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Por Marcelo Gonzales* – @celokati

As chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio.

O Facebook já não é o mesmo! A enxurrada de emergentes, filhos de um Orkut distante, assolam o terreno virtual com uma fraseologia sem coerência, sem pedir licença e mostrando somente o que cada um tem interesse que os outros vejam!

“Se você não agüenta mais comentários sobre isso ou aquilo, compartilha aí!”

Fato isso! “Fatão” aquilo! Quando ouvi “fatão” pela primeira vez, achei engraçado, pois tal ocorrência era um fato tão real que virou um “fatão”! O “internetês” tomou conta de vez do cyberespaço e tende a crescer. Isso é um fato!

Sem revolucionar nada, nem ser o senhor da verdade, quero ver um dia uma campanha para ajudar o próximo, uma campanha virtual que se torne real e intensa como é o pensamento vibrante dessa geração Y que tanto me orgulho de acompanhar.

“Se você quer passar os fins de tarde doando alimentos para as pessoas carentes no bairro em que você mora, curte aí!”. Frases desse tipo é que deveriam povoar o ambiente virtual, com dicas de como fazer o bem e, um detalhe importante, sem olhar a quem.

Escrevi em meu blog, certa vez, que o espaço que determina a mudança de uma geração para outra está diminuindo cada vez mais, com o advento da internet e com a globalização. Questiono-me quanto tempo ainda os empreendedores geração Y vão aguentar tantos assuntos vazios e sem conteúdo nas muitas mídias sociais.

Substituam os comentários inúteis por ações. Discordem! Compartilhem o que realmente deve ser compartilhado. “Twittem” o que há de bom. Postem em seus blogs textos inteligentes e úteis, à altura de sua geração.

Criem vídeos virais para propagar o bem. Cada um faça a sua parte! O resto é conseqüência…

Quem não curtir é só não compartilhar, mas aqueles que quiserem agir de verdade, divulguem em seus blogs, microblogs, façam sinal de fumaça, iniciem as campanhas do bem e me convidem para o evento!

*Marcelo Gonzales é consultor de projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog Sou da Geração X… Mas vivo Y!.

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One Response to “A Geração Y e uma análise do Facebook nos dias atuais”

  1. João paulo disse:

    Concordo com a falta de “maturidade” nos usuarios, mas o problema esta no mal uso da ferramenta…nao na ferramenta. Podemos deixar de seguir os “imaturos” e o sistema permite habilitar ou desabilitar as atualizaçôes dos outros.

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