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	<title>Foco em Gerações &#187; Celebridades</title>
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		<title>O dia em que a Terra parar e ouvir a nova geração</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* – @celokati Nos tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos no escuro&#8230; Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores, nem piores&#8230; só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4884" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/raul-seixas.jpg" alt="" width="286" height="287" /></p>
<p>Por Marcelo Gonzales* –  @celokati</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nos  tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade  Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida  de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos  no escuro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores,  nem piores&#8230; só diferentes!</p>
<p style="text-align: justify;">Em  uma de suas canções, ele contou como seria – segundo sua ótica &#8211; o mundo no dia  em que a Terra parasse. Parafraseando Raul, me utilizei disso para questionar a  oito meninos e meninas de 11 a 16 anos, com quem tenho contato direto, de que  maneira eles aproveitariam se tivessem um minuto da Terra parada à inteira  disposição de lhes escutar sobre como nós, habitantes do planeta Terra,  deveríamos agir dali para frente.<br />
<span id="more-4883"></span><br />
Seguem abaixo as respostas dos pequenos dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  que não veio para contar história, mas sim para  construí-la:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Emanuele – 10 anos</strong>: “Gostaria que as pessoas parassem de jogar lixo na rua  pois toda vez que chove eu saio, vejo tudo alagado e sei que é por  isso!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Beatriz – 11 anos</strong>: “Eu gostaria que as pessoas evitassem comer animais e  desmatar as florestas, elas não precisam disso! Para o presente e para o nosso  futuro!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jair – 13 anos</strong>:  “Pediria para todos tentarem se unir sem guerras e idealizar uma nova forma de  fazer política!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luiz Fernando – 16 anos</strong>: “Um mundo sem armas, sem drogas e sem  violência!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Allan – 14 anos</strong>: “Eu gostaria que o Brasil  melhorasse!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcelinho – 15 anos</strong>: “Ame o próximo como a si mesmo!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neusinha – 14 anos</strong>: “No mundo ainda existe maldade, porém existem muitas  coisas boas. O mundo ainda tem jeito!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paulo Roberto – 11 anos</strong>: “Destruir o mal! Dar chance a todos! Nunca desistir!”</p>
<p style="text-align: justify;">Será que poderemos aprender tudo isso com eles? Se não  conseguirmos, pelo menos não podemos desistir!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Gonzales é consultor de  projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog  <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da  Geração X… Mas vivo Y!</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Definição de FILHO – Por José Saramago</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 15:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Filho]]></category>
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		<description><![CDATA[Por José Saramago* “Filho é um ser que nos foi emprestado para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4802" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/maos_pai_e_filho.jpg" alt="" width="260" height="195" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por José Saramago*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Filho  é um ser que nos foi emprestado para um curso intensivo de como amar alguém além  de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores  exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior  ato de coragem que alguém pode ter, porque é expor-se a todo o tipo de dor,  principalmente o da incerteza de agir corretamente e do medo de perder algo tão  amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um  empréstimo.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>*José de Sousa Saramago</strong><strong> (1922 &#8211; 2010) foi um escritor, argumentista, teatrólogo, ensaísta, jornalista,  dramaturgo, contista, romancista e poeta português.</strong></em></p>
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		<title>Uma homenagem à lenda “Steve Jobs”</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 16:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Estava lendo e-mails, quando recebi várias mensagens dizendo: “Steve Jobs morreu!”. De inicio, não acreditei, pois as mídias já tinham errado na notícia várias vezes, mas desta vez o mundo geek ficou realmente de luto. Não há como deixar de afirmar que todas as novas gerações foram influenciadas e marcadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-4500" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/jobs1-300x147.gif" alt="" width="334" height="163" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211; @renatoan</em></strong><em></em></p>
<p style="text-align: justify;">Estava lendo e-mails, quando recebi várias mensagens dizendo: <em>“Steve Jobs morreu!”.</em> De inicio, não acreditei, pois as mídias já tinham errado na notícia várias vezes, mas desta vez o mundo <em>geek</em> ficou realmente de luto.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há como deixar de afirmar que todas as novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> foram influenciadas e marcadas pelo surgimento das invenções de Steve Jobs.</p>
<p style="text-align: justify;">No Facebook e no Twitter, borbulharam mensagens de condolências e frases impactantes de Jobs, considerado um herói da era tecnológica, além de um grande mentor. Mark Zuckerberg, criador do Facebook, recebeu 260.549 “curtir” até o momento desta edição, com a frase: <em>&#8220;Steve, thank you for being a mentor and a friend. </em><em>Thanks for showing that what you build can change the world. </em><em>I will miss you.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<span id="more-4498"></span>
</p>
<p style="text-align: justify;">Ele se tornou herói por suas ideias, agradou à <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> por criar ótimas cenas de divulgação de seus produtos e, principalmente, por fazer um público ansioso por tecnologia e novidades vibrar e desejar sempre um novo <em>gadget </em>com o símbolo da maçã. Todos queriam um MacBook branquinho, acompanharam com ansiedade o lançamento do primeiro tablet do mundo e do notebook mais fino do mundo, o MacBook Air.</p>
<p style="text-align: justify;">UAU!</p>
<p style="text-align: justify;">Em meu Twitter, encontrei a frase: <em>&#8220;Steve Jobs foi <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y na década de 60&#8243;.</em> Para quem não conhece a história do mito, chegou a hora de fazer uma busca e acompanhar sua brilhante trajetória.</p>
<p style="text-align: justify;">Virou lenda, virou herói&#8230; Enquanto a Apple vendia produtos com promessas de melhor estilos de vida, Steve Jobs, com suas míticas apresentações, emprestava seus sonhos. Era isso que o público queria!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando surge a questão: <em>&#8220;O que você quer ser quando crescer?”</em>, tenho certeza de que muitos responderam: <em>“Quero ser como o Steve Jobs!”</em>, mesmo que essa pergunta não tenha vindo de uma mãe para um filho, mas da cabeça de um programador ou de algum <em>geek </em>para si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Jobs não é o primeiro homem a entrar para a história da humanidade por meio de uma marca, mas é possivelmente o primeiro grande herói da tecnologia reconhecido em escala mundial e a arrancar lágrimas dos seus fieis consumidores, apoiadores e, creio, até dos seus rivais.</p>
<p style="text-align: justify;">Steve Jobs – sinônimo da definição moderna de empreendedorismo. A você, minha homenagem.</p>
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		</item>
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		<title>Meu heróis estão morrendo nos remakes</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 18:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Outro dia, fui convidado para uma palestra sobre geração Y, na qual o responsável afirmou que o público havia “pedido” o crescimento dos personagens da Turma da Mônica. Fiquei admirado com esse dado e, sempre que possível, faço a enquete com a geração X e a resposta é contrária. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4391" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/princesas-disney-careta001.jpg" alt="" width="346" height="346" /></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211; @renatoan</em></strong><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, fui convidado para uma palestra sobre  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, na qual o responsável afirmou que o público havia “pedido” o  crescimento dos personagens da Turma da Mônica. Fiquei admirado com esse dado e,  sempre que possível, faço a enquete com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> e a resposta é  contrária.</p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> X, consumidora de quadrinhos, é fiel aos seus personagens de infância e  não deseja mudanças&#8230; Prova disso são os debates infinitos sobre os<em> remakes</em> para o cinema com os super-heróis. Para quem não acompanha o  &#8220;assunto sério&#8221;, muita gente reclama de filmes que retratam os clássicos como o  Homem de Ferro, que foi repaginado para o cinema; o novo Superman, que vai  colocar a cueca vermelha dentro do uniforme e a fantástica Mulher Maravilha, que  ainda não conseguiu sair do projeto, mas cujo uniforme original (shortinho e  tomara-que-caia) será alterado para jeans e jaqueta.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando para a palestra sobre <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>: acho que o  correto seria dizer que Mauricio de Sousa tenta inventar uma fórmula para ganhar  dinheiro e o resultado disso decepciona os fãs. A última tramóia de sua equipe  foi sugerir que Mônica vai &#8220;crescer&#8221;, usar aparelho, ter filhos&#8230; O sonho  acabou, estamos realmente em uma sociedade de consumo! Teremos o creme para  rugas da Magali com cheirinho de melancia, aguardem!<br />
<span id="more-4390"></span><br />
Na  semana passada, fiz um teste e apresentei a Turma da Mônica<em> Teen</em> para  minha sobrinha, que ficou sem entender o enredo e não reconhecia alguns  personagens. O pior foi ler a Turma da Mônica em mangá: esse prometia um visual  diferenciado, mas não compro mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O  público fã de quadrinhos não quer esse tipo de mudança. É um clássico, mexe com  sentimentos e vamos combinar: não dá certo!<br />
Prova disso é o sucesso do  Tumblr &#8220;<a href="http://porramauricio.tumblr.com/" target="_blank">http://porramauricio.tumblr.com/</a>&#8220;, no qual  os internautas selecionam as gafes da equipe de produção querendo &#8220;modernizar&#8221; a  história. Cebolinha falando gíria &#8220;ELADA&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">Em  tempo, essa semana saíram algumas informações  sobre como devem ser algumas das  <a href="http://viagem.uol.com.br/album/novidades_disney_2011_album.jhtm?abrefoto=21#fotoNav=21" target="_blank">novas atrações da Disney World de Orlando</a>.  Ufa! A Disney é muito mais clássica&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Caso contrário, Jasmine estaria procurando Aladdin em  Dubai, teríamos um <em>reality-show</em> com Branca de Neve e os Sete Anões, Alice  estaria sob vigilância dos “Narcóticos Anônimos” e Bela teria tosado a Fera,  afinal, temos que agradar o público metrossexual  consumista.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  acho necessário e digno reconstruir heróis; é necessário, sim, criar novos  &#8220;ídolos&#8221;. Prova disso são os desenhos &#8220;As Meninas Super-Poderosas&#8221; e &#8220;Ben 10&#8243;,  que já marcaram seu lugar na história infantil.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Remakes </em>sem  respeitar o público original? Transformar produtos de sucesso de uma geração  para outra, somente por golpe de marketing? Não, obrigado!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ford e Twitter desvendam a Geração Y</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ford]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Janaina Langsdorff A sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na geração Y. Com idades entre 15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4384" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Ford300X199.jpg" alt="" width="270" height="180" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Janaina Langsdorff</strong></em><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da  Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Com idades entre  15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas  de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão é que 47% da  população mundial terá menos de 25 anos em 2015, o que corresponde a um  contingente de 3 bilhões de consumidores com um poder de compra hoje estimado em  US$ 306 bilhões. Os dados são do estudo “8095”, realizado pela Edelman com 3,1  mil jovens no Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, Alemanha, Índia, Itália,  Reino Unido e Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Ford, os Millennials são uma  proposta desafiada. Alheia à compra de um carro, essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> tem procurado cada  vez mais tarde às auto-escolas para tirar a sua habilitação e com uma frequência  bem menor com relação à geração anterior. Mas o Twitter, eles pilotam com  maestria. A diretora de marketing e vendas do micro-blog, Shane Steele, diz que  os Millennials respondem por 55% da audiência do Twitter, em comparação aos 40%  verificados no restante na web. Desde 2008, a Ford intensificou a sua presença  no Twitter para se aproximar e entender o comportamento dos usuários das redes  sociais mais atuantes. &#8220;Esse grupo de consumidores representam uma incrível  oportunidade de marketing, mas a forma como os Millennials interagem com as  marcas é totalmente diferente das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> passadas”, diz Sheryl Connelly,  gerente de tendências de consumo da Ford.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Ford, o Twitter permite  que a marca enxergue os gostos, preferências e necessidades dos jovens, além de  descobrir o que eles esperam da marca. Enquanto os executivos da Ford dizem  estar construindo um carro especificamente voltado para os Millennials, eles  reconhecem que as tradicionais mensagens de marketing – atreladas a imagens dos  motores, velocidade e o carro propriamente dito – não funcionam para as novas  gerações. Os Millennials não encaram o carro como um símbolo de status como a  geração passada, dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, hoje na faixa dos 40 anos. O carro para os  jovens de hoje serve basicamente para transporte e somente a introdução de  dispositivos tecnológicos pode transformá-lo num “patrocinador de estilo de  vida”, diz Connelly. Conectividade, individualidade e resposta instantânea são  alguns dos principais fatores capazes de atrair a atenção dos Millennials para  os carros da Ford.</p>
<p><span id="more-4383"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capacidade de  expressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um em cada seis Millennials  “personalizam” a sua própria pele com tatuagens; por que não fazer o mesmo com o  carro ? A Ford recomenda que as montadoras permitam a customização dos carros,  oferecendo, assim, opções capazes de mostrar aos jovens que os automóveis também  são um “estilo de vida” e não somente uma máquina  para transporte.</p>
<p><strong>Conectividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o celular, que, para os  Millennials, é o símbolo da liberdade e da expressão, não é mais uma questão de  opção, e sim uma exigência. Outras informações, como tempo, trânsito e mapas,  também devem estar disponíveis no carro porque os Millennials consultam dados a  todo momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Games</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os Millennials estão familiarizados  com os videogames desde o seu nascimento; então, incorporar esse entretenimento  no carro é uma extensão natural da vida desses consumidores. A Ford acredita que  a instalação de jogos eletrônicos pode atrair os jovens. Alguns veículos têm,  por exemplo, uma espécie de jogo com folhas e flores que crescem ou encolhem  dependendo de como o carro está sendo conduzido. Outras pessoas também podem  participar do “game” para ver quem consegue ter as maiores  imagens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa realizada pela Ford diz que  quando os Millennials mencionam uma marca – seja no Twitter ou no Facebook –  eles esperam uma resposta instantânea e específica para o seu questionamento e  não uma manifestação mecânica e robotizada. Ao contrário das outras gerações,  acostumadas aos monólogos impostos pelas marcas, com respostas padronizadas, os  Millennials esperam ser atendidos onde quer que estejam, seja de forma  individual ou em grupo, e esperam ainda que suas preocupações sejam rapidamente  solucionadas. Ter um time capaz de gerenciar as relações com os consumidores nas  redes sociais é outra necessidade imposta pelos  Millennials.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marca como  conteúdo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que em qualquer outra  geração, os Millennials compartilham o conteúdo que consideram relevante e  autêntico, quer seja ele criado por pessoas ou marcas. Ao analisar o painel de  conteúdos postados no Twitter, a Ford conseguiu identificar quais são os  assuntos e <em>hashtags </em>mais compartilhados e quais deles podem levar os  Millennials até a Ford.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/20110819Ford-e-Twitter-desvendam-a-Geracao-Y.html">Meio  &amp; Mensagem</a></strong></p>
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		<title>Geração Y e as conseqüências de um mundo caótico</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Neste mundo novo e completamente caótico em que vivemos, muita coisa mudou e, talvez, os jovens estejam mais preparados pra enfrentar as novas situações com as quais nos defrontamos. A sociedade ficou toda interligada e uma ação aqui, de repente, compreende uma reação do outro lado do planeta. Por exemplo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4302" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/url2.jpg" alt="" width="401" height="233" /></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste mundo novo e completamente caótico em que vivemos,  muita coisa mudou e, talvez, os jovens estejam mais preparados pra enfrentar as  novas situações com as quais nos defrontamos.</p>
<p style="text-align: justify;">A  sociedade ficou toda interligada e uma ação aqui, de repente, compreende uma  reação do outro lado do planeta. Por exemplo, o rebaixamento dos Estados Unidos  pela agência Standard &amp; Poor &#8211; que classificava o país como triple A, desde  1941 -, na última sexta-feira, foi um fato que gerou conseqüências mundiais  instantâneas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  Estados Unidos foram rebaixados a dois A+. O triple A é um atestado de que o  país não dará um calote nos seus credores. E, com isso, ninguém sabe o que vai  acontecer com a economia, a nível mundial. A Europa já está preocupada que a  Standard &amp; Poor possa fazer isso também nos países com problemas em seu  continente.<br />
<span id="more-4301"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, vemos que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> já nasceu  acostumada a uma relação causal mais ampla. Um fato ocorrido aqui pode  repercutir no mundo. E a parte boa é que essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> pode se expressar – e quer  fazê-lo – em diversos lugares reais e virtuais. Assim, quando uma coisa  acontece, eu posso me expressar pelo Google +, Twitter, Facebook, Orkut ou  qualquer outra mídia social. Posso enviar minhas críticas para uma revista real,  no tom que eu bem entender. Além disso, posso interpretar uma persona que eu  queira, uma personalidade, uma opinião, um personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Há  pessoas que têm mais de um perfil em cada mídia social.  Será que isso é bom ou  é ruim? Sempre temos os dois lados. Com tantas possibilidades de se expressarem,  os jovens entram em certa zona de risco. Risco de não saber mais o que, de fato,  pensam, ou no que acreditam.</p>
<p style="text-align: justify;">O  risco é essa geração mudar de idéia muito rapidamente e ter várias opiniões. O  risco é eles serem manipulados por algum “esperto”, como já aconteceu com as  massas. Assim, por exemplo, o caso da Geisy Arruda, aquela estudante de certa  universidade paulista que vestiu uma saia muito curtinha para ir à aula e foi  xingada, tendo que ser escoltada para fora da faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Engraçado porque depois eu perguntei aos jovens:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Mas, então, não pode ir para a faculdade com uma  sainha curta?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><em>- Pode.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- E pode ir de shortinho?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Pode!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Então, por que ela recebeu tantos  xingamentos?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Ah, porque estava legal todo mundo em conjunto,  xingando a moça. Mas pode ir para a universidade vestindo saia curta, a gente  até gosta mais!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato me chamou a atenção. Há uma liberdade de  expressão maior mas, ao mesmo tempo, há o perigo da ausência de filtros. Cada um  diz o que quer, quando deseja, da maneira que bem entende. Como no caso da Geisy  Arruda, isso é , a meu ver, perigoso. A multidão pode interferir na opinião dos  jovens da geração Y, manipulando esse posicionamento, que já é balançado por  natureza, pelo fato de haver tantas oportunidades para expressar opiniões de  múltiplas maneiras, com “diferentes tons de voz”, em variados contextos.</p>
<p style="text-align: justify;">Criar e manter um ambiente muito criativo é excelente,  mas o controle externo se torna mais difícil. Sei que os jovens podem se  expressar mais, mas há a possibilidade de descompromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Termino com a história de um rapaz da geração Y que  estava trabalhando e recebeu uma bronca do chefe porque não conseguia terminar a  tarefa que lhe foi dada. O moço ficou quieto e não disse um “mas” para o gestor  que, por sua vez, até achou que ele não havia reagido, que não tinha entendido.  Cinco minutos depois, o funcionário postou em seu Facebook: “Acabou a minha  terça-feira feliz”.</p>
<p style="text-align: justify;">Que  espécie de filtro é esse que nos faz anunciar ao mundo: “eu fiquei chateado  porque levei uma bronca?”. Qual eu espero que seja a reação dos meus chefes  quando publico isso, linkando as duas coisas tão facilmente?</p>
<p style="text-align: justify;">Fica aqui a reflexão: o que esta maneira de lidar com a  vida &#8211; tendo menos filtros, dizendo mais o que se pensa, na hora em que se quer  &#8211; pode acarretar dentro das organizações e em nossas vidas?</p>
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		<title>Exclusividade Y: até onde se sustenta tal conceito?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Marcal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Marçal &#8211; @tmarcal13 Resiliência, pró-atividade e sucesso imediato são palavras incrustadas no perfil Y, certo? Talvez essa característica não tenha sido radicada apenas na geração atual. Minha intenção não é diminuir o peso de grandes nomes de outras gerações que tiveram um curto tempo de vida, tais como Janis Joplin (geração baby boomer) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4240" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/ggg.jpg" alt="" width="313" height="159" /></p>
<p>Por Thiago Marçal &#8211;  @tmarcal13</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Resiliência, pró-atividade  e sucesso imediato são palavras incrustadas no perfil Y, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez essa  característica não tenha sido radicada apenas na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> atual. Minha intenção  não é diminuir o peso de grandes nomes de outras <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> que tiveram um curto  tempo de vida, tais como Janis Joplin (geração <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>) e Kurt Cobain  (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>), mas enfatizar uma Y que, como todos esses exemplos, não se conteve  e seguiu o mesmo caminho: Amy Winehouse.</p>
<p style="text-align: justify;">O  mundo está mais rápido e exigente, fazendo com que o jovem entre no mercado e na  vida adulta disposto a aprender, pois nada do que estudou se compara à  experiência dos mais velhos. Isso faz com que a válvula de escape raramente se  inove, somente chegue cada vez mais cedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, há uma enorme cobrança para que essa  geração seja de super profissionais, ao passo que, em outras épocas, ia se  aprendendo a profissão e ganhando responsabilidades de acordo com o avanço  etário.<br />
<span id="more-4239"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não  que isso seja uma desvantagem, já que, com a estimativa de vida que temos,  trabalharemos em mais de uma profissão. Entretanto, a saúde mental deve ser  muito bem observada, pois é por conta dela que surgirão as piores doenças. Lidar  com a frustração e com o desvio de objetivos não é fácil, ainda mais para uma  geração que cresceu competindo no videogame e a quem só interessa  vencer.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse pragmatismo relacionado ao fato de que a aeração Y  quer tudo para agora e, se não tiver, perde o interesse, preocupa-nos  profundamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O  rótulo de velocidade criado pela ansiedade dos jovens está lhes atrapalhando,  pois outras gerações, que geralmente ocupam cargos de decisão, estão comprando a  idéia e começando a barrar o desenvolvimento dos mais talentosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos acostumados a competir e a ganhar, mas quando isso  não era possível, era só “resetar” o jogo e começar de novo.  Essa dinâmica aplicada às grandes responsabilidades não é simples de ser  reiniciada e gera um desgaste emocional que não aprendemos com os videogames, e  que nosso pais não sabiam que encontraríamos nessas  proporções.</p>
<p style="text-align: justify;">Viver superficialmente conflita com “poder fazer tudo”.  Mas será que esse é apenas um problema da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> ou de todas as  demais?</p>
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		<title>A morte de Amy Winehouse e a onipotência da geração Y</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 15:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Winehouse]]></category>
		<category><![CDATA[Onipotência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Acho que todos nós lamentamos a morte da Amy Winehouse e questionamos como é que ela deixou que isso acontecesse. Embora o laudo definitivo da causa de sua morte ainda esteja em discussão, todos acreditam que ela tenha falecido por conta de uma overdose. Sabe-se que a cantora estava exagerando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4235" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/amy-winehouse.jpg" alt="" width="301" height="320" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que todos nós lamentamos a morte da Amy Winehouse e  questionamos como é que ela deixou que isso acontecesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o laudo definitivo da causa de sua morte ainda  esteja em discussão, todos acreditam que ela tenha falecido por conta de uma  overdose. Sabe-se que a cantora estava exagerando na bebida e nas drogas. Mas,  então, qual seria o motivo para ela brincar desse modo com a possibilidade da  morte?</p>
<p style="text-align: justify;">É  claro que outros gênios da música já morreram de overdose. A nossa Elis Regina,  da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, é um exemplo, assim como a Cassia Eller também é,  quando falamos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o que eu queria pontuar é a questão da  onipotência, essa mania da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> pensar e dizer “Eu posso tudo!”. A criança,  quando nasce, é onipotente. Ela se mistura à sua mãe e não sabe a diferença:  onde ela termina e onde a mãe começa. Trata-se de uma onipotência infantil. Aos  poucos, o bebê vai entendendo que há duas pessoas, não apenas uma, e que a mãe  tem vida própria, tal como ele. É o que a gente chama de potência.<br />
<span id="more-4234"></span><br />
A  partir daí, a criança sabe-se potente e com força, mas entende que há outras  coisas ou pessoas que interferem nessa potência. A equação não é mais do  primeiro grau: não há somente uma variável e, portanto, o que o bebê decidir não  será a resposta absoluta. A equação é complexa, tem muitas variáveis e todas  interferem no resultado. A missão nessa fase é fundamentalmente compreender que  o outro existe e reconhecê-lo em sua individualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A  gente costuma dizer que a geração Y acha que sabe e pode tudo. Eu brinco que,  quando minha neta de 4 anos diz: “ Vovó?”, eu respondo: “Pode!”. E ela deve  achar que o nome dela é “Pode!”. Sei que, agindo assim, não a ajudo a se  integrar no mundo, por permitir que ela faça tudo. Mas esse é o papel da avó,  não o papel dos pais ou da escola. Certamente não é o da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizemos que essa geração é, de certa maneira,  infantilizada. Ela talvez tenha mais dificuldade de se inserir no mundo,  percebendo as outras coisas ao redor. Sabe quando a mãe fala no telefone e o  filho chama “Mãe, mãe!”, o tempo todo? Sei que não é só com a geração Y que isso  acontece e há muitos adultos ainda infantilizados, mas é como se o filho não  reconhecesse que a mãe tem vida própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  jovens têm expectativas em relação ao mundo real e, às vezes, esses desejos não  se realizam; portanto, dizemos que eles apresentam maior tendência à angústia e  à depressão. Foi essa mesma onipotência doente que levou a Amy ao exagero. E é  bom a gente pensar se não está brincando com o perigo, quer seja com as drogas,  com o emprego ou com a faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveito para contar uma historinha que aconteceu com a  minha sobrinha Lara, retratando bem a questão da onipotência. Ela estava na  escola e foi pedido que as crianças fizessem um desenho. Passando pela mesa da  Lara, a professora perguntou “O que você está desenhando?”. E a Lara respondeu:  “Estou desenhando Deus!”. A professora argumentou: “Mas ninguém sabe como é  Deus!”. E a Lara, na sua onipotência toda, respondeu: “Daqui a cinco minutos,  todo mundo vai saber!”.</p>
<p style="text-align: justify;">É a  verdade do indivíduo que conta quando a postura dele ainda é onipotente. E é  isso que estamos precisando enfrentar no mundo de hoje. Mais que uma tarefa,  lidar com a onipotência é um desafio a ser encarado por todas as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em boa companhia</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/13/em-boa-companhia/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 17:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Ricardo Augusto Lombardi* &#8211; @rics_lombardi Dan Foreman é um Contato Publicitário cinquentão de uma grande revista de esportes, que não anda muito bem das pernas, e precisa de uma injeção de capital para não quebrar. Após uma reestruturação, Dan sofre um downgrade e passa a ter como chefe Carter Duryea, um jovem de 26 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4167" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/em-boa-companhia.jpg" alt="" width="360" height="253" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Ricardo Augusto Lombardi* &#8211;  @rics_lombardi</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dan  Foreman é um Contato Publicitário cinquentão de uma grande revista de esportes,  que não anda muito bem das pernas, e precisa de uma injeção de capital para não  quebrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma reestruturação, Dan sofre um downgrade e passa  a ter como chefe Carter Duryea, um jovem de 26 anos, que chega para implantar  uma nova política de vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">A  história relatada faz parte do roteiro do filme <em>Em Boa Companhia</em>,  estrelado por Dennis Quaid, Topher Grace e Scarlett Johansson. Qualquer  semelhança entre a trama hollywoodiana e a vida real não é mera  coincidência.<br />
<span id="more-4166"></span><br />
O  filme relata o choque de <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, um dos principais problemas que grandes  empresas enfrentam hoje com a chegada de jovens executivos Y, cada vez mais  responsáveis pelo gerenciamento de equipes formadas por profissionais X e baby  boomers.</p>
<p style="text-align: justify;">Dan  é o pai de família atencioso e preocupado com a educação de suas filhas. É um  marido dedicado e fiel à sua esposa. Apesar de não se considerar um bom  vendedor, acredita no produto que vende e entende que a revista é parte de uma  engrenagem que pode ajudar as empresas anunciantes a maximizarem seus  negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  contrapartida, Carter é um jovem executivo ambicioso e imediatista, que acaba de  receber o xeque-mate de sua esposa, com apenas sete meses de casamento.  Workaholic convicto, Carter é movido à cafeína e aproveita-se da experiência de  Dan para agregar conhecimentos à sua rotina de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos grandes clichês norte-americanos, o filme faz  uma reflexão sobre os relacionamentos no ambiente de trabalho e promove um  comparativo entre os modelos de trabalho dos novos e velhos executivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou  parar por aqui, porque não há nada mais desagradável do que contar o final do  filme. Corra até a locadora mais próxima e embarque nessa viagem rumo à nova  realidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Ricardo Augusto Lombardi é  Jornalista com especialização em conteúdo para Internet e Coordenador de Projeto  do portal <a href="http://ligadonafacul.com.br/">Ligado na  Facul</a>.</em></p>
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		<title>Tenores teens italianos na berlinda</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/08/tenores-teens-italianos-na-berlinda/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 14:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade – @renatoan Acaba de aterrissar uma novidade para a geração jovem dos Estados Unidos, que curte avassaladoramente a cultura “Disney teen”, incluindo os popstars Hannah Montana, Big Time Rush, Jonas Brothers e tantos outros: o grupo &#8220;Il Volo&#8221;. &#8220;Il Volo&#8221; são tenores teen que transformam música lírica em pop! Será que isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="257" src="http://www.youtube.com/embed/lw3c5d3aBSE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade –  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acaba de aterrissar uma novidade para a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> jovem  dos Estados Unidos, que curte avassaladoramente a cultura “Disney teen”,  incluindo os popstars Hannah Montana, Big Time Rush, Jonas Brothers e tantos  outros: o grupo &#8220;Il Volo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Il  Volo&#8221; são tenores teen que transformam música lírica em pop! Será que isso dá  samba?</p>
<p style="text-align: justify;">Piero Barone, 17 anos, Ignazio Boschetto, 16, e Gianluca  Ginoble, também 16, lançam este mês o primeiro CD, que mistura clássicos, como a  canção &#8220;O Sole Mio&#8221; (que ganhou uma versão em espanhol), e musicas inéditas.  &#8220;Queremos levar a música lírica pop às pessoas de todo o mundo, incluindo quem  tem a nossa idade&#8221;, afirmam os meninos. O trabalho já esta devidamente  distribuído em mídias sociais, lojas online e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">O  trabalho da gravadora Geffen Records estreou em décimo lugar na parada de álbuns  Billboard Top 200. O sucesso é devido ao trabalho exaustivo em aparições na TV,  incluindo &#8220;American Idol&#8221;, &#8220;The Tonight Show com Jay Leno&#8221;, entre tantos  outros.<br />
<span id="more-4151"></span><br />
A  geração de novas celebridades é assim: elas estão inacreditavelmente em todos os  lugares, possuem o dom de cantar, dançar, dublar (por quê não?!), representar em  seriados, acertar nas respostas em programas de entrevistas, ter conhecimento de  várias línguas, manter o bom-humor e ainda dar conta da vida pessoal que, nessa  época adolescente, é sempre muito confusa e repleta de  drama.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  tenores estão na berlinda e apostam na mesma fórmula dos Jonas Brothers, os bons  moços da Disney: estão disponíveis para virar o sonho das garotas e agora é só  esperar e avaliar se essa multiplataforma profissional – tipicamente, uma  receita americana &#8211; é quesito básico atual para ser famoso, ou se um treinamento  &#8220;made in Italy&#8221; também pode fazer sucesso. Vamos torcer!</p>
<p style="text-align: justify;">Sites de música que já ouviram o trabalho na íntegra  informam que os meninos, apesar da idade, impressionam na performance e no  timbre de voz, que demonstra quão longa e dura foi a jornada que eles já  enfrentaram para se tornarem superstars, afinal, nada aconteceu de uma hora para  outra e existiu todo um planejamento e estudo  mercadológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  críticos das principais revistas de música do mundo ficam na torcida, afirmando  que essa pode ser uma alternativa de injetar música de qualidade no meio de  fanáticos por Justin Bieber e Lady Gaga. Não que esses não tenham seu valor  músico-cultural, mas os fãs de música clássica e ópera acreditam que, com o  trabalho de &#8220;Il Volo&#8221;, os jovens podem encontrar &#8220;uma lufada de ar fresco&#8221; e que  o cenário musical, em geral, será beneficiado.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber mais sobre o trio?</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse o site oficial: <a href="http://www.ilvolomusic.com/">www.ilvolomusic.com</a></p>
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