que pelo fato dele ter levantado o fato, não lhe compete agir com certa consideração. no minimo é covardia não querer enfrentar a situação que ele criou.

  32. Gino disse:

    A ética é uma questão dupla, válida tanto para um lado, quanto para outro. Por isso não há maldade/erro em se explicar e demonstrar como se funcionam os processo seletivos pois se a empresa contrata algúem para que faça a seleção de seus candidatos o curso só vem para aqueles que tem interesse de melhorar seu potencial, e melhorar o próprio candidato para TODOS os processo seletivos disponíveis no mercado. Fiz o curso, e não há nenhuma ligação, até por são duas empresas diferentes. O curso só acrescenta benefícios, desvenda os mitos que giram em torno desse tipo de seleção. E por isso a ética é uma questão válida para os dois lados, pois se é exigido ética a empresa tercerizada com a contratante, é ético dar a opção a quem quer se candidatar a uma vaga para ver como funciona.
    E além do que, todos que inovam em qual quer coisa nesse mundo, acabam por incomodar pessoas, que não sei por qual motivo, se acham no direito de depreciar o que é do outro. Afinal de contas a idéia é genial, e convenhamos sem maldade nenhuma.
    O curso abre o caminho, inova, nesse novo lado do processo, para o candidato. É só fazer o curso para comprovar que a idéia e as pessoas que o fazem acontecer, o fazem de boa vontade.
    E também, não creio que seja tão simples enganar clientes tão grandes como os que essa empresa tem.
    Párabens pela idéia, continuem abrindo novos caminhos e perspectivas para o mercado e para as pessoas.

  33. Marisa de Oliveira disse:

    Participei do curso da Foco Futuro no mês de agosto. Meu objetivo era conhecer mais sobre os processos seletivos das grandes empresas e ainda entender como “devemos” nos comportar em situações de seleção, entrevista, etc. O curso foi incrível. As dicas se prendem a questões de comportamento, aprendemos a nos avaliar, percebemos como nossa postura influencia no objetivo final de ser contratato. O interessante é que o curso vale para quem almeja processos de estagioe trainee ou para quem procura um emprego de qualquer outra forma que não seja nos grandes processos. As dicas valem para qualquer um que está na luta do mercado de trabalho justamente pelo curso ser focado em autoconhecimento.
    Este jovem que se diz exemplo de ética tem tomado atitudes ridículas e até mesmo infantis. Acusar é muito fácil quando não mostramos a cara. Falar de ética é sempre muito fácil. Difícil é ser ético a vida inteira, em todos os momentos.
    Vivemos uma época em que questionar é nossa obrigação. Não podemos viver omissos, aceitando tudo que está a nossa volta. Mas devemos questionar com responsabilidade, com respeito, dignidade e tolêrancia suficientes para saber que, neste mundo, cada ser humano tem uma visão diferente do outro. E a partir do momento que acusamos sem provas e adotamos uma postura que fere a honra daquele que acusamos, perdemos a razão, principalmente quando quem acusa não se assume.
    E se essa pessoa é tão ética, deveria saber disso, não?!
    Tenho certeza que este episódio não vai ferir a credibilidade da empresa, porque clientes da Foco sabem que se mais de uma década de trabalho foi mantida até hoje, é porque o sucesso é merecido.
    Abraços à equipe!

    • Eline Kullock disse:

      Marisa,
      Muito obrigada pelo seu depoimento. Nada como falar com uma pessoa que já fez o curso.
      Que bom você poder mencionar que questionar é característica da geração. É e deve continuar sendo. Voc/6es podem transformar essa sociedade numa realidade melhor, com menos malandragem com menos corrupção.
      Juntos, vocês são imbatíveis.
      E que bonita, a tua frase sobre “a partir do momento em que acusamos sem provas e adotamos uma postura que fere a honra daquele que acusamos, perdemos a razão, principalmente quando quem acusa não se assume!”
      Obrigada por dar força à Foco Futuro. Obrigada por ser ética, por se posicionar num momento desses.
      Um beijo,
      Eline

  34. André disse:

    Vamos usar questões lógicas (que também fazem parte das etapas de trainee).
    Na lógica as palavras “sempre”, “todos”, “algum” e “nenhum” significam muito e podem confundir muitas pessoas.

    Se “algum” candidato, ou “pelo menos um”, que fizer o curso, passar em um processo trainee de outra consultoria o curso ganha crédito.

    Se “todos” os candidatos do curso passarem nos programas do Grupo Foco e ainda mais, se “só″ candidatos que fizeram o curso passarem em programas do Grupo Foco ele perde a credibilidade.

    Agora se “alguns” candidatos do curso passarem em um trainee do Grupo Foco isso mostra que:

    1 – O curso preparou, afinal depois das etapas que competem ao grupo foco o candidato se saiu satisfatoriamente nas etapas de seleção da contratante.

    2 – Mostra Ética por parte do Grupo Foco, afinal “alguns” não são “todos”. Existem pessoas que fizeram o curso e não foram selecionadas. O que pode remeter à outras 2 coisas:

    a) O grupo foco não tem competência, mas este argumento é derrubado pelo argumento 1.
    b) Reforçar o argumento 2, afinal nem “todos” tem o perfil para ser trainee e talvez o curso ajude a mostrar outros caminho tão bons ou melhores que o de trainee.

    Ainda outra analogia. Uma empresa planta milho e faz o óleo. Se ela vender milho para outra empresa fazer óleo ela é anti-ética?
    Se ela for, logo o mercado regulará esta posição.

    Apenas para interar.
    Sou trainee, de um programa que não é do Grupo Foco e não fiz o curso.

    Ps – Fica a questão:
    A opinião é uma coisa pessoal, todos tem o direito de pensar o que querem. Mas ainda compartilho do argumento:
    “A relevância de uma crítica é diretamente proporcional à credibilidade de quem a faz.”

    Qual é a credibilidade do anonimato virtual?

    • Eline Kullock disse:

      Excelente resposta a tua, André!
      Como trainee que vc é, vemos que esta elevada auto-estima dos jovens da Geração Y contribui para uma análise perfeita. Adorei a frase “A relevancia de uma crítica é diretamente proporcional à credibilidade de quem a faz”.
      A Geração Y não precisa ficar com medo de não passar nos processos Seletivos. Se quiser se fortalecer, o curso está aí pra isso. Várias pessoas que já fizeram o curso deram o seu depoimento.
      O que eu espero, mesmo é que a questão da crítica sem fundamentação seja evidenciada aqui. Se as pessoas que criticam têm medo de aparecer, tem que haver algo errado, né?
      Obrigada

  35. Isabel disse:

    “Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, mas não… Eu só to aqui pedindo…”

    Eline, querida

    Esta frase não me saiu da cabeça desde que li o comentário do Pedro Ethos sobre a FOCO e o programa de desenvolvimento de jovens talentos. Sim, desenvolvimento de jovens talentos e não maracutaia para processo de seleção.

    Logo que li, pensei: – Ele poderia estar matando, ou roubando, mas não…. ele só está pedindo…. pedindo um pouco de atenção, um pouco de valia, um pouco de alguma coisa qualquer, mas, quando descobri que Pedro Ethos é um nome que ele inventou, eu pensei: – Ele não poderia estar matando nem roubando porque simplesmente ele não existe e aí eu compreendi a foto da malha sem um corpo que voce usou. Percebi que tudo estava certo, que todos já te escreveram dizendo meus possíveis dizeres, mas, não consegui aquietar minha mente antes de me sentar e concretizar algo para este blog.

    Eline, O Pedro, quando não se apresenta verdadeiramente, não existe.

    O Pedro, quando manda um comentário tão importante, sem se apresentar verdadeiramente, não existe e nao contribui para nada e para ninguém.

    O comentário dele não vai afetar a FOCO ou seus clientes porque, além do trabalho árduo que eu sei que vocês vem fazendo nestes 17 anos (vale ressaltar que te acompanho desde que a FOCO tinha 9 computadores em rede!), apresentar a cara (estar próximo) é um dos diferenciais da FOCO, então, querida Eline, faz como a Marta sugeriu: relaxa e goza!

    E, aproveitando, aqui fica um recadinho para os Pedros sem cara e sem personalidade: – “Pedro, mostra tua cara, diz qual é o teu negócio, diz quem paga para você fazer assim!´.

    Tchau
    Sucesso aos bons de coração!
    Isabel Arias

    • Eline Kullock disse:

      Isabel,
      Muito obrigada pela ajuda.
      O importante é esclarecer que, para a sociedade, não importando aí se estamos falando dos Baby Boomers, dos X ou dos Y, quem alguém manda um comentário tão importante sem se apresentar, de fato – esta pessoa não existe!
      Pedro, mostra a tua cara!
      Beijo , Isabel!

  36. Caríssimo André, você elevou sobremaneira o nível deste debate. Excelente o seu comentário.

    Apenas um adendo tentando elucidar a questão da ética. Parafraseando Eça de Queiroz, a ética é baseada em 3 valores básicos: Querer, poder e dever. Porque nem tudo que eu quero eu posso, nem tudo que eu posso eu devo, e nem tudo que eu devo eu quero.
    A Foco Futuro que desenvolveu o curso:- quer, pode e deve prosseguir com este grande projeto, que é de grande valia para os futuros trainees e estagiários.

    Amplexos !
    Darcio Martins

    • Eline Kullock disse:

      Darcio,
      Você é sempre brilhante! Fez o curso, foi super amigo, parceiro, e acredita nas pessoas. Ao contrário de outras que, por princípio, jogam pedra ( Pedro) , antes de avaliar.
      O quero, posso e devo são, indubitavelmente, os grandes conceitos de ética!
      Que a gente possa batalhar sempre por uma sociedade mais ética!
      Beijo,
      Eline

  37. A ética é o princípio da humanidade. Sem humanidade não conseguimos manter e rever valores, e sem valores o mundo ficaria uma completa desordem.
    Infelizmente ninguém conseguiu convencer o Pedro E… sobre a finalidade do projeto em questão.
    Procuro entender as indagações do Pedro, porém ele não conhece a realidade do dia a dia das diferentes Unidades do Grupo Foco (não existe nenhuma conspiração maquiavélica por trás de tudo, com intuito de comercializar vagas e/ou cursos. Isso é no mínimo um tanto persecutório).
    Pedro, sou consultor de RH da Foco Talentos. Cada programa e empresa que cuidei apresentou perfis variados e exigências diferentes. O que a Foco Futuro propõe, é como a Eline já bem disse, proporcionar um momento de auto-conhecimento e fornecer informações relevantes para o candidato do que concerne um processo seletivo. Até hoje, NUNCA algum candidato que fez processos comigo verbalizou ter feito o curso da Foco Futuro, e ao contrário do que você pode pensar, se algum tivesse dito na frente de outras pessoas em dinâmica, aí eu iria ficar desconfiado, pensando que talvez ele(a) estivesse querendo se vangloriar em cima dos outros candidatos, e se isso fosse constatado, com certeza seria um ponto negativo para essa pessoa. Não estou dizendo que a pessoa não possa comentar se fez ou não o curso, o problema reside na intenção de alguém fazer isso… em suma, na sua ética.
    Enfim, só queria deixar claro, que como funcionário da Foco Talentos, indiretamente me senti injustiçado com alguns questionamentos do Pedro E…, pois o que me interessa no momento da avaliação do candidato é identificar quais os melhores e mais preparados para assumir a posição pleiteada, e não se fez ou deixou de fazer algum curso. Existem candidatos que não fazem cursinho e passam na USP, para a USP não interessa se essa pessoa fez ou não algum cursinho, mas sim seu desempenho no momento da avaliação, e dessa forma se dá em um processo seletivo.
    Pedro, se você quiser conversar fico à disposição. E saiba de uma coisa, criticar o trabalho de alguém é algo muito sério, toda crítica construtiva é bem vinda, desde que tenha-se respeito pelo outro, isso sim é humano e ético.
    Sds.
    Guilherme A. Mancini

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Guilherme, por colocar neste fórum tua opinião. O problema não compreendido pelo Pedro Ethos, aqui significando TODAS AS PESSOAS QUE FAZEM CRÍTICAS SEM SE APROFUNDAR NUM PROBLEMA é que eles podem machucar ou ofender pessoas. O que esta geração precisa saber é que quem está por trás dos cursos e processos são pessoas. Não são avatares ou bonequinhos. Essas acusações infundadas mexem com pessoas, negócios, credibilidade, nomes de pessoas. Os nomes e sobrenomes que temos são o que carregamos pro resto da vida. Quando alguém os ataca, deve ser muito bem fundamentada esta acusação.
      Eu te agradeço imensamente pela tua colaboração e tenho certeza que representa os valores que queremos ter na Empresa.
      Tenho grande receio que , pelo mundo 2.0 ser tã fácil e acessível para todos, as críticas comecem a crescer sem fundamento, mas pior, comecem a machucar pessoas envolvidas.
      Por isso mesmo, Pedro Ethos, mostra a tua cara e explica pras pessoas como deve estar doendo em você – se você é gente – e como isso pode doer nos outros.
      Obrigada, Guilherme.
      Valeu!
      Um beijo!
      Eline

  38. Fabianna Bluhm disse:

    Oi, Eline. Ainda estou indignada com essas acusações infundadas que o Pedro está fazendo ao Grupo Foco. Pelo pouco contato que tive com você no sábado, percebi que você é uma pessoa super atenciosa, e, mesmo na posição que você alcançou à custa de tanto trabalho e experiência, ainda tem a humildade de ouvir e compreender as outras pessoas. Se o Pedro ao menos tivesse essa humildade para ouvir vocês, a coisa seria muito diferente, tenho certeza. Mas tem gente que acha que já sabe de tudo e não se dá a chance de mudar de opinião. Uma pedra de verdade.

    Enfim, acho muito leviano alguém dizer que o curso é antiético e faz o candidato passar em qualquer trainee. A preparação para um processo desses se dá na vida toda, através das experiências, vivências, escolhas e formação da personalidade de cada um. E, ainda assim, para que ocorra aprovação, é necessário que o perfil do candidato esteja alinhado aos valores que cada empresa busca e isso não é algo que se possa emular. O curso só vai ajudar o candidato a buscar um entendimento de si mesmo, de como se posicionar melhor dentro daquilo que acredita e a ter uma confiança maior nas próprias capacidades, mas o mérito de aprovação é do candidato!

    É isso. Muito boa sorte a vocês do Grupo Foco e sucesso com a ideia inovadora!

    Bjos,
    Fabianna

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada, Fabianna.
      Acho que meu objetivo está sendo atingido. Meu objetivo é mostrar que não devemos nunca ser levianos. É um ensinamento pra nossos filhos, nossos netos ( porque agora já tenho 2!!) sobre valores e como podemos atingir pessoas, machucar pessoas, mesmo sem essa intenção.
      Fui, sim, no curso no sábado e queria saber a opinião de vocês ao final do curso. Coloquei claramente: “Se vocês acharem que o que fazemos é antiético, o Grupo Foco vai parar de oferecer o curso”.
      O Grupo foi unânime em dizer que não era esse o entendimento deste trabalho, que o curso não era anti-ético, bem como fez uma avaliação muito boa do conteúdo e da forma.
      Você entendeu claramente o processo que se dá na seleção. Cada empresa tem uma série de competências desenhadas em função de valores, em função do momento em que a empresa vive e em função de seus executivos.
      Que fique aqui, neste fórum registrada o objetivo de chamar a todos por uma ética maior, que é não acusar sem ter provas, sem ter dados mais profundos.
      De novo, embora o Pedro Ethos nos tenha mandado uma mensagem para esquecê-lo, fica aqui o pedido para que ele apareça e participe conosco desse movimento, porque todos se machucam com críticas infundadas.
      Obrigada, Fabianna, pelas tuas palavras. Muito obrigada!
      Um beijo,
      Eline

  39. Wilson Rosin disse:

    Ola. Eline.
    As coisas sao simples para quem as tem como conceito.
    O exemplo de etica foi passado por Eline em abrindo espaço para depoimentos inclusive ao Pedro.
    A etica esta sempre relacionada a valores, atitudes construtivas, responsabilidades, contribuição ao meio.
    A anti-etica é o lado perverso, pela forma como é manifestada nao trazendo contribuições positivas ao meio, se escondendo pelos escaninhos do anonimato.
    Eline as atitudes demonstram que o grupo foco esta em evolução nas suas praticas.
    Wilson Rosin

    • Eline Kullock disse:

      Obrigada , Wilson,
      Como você disse, continuo, e continuarei dando espaço para que as pessoas pensem no que é ético e no que não é ético. Inclusive ao Pedro, que, no momento, serve somente para ilustrar como atitudes precipitadas podem gerar muita confusão.
      Você tem toda razão quando diz que a anti-ética é o lado perverso da vida!
      Obrigada por se manifestar pela ética, também!!!
      Um beijo,
      Eline

  40. Paula Soares disse:

    A única que não teve resposta fui eu =(

  41. Gino disse:

    Esses dias estava em casa e ouvi uma frase do Tom Jobim, que ilustra bem o meu comentário e na hora me veio esse post e esse debate. Acredito que vale a pena compartilhar: “Fazer sucesso no Brasil é uma ofensa pessoal.”
    É uma excelente frase, e dá uma boa reflexão.
    Párabens novamente pelo curso, e pela boa energia que ele acrescenta em quem participa.

    Até mais!

  42. Caio Cavallari disse:

    Eline Kullock, boa Noite.

    Sou vice presidente da Empresa Junior Mackenzie e tivemos a ótima oportunidade em fazer o curso do grupo foco, ministrado pelo Rudney.
    Não tenho como deixar de agradecer o grupo foco por esta excelente oportunidade dada aos associados da Empresa Junior, que puderam tirar suas dúvidas e medos dos Processos Seletivos. Aproveito também para parabenizá-la pela sua grande e estruturada empresa que é o grupo foco, e principalmente os grandes profissionais que ali trabalham. O Rudney é uma excelente pessoa e a empresa Junior Mackenzie fica muito grata.
    Deixo por último para comentar sobre o post do Pedro, porém acredito que NUNCA alguém deveria ter respondido a estes comentários, porém no mínimo ele nunca fez o curso para saber, que nele não existem respostas certas ou erradas e sim um curso sobre estrutura de processos Seletivos.
    Não vou me estender neste assunto, e sim quero reforçar o grande trabalho realizado pela empresa.

    Obrigado e Parabéns.

  43. Gilson disse:

    Eline Kullock, boa tarde!

    Também faço parte da Empresa Junior Mackenzie e gostaria de parabenizar o grupo e o Rudney pela maravilhosa iniciativa de um curso muito inovador que faz parte do interesse de muitos jovens que desejam ingressar no mercado e que, com certeza, alcançaram essa oportunidade por meio de vocês.

    É importante colocar que preparar melhor as pessoas, para que todos possam alcançar o sonho de trabalhar em grandes organizações e as empresas tenham candidatos mais qualificados, só beneficia as duas partes.

    Obrigado

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