
Por Tatiana Kielberman
Tenho observado a sociedade indo em busca de um maior entendimento sobre a nossa geração, que se diferencia das demais por transitar em uma velocidade nunca antes imaginada na história do ser humano. Os institutos de pesquisa estão alertas para entender o modo de pensar desses jovens, que entram “sem pedir licença” nas organizações, causando uma revolução sem caminho de volta.
As escolas também entraram no jogo, cada uma a seu modo, pois tiveram que se adaptar e atualizar sua estrutura para receber uma nova tropa exigente, rápida e voraz – verdadeiros vulcões em contínua erupção.
No âmbito da família, também muita coisa precisou mudar. A configuração da autoridade teve que ser revista pelos pais, que já não conseguiam mais alcançar suas crias por meio da intransigência ou da ordem. Tornou-se evidente, então, a necessidade da busca pelo diálogo dentro de casa – uma tarefa árdua devido à tecnologia, infiel concorrente.
Nesse contexto, me pergunto por que o ambiente corporativo só começou a direcionar o olhar para a geração Y muito recentemente, de uns tempos para cá. Por vezes, me parece que as empresas só contratam membros dessa geração porque seguem uma tendência de mercado e não por uma reflexão sobre o quanto eles podem ser úteis ao staff organizacional.
Não quero generalizar nem causar polêmicas sem fundamento, mas me questiono muito o motivo de tanta resistência em acolher os jovens, em entendê-los e oferecer os melhores recursos para que realizem seu trabalho com excelência. Acabo por pensar que as corporações agem dessa forma por medo… Medo de lidar com o novo, de evoluir, de sair de uma zona bastante confortável e conhecida.
Isso porque, em minha opinião, as organizações não sabem o que estão perdendo. A geração Y tem muito a agregar e está pronta a depositar sua energia, reinventando o jeito de se trabalhar nas empresas.
Vai encarar?





Olá!
Muito bom este post; aliás, excelente esta sua página. Parabéns!
Gostaria de colocar o link do “Foco em Gerações” no meu blogue; tudo bem?
Abraço,
Ricardo.
Olá Ricardo,
Obrigada pelos elogios, fique à vontade para colocar o link em seu blog!
Um abraço,
Tatiana
Oi Tatiana.
Parabéns pelo post, acompanho sempre as publicações neste site e todos são ótimos.
Ás vezes penso que as organizações não estão tendo mais como relutar em abrir as portas para a Geração Y, uma vez que os jovens estão dominando o mercado profissional. É claro que as demais gerações ainda apresentam um papel importante em qualquer empresa e sua atuação ainda é; e ainda será muito forte.
Sds.
Lidiany
Obrigada por sua contribuição, Lidiany!
Um abraço!
Olá tenho 27 anos possuo a graduação em sistemas de informação e concordo com você. As empresas acabam contratando membros da geração y por tendência de mercado… Mas dai vai do contratado mostrar que não esta ali só pra ser mais um…
Com certeza, Gustavo!
Obrigada por dar sua opinião!!
Olá
Estou escrevendo um artigo para o curso de gestão de pessoas , esses comentários contribuiram muito…E´ o assunto em foco.
Vlw