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	<title>Foco em Gerações &#187; Baby Boomer</title>
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		<title>Gerações com talentos diferentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Danilo Santos* De um lado, engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e inovação. Grandes talentos que, unidos, podem levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão difícil fazer com que esses dois grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4980" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/novos-talentos.jpg" alt="" width="228" height="222" /></p>
<p>Por Danilo  Santos* </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De um lado,  engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De  outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e  inovação.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grandes talentos que, unidos, podem  levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão  difícil fazer com que esses dois grupos superem suas diferenças e atuem em  harmonia para potencializar suas qualidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Há pelo menos duas boas razões: o  déficit de engenheiros chega à casa dos 20 mil por ano no Brasil, segundo o  Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e o  envelhecimento da população brasileira tem feito trabalhadores aposentados serem  reinseridos no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo, a Fundação Seade  aponta que a terceira idade pode ultrapassar a faixa de crianças e jovens até 14  anos em 2024.<br />
<span id="more-4979"></span><br />
O desafio está lançado e as empresas  que conseguirem superá-lo mantendo a boa relação entre engenheiros  recém-formados e seniores terão a chance de ter profissionais mais satisfeitos e  empenhados em obter excelentes resultados. Mas é necessário entender as  características e prioridades de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que nasceram entre 1925 e  1945 integram a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Tradicionalista e prezam a hierarquia e formalidade, são  dedicadas ao trabalho e viveram boa parte de suas carreiras com estabilidade  profissional. Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, nascidos entre 1946 e 1964, têm foco na  construção da carreira e prezam a ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Como gestores, preferem quem  colabora com o trabalho do grupo. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, formada pelos nascidos entre 1965  e 1979, possui perfil mais conservador, mas prioriza o aprendizado e a qualidade  de vida. Em posição de chefia, tem estilo gerencial mais  empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Millenium &#8211; conhecida também como  Y &#8211; com indivíduos nascidos entre 1980 e 2000, tem indivíduos otimistas,  antenados em novidades tecnológicas e abertos a mudanças que costumam atuar  melhor quando partilham os valores da companhia. Conseguem se envolver tanto  para, até mesmo, se divertir enquanto trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam motivar  profissionais com diferentes visões sobre prioridades na carreira e estabilidade  na vida profissional. Outro detalhe a ser trabalhado é o repasse de conhecimento  entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> com expertises tão complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de projetos de engenharia,  por exemplo, uma solução que funciona muito bem é quando os profissionais traçam  a estratégia de ação em conjunto e só depois dividem as funções: os mais novos,  por terem mais afinidade com tecnologia, são colocados para trabalhar com  softwares.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os mais experientes ficam  responsáveis pela verificação dos projetos, uma vez que são mais  minuciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é necessário preparar os  líderes para conduzir todas as gerações de profissionais. Treinamentos  comportamentais ajudam os gestores a lidarem com as diferenças de idade e  perfil. Mas é a maturidade do líder que fará toda a  diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são os primeiros passos para  que qualquer empresa caminhe rumo a cativar e envolver seus talentos para que  juntos consigam criar um produto final que traduza o que cada geração tem de  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Danilo  Santos</em></strong><strong><em> </em></strong><em>é gerente de RH da<strong> </strong></em><em>Progen</em><em>, empresa de projetos de  engenharia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/geracoes-com-talentos-diferentes_112387.html">Brasil  Econômico</a></strong></p>
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		<title>Do vendedor porta a porta às redes sociais, dos Baby Boomers à geração Z</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
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		<category><![CDATA[Baby Boomers]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Maurício Luis Santos* &#8211; @EdisseOpage Alguns filmes do cinema já retrataram muito bem a evolução das gerações somada às evoluções tecnológicas. Houve um, inclusive, cujo nome não lembro, assistido em aula na faculdade, que poeticamente retratou a gradual obsolescência dos vendedores porta a porta. O telemarketing apareceu nos anos 80 e evoluiu com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4861" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/fonevolucao.jpg" alt="" width="288" height="202" /></strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Por Maurício Luis  Santos* &#8211; </strong></em><strong><em>@EdisseOpage</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns filmes do  cinema já retrataram muito bem a evolução das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> somada às evoluções  tecnológicas. Houve um, inclusive, cujo nome não lembro, assistido em aula na  faculdade, que poeticamente retratou a gradual obsolescência dos vendedores  porta a porta.</p>
<p style="text-align: justify;">O telemarketing  apareceu nos anos 80 e evoluiu com a ampliação da rede de telefonia. Porém, se  nos anos 80 as pessoas eram ávidas por novidades e se interessavam por  praticamente tudo que lhes viesse pelos ouvidos, hoje consideram ligações de  telemarketing um aborrecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Culpa dos  interesses comerciais somados à falta de capacitação dos profissionais e,  principalmente, o excesso de ligações de todo tipo. O telefone deixou de ser uma  comodidade para ser o próprio produto; nossos números foram vendidos para  empresas pelas próprias companhias telefônicas por muito tempo, culminando em  proibições e restrições homologadas por leis.<br />
<span id="more-4860"></span><br />
Já percebi, por  exemplo, que recebo ligações de escolas de natação ou cursos de idiomas,  fotografia, etc. depois de preencher um cadastro para aquela lista VIP da balada  de sábado.</p>
<p style="text-align: justify;">Criaram-se outras  estratégias de prospecção mais criativas do que simplesmente comprar uma lista  na companhia telefônica, mas as pessoas não deixam de se sentir, de certa forma,  invadidas com essas ligações não desejadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A propagação do  computador pessoal ocorreu durante um tempo relativamente longo se comparada à  rápida evolução dos <em>smartphones</em>. Se, no passado, o cliente precisaria de  um aparelho e uma lista telefônica para achar sua empresa, hoje tem tudo isso à  mão de uma maneira extremamente rápida e eficiente. Grandes e pequenas empresas  aparecem lado a lado, oferecendo o mesmo produto e  serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário,  tornar seu produto acessível aos possíveis interessados é crucial, além de  fornecer opções diversas de interação. Seu <em>prospect</em> pode preencher um  formulário solicitando interação por e-mail, redes sociais ou telefone, para  contato posterior, se assim preferir. Já foi comprovado que a maior parte das  pessoas que procura um produto usando a internet no <em>smartphone </em>prefere o  pronto-atendimento pelo telefone, mas há quem prefira <em>chats</em>, formulários  e redes sociais: quanto mais acessíveis os canais de atendimento,  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">E como criar o  interesse naquele <em>prospect</em> que não vem até você? Esse parece-me um  trabalho que tem mais em comum com atentos exercícios de observação no mercado e  criatividade na interpretação de estatísticas do que com orçamentos milionários.  Inúmeras variáveis, na sua maioria subjetivas, foram criadas e exigem  profissionais observadores e de moldável criatividade, capazes de criar  campanhas para nichos muito específicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Maurício Luis Santos tem 34 anos.  Valoriza o lazer e o tempo de vida e gosta de curtir o lúdico, abstraindo as  pressões do dia a dia.</em></p>
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		<title>Como aproveitar as qualidades das diferentes gerações de profissionais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 18:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Isabel Kopschitz Da próxima vez em que pensar em criticar um colega de trabalho — mesmo que mentalmente — pense no que ele pode acrescentar à sua forma de fazer as coisas. As gerações baby boomers (na faixa dos 60 anos) e X (na faixa dos 40) estão vendo o ambiente corporativo mudar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-4660" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/generations2.jpg" alt="" width="283" height="194" /><br />
<strong></strong></em></p>
<p><em><strong>Por  Isabel Kopschitz</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Da próxima vez em que pensar em  criticar um colega de trabalho — mesmo que mentalmente — pense no que ele pode  acrescentar à sua forma de fazer as coisas. As <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s (na faixa  dos 60 anos) e X (na faixa dos 40) estão vendo o ambiente corporativo mudar com  a entrada de cada vez mais representantes da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, que, no auge de seus 20  anos, é extremamente ligada à tecnologia e quer tudo &#8220;para  ontem&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas em gestão de pessoas  afirmam, porém, que esta diversidade é positiva quando se aproveitam as  qualidades do outro para melhorar a sua forma de trabalhar. Foi o que aconteceu  na Demetrius Borges Fotografia. Negócio familiar iniciado por Mauro Neves, de 70  anos, e continuado por sua filha Elaine e o marido Demetrius, agora recebe as  contribuições da neta Gisele, de 22 anos. Em pouco tempo, a jovem fotógrafa  conseguiu renovar o site da empresa — dando destaque às redes sociais —, criar  uma nova logo e informatizar o que faltava.</p>
<p style="text-align: justify;">— Ela já chegou propondo várias  mudanças. No início, relutei muito, mas hoje vejo que são boas ideias — conta  Elaine.</p>
<p style="text-align: justify;">Formada em publicidade, Gisele, por  sua vez, admite que também aprendeu com a mãe e o avô valores aos quais não  prestaria atenção.<br />
<span id="more-4658"></span><br />
— Eles fizeram questão de me mostrar  os processos antigos de revelação, e isso é importante para valorizar o trabalho  do fotógrafo — diz. — Eu não conseguia conceber como eles ainda podiam ter  arquivos de papel, mas minha mãe se sentia mais segura  assim.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo profissional com ímpeto tão  forte de renovar, flexibilizar, diminuir a burocracia e a flexibilidade nas  organizações, porém, nem sempre tem a paciência necessária para crescer  profissionalmente. Pesquisas mostram que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y passa, em média, apenas um  ano em cada empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">— Os Y não entram nas empresas, eles  metem o pé na porta — diz Janaína Ferreira, consultora em desenvolvimento humano  do Ibmec.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, cerca de 30% dos  cargos de chefia no país são ocupados por representantes dessa geração. Para  Jorge Saraiva, de 33 anos, sócio da empresa de comunicação Immersion, os perfis  distintos dos profissionais são bem-vindos e contribuem para resultados mais  efetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">— Uma empresa composta por  profissionais experientes, mas com ímpeto inovador, e mais jovens, mas que não  se deixam levar apenas por uma nova idéia, sem viabilidade, é a alquimia  perfeita — opina.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, nem sempre, porém, este  convívio é produtivo.</p>
<p style="text-align: justify;">— Por serem impacientes e ansiosos  demais, às vezes os Y puxam o próprio tapete — explica Janaína. — Eles se  beneficiam da maturidade emocional, do equilíbrio e da paciência das gerações X  e dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Diretora financeira de uma  tradicional organização financeira há mais de 20 anos, Jane Bernardo acompanhou  a mudança do perfil dos recém-chegados à empresa. Muitos dos novatos, conta, nem  chegam a terminar o programa de trainees, tamanha é a ansiedade por promoção. A  postura ansiosa, lembra, muitas vezes é vista pelos funcionários mais antigos  como arrogância. Quando descobrem que a ascensão levará mais tempo do que  imaginavam, conta, saem em busca de outro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">— A pressa deles é como um dedilhar  de teclas de computador — define. — É uma pena, porque às vezes uns se  arrependem e querem voltar, mas aí não dá mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os mais velhos, no  convívio com os Y se beneficiam de sua forma pró-ativa de lidar com tecnologia e  de sua criatividade para encontrar soluções inusitadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Sylvia Vergara, doutora em  Educação pela UFRJ e mestre em administração pública pela FGV, as empresas  precisam aprender a considerar a convivência entre essas gerações apenas mais um  componente da diversidade dentro das organizações, e tirar partido das  diferenças.</p>
<p style="text-align: justify;">— É sempre bom ter diversidade. Não  adianta manter a forma burocrática e funcionalista de agir. É preciso mudar as  estratégias, adequá-las à nova realidade que surge com as tecnologias  interativas — defende. — A ideia é de troca, complementaridade, não de embate.  As empresas que não souberem lidar com a geração Y e atender aos seus anseios  terão sérios problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sylvia ressalta que as corporações  devem tirar partido das qualidades de cada geração, mas que isso implica  necessariamente uma mudança cultural. Acima de qualquer valor, diz, está a visão  dos funcionários como geradores de recursos, não como os próprios  recursos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/emprego/como-aproveitar-as-qualidades-das-diferentes-geracoes-de-profissionais-3220102">O  Globo</a></strong></p>
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		</item>
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		<title>A geração Y e a metáfora do sapo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 13:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
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		<category><![CDATA[Metáfora do sapo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno de Souza* &#8211; @brunounix Os baby boomers foram condicionados pela observância de certos valores (respeito, lealdade, honestidade, lealdade…) e a crença de que, para ser feliz, o essencial era ter respeito. A geração X, ansiosa para ter sucesso, começou a procurar padrões para entender como ser um bom líder, ser o melhor, ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4424" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/sapo.jpg" alt="" width="237" height="213" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Bruno de Souza* &#8211; @brunounix</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s foram condicionados pela observância de certos valores (respeito, lealdade, honestidade, lealdade…) e a crença de que, para ser feliz, o essencial era ter respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, ansiosa para ter sucesso, começou a procurar padrões para entender como ser um bom líder, ser o melhor, ter um bom desempenho. E sobre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>? Quero mostrar por meio desta pequena parábola:</p>
<p style="text-align: justify;">Era uma vez uma competição que havia sido organizada por sapos. O objetivo era alcançar o topo de uma torre. Muitos fãs se reuniram para ver a corrida e apoiar os participantes. E a corrida começou…</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ninguém realmente acreditava.  As pessoas diziam: “Pena!!! Vocês não vão conseguir.”<strong> </strong>Alguns começaram a desistir, outros a cair. Mas havia um que persistia e continuava a subir.</p>
<p><span id="more-4423"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A multidão continuava gritando: “Pena!!! Vocês não vão conseguir.” E os sapinhos estavam desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo, embora arfante.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, só restava um que, com enorme esforço, chegou ao topo da torre.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta dos sapos. Queriam saber o que tinha acontecido.  E, assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido, descobriram que ele era surdo!</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y parece surda às injunções e orientações emitidas pelas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> anteriores e autoridades, porque, para ela:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O significado do que fazemos é mais importante      do que a regra ou a meta.</li>
<li>A autoridade não necessariamente sempre tem      razão.</li>
<li>O que era bom antes não é necessariamente      hoje. O mundo está mudando e precisamos mudar com ele.</li>
<li>É necessário retroceder em certos princípios.</li>
<li>Não é preciso ter medo de pensar fora do      contexto.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A geração Y responde muito menos aos comandos e controles tradicionais de gerenciamento. Para ela, o mais importante é a liberdade de pensar por si mesmo. O fundamental é saber administrar as diferenças, sem desvalorizar os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veteranos</a> (X e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Essa geração trouxe novos conceitos na elaboração e divulgação de todos os tipos de conteúdo, sejam informações, imagens ou mídias audiovisuais. As novas ideias devem ser ouvidas e apoiadas já que são a chave para maximizar paradigmas atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Bruno de Souza é estudante de Marketing e CEO do Blog Marketing Digital 2.0.</em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.brunodesouza.com/geracao-y-metafora-sapo" target="_blank"><strong>Marketing Digital 2.0</strong></a><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aprender a aprender sempre será um desafio neste novo milênio</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/12/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio-por-roberto-recinella/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Recinella* “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender”. Alvin Toffler O problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na outra ponta. Infelizmente, no caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4407" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/aprender.jpg" alt="" width="380" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Roberto Recinella*</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Os  analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e  escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e  reaprender”. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alvin Toffler</em></p>
<p style="text-align: justify;">O  problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para  processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na  outra ponta. Infelizmente, no caminho do processamento, pouco ou nada  agregamos de pensamento crítico ao conteúdo sendo processado, alem de  decorá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Hermann  Ebbinghaus, o fundador da pesquisa cientifica sobre memória, no século  XIX, usou sílabas ininteligíveis em seus testes de memória para se  assegurar de que o ato puro da recordação não fosse maculado pelo  significado. Descobriu que as pessoas esquecem cerca de 80% do que  aprendem em 24 horas. Após esse tempo, a perda é menos rápida. A  acelerada perda de informação pelo subconsciente tornou-se conhecida  como &#8220;a curva do esquecimento&#8221;.<br />
<span id="more-4406"></span><br />
Pesquisas  mostram que, após uma semana, nos esquecemos de 75% e, após um mês, de  98%. Para melhorar esse índice durante a leitura ou estudo, vale anotar  as palavras desconhecidas e pesquisar seu significado, já que o ideal é  documentar o que foi lido, para que não se perca.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  professor, mais de uma vez, distribuiu uma série de textos e pediu que  os alunos lessem e indicassem os pontos em que não concordavam com o  texto. Foi um desafio gigantesco para a maioria dos alunos, pois o  mestre não queria um simples resumo do texto. Ele desejava que os alunos  compreendessem (o que é totalmente diferente de ler) e depois pudessem  debater seus conceitos e experiências pessoais, para poder realizar  assim, uma crítica. O que na maioria das vezes acontece é que os alunos  não conseguem realizar a tarefa por estarem despreparados para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  o mundo globalizado, podemos dizer, com certa segurança, que estamos na  Era da Informação. Novas ideias nos chegam a todo o momento e, sempre  que nos deparamos com uma informação, teremos duas possibilidades:  distorcê-la e procurar encaixá-la em nossas velhas categorias ou deixar a  nova informação se organizar por si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Peter  Senge propõe a Learning Organization: organizações e pessoas que  aprendem o tempo todo, conclamando a inovar, a se desenvolver e a  aprender de verdade por meio de cinco disciplinas: raciocínio sistêmico,  domínio pessoal, modelos mentais transparentes e éticos, objetivos  comuns e aprendizagem coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas  disciplinas possibilitam uma nova maneira das pessoas verem a si mesmas  e ao mundo, interagindo melhor no diálogo interno e externo, via  comunicação intra e interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender  a desaprender significa evoluir, deixar aquilo que acreditamos e  aceitar novas verdades. Existe uma ferramenta em qualidade total que se  chama 5S, em que o primeiro S é o descarte. Todos que já trabalharam com  essa ferramenta sabem como é difícil convencer as pessoas a abrirem mão  de objetos e coisas. Se a resistência já é terrivelmente grande para  essas coisas físicas e materiais, imagine como é difícil descartar  idéias, verdades absolutas e dogmas que construímos e carregamos ao  longo de nossas vidas&#8230; como é difícil mudar!</p>
<p style="text-align: justify;">Para desaprender temos que descartar, desobedecer e desacatar o <em>status quo</em> em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas  desobedecer não é sinônimo de desacatar. O desacato fica por conta do  nosso olhar. Desobedecer significa não seguir as regras impostas;  significa ousar, quebrar uma lógica; fazer diferente. A punição  freqüente de toda e qualquer desobediência impede o desenvolvimento de  uma das atitudes mais essenciais para a aprendizagem nesse novo século:  quebrar paradigmas, ousar, reconfigurar. É, no mínimo, contraditório  termos que educar para a mudança, para a reconfiguração constante,  reprimindo permanentemente a ousadia. Os educadores e gestores confundem  contestação com falta de respeito, impedindo assim um ambiente evoluído  de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  Walther Hermann, do Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano,  os professores estão cada vez mais inseguros, pois cada aluno assiste à  televisão, está conectado à Internet e brinca em seu computador  multimídia em casa. Viaja regularmente e participa de algumas discussões  e decisões em seus lares.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada  vez mais, esses professores convivem com o fantasma do não saber. Cada  um desses alunos pode levantar a mão em aula e desmentir o conteúdo de  seus ensinamentos como sendo desatualizados! Nós escutamos muitas  &#8220;histórias da carochinha&#8221; em nossa educação e, muitas vezes, não  tínhamos habilidade de argumentar e questionar. Essas novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> não  aceitam tais fantasias. Suas percepções e seu acesso às informações  disponíveis no ambiente são suas referências. Usam os mesmos  instrumentos para colocar o sistema em contradição, diz Hermann.</p>
<p style="text-align: justify;">O  mesmo drama vem sendo vivido dentro das organizações, em que a gerência  e a alta gerência &#8211; pessoas que já passaram dos 40 anos (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> baby  boomer e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>) &#8211; enfrentam a entrada dessa nova geração no mercado  de trabalho, que é extremamente bem preparada. Eles estudaram nas  melhores universidades, completaram seus MBA´s em instituições de renome  internacional, viveram e trabalharam em outros países, são fluentes em  duas ou mais línguas e dominam tecnologias de ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja  nas corporações ou nas instituições de ensino, essa nova geração está  abalando todas as regras e estruturas. Avessos a burocracias e processos  inúteis, seus modelos mentais simplificam tudo ao seu redor. Não são  vistos muitos deles no nível executivo de liderança, com exceção dos  setores de alta tecnologia e de empreendimento de risco. As pessoas da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> tendem a ser altamente pragmáticas, objetivas e orientadas às  ações. A alta tecnologia é bastante atraente para a mentalidade da  Geração Y, porque permite dar vazão à criatividade, inovação e resolução  de problemas práticos. Nascidos na era da internet e globalização, essa  geração está acostumada às mudanças constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente  de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a  televisão, o rádio, o telefone, música e internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O  grande desafio das empresas é manter as marcas que hoje fazem sucesso e  cresceram com os &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s&#8221; (nascidos entre 1942 e 1953) e os  acompanham na meia-idade na liderança. A dúvida é saber se elas vão se  reinventar para atender à geração Y ou se serão substituídas nessa  tarefa por marcas ainda desconhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Haverá,  nos próximos anos, um choque de gerações, caso não repensemos o  ambiente de trabalho. A Geração X, que hoje atua nas organizações, é  capaz de gerar resultados por meio de processos estabelecidos, regras  claras, usando experiência profissional e de vida. A Geração Y chega  trazendo respostas rápidas, utilizando recursos de informática com  excelência e sendo capaz de criar novas soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  dos desafios mais importantes impostos às organizações da sociedade do  conhecimento é o desenvolvimento de práticas sistemáticas para  administrar a autotransformação, abandonando o obsoleto e aprendendo a  criar o novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Compilando  todas as informações que você recebeu agora, deve ter chegado à  conclusão de que não resta alternativa a não ser aprender e reaprender.  Esse será o desafio constante que cada um de nós irá enfrentar daqui pra  frente. Não podemos deixar passar um dia sequer sem reaprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueçam  a coerência, virtude tão exigida pela sociedade. Prefiram a  inteligência de saber se posicionar diante de novas situações, novos  ambientes e novos relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos  próximos anos, só terão êxito e poderão alcançar o sucesso, seja em que  atividade for, aqueles que hoje estão cuidando de rever suas práticas e  seus paradigmas. As práticas, as posturas e os comportamentos  jurássicos atuais estão se tornando obsoletos, na incrível velocidade do  pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recicle  seu conhecimento. Aprenda, desaprenda e reaprenda. Somos transformados a  partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos  impactados pela idéia e sentimento do outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Roberto Recinella é<strong> </strong></em><em>especialista  em Gestão do Capital Humano, formado em Coaching e eleito um dos 25  maiores nomes em motivação corporativa no Brasil. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio/58172/" target="_blank">Administradores</a></strong></p>
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		<title>“Vlogueiro” fala sobre gerações no mundo web</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 18:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Denis Lee tem 27 anos, é bacharel em Ciências da Computação e atua como &#8220;vlogueiro&#8221; em seu canal no YouTube. O “vlogueiro” é um internauta que cria uma versão dos tradicionais blogs em formato de vídeos. Em um dos seus trabalhos, Denis deu destaque às gerações dos baby boomers, X [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="257" src="http://www.youtube.com/embed/9H-D5KJ0BZ0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por  Renato Andrade &#8211; @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Denis  Lee tem 27 anos, é bacharel em Ciências da Computação e atua como &#8220;vlogueiro&#8221; em  seu <a href="http://www.youtube.com/user/denislees">canal no YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O  “vlogueiro” é um internauta que cria uma versão dos tradicionais blogs em  formato de vídeos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um  dos seus trabalhos, Denis deu destaque às <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, X e  Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista  ao vídeo acima e deixe seu comentário! Para saber mais, siga Denis no <a href="http://www.twitter.com/denislee">Twitter</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">Confira  também o nosso canal de vídeos sobre gerações em: <a href="../../index.php/videos/">http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/videos/</a></p>
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		<title>O líder do futuro: eu sou você amanhã</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Albuquerque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Francisco Albuquerque* Em uma mesa-redonda com cinco CEOs e cinco trainees, líderes de hoje (geração X e baby boomers) e das próximas décadas (geração Y) debatem o futuro das empresas no evento realizado pela Época Negócios. A edição deste mês (março/2011) da revista está recheada de reportagens relacionadas aos Ys, e uma delas discute [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-3712" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/lider.png" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Francisco Albuquerque*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em uma mesa-redonda com cinco CEOs e cinco  trainees, líderes de hoje (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s) e das próximas  décadas (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>) debatem o futuro das empresas no evento realizado  pela Época Negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">A  edição deste mês (março/2011) da revista está recheada de reportagens  relacionadas aos Ys, e uma delas discute pontos que são relevantes para  essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> que está incomodadíssima com a gestão de sua carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pontos me chamaram  a atenção, mas sob minha percepção, o que mais ficou evidente está  relacionado à retenção de talentos e à ascensão de profissionais a  cargos de liderança. Esse tipo de discussão já existe há alguns anos e  está cada vez mais em alta, influenciado principalmente pela  volatilidade e dinamismo do mercado de trabalho, bem como pela rápida  adaptação desses jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante  o debate, alguns mitos foram quebrados, como o de que a geração que  está entrando agora no mercado de trabalho troca de emprego como se  estivesse trocando de roupa. “Se a empresa mostrar ter valores  compatíveis com os meus, eu me caso com ela”, diz Danielle, trainee da  Danone.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="toggle">O conceito do expediente  flexível – em termos de tempo e espaço – tende a se disseminar no  ambiente de trabalho, favorecido principalmente pela mobilidade  tecnológica. “Eu mesmo passo boa parte do meu tempo fora do escritório,  em viagens ou reuniões com fornecedores. Mas estou sempre plugado.”, diz  o Presidente da Fiat, Cledorvino Belini.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, com o <em>boom</em> de redes sociais  como Facebook, Twitter, Linkedin, Foursquare e ferramentas de integração  dessas e de outras redes sociais, os jovens da geração Y querem ficar  cada vez mais conectados e fazem questão de ter presença virtual.  Conhecida por seu processo de seleção e retenção de talentos, a Ambev  fez, no ano passado, pela primeira vez, um recrutamento de trainees por  meio de redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A  Philips tem se preocupado com uma prática que tem tomado corpo cada vez  mais: a integração entre público e privado em iniciativas que vão além  de negócios tradicionais. No livro Marketing 3.0, Philip Kotler explora o  tema “valores sociais” de forma totalmente inovadora, chegando aos  níveis econômicos menos explorados por empresas que ainda estão  engatinhando em questões sociais. Cada vez mais, lucro e desenvolvimento  sustentável serão simbióticos, como parte do processo de criação de  valor de uma organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa  nova postura corporativa conferirá às empresas algo para o qual a  geração Y olha com atenção na hora de buscar um emprego: a busca de um  sentido para o trabalho, que vá além do retorno econômico. “Engajamento é  a palavra. O grande desafio das empresas será desenhar estratégias que  conquistem a fidelidade nas novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>”, diz Marcos Bicudo,  presidente da Philips.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma  previsão conhecida sugere que membros da geração Y passarão por pelo  menos dez empresas ao longo de suas carreiras. Num ambiente onde as  pessoas vão poder escolher como e para quem trabalhar, as organizações  terão ainda mais dificuldades para reter talentos. Pacotes generosos de  remuneração e uma marca forte seguirão sendo importantes, mas não serão  suficientes para atrair e manter os melhores profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não entro em uma empresa pensando em  quanto vou ganhar em três anos. Se tiver um bom plano de carreira e for  boa no que faço, a recompensa vai chegar em algum momento”, diz Aline,  trainee do Citibank. “Os desafios interessam mais do que os ganhos  financeiros de curto prazo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  valores de uma empresa são vitais para essa nova geração. A cultura  corporativa, o ambiente e as perspectivas de crescimento é que farão os  profissionais da geração Y se casarem ou não com uma organização. “Cabe  achar a empresa certa, adequada aos seus valores. Aí, você fica”, diz  Marco Túlio, da Whirpool.</p>
<p style="text-align: justify;">Representante  da geração X, Bicudo (Philips) passou por apenas quatro empresas em sua  carreira. Já Belini (Fiat), um autêntico baby boomer, trabalhou em três  companhias antes de ingressar na Fiat. “Não existe mais a fidelidade  que havia em minha época”, afirma. “Talvez exista, mas por motivos que  vão além dos convencionais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Diálogos  como esses devem ser alimentados diariamente nas empresas. A área de  Recursos Humanos precisa ser responsável e aliada dos principais  representantes dessas novas gerações e fomentar o contato deles com a  Alta Direção.</p>
<p style="text-align: justify;">O estímulo a essa troca  mostra que as empresas estão preocupadas com o seu futuro e que pensam  na contribuição dos jovens talentosos.</p>
<p style="text-align: justify;">O futuro está mais próximo do que pensamos  e, portanto, ignorar os futuros líderes e o que eles podem fazer pelas  empresas é um erro de gestão irrecuperável.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que está fazendo para ser o líder  do futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">*Alguns trechos desse texto foram produzidos e/ou adaptados da matéria &#8220;Eu sou você amanhã&#8221;, da Revista Época Negócios, edição de março de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Francisco Albuquerque é  formado em Processos Gerenciais e atua na Área de Planejamento e Gestão  Estratégica de uma Empresa do Setor Financeiro. Estudioso dos temas:  Carreira, Geração Y, Planejamento, Estratégia, Gestão Empresarial,  Empreendedorismo, Inovação e Coaching, também é autor do blog <a title="Este link externo irá  abrir em nova janela" href="http://www.anossageracaoy.com.br/" target="_blank">“A nossa geração Y”</a>. Twitter: <a title="Este link externo  irá abrir em nova janela" href="http://www.twitter.com/fbalbuquerque" target="_blank">@fbalbuquerque.</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Geração Y: a mais formidável da história da sociedade humana</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/02/07/geracao-y-a-mais-formidavel-da-historia-da-sociedade-humana/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 18:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro Segura Dias atrás, eu cheguei no meio de uma conversa de amigos baby boomers, sobre gerações no ambiente do trabalho. Era uma conversa descontraída, com pessoas de diversas empresas que já haviam trabalhado juntas no passado e que costumam se encontrar uma vez por ano. Fiquei mais como ouvinte, até para não influenciá-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-3486" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/02/y.jpg" alt="" width="400" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por  Mauro Segura</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dias atrás, eu cheguei no  meio de uma conversa de amigos <em><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s</em>, sobre <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> no  ambiente do trabalho. Era uma conversa descontraída, com pessoas de  diversas empresas que já haviam trabalhado juntas no passado e que  costumam se encontrar uma vez por ano. Fiquei mais como ouvinte, até  para não influenciá-los com meus conceitos, que são radicalmente  diferentes do que eu ouvi.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderia  resumir o que captei no seguinte:<br />
Os  jovens da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> são egocêntricos, imediatistas e mais impulsivos dos  que os jovens das gerações anteriores. São seres humanos mais  individualistas, cultuam a si próprios, sendo quase narcisistas. A forma  como se comportam nas redes sociais comprova tal avaliação. Quando  entram no mercado de trabalho, têm expectativas irreais, são ansiosos e  pouco tolerantes. Essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> deve piorar o mundo ao longo das décadas,  pois são pessoas que têm um conceito de sociedade diferente, preferem o  contato pela internet ao contato físico, suas discussões são sempre  superficiais e mudam de assunto freqüentemente. São jovens que se  concentram pouco nas coisas, pois fazem muitas atividades  simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  tempo depois, a conversa tomou outro rumo, falamos de futebol e de  assuntos mais &#8220;importantes&#8221; para a geração <em>baby boomer</em>. Devo  confessar que saí do papo com o queixo caído. Até concordo com as  algumas coisas que foram ditas, mas a minha visão é radicalmente  diferente da conclusão deles.<br />
<span id="more-3485"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Minha  avaliação é que a geração Y é a mais formidável da história da sociedade  humana. São jovens com a cabeça aberta, mais informados e antenados com  o que acontece no mundo, mais flexíveis e curiosos, parecem se divertir  sempre e estão muito mais preocupados com o meio ambiente e a  sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">São pessoas que não  abraçam o radicalismo, que escutam mais e são muito menos  preconceituosos do que qualquer geração anterior. São mais  investigativos e não aceitam as coisas porque &#8220;são assim&#8221;. É uma geração  que cultua a colaboração e o relacionamento, que valoriza a velocidade,  pois o mundo está aí &#8220;para ser curtido&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles não têm tempo a  perder. Procuram sempre fazer as coisas de maneira diferente. São  empreendedores. Gostam da customização, da personalização e não curtem a  massificação. São capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Adoram  tecnologia, porque ela <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/08/geracao-y-midia-jovem-habito-celular.html" target="_blank">aproxima  pessoas e quebra barreiras</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No ambiente de trabalho,  os jovens querem trabalhar felizes e buscam oportunidades. Eles são  tolerantes quando acham que vale a pena, mas não têm pena de mudar de  trabalho se acham que o patrão não vai dar chance a eles. Para a geração  Y, trabalho e emprego são coisas diferentes. Para muitos, são eles que  &#8220;contratam&#8221; as empresas, e não o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/06/geracao-y-pede-mais.html" target="_blank">os  jovens estão balançando valores antigos da sociedade</a> e muitos deles  realmente já mereciam ser balançados há tempos. Os jovens da geração Y  são a melhor notícia que a sociedade humana já teve.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro  que existem problemas. Os jovens vivem &#8220;online&#8221; demais, o conceito que  eles têm de &#8220;privacidade&#8221; é questionável, parecem estressados com tantos  estímulos oriundos da tecnologia que os cerca, &#8220;copyright&#8221; não é legal  para eles e são mais insatisfeitos com a sociedade em geral. <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/05/falta-de-resiliencia-da-geracao-y.html%20%29" target="_blank">Parecem  também ser poucos resilientes no trabalho</a>. Sim, sim, são problemas,  mas parecem <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/06/quinta-onda_29.html" target="_blank">pequenos  perto das virtudes dessa nova geração</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Reflita  bem sobre o que vou falar: eu sou da geração <em>baby boomer</em> e, às  vezes, me sinto constrangido com o mundo que nós estamos deixando para  os nossos filhos e netos.</p>
<p style="text-align: justify;">O  planeta está mais poluído. Vivemos com problemas críticos nas áreas de  segurança, saúde, transporte e educação nas grandes cidades. A sociedade  está mais injusta, com desníveis sociais profundos. Crimes e drogas  estão nas capas dos jornais e na frente das nossas casas.</p>
<p style="text-align: justify;">A pobreza continua sendo  um mal do planeta. As pessoas não acreditam em seus governos e falta  espírito público. Corrupção é uma dor constante. O trabalho está mais  competitivo. As empresas, em geral, não contratam mais as pessoas para  construírem carreiras de longo prazo, pois tudo é imediato. A  competitividade no trabalho é incentivada pela liderança, que coloca  pressão na performance e nos resultados, como nunca se viu antes. Tudo  está mais rápido e imediatista. Muitos trabalhadores se sentem  explorados. A nossa sociedade cultua o consumo e o superficial. O Big  Brother dá mais audiência do que qualquer programa cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo  isso parece negativo. Talvez, a melhor coisa que trouxemos para o mundo  tenha sido o avanço da tecnologia, que hoje está em todas as áreas,  promovendo mais conforto, bem-estar e melhorias, principalmente, na  saúde, educação, entretenimento e, com certeza, na inclusão social. O  melhor exemplo disso é a internet, que tem por trás as redes sociais,  que estão mudando o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora,  pense bem. Veja o  mundo que estamos entregando para a geração Y e para os jovens do  futuro. Como evitar que as novas gerações sejam mais competitivas,  imediatistas e individualistas? Nós, <em><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a></em>, construímos  isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Resta a  nós, que hoje lideramos os governos, empresas e sociedade em geral, a  singela <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/10/em-que-geracao-y-e-mais-interessante.html" target="_blank">responsabilidade  de sair da frente</a>. De darmos as ferramentas, oportunidades e as <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/09/dez-recomendacoes-de-como-ajudar-os.html" target="_blank">condições  para que a geração Y cumpra o próprio destino</a>. De deixarmos de ser  preconceituosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredite, eles farão o  mundo melhor do que nós o fizemos até hoje!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os pais também precisam de limites</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 18:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Zaiantchik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Zaiantchik Eu confesso: nós, baby boomers, em busca de ajudarmos nossos filhos, com nossas próprias experiências, muitas vezes nos vemos tentados a certas intromissões em suas vidas. Não são poucas as vezes em que olho para eles e me sinto um pouco impotente perante seus conflitos, pensando: “Já passei por situação semelhante! Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-3210" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/12/superprotecao.png" alt="" width="300" height="318" /><br />
Por Clara Zaiantchik</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu confesso: nós, <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, em busca de ajudarmos nossos filhos, com nossas próprias experiências, muitas vezes nos vemos tentados a certas intromissões em suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são poucas as vezes em que olho para eles e me sinto um pouco impotente perante seus conflitos, pensando: “Já passei por situação semelhante! Como poderia ajudá-los?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, a consciência fala mais alto e me ensina: “Talvez eles precisem ter suas experiências individuais para tomarem decisões conscientes!”<br />
<span id="more-3209"></span></p>
<p style="text-align: justify;">É verdade, não é fácil pensar assim, pois sempre desejamos que eles só tivessem momentos de felicidade. Criamos esta <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> assim, desde que nasceram. Contudo, é um aprendizado também para nós, deixarmos esses jovens livres, oferecendo-lhes autonomia para aprenderem com seus erros.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu era jovem, por exemplo, meus pais se mostravam mais repressores do que somos atualmente. Eles se impunham mais, exigiam decisões firmes e não se contentavam com notas baixas ou posturas rebeldes de minha parte.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, já adulta, me lembro desses momentos e sinto que isso não era muito favorável ao meu desenvolvimento. Se tivéssemos tido a oportunidade de dialogar, compartilhar opiniões e repartir segredos, penso que muitas questões teriam sido melhor resolvidas por mim e por eles. E isso talvez justifique por que minha geração tenha fama de super-protetora, o que também explique um pouco da postura dos jovens de hoje, principalmente os Y’s.</p>
<p style="text-align: justify;">Assisto a muitos adultos de hoje buscando conversar com seus filhos, mas, ainda assim, não conseguindo encontrar a dose necessária para chegar até eles sem o tom de &#8220;intromissão&#8221; ou isentos de posturas um tanto invasoras. Parecem querer compensar o que não puderam viver em sua juventude, sentindo, vivendo e decidindo por seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de &#8220;cuidado exagerado&#8221; pode, por vezes, se assemelhar ao radicalismo que nossos pais, os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veteranos</a>, adotavam diante de nós, barrando uma troca que poderia ser altamente positiva e proveitosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, penso que a melhor forma de auxiliarmos nossos filhos não é buscando viver o problema por eles. Podemos sofrer junto, ficar ao lado, aconselhar, mas é essencial permitir que vivam, sintam, conheçam, apreciem e experimentem o alegre e o triste da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">E se você é um daqueles <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a> engessados que se esquecem do que fizemos durante a Ditadura, o movimento hippie e as Diretas Já, reavive sua memória dos tempos de revolução! Queríamos mudar o mundo, da mesma forma que nossos filhos o desejam hoje, apenas por diferentes meios e com um pensamento alinhado à época, muito diferente também da que se configura hoje.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Valores diferentes geram conflitos em empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 14:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[eline]]></category>
		<category><![CDATA[Eline Kullock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
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		<description><![CDATA[O ambiente corporativo está passando por muitos conflitos graças ao convívio de diferentes gerações no trabalho. Confira a segunda parte da série sobre gerações exibida ontem (16/11) pelo Jornal da Globo: O profissional que valoriza a experiência, o Baby Boomer, muitas vezes enfrenta problemas com a geração Y, jovens de até 30 anos com ideias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/funcionarios-de-valores-diferentes-geram-conflitos-em-empresas.html"><img class="alignnone size-full wp-image-3097" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/11/3lin3bb.jpg" alt="" width="319" height="238" /></a></p>
<p><em>O ambiente corporativo está passando por muitos conflitos graças ao convívio de diferentes <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> no trabalho. Confira a segunda parte da série sobre gerações exibida ontem (16/11) pelo Jornal da Globo:</em></p>
<p style="text-align: justify;">O profissional que valoriza a experiência, o <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>, muitas vezes enfrenta problemas com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, jovens de até 30 anos com ideias novas e muita energia. Isso tudo pode deixar os mais velhos inseguros, principalmente a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, aquela que fica no meio das duas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem vê o gerente de marketing da Boehringer Ingelheim, Sérgio Pacheco, trabalhando, pensa em quê? “Para mim, é um menino ainda”, diz o consultor de vendas da Boehringer Ingelheim, Carmelo Locateli.<br />
<span id="more-3094"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o &#8220;menino&#8221; chegou pra ser o chefe. “E aí aquele choque, poxa vida, eu, 47 anos, ter um gestor com 29, 28, como é que é isso?”, questiona Carmelo. “Isso é um nó, quando um Y chefia até um Baby Boomer”, afirma a presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a>, Eline Kullock.</p>
<p style="text-align: justify;">Sérgio é da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y, aquela dos jovens com 30 anos, ou menos, que têm pressa pra conseguir reconhecimento e crescimento profissional e que mudam de emprego com facilidade quando não estão satisfeitos. Carmelo faz parte dos &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomers</a>&#8220;, a geração de quem tem mais de 45 e valoriza a experiência, o tempo de empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">“É claro que é mais complicado você ter um rapaz mais jovem, uma moça mais jovem te chefiando, você fica meio frustrado. Gente, lembre-se que o Baby Boomer, o poder para ele é importante, o saber é tudo. Isso está na cabeça do mais velho, que tem certa dificuldade de aceitar”, fala Eline.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando existe conflito de gerações numa empresa, normalmente a geração Y está no meio. Esses caçulas do mercado de trabalho têm energia, desenvoltura, intimidade com a tecnologia. E isso tudo pode deixar os mais velhos inseguros, principalmente a geração X, aquela que fica no meio das outras duas. É a geração das pessoas com mais de 30 e menos de 45 anos, que viu os pais enfrentarem as crises da década de 80 e, por isso, trabalhou duro para ter segurança financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">“O X foi treinado, ele foi talhado a trabalhar e esperar um momento que seria o reconhecimento dele onde ele sobe um degrau. Ele tem medo de perder o emprego justamente pra pessoas que aparentam ter mais energia do que ele, que podem eventualmente trazer mais inovação e energia do que ele”, diz o presidente da Bridge Research, Renato Trindade.</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandro Lima, presidente de uma empresa, já viu isso com funcionários dele. “A gente já observou casos na empresa de pessoas da geração X que não aceitavam que uma ideia melhor, uma inovação surgisse da geração Y”, conta. O próprio Alessandro é um X, geração que valoriza muito a carreira, mas que vê os tempos mudarem.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que vai definir realmente promoção, ascensão na carreira, é a competência. Então, não é mais tempo de casa. Tempo de casa não garante mais nada”, explica o diretor de desenvolvimento humano da Serasa Experian, Milton Pereira. “Os X que abra o olho, porque os Y tão chegando com diploma atualizadíssimo”, completa</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandro reconhece que, na empresa, os contemporâneos dele perderam a briga. “A gente prefere trabalhar com a geração Y por ela estar mais aberta a novos modelos de trabalho”, diz Alessandro.</p>
<p style="text-align: justify;">Abertura é o que a Y gerente de projetos Roberta Rossatti espera do Alessandro, chefe dela. “Eu sinto essa necessidade de aprender junto com a empresa e de passar pra empresa tudo aquilo que eu consigo aprender. Mais do que a história da estabilidade, eu quero poder participar dos processos”, avisa.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é quando essa participação vem de uma forma que os mais velhos não assimilam direito. Por exemplo: o jovem Y senta na mesa de trabalho e fica ouvindo música, navegando em redes sociais na internet. Um colega da geração X pensa que ele está só enrolando e não acha justo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, a geração &#8220;Y&#8221; é assim mesmo: faz várias coisas ao mesmo tempo, inclusive o trabalho. “Ele nasceu, cresceu, com estímulos, de música, internet, com amigos no colégio, isso vem para organização, é a extensão do dia a dia. É o que faz ele ter prazer, então ele está trabalhando aqui, é lógico, no seu local de trabalho, mas escutando uma música, escutando um som que ele gosta e isso só colabora, só estimula”, afirma o gerente executivo da Serasa Experian, Elcio Trajano.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra característica da geração Y é a pouca paciência para reuniões muito longas. O jovem tira o celular do bolso e começa a mexer, para passar o tempo. O pessoal mais velho acha falta de educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o jovem Y quer falar com algum chefe, ele, muitas vezes, passa pelo gerente, normalmente da geração X, e vai logo à sala do diretor &#8220;Baby Boomer&#8221;. O gerente X não gosta e reclama que o Y não respeita a hierarquia. “O X se apega um pouco na hierarquia, porque a hierarquia consolida o poder deles. Esse é um problema que tem que ser gerenciado, de insegurança da geração X”, explica Milton.</p>
<p style="text-align: justify;">O conflito entre as gerações atrapalha a produção da empresa. O clima fica ruim. Chega ao extremo em que o jovem da geração Y é demitido ou pede demissão porque está insatisfeito. A empresa tem gastos, perde talentos e fica com a vaga aberta enquanto procura alguém para o lugar. E quem garante que a história não vai se repetir com o outro funcionário que for contratado?</p>
<p style="text-align: justify;">“Tumultua e acaba fazendo com que o objetivo da empresa, que é olhar para fora, olhar para o mercado, olhar para o cliente, olhar o que está acontecendo, se transforme num conflito interno. Acho que a empresa que vai ser a empresa do futuro é a que conseguir conciliar todas as gerações no mesmo ambiente de trabalho”, diz Eline.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de Sérgio e Carmelo, a conciliação veio com o tempo. Bastou que Carmelo visse o jovem chefe em ação. “O cara realmente tem capacidade, ele não está à toa no cargo que ele está”, fala Carmelo.</p>
<p style="text-align: justify;">“A idade ela passa desapercebida quando você passa a olhar a competência técnica do profissional e aí a hierarquia não conta porque o objetivo é único”, diz Sérgio.</p>
<p style="text-align: justify;">Sérgio também é chefe de outro Baby Boomer, Walmir, que ao mesmo tempo é quase um tutor para o jovem gerente. “Ele tem o arrojo, a impulsividade da juventude, e eu fico servindo como mais ou menos um guia ou um aparador da impulsividade dele. E nisso a gente acaba se completando”, fala o gerente de políticas de saúde, Walmir Guerra Caetano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Acredito que eu vou aprender muito com ele, e vice versa, também, acho que ele tem muito a aprender com a gente e a empresa só ganha com isso”. Fala Carmelo.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que as empresas estão fazendo pra que os conflitos entre as gerações tenham sempre um final feliz, assim? É o assunto da reportagem de amanhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/funcionarios-de-valores-diferentes-geram-conflitos-em-empresas.html" target="_blank">Jornal da Globo</a></p>
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