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	<title>Foco em Gerações &#187; Artikullocks</title>
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		<title>O futuro da aprendizagem: educação aliada à tecnologia</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/02/08/o-futuro-da-aprendizagem-educacao-aliada-a-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Como será a escola das próximas gerações? Os games serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no aprendizado? &#8220;Um dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.mtv.uol.com.br/embed.php?id=63306" name="" width="480" height="270" frameborder="0" SCROLLING=NO></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como será a escola das próximas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>? Os games  serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no  aprendizado?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um  dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A  expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito  mais multimídia hoje em dia&#8221;. É assim que começa o programa de Ronaldo Lemos,  doutor em Direito e professor da Fundação Getúlio Vargas, direto de Nova York para a MTV Brasil, tratando de  tecnologia e de suas relações com a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse vídeo, são apresentados projetos inovadores que  utilizam a tecnologia (os educadores invadem até o universo dos games!) para  ensinar, interagir e criar uma nova forma de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">No  programa &#8220;Mod MTV&#8221;, não é falado sobre a utilização das mídias sociais em  projetos de estudos, já que as ideias ainda estão em fase-teste no mundo todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Vamos aguardar!</em></strong></p>
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		<title>A elevada autoestima da geração Y como fator de risco</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/02/07/a-elevada-autoestima-da-geracao-y-como-fator-de-risco/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Outro dia, recebi o e-mail de um candidato a programa de trainee que me deixou assustada. Ele havia participado de um processo conduzido por nós e dizia: “Eline, me inscrevi em alguns processos seletivos na sua empresa e em seus concorrentes, mas não tenho sido aprovado. Eu sei que tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4995" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/auto-estima.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, recebi o e-mail de um candidato a programa de  trainee que me deixou assustada. Ele havia participado de um processo conduzido  por nós e dizia:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eline, me inscrevi em alguns processos seletivos na sua  empresa e em seus concorrentes, mas não tenho sido aprovado. Eu sei que  tenho  um excelente currículo, falo Inglês fluentemente porque já fiz um intercâmbio no  Canadá, sou um líder no meu grupo e tenho uma comunicação muito boa. Será que o  meu currículo, por ser tão bom, assusta os recrutadores? Assusta a empresa que  quer contratar os trainees? Queria entender o motivo pelo qual não tenho passado  das fases de dinâmica. Talvez seja só falta de sorte. Mas, comparando-me com os  outros candidatos, acho que sou melhor do que muitos. O que você tem a  dizer?”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O  e-mail pode não ter exatamente as palavras que reproduzo aqui, mas a mensagem  básica era essa.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu  já disse algo semelhante sobre isso antes, aqui no blog. O fato é que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  Y tem um baixo nível de autoconhecimento e, além disso, não está acostumada a  receber feedbacks negativos. Talvez tenha uma autoestima elevada demais, em  função da maneira como foi educada, sempre estimulada a ser perfeita, recebendo  elogios demais. Vale lembrar, inclusive, que essa geração é o protótipo da frase  da campanha do Obama: <em>“Yes, you can!” (“Sim, você  pode!”).</em><br />
<span id="more-4994"></span><br />
Mesmo procurando me aprofundar na compreensão do modelo  mental dessa geração, de modo a entender que a sua escala de valores pode ser  diferente da minha, não deixo de pensar que o candidato em questão poderia ter  me escrito esse e-mail num tom mais ameno.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico achando que seria legal se ele tivesse se  questionado mais sobre o que poderia estar fazendo de errado. Mas não. De acordo  com a educação que recebeu, o errado não é ele. É quem está selecionando. E, se  eu fosse buscar um diálogo, incentivando a autopercepção do rapaz, ele ainda  diria: <em>“Mamãe disse que eu sou ótimo, é nisso que acredito!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho medo do risco que a elevada autoestima pode  trazer, principalmente, aos jovens que entram hoje nas organizações. Sem se  perceberem como indivíduos que têm necessidade de se aprimorar – mesmo sendo  bons demais – eles também não perceberão o gestor, nem o colega que está ao  lado. E, com isso, a empresa poderá perder de vez o controle das  situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que cada um de nós tem um pouquinho dessa mania de  achar que todos estão na contramão, quando mantemos um ponto de vista diferente  dos demais?</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a reflexão!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como gerenciar as expectativas da geração Y</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/02/02/como-gerenciar-as-expectativas-da-geracao-y/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock É muito importante, quando contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4984" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/gerenciarm.jpg" alt="" width="300" height="235" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante, quando  contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção  dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do  mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam  de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas habilidades e  competências. São muito seguros de si. Como retê-los? Como engajá-los? Não é uma  tarefa fácil. Eles nos requerem o tempo todo, desejam mais e vibram por novos  desafios, não querem ficar “carimbando papeis” nem por um segundo. Então, vamos,  logo de início, trabalhar as expectativas que eles têm em relação à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho sempre uma historinha pra  contar e, aqui, acho que cabe falar da jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que foi contratada por  uma empresa e entrou muito animada com seus desafios. Ela atuava em Recursos  Humanos, e a sua gestora estava consciente de que deveria motivá-la para  retê-la. Então, quando chegou a época de final de ano, pediu que ela preparasse  a tradicional festa de confraternização.  Essa não era sua atividade básica, mas  sabemos que envolver os jovens em projetos é uma maneira poderosa de  engajamento. A gestora pediu a sua funcionária que verificasse como foram feitas  as festas anteriores para ter como base no seu novo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia da reunião sobre o assunto  desenvolvido, a funcionária mostrou-se muito proativa. Já havia encontrado dois  ou três lugares e já tinha os orçamentos para entender o custo envolvido, além  de bolar uma festa à fantasia, com jogos e competições. O tema se relacionava a  super-heróis, porque todos eram heróis na empresa! Ela trabalhou no projeto com  muita dedicação e estava animada com a tarefa.<br />
<span id="more-4982"></span><br />
A gestora ficou muito  contrariada. Uma festa à fantasia estava fora de cogitação naquele banco, uma  empresa que, por princípio, não pode relaxar e tem um ambiente mais formal de  trabalho. Ela expressou seu descontentamento com a funcionária e, nas palavras  da própria jovem, deu-lhe um “esporro”. Foi uma frustração só. A funcionária  saiu da sala refletindo sobre as outras propostas que tinha recebido e  compreendendo que aquela organização não permitiria inovações. Já a chefe ficou  pensando que essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é ousada, mas acha que pode tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu aqui? Foi um  grande erro de comunicação e de gerenciamento de expectativas. Nos nossos dias,  explicar claramente quais são as regras do jogo é atividade fundamental. É como  em um jogo de futebol: as regras devem ser claras. É preciso delinear bem as  margens do campo, mesmo que algumas coisas pareçam desnecessárias, como explicar  que, no futebol, só o goleiro pode segurar a bola com as mãos!</p>
<p style="text-align: justify;">Todos saíram irritados da reunião  e o nível de motivação da nova funcionária foi “para o pé”. Tudo isso poderia  ser evitado se a comunicação fosse mais clara. Se a chefe tivesse deixado claras  os objetivos que tinha, e definido melhor os parâmetros que norteariam o  conceito da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, não mensuramos bem as  expectativas que temos e que os jovens têm quando entram na nossa organização.  Trabalhar a gestão das expectativas é fundamental para o processo interno de  integração das pessoas, para estabelecer uma comunicação clara dentro da empresa  e para não gerar frustrações que possam levar à perda de um jovem talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece com mais frequência  do que imaginamos. Nem sempre essas frustrações são verbalizadas, até que um dia  esse funcionário da geração Y entra na nossa sala pedindo demissão. E a gente  fica sem entender essa geração, que nos parece tão instável&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A geração Y e a questão do feedback</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/31/a-geracao-y-e-a-questao-do-feedback/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Algumas organizações ainda trabalham com um método muito, muito antigo de realizar avaliações de desempenho somente a cada 6 meses, ou até mesmo a cada ano. Isso vem desmotivando muito a geração Y, pois esses jovens se acostumaram ao feedback imediato. Se a gente compra alguma coisa na Amazon.com, recebe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4972" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/0feedback.jpg" alt="" width="223" height="230" /><br />
<strong><em>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas organizações ainda trabalham com um método  muito, muito antigo de realizar avaliações de desempenho somente a cada 6 meses,  ou até mesmo a cada ano. Isso vem desmotivando muito a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, pois esses  jovens se acostumaram ao feedback imediato.</p>
<p style="text-align: justify;">Se  a gente compra alguma coisa na Amazon.com, recebe imediatamente um feedback  sobre como está a nossa compra e de que modo se pode acompanhar o processo de  entrega. Por isso, a compra nesse site é tão respeitada e valorizada. O feedback  é instantâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, quando entrevistamos jovens para processos  seletivos, recebemos imediatamente depois um torpedo sobre o quanto gostaram da  possibilidade de trabalhar em determinada empresa. Eles saem da sala e, após 5  minutos, esse SMS está nos nossos celulares. Como eles conseguem ser tão ágeis  assim? Parece até que a mensagem já deveria estar pronta!<br />
<span id="more-4970"></span><br />
Da  mesma maneira, nas seleções, o jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y espera que o feedback venha no  ritmo da Amazon.com. Imediatamente. Não faz o menor sentido para ele a  estratégia corporativa de ter uma avaliação a cada 6 meses. E, se pensarmos bem,  no mundo de hoje, talvez essa ideia não se adeque mesmo. Ou, pode ser que essa  avaliação seja somente um resumo de todas as outras avaliações feitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho uma história interessante para contar, de uma  empresa cliente em que havia um funcionário da geração Y, que sempre chegava  atrasado. Eram 5 ou 10 minutos, nada comprometedor, mas seu chefe se irritava  muito com isso. Achava esse assunto óbvio demais pra discutir com o funcionário,  mas ficava irritado quando o jovem demorava para chegar no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso parecia tão claro dentro das regras! Horário de  chegada era horário de chegada. Estava escrito no contrato de trabalho e,  portanto, deveria ser cumprido. Nos seus 10 anos de empresa, o gestor se  orgulhava de ter, quase sempre, chegado na hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele  pediu um “papo” amigo com o pessoal de Recursos Humanos, que o incentivou a  falar diretamente com o seu funcionário sobre esse assunto. Meio a contragosto,  o chefe chamou o funcionário na sala e explicou o problema. Ele imediatamente  respondeu: “ Ah, eu não sabia que isso era tão importante! Desculpe! Mas porque  você não falou sobre isso logo no início?”. O chefe ficou coçando a cabeça e se  perguntando o motivo pelo qual não havia discutido esse assunto logo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais em “real time” for esse feedback, maior  impacto ele trará para a geração Y. Todos os temas podem e devem ser abordados,  verbalizados, pois é desnecessário criar esse clima de descrédito no funcionário  e não discutir abertamente o assunto. A geração Y quer saber se está fazendo as  coisas de forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Dá  mais trabalho fornecer um feedback constante? É claro que dá. Mas quem disse que  ser chefe seria fácil?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Eline Kullock retrata a geração Y no jornal Bom Dia Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>
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		<category><![CDATA[Eline Kullock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01). Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/especialista-fala-sobre-a-geracao-da-internet/1783152"><img class="alignnone size-full wp-image-4957" title="Clique para Assistir" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/globope.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a></p>
<p>Por Tatiana Kielberman &#8211;  @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eline Kullock, especialista no estudo da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a>, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo  Nordeste, na última quarta-feira (25/01).</p>
<p style="text-align: justify;">Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão  bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das  organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Que cérebro você prefere? O meu ou o do meu filho?</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/19/que-cerebro-voce-prefere-o-meu-ou-o-do-meu-filho/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[artikullock]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro Segura &#8211; @maurosegura Em 2011, completei 51 anos de vida. Na minha adolescência, eu via TV na sala, jogava bola de gude, dormia cedo, ouvia muito meus pais para aprender com eles, mesmo que às vezes eu não concordasse com suas idéias e convicções, tinha hora para almoçar, gostava de ir à casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4808" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/videogame_educacao1_226111161936687.jpg" alt="" width="286" height="166" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Mauro Segura &#8211;  @maurosegura</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em  2011, completei 51 anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na  minha adolescência, eu via TV na sala, jogava bola de gude, dormia cedo, ouvia  muito meus pais para aprender com eles, mesmo que às vezes eu não concordasse  com suas idéias e convicções, tinha hora para almoçar, gostava de ir à casa da  minha avó aos domingos para o almoço em família e o meu círculo de amizade  envolvia meus amigos da rua e meus colegas da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu  não sabia direito o que acontecia no mundo porque as notícias chegavam em  conta-gotas; raramente eu ficava dentro do quarto porque não tinha nada de  interessante dentro dele. Talvez o álbum de figurinhas da copa do mundo até  valesse a pena, apesar de ele já estar meio surrado de tanto folheá-lo. Eu  sofria para ir às aulas de inglês, era uma tortura. Meu sonho era me formar e  conseguir trabalho numa grande empresa, para construir uma carreira segura e  longa. Adorava ir ao cinema nos finais de semana e ver jogos no Maracanã. O  desenvolvimento da minha personalidade e do meu cérebro foi feito assim, até aos  20 anos, num ambiente estruturado, controlado e calmo, com tempo para pensar e  buscando um futuro de longo prazo. Eu passei a maior parte da minha vida  construindo o futuro. E ele ainda não chegou para mim, apesar dos meus 51  anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A  adolescência do meu filho é um &#8220;pouco diferente&#8221;. Ele não vê TV. Aliás, TV é uma  espécie de música ao fundo. Quando ele se interessa por algo na TV, levanta a  cabeça do computador para olhar. Ele se relaciona com centenas de &#8220;amigos&#8221; ao  mesmo tempo, via redes sociais. Amigos podem estar próximos ou longe, não  importa muito, podem até ser desconhecidos. Ele não tem idéia do que é bola de  gude e nem tem interesse em saber. Nunca dorme cedo e sempre acorda tarde.</p>
<p><span id="more-4807"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu  escuto muito o meu filho, pois aprendo muito com ele; normalmente ele está muito  mais informado e sabedor do que &#8220;rola&#8221; do que eu. Raramente almoçamos juntos,  pois nunca dá tempo; o lance é levar a comida para dentro da toca. O que é a  toca? A toca é o quarto dele. É lá que as coisas acontecem. Almoço no domingo na  casa dos avós nem pensar. Não tem tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele  sabe tudo que acontece no mundo, falando com dezenas de amigos ao mesmo tempo em  suas máquinas de se relacionar, que pode ser o notebook, o <em>smartphone</em>, o  <em>tablet</em>, ou qualquer coisa que se conecte à internet. Faz tudo ao mesmo  tempo. Álbum de figurinhas? Só se for na internet. Não tem a menor pretensão de  conseguir um emprego tradicional numa grande empresa. Pensa em fazer algo  diferente. Ele vai muito raramente ao cinema. Por que, se tudo de que ele  precisa está na telinha dentro do quarto? Tem facilidade em falar línguas e  aprende muito por conta própria. Tem personalidade de empreendedor, gosta de  riscos, pensa a curto prazo e é multitarefa. Seu cérebro de adolescente está  sendo desenvolvido nesse ambiente aparentemente caótico, multiestimulado e  inquieto. Ele não está preocupado em como será a sua vida aos 40 anos. O futuro  para ele se resume a poucos anos. O futuro dele é agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Então&#8230; Qual dos  dois cérebros tem chance de ser mais brilhante, criativo e  estratégico?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem vive uma vida mais estimulante, diversa e  divertida?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem deve ouvir quem num relacionamento entre  ambos?<br />
Ainda tem  dúvida? Passe lá em casa para ver&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ken Robinson diz que as escolas acabam com a criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber O professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade. Assista ao vídeo acima e confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="398" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="398" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Tatiana  Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação  de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a  criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima e confira!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quer ser colaborador do blog Foco em Gerações?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 17:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Você se interessa por geração Y, gosta de estar antenado ao que acontece no mundo dos jovens e curte escrever sobre o assunto? Aqui é o seu lugar! Venha fazer parte do grupo de “Artikullocks”, os articulistas do blog de Eline Kullock, presidente do Grupo Foco especialista em gerações! Envie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-4664 alignnone" title="-" src="http://blog.grupofoco.com.br/foconomercado/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/typing-test.jpg" alt="" width="288" height="191" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p>Você se interessa por <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>,  gosta de estar antenado ao que acontece no mundo dos jovens e curte escrever  sobre o assunto?</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui é o seu lugar! Venha fazer  parte do grupo de “Artikullocks”, os articulistas do blog de Eline Kullock,  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a> especialista em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">Envie um e-mail para <a href="mailto:comunicacao@grupofoco.com.br">comunicacao@grupofoco.com.br</a>, com  seu post, uma mini-biografia e uma foto.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há tamanho padrão para os textos, desde que eles sejam  relacionados ao tema, de modo a promover o entendimento e amenizar os conflitos  presentes no mundo corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O blog é atualizado pessoalmente pela Eline e todos os textos  enviados passam por um processo editorial.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que a contribuição é  voluntária.</p>
<p style="text-align: justify;">Será um prazer ter você entre os nossos  colaboradores!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Participe!</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O blog Foco em Gerações chega aos 600 posts!</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Hoje, quero fazer um agradecimento especial a todos os que leem e acompanham o blog. Chegamos ao post de número 600 e isso, para mim, é um motivo e tanto para comemorar. Primeiro, porque sabemos que a maioria das pessoas tem a vida corrida e nem sempre é fácil parar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4687" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/tim_tim.jpg" alt="" width="242" height="243" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, quero fazer um agradecimento  especial a todos os que leem e acompanham o blog. Chegamos ao post de número 600  e isso, para mim, é um motivo e tanto para comemorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, porque sabemos que a  maioria das pessoas tem a vida corrida e nem sempre é fácil parar para ler um  blog, e muito menos comentar. Depois, porque este é um sinal de que o assunto  “<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>” se tornou de fato uma discussão presente em grupos de todas as  idades.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comecei o blog, há 2 anos e 7  meses (confira meu <a href="../../index.php/2009/04/28/como-vao-se-comportar-as-novas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">primeiro post</a>), esse assunto ainda estava nascendo, começando  a ser comentado por aí. Hoje, percebemos que ele está na boca das empresas, dos  profissionais, dos pais e dos jovens.<br />
<span id="more-4686"></span><br />
O “Foco em Gerações” é prova disso.  Se pararmos para ler tudo o que já foi dito, tudo o que já foi publicado na  imprensa, o que está no <a href="../../index.php/nosnamidia/" target="_blank">Nós  na Mídia</a> e o que foi comentado, daria, sem dúvidas, para publicar um  livro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em minhas palestras ao redor do  Brasil, tenho visto que a preocupação das companhias em se adequarem aos jovens  da nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é crescente. Em contrapartida, vejo também a área educacional  tentando entendê-los e educá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que o mundo mudou e ainda  vai mudar muito. Precisamos todos estar preparados pra o que vem por aí. E nada  melhor do que discutir, comentar e trocar opiniões pra que possamos entender e  lidar com tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, muito obrigada pela  participação! Vamos juntos continuar construindo e gerando tanto conteúdo  importante para todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Tim-tim!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Geração Y: uma evolução com vários desafios</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/28/geracao-y-uma-evolucao-com-varios-desafios/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Suellen Alves Moura de Souza Certamente você já ouviu falar ou leu algo sobre a geração Y. Pois é, o mercado está de &#8220;olhos atentos&#8221; a esses novos profissionais antenados. São os jovens que nasceram no mundo da tecnologia de ponta, uma geração com educação mais sofisticada do que as anteriores. São pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4715" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/image.jpg" alt="" width="301" height="165" /></p>
<p>Por Suellen Alves Moura de  Souza</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certamente você já ouviu falar ou  leu algo sobre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Pois é, o mercado está de &#8220;olhos atentos&#8221; a esses  novos profissionais antenados. São os jovens que nasceram no mundo da tecnologia  de ponta, uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> com educação mais sofisticada do que as anteriores. São  pessoas que não têm medo do novo. Um exemplo clássico da diferença entre a  geração Y e a X é que a segunda parece ter dificuldade em acompanhar as ideias,  a evolução e o ritmo da tecnologia, lidar com o novo, entre outros  fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse novo profissional, pertencente  à geração Y, está levando a sociedade a um novo patamar: o mundo olha para o  jovem hoje e vê a oportunidade de um novo momento. Mas, onde encontrar um  talento Y? É fácil distinguir esse profissional, pois ele possui atitudes  irreverentes. Ele quer triunfar vencendo seus próprios obstáculos e está  dominando o mundo empresarial a toda velocidade, pois deseja obter um prestígio  rápido pelo seu trabalho, espera por horários flexíveis, prefere os elogios,  adora desafios, não se agrada de longos prazos, demanda muito a prática do  feedback e procura equilibrar sua vida profissional com a  pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade mostra que profissionais  da área de Recursos Humanas já estão se adequando a essa evolução,  principalmente durante o processo de contratação, pois o RH sabe que os futuros  funcionários são mais exigentes e que os fatores que mais chamam a atenção dos  jovens são os benefícios oferecidos; os planos de carreira e a implantação das  ações com foco na qualidade de vida no trabalho.<br />
<span id="more-4714"></span><br />
São muitas as diferenças em relação  às outras <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> que atuam no mercado e que visam apenas estabilidade ou  garantia do trabalho. As organizações abrangeram uma nova cultura para atrair os  jovens Y. Porém, o que tem se notado é a dificuldade deles ingressarem no ritmo  da empresa, pois segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de  Administração (FIA/USP), com cerca de 200 jovens em São Paulo, 99% dos  profissionais Y só se sentem satisfeitos se forem envolvidos em atividades de  que gostam e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Os  gestores de Recursos Humanos veem esse resultado como um sinal de alerta em  relação à rotatividade e à falta de motivação no trabalho dos jovens, porque  eles não se prendem à empresa, querem sempre mais, pois o pensamento deles é de  que o mundo não tem limites!</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas devem usar esse  potencial Y em favor próprio e tentar atender às expectativas desses jovens,  conhecendo suas competências, ao mesmo tempo em que podem desafiá-los. No  entanto, é preciso que a cultura da organização seja preparada para explorar  esses novos talentos, pois a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> não está parada no tempo. A realidade  mostra que eles estão ainda em alta no mercado e procurando familiarizar-se com  o mundo da tecnologia e adquirir novas competências.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em uma fase transição de  épocas distantes: das máquinas de escrever para os <em>tablets</em>; dos textos  manuscritos para letra digital; do fax para scanner e assim por diante. No  futuro, o que hoje é moda se tornará peça de museu.</p>
<p style="text-align: justify;">Literalmente, eles vivem no mundo  virtual e as empresas que não migrarem para essa tecnologia perderão mercado,  pois estamos em uma revolução corporativa. O jovem preza a liberdade de  expressão dentro do ambiente de trabalho. Os profissionais dessa geração Y  possuem grande potencial para trabalhar em equipe, são ambiciosos, têm alto grau  de instrução e priorizam a qualidade de vida. Essas são diferenças claras em  relação à geração X, em que os profissionais almejam o crescimento profissional  acima de tudo, deixando, muitas vezes, a qualidade de vida e a família de lado  para se dedicar à carreira profissional. Mais uma diferença que chama atenção é  que a geração &#8220;Y&#8221; nunca estará satisfeita plenamente no ambiente de trabalho,  diferentemente de tempos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Y estão em seu melhor momento.  Basta ter paciência, principalmente com <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veteranos</a> que ainda ocupam o lugar que a  nova geração deseja.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional da área de Recursos  Humanos encontra certa dificuldade em algumas empresas com uma visão de cultural  fechada, que limita a criatividade dos jovens com alto potencial de  desenvoltura, pois tem receio do impulso momentâneo da geração Y. Digamos que é  considerável estarmos de olhos abertos para as duas gerações antecessoras, pois  uma é o complemento da outra. É bom lembrarmos que foi da X que nasceu a  evolução dos Y. No entanto, a melhor coisa que a empresa tem a fazer é se  arriscar e uni-las em prol do desenvolvimento corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Suellen Alves Moura de Souza é formada em Gestão de  Recursos Humanos pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e possui  vários cursos na área (Dinâmica de grupo, Análise e planejamento financeiro,  Gestão empresarial júnior, entre outros). Atua na área administrativa no ramo  farmacêutico, desenvolvendo trabalhos de gerenciamento interno e  externo.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.rh.com.br/Portal/Grupo_Equipe/Artigo/7539/geracao-y-uma-evolucao-com-varios-desafios.html">RH.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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