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Por Clara Zaiantchik

Hoje em dia, fala-se muito sobre a presença da geração Y no mercado de trabalho. É abordada a maneira como os jovens devem agir diante de seus chefes, principalmente quando o objetivo é alcançar um lugar de destaque na profissão.

Especialistas opinam sobre as principais competências a serem desenvolvidas por aqueles que desejam mostrar um diferencial em relação aos colegas – tarefa nem sempre simples, mas hoje em dia bastante discutida e, portanto, um pouco mais clara aos nossos olhos.

Porém, ao observar esse foco completamente voltado para a postura do jovem na carreira, outra perspectiva me vem à mente em tom de uma ligeira preocupação: a perspectiva dos sentimentos.

Em meio a essa loucura do dia a dia, quem está olhando para o emocional desses jovens? Com quem eles aprendem a falar de si?

Quem os ensina a ouvir a voz de dentro, a praticar o diálogo e tomar consciência de quem são?

Vivemos em uma época de poucos ídolos e, portanto, raríssimos exemplos. Porém, mais do que nunca a geração Y precisa de ouvidos sábios que a escutem com clareza e possam oferecer respostas coerentes, diretas. Necessitam de um colo seguro. Precisam de vozes que os orientem como cidadãos de uma sociedade repleta de valores corrompidos.

Não podemos lutar contra o conflito de gerações que já existe e está diante de nossos olhos. Mas acredito que se formos além e tivermos um olhar profundo sobre os medos, angústias e ansiedades que permeiam nossos jovens, seremos capazes de influenciar diretamente no panorama das organizações – sejam elas familiares, educacionais ou corporativas.

O jovem quer falar uma linguagem de sentimentos que dê asas aos seus sonhos, mas para isso, o mínimo de que precisa é uma base para orientar seus passos e líderes de confiança para alicerçar seu caminho.

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4 Responses to “Como é a linguagem de sentimentos da nova geração?”

  1. wagner vendrame disse:

    Acho que religiosiodade e estrutura familiar é um bom começo para ancorar emocionalmente esses jovens. Ainda poderia completar isso com psicoterapia até para entender os muitos loucos soltos por aí.

  2. Wagner Vendrami disse:

    Concordo com meu xará!!!

  3. Mamy,
    Falou e disse!!!
    Você é incrível nas palavras!
    Realmente nós Ys necessitamos muito de alguém que nos ouça com clareza e atenção! Você é, com certeza, uma destas pessoas singulares que param tudo o que estão fazendo para ajudar o próximo…
    E os jovens precisam demais dessa orientação!
    Um beijo carinhoso, sou sua maior fã e você sabe!
    Obrigada por tudo!

  4. Clara disse:

    Queridos Wagner e Taty,

    Muito grata pelas observações feitas!

    Um abraço!

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