
Outro dia, estava aqui no blog lendo alguns textos e, por acaso, achei um post que falava sobre a minha geração, representada pelo Wally, aquele personagem que é difícil de ser encontrado porque fica no meio de um monte de coisas! Foi muito importante receber esse feedback, pois pude perceber que as empresas buscam novas estratégias para me encontrar mais rápido, evitando a confusão com ‘cópias’ espalhadas por aí… Então, se vocês já sabem que eu estou sempre nos lugares mais inesperados, vestindo camisa e gorro listrados em vermelho e branco, vou aproveitar e dar outras dicas para facilitar essa tarefa!
- Realize uma boa busca nas universidades, mas não faça desse o seu único critério de escolha. Se você quer mesmo que eu faça parte do seu time, esteja disposto a me encontrar em diversos lugares, não só na faculdade. Eu posso estar cursando Publicidade e, de repente, ser a peça perfeita para a área de Tecnologia da sua empresa. A teoria é importante, mas competências e conhecimento técnico também são fundamentais.
- Vá alem do que o currículo demonstra. Você pode até se guiar pelas minhas qualificações para perceber se eu tenho chances de ocupar sua vaga, mas lembre que o currículo não consegue expressar tudo o que sou capaz de fazer. Há boas pistas sobre mim no Orkut e você pode saber mais sobre o que penso no meu blog. Não se esqueça de espiar meu LinkedIn e bater um papo comigo no Facebook! Eu valorizo muito o contato informal e, pelas redes sociais, consigo traduzir o que está no meu currículo (e muito mais) de forma dinâmica e interativa! É esse o meu jeito de ser…
- Busque entender as estratégias do meu esconderijo. Eu me escondo bastante até sentir que estou sendo procurado pela pessoa certa. Assumo que nem sempre escolho lugares visíveis para me esconder, pois espero ser encontrado por uma empresa que se esforce em atrair e manter seus talentos. Sei que não existe uma organização ideal, mas como sou da geração Y, quero me sentir único e necessário para quem estiver me procurando.
Há muitas outras coisas que eu gostaria de dizer, mas preciso buscar novas atualizações para o meu iTunes, baixar a nova temporada do Lost e apostar no bolão do Twitter sobre a chuva de hoje.
Deixo uma mensagem final: como verdadeiro Wally, entendo que o risco de ser escolhido por uma empresa que não é a minha cara é desvantajoso para ambos os lados. Busco todos os dias o desafio de saber me mostrar na hora certa, para entender se a organização possui objetivos, cultura e valores compatíveis com aquilo que espero.
Lembrem-se: eu posso estar onde vocês menos imaginam!




