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	<title>Comentários sobre: &#8220;Comunidades&#8221; podem ser construtivas ou destrutivas. Qual é a sua?</title>
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		<title>Por: Eline Kullock</title>
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		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 17:52:06 +0000</pubDate>
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		<description>Karen,
Estou completamente de acordo com você. Acho que a comunidade ( ou agrupamento ) tem uma porção de vantagens, 
Os candidatos se enc0ontram, tiram dúvidas, aprendem, trocam experiências. Isto é uma das vantagens do mundo 2.0. 
O que eu acho inadequado e perigoso é que o grupo se sinta forte para usar esta força na destruição de alguma coisa, empresa, consultoria, pessoas, sem critério. Simplesmente pela força da multidão. Como aconteceu com a moça da Universidade UNIBAN , ou como o estupro coletivo nos Estados Unidos recentemente.
Mas se o grupo usar sua força para aprender, para criar processos novos, para ensinar às empresas e consultorias, seria um uso mais generoso do mundo 2.0. 
Mais construtivo. Obrigada por sua colaboração. 
Um beijo,
Eline</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Karen,<br />
Estou completamente de acordo com você. Acho que a comunidade ( ou agrupamento ) tem uma porção de vantagens,<br />
Os candidatos se enc0ontram, tiram dúvidas, aprendem, trocam experiências. Isto é uma das vantagens do mundo 2.0.<br />
O que eu acho inadequado e perigoso é que o grupo se sinta forte para usar esta força na destruição de alguma coisa, empresa, consultoria, pessoas, sem critério. Simplesmente pela força da multidão. Como aconteceu com a moça da Universidade UNIBAN , ou como o estupro coletivo nos Estados Unidos recentemente.<br />
Mas se o grupo usar sua força para aprender, para criar processos novos, para ensinar às empresas e consultorias, seria um uso mais generoso do mundo 2.0.<br />
Mais construtivo. Obrigada por sua colaboração.<br />
Um beijo,<br />
Eline</p>
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		<title>Por: Karen M. Chequer</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/10/30/comunidades-podem-ser-construtivas-ou-destrutivas-qual-e-a-sua/comment-page-1/#comment-481</link>
		<dc:creator>Karen M. Chequer</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 06:02:54 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Eline! Faço parte da geração Y e adorei sua reflexão sobre o que realmente são comunidades, sobre as comunidades do orkut e sobre o poder (construtivo ou destrutivo) que elas exercem. Faço parte da comunidade citada TRAINEE Brasil e a utilizo para me manter informada sobre os processos e para aprender mais sobre eles. Contudo, vejo que muitos membros a usam para fazer afirmações preconceituosas ou pejorativas, sem embasamento. Quanto à enquete, qual a pior consultoria de RH do Brasil?, a meu ver, nem conhecimentos suficientes para responder a ela nós, candidatos temos. Além disso, é uma pergunta muito geral e, a princípio, não traz melhorias para os processos. Acho que a comunidade é, sim, um espaço para darmos opinião sobre os processos e as empresas, mas de forma que, as que queiram nos ouvir, possam encontrar soluções e se sintam também respeitadas. Uma enquete, por exemplo, que perguntasse, o que você achou do uso desse recurso no processo A? ou o que você achou do teste B?, seria mais interessante. Parabéns pela reflexão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Eline! Faço parte da geração Y e adorei sua reflexão sobre o que realmente são comunidades, sobre as comunidades do orkut e sobre o poder (construtivo ou destrutivo) que elas exercem. Faço parte da comunidade citada TRAINEE Brasil e a utilizo para me manter informada sobre os processos e para aprender mais sobre eles. Contudo, vejo que muitos membros a usam para fazer afirmações preconceituosas ou pejorativas, sem embasamento. Quanto à enquete, qual a pior consultoria de RH do Brasil?, a meu ver, nem conhecimentos suficientes para responder a ela nós, candidatos temos. Além disso, é uma pergunta muito geral e, a princípio, não traz melhorias para os processos. Acho que a comunidade é, sim, um espaço para darmos opinião sobre os processos e as empresas, mas de forma que, as que queiram nos ouvir, possam encontrar soluções e se sintam também respeitadas. Uma enquete, por exemplo, que perguntasse, o que você achou do uso desse recurso no processo A? ou o que você achou do teste B?, seria mais interessante. Parabéns pela reflexão!</p>
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		<title>Por: Adriano Berger</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/10/30/comunidades-podem-ser-construtivas-ou-destrutivas-qual-e-a-sua/comment-page-1/#comment-479</link>
		<dc:creator>Adriano Berger</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:43:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Eline! Estou de volta para te parabenizar sobre esse texto mais uma vez interessante e que nos põe a meditar. 
Acredito que o termo &quot;comunidade&quot;ganhou muita força com o orkut, onde as pessoas passam a se auto-esteriotipar sem medir muito as consequências e as discrepâncias dos grupos dos quais fazem parte.

Digo isso porque há os que participam ao mesmo tempo de grupos antagônicos, que falam de amor e de guerra, por exemplo. Uma pessoa que faz parte de 200 comunidades pode ter o seu perfil levado a sério? As pessoas realmente participam dos fóruns criados nas comunidades para debater assuntos em comum? Muito raro... Existem sim alguns convictos onde você vê alguma lógica nas comunidades que acompanham, e esses parecem coerentes, e não usam a rede social por simples passa tempo.

Acredito que a geração Y encontra-se em fase de auto-definição: quem sou eu? Gosto de quê? Qual é a minha tribo? E o pior: como eu quero que as pessoas pensem que eu sou?! Porque o mundo digital nos permite parecer e ser quem nós não somos de verdade. E esse é o pior legado que a tecnologia vai deixar num futuro muito próximo... A geração Y sabe o que é e o que quer ser como pessoa? Ou espelha-se em personagens e se moldam através dos recursos da internet, que os tornam indivíduos virtuais e imaginários? Quando perceberem que não são felizes por não serem o que tentam provar que são (embananei sua cuca...), correm o risco de entrar em depressão e sair por aí buscando uma resposta tardia: afinal, quem sou eu?!

Chico Science escreveu uma música, cujo início era assim: &quot;nada como o firmamento para trazer ao pensamento a certeza de que estou sólido em toda a área em que ocupo...&quot;. A lição é essa, somos carbono, e não silício. Quem for mais silício que carbono, terá dificuldade em se encontrar como pessoa e como membro da sociedade de carne e osso. Para mim esse é o maior prejuízo que o mal uso das redes sociais pode causar. Acho bastante perigoso o mergulho que a geração Y está dando nessa praia... E portanto, algumas redes sociais são prejudiciais para o desenvolvimento social.

Grande abraço!
Adriano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Eline! Estou de volta para te parabenizar sobre esse texto mais uma vez interessante e que nos põe a meditar.<br />
Acredito que o termo &#8220;comunidade&#8221;ganhou muita força com o orkut, onde as pessoas passam a se auto-esteriotipar sem medir muito as consequências e as discrepâncias dos grupos dos quais fazem parte.</p>
<p>Digo isso porque há os que participam ao mesmo tempo de grupos antagônicos, que falam de amor e de guerra, por exemplo. Uma pessoa que faz parte de 200 comunidades pode ter o seu perfil levado a sério? As pessoas realmente participam dos fóruns criados nas comunidades para debater assuntos em comum? Muito raro&#8230; Existem sim alguns convictos onde você vê alguma lógica nas comunidades que acompanham, e esses parecem coerentes, e não usam a rede social por simples passa tempo.</p>
<p>Acredito que a geração Y encontra-se em fase de auto-definição: quem sou eu? Gosto de quê? Qual é a minha tribo? E o pior: como eu quero que as pessoas pensem que eu sou?! Porque o mundo digital nos permite parecer e ser quem nós não somos de verdade. E esse é o pior legado que a tecnologia vai deixar num futuro muito próximo&#8230; A geração Y sabe o que é e o que quer ser como pessoa? Ou espelha-se em personagens e se moldam através dos recursos da internet, que os tornam indivíduos virtuais e imaginários? Quando perceberem que não são felizes por não serem o que tentam provar que são (embananei sua cuca&#8230;), correm o risco de entrar em depressão e sair por aí buscando uma resposta tardia: afinal, quem sou eu?!</p>
<p>Chico Science escreveu uma música, cujo início era assim: &#8220;nada como o firmamento para trazer ao pensamento a certeza de que estou sólido em toda a área em que ocupo&#8230;&#8221;. A lição é essa, somos carbono, e não silício. Quem for mais silício que carbono, terá dificuldade em se encontrar como pessoa e como membro da sociedade de carne e osso. Para mim esse é o maior prejuízo que o mal uso das redes sociais pode causar. Acho bastante perigoso o mergulho que a geração Y está dando nessa praia&#8230; E portanto, algumas redes sociais são prejudiciais para o desenvolvimento social.</p>
<p>Grande abraço!<br />
Adriano</p>
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	<item>
		<title>Por: Cintia</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/10/30/comunidades-podem-ser-construtivas-ou-destrutivas-qual-e-a-sua/comment-page-1/#comment-478</link>
		<dc:creator>Cintia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:02:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1131#comment-478</guid>
		<description>Olá, Eline.

Em tempo. Hoje a Rosana, do blog Querido Leitor, fez um post bastante oportuno diretamente ligado ao seu. Nele, ela comentou o caso da &quot;estudante da Uniban&quot; e o que ocorre quando uma multidão se deixa ser incitada por uma pessoa perversa.

Do mesmo modo que você fez um paralelo com Hitler, ela fez uma comparação ao nazismo, citando o filme &quot;The Wave&quot;. Nele, o professor propõe uma experiência para explicar o nazismo: uma turma de uma escola é propositalmente tratada como superior às outras. As consequências são perturbadoras.

Esse é um problema antigo na humanidade (basta lembrar a multidão instigada a optar pela soltura de Barrabás no lugar de Cristo). O que a Internet faz é amplificar e expor de modo extremado esse comportamento deplorável.

Quando os jovens se reúnem em dinâmicas ou outras situações propícias ao tema, é inevitável o surgimento de comentários e críticas sobre as consultorias de seleção. A grande questão é que a geraçãoY não percebe a Internet como um veículo diferente da conversa, não vê que se trata de um registro documentado, e que como tal deve ser tratado.

Como foi discutido aqui há poucos dias, no post &quot;A cultura do tédio gera a falta de ética&quot;, as críticas devem ser feitas de maneira respeitosa e embasada. Caso contrário isso passa a ser um problema moral.

Que não tarde a evolução dos &quot;agrupamentos&quot; a &quot;comunidades&quot;. O mundo precisa disso.

Segue o link do post da Rosana: http://blogs.r7.com/querido-leitor/2009/10/30/a-aluna-da-uniban/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Eline.</p>
<p>Em tempo. Hoje a Rosana, do blog Querido Leitor, fez um post bastante oportuno diretamente ligado ao seu. Nele, ela comentou o caso da &#8220;estudante da Uniban&#8221; e o que ocorre quando uma multidão se deixa ser incitada por uma pessoa perversa.</p>
<p>Do mesmo modo que você fez um paralelo com Hitler, ela fez uma comparação ao nazismo, citando o filme &#8220;The Wave&#8221;. Nele, o professor propõe uma experiência para explicar o nazismo: uma turma de uma escola é propositalmente tratada como superior às outras. As consequências são perturbadoras.</p>
<p>Esse é um problema antigo na humanidade (basta lembrar a multidão instigada a optar pela soltura de Barrabás no lugar de Cristo). O que a Internet faz é amplificar e expor de modo extremado esse comportamento deplorável.</p>
<p>Quando os jovens se reúnem em dinâmicas ou outras situações propícias ao tema, é inevitável o surgimento de comentários e críticas sobre as consultorias de seleção. A grande questão é que a geraçãoY não percebe a Internet como um veículo diferente da conversa, não vê que se trata de um registro documentado, e que como tal deve ser tratado.</p>
<p>Como foi discutido aqui há poucos dias, no post &#8220;A cultura do tédio gera a falta de ética&#8221;, as críticas devem ser feitas de maneira respeitosa e embasada. Caso contrário isso passa a ser um problema moral.</p>
<p>Que não tarde a evolução dos &#8220;agrupamentos&#8221; a &#8220;comunidades&#8221;. O mundo precisa disso.</p>
<p>Segue o link do post da Rosana: <a href="http://blogs.r7.com/querido-leitor/2009/10/30/a-aluna-da-uniban/" rel="nofollow">http://blogs.r7.com/querido-leitor/2009/10/30/a-aluna-da-uniban/</a></p>
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