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	<title>Comentários sobre: Eu tenho valores!</title>
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		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-560</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:38:43 +0000</pubDate>
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		<description>João, Temo Mori e Indira!

Vou responder a todos porque o assunto gira em torno da mesma questão.

O &quot;X&quot; da questão não é o vestido rosa, não é a minissaia nem o cofrinho aparecendo. O meu foco é atitude, é como se comporta, é como interpreta, absorve e aplica os valores.

Repito: não justifico de maneira alguma a reação dos alunos. Até porque alguns estavam ali motivados pelos mesmos desvios de conceitos e com atitudes bem parecidas com a da Geysi.

A Indira soube expressar muito bem o que eu talvez não tenha conseguido.

Será mesmo que o problema é o preconceito quanto ao vestido curto? Como ela se portava no dia-a-dia?

Eu assino em baixo das palavras da Indira, e aproveito para agradecer a ela o carinho pelo Blog e os elogios em relação aos posts!

Um beijo,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João, Temo Mori e Indira!</p>
<p>Vou responder a todos porque o assunto gira em torno da mesma questão.</p>
<p>O &#8220;X&#8221; da questão não é o vestido rosa, não é a minissaia nem o cofrinho aparecendo. O meu foco é atitude, é como se comporta, é como interpreta, absorve e aplica os valores.</p>
<p>Repito: não justifico de maneira alguma a reação dos alunos. Até porque alguns estavam ali motivados pelos mesmos desvios de conceitos e com atitudes bem parecidas com a da Geysi.</p>
<p>A Indira soube expressar muito bem o que eu talvez não tenha conseguido.</p>
<p>Será mesmo que o problema é o preconceito quanto ao vestido curto? Como ela se portava no dia-a-dia?</p>
<p>Eu assino em baixo das palavras da Indira, e aproveito para agradecer a ela o carinho pelo Blog e os elogios em relação aos posts!</p>
<p>Um beijo,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Indira Hansen</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-554</link>
		<dc:creator>Indira Hansen</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:58:17 +0000</pubDate>
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		<description>Mari, boa noite!
	
Lendo seu post e todos os comentários aqui, principalmente este último (João), não posso deixar de me questionar se dividimos a mesma opinião, eu, você e todos os outros.
O problema não é o vestido. É insano afirmar que temos preconceito contra qualquer vestimenta. Roupas como a da aluna da UNIBAN são comuns em nosso cotidiano, na minha Universidade mesmo é normal. Vemos atrizes, modelos, personalidades, com roupas tão ou mais curtas e isso não nos perturba.
O problema é o comportamento. Como se comportar com um vestido daqueles.
A intenção era chamar atenção – como já foi citado aqui, e afirmado pela garota – então ela conseguiu, não? Só não obteve a reação esperada (o que pode acontecer com qualquer atitude, em qualquer lugar, com qualquer pessoa). Agora como ela chamou atenção, além do vestido é que é a chave desta história toda...
Já foi citado anteriormente também que vários alunos afirmaram que ela levantou o vestido algumas vezes. Isso é coisa que só quem estava lá poderá saber com certeza, pois ela jamais concordará, certo? Mas acredito que uma reação tão exacerbada dos alunos não foi apenas por um vestido.
Concordo com o João quando diz que: “a diferença reside no que está dentro das nossas cabeças”. Pois o maior problema é o que ela tinha em mente ao se comportar dessa forma.
Discordo quando diz que: “imagem ainda fala mais alto do que o conteúdo”. O conteúdo é muito mais importante no Brasil sim! Agora, conteúdo, só sabemos quem tem quando é mostrado. E não acho que ela tenha tentado demonstrar o conteúdo que tem...

Parabéns pelo post Mari e pelas respostas, muito bem escritos... Acompanho o “Por que não passei?” também =)

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mari, boa noite!</p>
<p>Lendo seu post e todos os comentários aqui, principalmente este último (João), não posso deixar de me questionar se dividimos a mesma opinião, eu, você e todos os outros.<br />
O problema não é o vestido. É insano afirmar que temos preconceito contra qualquer vestimenta. Roupas como a da aluna da UNIBAN são comuns em nosso cotidiano, na minha Universidade mesmo é normal. Vemos atrizes, modelos, personalidades, com roupas tão ou mais curtas e isso não nos perturba.<br />
O problema é o comportamento. Como se comportar com um vestido daqueles.<br />
A intenção era chamar atenção – como já foi citado aqui, e afirmado pela garota – então ela conseguiu, não? Só não obteve a reação esperada (o que pode acontecer com qualquer atitude, em qualquer lugar, com qualquer pessoa). Agora como ela chamou atenção, além do vestido é que é a chave desta história toda&#8230;<br />
Já foi citado anteriormente também que vários alunos afirmaram que ela levantou o vestido algumas vezes. Isso é coisa que só quem estava lá poderá saber com certeza, pois ela jamais concordará, certo? Mas acredito que uma reação tão exacerbada dos alunos não foi apenas por um vestido.<br />
Concordo com o João quando diz que: “a diferença reside no que está dentro das nossas cabeças”. Pois o maior problema é o que ela tinha em mente ao se comportar dessa forma.<br />
Discordo quando diz que: “imagem ainda fala mais alto do que o conteúdo”. O conteúdo é muito mais importante no Brasil sim! Agora, conteúdo, só sabemos quem tem quando é mostrado. E não acho que ela tenha tentado demonstrar o conteúdo que tem&#8230;</p>
<p>Parabéns pelo post Mari e pelas respostas, muito bem escritos&#8230; Acompanho o “Por que não passei?” também =)</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adriano Berger</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-553</link>
		<dc:creator>Adriano Berger</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:51:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-553</guid>
		<description>Wagner, discordo muito de sua colocação quando à liberdade de fazer com o próprio corpo o que bem entender em público. Só faria isso dentro de quatro paredes ou ambiente adequado. Há um livro escrito por um capitão da PM com dicas, inclusive, de como se vestir, pentear e andar para chamar menos a atenção de um possível estuprador, baseado em pesquisa e dados estatísticos coletados junto aos praticantes. Isso é comportamento defensivo, e a mulher pode sim ser vítima de estupro por abusar da provocação da libido de um doente mental.

Morei em SP durante uma época em que travestis se mostravam escandalosamente após as 22h em zona residencial próxima de Congonhas, constrangindo moradores, passantes e todos mais que chegassem numa daquelas casas de família. A atitude desses travestis e prostitutas para você é normal ou criticá-los é moralismo barato? Estabelecendo novos conceitos para as mesmas palavras estaremos à beira de um caos linguístico e interpretativo sobre o que é certo ou errado no convívio em sociedade.

Grande abraço!
Adriano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wagner, discordo muito de sua colocação quando à liberdade de fazer com o próprio corpo o que bem entender em público. Só faria isso dentro de quatro paredes ou ambiente adequado. Há um livro escrito por um capitão da PM com dicas, inclusive, de como se vestir, pentear e andar para chamar menos a atenção de um possível estuprador, baseado em pesquisa e dados estatísticos coletados junto aos praticantes. Isso é comportamento defensivo, e a mulher pode sim ser vítima de estupro por abusar da provocação da libido de um doente mental.</p>
<p>Morei em SP durante uma época em que travestis se mostravam escandalosamente após as 22h em zona residencial próxima de Congonhas, constrangindo moradores, passantes e todos mais que chegassem numa daquelas casas de família. A atitude desses travestis e prostitutas para você é normal ou criticá-los é moralismo barato? Estabelecendo novos conceitos para as mesmas palavras estaremos à beira de um caos linguístico e interpretativo sobre o que é certo ou errado no convívio em sociedade.</p>
<p>Grande abraço!<br />
Adriano</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Temo Mori</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-552</link>
		<dc:creator>Temo Mori</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:01:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-552</guid>
		<description>Olá Mari, 
Sou novo aqui e meio que sem querer seu texto me chamou a atenção. Muito mais pela definição da geração Y do que o fato da Geisy que você disseta. Partindo do princípo de que um erro não justifica o outro, o que você tem a dizer da atitude dos alunos de humilhar a garota que &quot;gosta de chamar atenção&quot;? Você fala que &quot;os alunos da Uniban não querem ser vistos como pessoas sem princípios, não querem ser rotulados, querem preservar a imagem.&quot; Mas ao agredir moralmente uma menina que não se dá ao valor, que não se deixa respeitar, seria natural?
Que imagem eles estão passando? Essa geração Y na qual nos orgulhamos tanto por ser desbravadora e desempedida bate te frente com o instinto animal inerente ao ser humano de excluir os que são diferentes? Fiquei na dúvida agora do que seriam feitos os valores! Acho que a &quot;deturpação de valores&quot; não occore só por &quot;usar trajes não compatíveis com o ambiente&quot; mas também na atitude de todos os alunos em xingar, filmar e divulgar a infelicidade da moça. Essa geração Y é vítma de sua propria liberdade excessiva e acaba deturpando valor, agredindo-se visualmente, verbalmente ou físicamente. Olhando de fora, não seria preconceito? Os alunos não estão passando a imagem de que são preconceituosos? O que é pior, não se dar ao valor e usar o vestido ou agredir moralmente a quem não se deu valor?

aceita uma discussão saudável?

Beijos,
Temo Mori</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mari,<br />
Sou novo aqui e meio que sem querer seu texto me chamou a atenção. Muito mais pela definição da geração Y do que o fato da Geisy que você disseta. Partindo do princípo de que um erro não justifica o outro, o que você tem a dizer da atitude dos alunos de humilhar a garota que &#8220;gosta de chamar atenção&#8221;? Você fala que &#8220;os alunos da Uniban não querem ser vistos como pessoas sem princípios, não querem ser rotulados, querem preservar a imagem.&#8221; Mas ao agredir moralmente uma menina que não se dá ao valor, que não se deixa respeitar, seria natural?<br />
Que imagem eles estão passando? Essa geração Y na qual nos orgulhamos tanto por ser desbravadora e desempedida bate te frente com o instinto animal inerente ao ser humano de excluir os que são diferentes? Fiquei na dúvida agora do que seriam feitos os valores! Acho que a &#8220;deturpação de valores&#8221; não occore só por &#8220;usar trajes não compatíveis com o ambiente&#8221; mas também na atitude de todos os alunos em xingar, filmar e divulgar a infelicidade da moça. Essa geração Y é vítma de sua propria liberdade excessiva e acaba deturpando valor, agredindo-se visualmente, verbalmente ou físicamente. Olhando de fora, não seria preconceito? Os alunos não estão passando a imagem de que são preconceituosos? O que é pior, não se dar ao valor e usar o vestido ou agredir moralmente a quem não se deu valor?</p>
<p>aceita uma discussão saudável?</p>
<p>Beijos,<br />
Temo Mori</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Reginatto</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-548</link>
		<dc:creator>João Reginatto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:16:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-548</guid>
		<description>Olá Mari,
Leio os seus textos a algum tempo, junto com o que o Bruno escreve e basicamente todo o pessoal do MinhaCarreira. Vocês são ótimos e representam muito bem essa nova geração. Sou fã de vocês.
Mas me permita discordar de você nesse ponto específico da Uniban.
Você se referiu muito a &quot;imagem&quot; nos seus comentários. Acho que não percebemos, mas no Brasil a imagem ainda fala mais alto do que o conteúdo, e isso não tem outra palavra, é preconceito. No final das contas não vejo benefício nenhum em tentar analisar por outro prisma e justificar o que aconteceu na Uniban. Infelizmente, aconteceu no passado com o samba e com a capoeira, acontece hoje com o funk da periferia, e vai continuar acontecendo se nós não pensarmos diferente.
Eu moro na Irlanda e posso dizer que a roupa dessa menina da Uniban não é diferente do que muitas adolescentes usam por aqui. É assim por toda a Europa e também nos Estados Unidos. A diferença reside no que está dentro das nossas cabeças.
Grande abraço,
João Reginatto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mari,<br />
Leio os seus textos a algum tempo, junto com o que o Bruno escreve e basicamente todo o pessoal do MinhaCarreira. Vocês são ótimos e representam muito bem essa nova geração. Sou fã de vocês.<br />
Mas me permita discordar de você nesse ponto específico da Uniban.<br />
Você se referiu muito a &#8220;imagem&#8221; nos seus comentários. Acho que não percebemos, mas no Brasil a imagem ainda fala mais alto do que o conteúdo, e isso não tem outra palavra, é preconceito. No final das contas não vejo benefício nenhum em tentar analisar por outro prisma e justificar o que aconteceu na Uniban. Infelizmente, aconteceu no passado com o samba e com a capoeira, acontece hoje com o funk da periferia, e vai continuar acontecendo se nós não pensarmos diferente.<br />
Eu moro na Irlanda e posso dizer que a roupa dessa menina da Uniban não é diferente do que muitas adolescentes usam por aqui. É assim por toda a Europa e também nos Estados Unidos. A diferença reside no que está dentro das nossas cabeças.<br />
Grande abraço,<br />
João Reginatto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-547</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:38:35 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Karen!

Talvez por termos a mesma formação e pertencermos à mesma geração, acabamos questionando as mesmas coisas!

Muito coerente seu comentário! Eu fiquei me perguntando porque a faculdade, que, no início do caso, estava à favor da aluna resolveu puní-la com a expulsão, após apurar os fatos.

Acho que a reação foi errada, mas não consigo deixar de me perguntar se foi apenas o vestido mesmo que causou tudo aquilo!

Beijos,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Karen!</p>
<p>Talvez por termos a mesma formação e pertencermos à mesma geração, acabamos questionando as mesmas coisas!</p>
<p>Muito coerente seu comentário! Eu fiquei me perguntando porque a faculdade, que, no início do caso, estava à favor da aluna resolveu puní-la com a expulsão, após apurar os fatos.</p>
<p>Acho que a reação foi errada, mas não consigo deixar de me perguntar se foi apenas o vestido mesmo que causou tudo aquilo!</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-546</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:35:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-546</guid>
		<description>Oi Bruno!

Nossa conversa girava em torno disso mesmo! Desvincular o talento da imagem, o talento de sua área de formação!

Seria um mundo perfeito se conseguíssemos, pelo menos, desvincular nossa imagem da imagem dos outros, não é?

Beijos,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Bruno!</p>
<p>Nossa conversa girava em torno disso mesmo! Desvincular o talento da imagem, o talento de sua área de formação!</p>
<p>Seria um mundo perfeito se conseguíssemos, pelo menos, desvincular nossa imagem da imagem dos outros, não é?</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-545</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:29:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-545</guid>
		<description>Oi Kelly,

A minha opinião sobre os alunos pelados é a mesma que tenho em relação à Geysi.

Beijos,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Kelly,</p>
<p>A minha opinião sobre os alunos pelados é a mesma que tenho em relação à Geysi.</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-544</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:27:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-544</guid>
		<description>Olá Wagner!

Eu respeito a sua opinião que considera meu artigo preconceituoso. Mas eu nunca poderia deixar de escrevê-lo. Quero esclarecer que a minha intenção,como deixei claro no post, não foi a de justificar o ato dos alunos da Uniban, mas de estudar o que motivou que agissem assim. Não concordo com a reação exagerada, até porque muitos ali estavam, também, agindo de alguma maneira como ela.

Sou uma pessoa que busca enxergar a situação de todos os ângulos, não sei se devo isso à minha formação em Direito, ao meu signo que tem em seu significado a balança ou aos meus valores e princípios que, posso te garantir, não têm nada de moralismo barato. Mas eu te digo com clareza de ideias que não estou sendo injusta em jugar a atitude da garota por não respeitar o ambiente de uma Universidade.

Me desculpe por ser tão direta, mas moralismo barato é dizer que o corpo é dela e ela tem o direito de fazer o que quiser. É preciso entender que para cada ação existe uma reação. E você precisa arcar com as consequências se quiser agir de maneira inconsequente, não é? O direito tem limites e eu não acredito que o direito de uma garota sair na rua pelada seja maior do que  o meu direito de ser enxergada como alguém que preza pela imagem.
Ficam aqui algumas reflexões:

Você gostaria de ter uma filha que agisse como ela? Você se casaria com ela? Gostaria que ela fosse sua irmã?

Se você respondeu não a qualquer uma dessas perguntas é porque, no fundo, também não aprova o que ela fez.

Beijos,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Wagner!</p>
<p>Eu respeito a sua opinião que considera meu artigo preconceituoso. Mas eu nunca poderia deixar de escrevê-lo. Quero esclarecer que a minha intenção,como deixei claro no post, não foi a de justificar o ato dos alunos da Uniban, mas de estudar o que motivou que agissem assim. Não concordo com a reação exagerada, até porque muitos ali estavam, também, agindo de alguma maneira como ela.</p>
<p>Sou uma pessoa que busca enxergar a situação de todos os ângulos, não sei se devo isso à minha formação em Direito, ao meu signo que tem em seu significado a balança ou aos meus valores e princípios que, posso te garantir, não têm nada de moralismo barato. Mas eu te digo com clareza de ideias que não estou sendo injusta em jugar a atitude da garota por não respeitar o ambiente de uma Universidade.</p>
<p>Me desculpe por ser tão direta, mas moralismo barato é dizer que o corpo é dela e ela tem o direito de fazer o que quiser. É preciso entender que para cada ação existe uma reação. E você precisa arcar com as consequências se quiser agir de maneira inconsequente, não é? O direito tem limites e eu não acredito que o direito de uma garota sair na rua pelada seja maior do que  o meu direito de ser enxergada como alguém que preza pela imagem.<br />
Ficam aqui algumas reflexões:</p>
<p>Você gostaria de ter uma filha que agisse como ela? Você se casaria com ela? Gostaria que ela fosse sua irmã?</p>
<p>Se você respondeu não a qualquer uma dessas perguntas é porque, no fundo, também não aprova o que ela fez.</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Coimbra</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/11/16/eu-tenho-valores/comment-page-1/#comment-543</link>
		<dc:creator>Mari Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:17:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=1191#comment-543</guid>
		<description>Oi Ju!

A gente pensa bem parecido né? Eu confesso que fico até um pouco revoltada quando vejo a menina na Globo! Acho lamentável!

Beijos,

Mari</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ju!</p>
<p>A gente pensa bem parecido né? Eu confesso que fico até um pouco revoltada quando vejo a menina na Globo! Acho lamentável!</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mari</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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