Feed on
Posts
Comments

Eu sei que sou um X, já na fronteira com o Y.

Claro que delimitar as gerações não é tarefa fácil, toda regra tem a sua exceção e muitos de nós lutamos ao sermos rotulados. Desde muito cedo, lá pelos meus 20 e poucos anos, tornei-me gestor. E, como a maioria, aprendi na raça. Não tive o benefício de treinamentos, pós-graduação ou um coaching para assumir equipes com pessoas.

Sim, pessoas de carne e osso! Que reclamam, que choram, que ficam doentes, que faltam, que não entregam.

Tudo isso é o default de GENTE.

Mas como lidar também com pessoas que são bem sucedidas, que vestem a camisa, que têm uma ótima performance? Descobrir isso no dia a dia foi o meu maior desafio profissional. #fato!Quantas noites sem dormir, quantas reuniões, quanto frio na barriga.

O que dizer sobre isso, o que tirar como aprendizado?

Acredito que a gente aprende, na maioria das vezes, pelo exemplo. Tive a sorte de ter tido algumas “chefes” (sou de RH, não se esqueçam!) muito boas e que me ensinaram muito, por meio de seus exemplos.

Saber tirar proveitos dos exemplos é um dom. E isso tem me preocupado cada vez mais. Quando recebemos nas empresas os jovens profissionais que acham que sabem tudo e que estão prontos pro que der e vier, podemos ter grandes problemas. Ter a humildade em admitir que não sabemos tudo é essencial para vida toda. Quem para de aprender, deixa de viver.

Eu quero aprender até morrer velhinho! Mais velho do que o Niemeyer, se possível.

Atitudes como arrogância e sentimento de autosuficiência estão causando fortes conflitos hoje nas organizações. Afinal de contas, Baby Boomers, X e Y estão todos juntos no mesmo ambiente.

E quando há poder e hierarquia em jogo, a situação complica.

Fica a dica para as empresas: vamos olhar para dentro de casa! Vamos entender quem está lá e como as pessoas estão se comportando. Com certeza, essa análise vai trazer algo de bom logo no início: o sentimento de equipe e o orgulho de pertencer vão aflorar.

Não basta ser uma estrela se a gente não tem o conceito do que é fazer parte de uma constelação.

One Response to “Não basta ser estrela se não fazemos parte de uma constelação”

  1. Tatiana Kielberman disse:

    Adorei seu texto, Rudney!!!
    Eu sempre gostei muito do conceito de sermos estrelas em cada aspecto de nossas vidas… e agora, te ouvindo falar em constelação, tudo faz muito sentido!
    Parabéns!
    Beijos!

Deixe Seu Comentário