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	<title>Foco em Gerações &#187; Educação</title>
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		<title>Para lidar com geração Z, professor recorre às redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
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		<description><![CDATA[É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a &#8220;geração Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4952" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/criancas-mouse-maos-pais_3255655.jpg" alt="" width="292" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">É findada a era em que professores,  frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma  turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino  fundamental e médio, a &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas.  Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens,  a tecnologia é a principal aliada dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Lecionando química há 15 anos, o  professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas  (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por  nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. &#8220;Eles são multimídia,  fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook  aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o  pé&#8221;, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Render-se ao perfil mais agitado dos  jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro  encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em  suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. &#8220;Eu crio tirinhas de humor e  memes (<em>ilustrações cômicas que se propagam na rede</em>) sobre química,  converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o  professor faz essas coisas, os alunos respeitam&#8221;, garante.<br />
<span id="more-4951"></span><br />
Segundo a psicóloga Paula Pessoa  Carvalho, que cursa especialização em Teoria Clínica Analítico Comportamental na  USP, os educadores de hoje devem investir no dinamismo e na criatividade. &#8220;Os  trabalhos que favorecem a interação com o outro são os mais indicados, assim  como aqueles que utilizam a tecnologia, tão familiar à <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>. Atividades  muito sistemáticas não terão sucesso&#8221;, avalia. Os anos de experiência ajudaram o  professor a compreender o perfil dos alunos e, a partir disso, planejar aulas  que evitassem dispersar a turma. Ele garante que o segredo para manter a turma  atenta é intercalar minutos de exposição com a participação direta dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula acredita que o ambiente e a  estrutura curricular e os métodos de ensino tradicionais estão ultrapassados.  &#8220;Os alunos não conseguem ficar focados no que está sendo ensinado, e o resultado  disso é a falta de interesse e o baixo rendimento&#8221;, aponta. O papel do professor  no desenvolvimento do aluno também parece ter diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dino, o pouco contato que  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> como os &#8220;baby boommers&#8221;, nascidos entre as décadas de 1940 e 1960,  tinham com os adultos dava força à voz do professor. Hoje, o cenário é  diferente. &#8220;Antigamente, as únicas referências eram pai, tio, padrinho, padre. A  geração da internet tem mil amigos no Facebook, 500 seguidores do Twitter. O  professor é só uma referência entre outras muitas que eles têm&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que as abordagens via redes  sociais funcionem, pais e professores devem estar atentos também ao  desenvolvimento do aluno no campo pessoal já que, entre as deficiências dessa  geração, está a dificuldade em se relacionar. Para evitar o problema, a  psicóloga comportamental Jéssica Fogaça destaca a importância do acompanhamento  da família. &#8220;Os pais podem ajudar realizando outras atividades sociais com os  filhos, apresentando outros estímulos. É importante ampliar o repertório das  crianças e jovens&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista em clínica  analítico-comportamental infantil também aponta as atividades físicas como uma  boa opção para sair do ambiente tecnológico. &#8220;Os esportes são muito indicados,  desde futebol, passando por artes marciais, que são ótimos para exercer a  disciplina, até as danças, que estimulam a coordenação motora, a expressão  artística, o convívio social e a produção de endorfina&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5573407-EI8266,00-Para+lidar+com+geracao+Z+professor+recorre+as+redes+sociais.html">Portal  Terra</a></strong></p>
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		<title>Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4879" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/2152434-5353-rec.jpg" alt="" width="295" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há pouco tempo, quando os alunos  eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma  biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos  dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro  quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas  um clique.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que deveria ser um avanço  acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de  Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem  realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo  está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o  Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de  informação, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo, os pesquisadores pediram  que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a  internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas  intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas  realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros  links e erraram todas as questões.<br />
<span id="more-4878"></span><br />
O trabalho revelou uma realidade  lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas,  sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor  aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de  Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é  consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com  informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se  restringe somente a crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A internet deixou as pessoas em  geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas  online&#8221;, diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola,  atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. &#8220;Os  educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias&#8221;,  afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa americana também  comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de  suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a  pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de  diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum  soube informar quais foram os sites utilizados. &#8220;Os jovens confiam demais na  internet&#8221;, destaca o diretor de Educação a Distância da  Uniderp.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola de Educação Básica Rocha  Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto &#8220;Ensinando a fazer pesquisas na internet&#8221;  foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática  Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de  pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo  utilizar as barras de pesquisa a seu favor.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho consiste em um  questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar  sobre esses assuntos. &#8220;Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as  palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa,  procurando o site mais interessante&#8221;, explica, dizendo que os pequenos são  auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes  de informação confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor do Núcleo de Tecnologia  Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior  conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do  núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o  conceito em sala. &#8220;Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso  nas escolas&#8221;, opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos  alunos em realizar trabalhos de pesquisa. &#8220;Eles se contentam com os primeiros  links&#8221;, diz, destacando que é comum ouvir frases como &#8220;achei no  Google&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mondadori Junior defende a postura  adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como  fonte de pesquisa. &#8220;É interessante proibir só no início, pois assim o estudante  descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio  virtual&#8221;, explica. José Moran discorda: &#8220;Isso resulta em um estudante que usa  livros na escola, e a internet em casa&#8221;, sentencia, ressaltando que as  dificuldades continuariam existindo. &#8220;Um dia esse aluno vai poder usar a  internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na  escola&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mais de 20 anos de docência,  Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus  alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. &#8220;Sempre que eu passo  trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os  estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google&#8221;, diz, afirmando que  ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. &#8220;Com isso,  o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo  que está no meio online é verdadeiro&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola Nossa Senhora das Graças,  em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em  2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online  que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado  o &#8220;Caminhos de pesquisa na internet&#8221;, uma ferramenta virtual que discute alguns  critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem  dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de  sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de achar a solução  interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar  a sua disposição. &#8220;A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos  e terem noções críticas de fontes de pesquisa&#8221;, opina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5525558-EI8266,00.html">Terra</a></strong></p>
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		<title>Ken Robinson diz que as escolas acabam com a criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber O professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade. Assista ao vídeo acima e confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="398" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="398" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Tatiana  Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação  de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a  criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima e confira!</p>
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		<title>Sob o ponto de vista profissional, parece que chegamos ao primeiro mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 14:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Berger Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adriano Berger &#8211; @nanoberger Calma, não se empolgue e nem leve em bons termos o título desse post&#8230; O que parece uma boa notícia pode, na verdade, ser um problema. Porque, veja bem uma coisa: lembra-se do tempo em que a faculdade era uma possibilidade para poucos, devido a escassez de opções, ao alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4696" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/1207129819_maos_por_pinduricos__flickr.jpg" alt="" width="259" height="259" /><br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Adriano Berger &#8211;  @nanoberger</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Calma, não se empolgue e nem leve em bons termos o  título desse post&#8230; O que parece uma boa notícia pode, na verdade, ser um  problema. Porque, veja bem uma coisa: lembra-se do tempo em que a faculdade era  uma possibilidade para poucos, devido a escassez de opções, ao alto custo das  poucas particulares disponíveis e ao  difícil acesso às públicas gratuitas? Pois  bem, isso é coisa do passado.</p>
<p style="text-align: justify;">E, no tempo dessa realidade não muito distante, os  cursos profissionalizantes eram uma boa alternativa para a conquista de bons  empregos e até o fomento para abertura do próprio negócio, como padaria,  açougue, carpintaria, serralheria, oficinas mecânicas, etc. Daí que o SENAC e o  SENAI eram também foco de cobiça para muitos jovens iniciarem-se no mercado de  trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, os tempos mudaram e hoje o que se vê é uma explosão  de acessos a faculdades (não vamos debater a qualidade delas&#8230;) e uma busca por  empregos menos relacionados a atividades operacionais, como as de um  supermercado, por exemplo.</p>
<p><span id="more-4695"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, conforme relatado na edição de agosto da revista  <a href="http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15147&amp;sid=23&amp;tpl=section%5Ftpl13">Supermercado  Moderno</a>, a falta de mão-de-obra qualificada, principalmente para áreas de  açougue e padaria, é um problema em franco crescimento de norte a sul do  país.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso, de certa forma, me consola pelo fato de não ser a  única vítima desse problema, pois no Tocantins há uma dificuldade gritante por  suprir essas duas áreas de atuação com profissionais que saibam trabalhar e,  principalmente, <strong>que queiram trabalhar</strong>&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, virá a pergunta fatídica: por que eu disse lá em  cima que &#8220;profissionalmente parece que chegamos ao primeiro mundo&#8221;? Muito  simples. Se observarmos o curso da história, veremos que da década de 80 em  diante houve um processo migratório agressivo de brasileiros para os EUA e  Europa, em busca de empregos tipicamente operacionais. Ou seja, estávamos  dispostos a fazer aquilo que os trabalhadores de primeiro mundo não queriam para  si e aproveitar para fugir do desemprego brasileiro. Óbvio, pois  norte-americanos e espanhóis sentiam-se demasiadamente desenvolvidos para  trabalhar em uma padaria ou restaurante.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí, vem meu pensamento paralelo: se hoje o brasileiro  encontra-se em grande quantidade estudado, informatizado e, muitas vezes, até  pós-graduado, quem é que sobra para fazer o trabalho operacional? Ninguém&#8230; ou  melhor, há uma parcela populacional que ficou na parte de baixo do abismo  educacional, mas bem lá embaixo, e sem condição nenhuma de fazer sequer um curso  técnico. Porque, até para isso, é preciso ter uma educação mínima para prestar  vestibulinho (coisa em que a escola pública pouco contribui) ou pagar uma  mensalidade, mesmo que pequena, mas que tem grande peso no orçamento  doméstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, meu povo brasileiro, é com grande orgulho que  informo que, graças à espetacular estabilidade econômica de nosso país, hoje  estamos com um grande número de profissionais graduados que não se sujeitam mais  aos antigos empregos técnicos, não se contentam mais com os salários medianos,  mas que também não se empregam fácil onde gostariam para ganhar o quanto  desejariam por falta de experiência adquirida.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, agora temos 3 blocos: um grande grupo de  desempregados graduados e inexperientes, outro grande grupo de desempregados sem  estudo e sem experiência profissional nenhuma, e um terceiro grupo de  empregadores desesperados atrás de bons profissionais técnicos, levando até 180  dias para repor uma vaga que antes demandava 30 dias de  procura&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É  mole? Com essa realidade, para podermos nos sentir primeiro mundo, só falta  intensificar a invasão de imigrantes dos países vizinhos em busca de emprego  nessas áreas nas quais não queremos mais sujar as nossas mãos. E, sob o meu  ponto vista, se solucionarem o problema no segmento supermercadista, serão muito  bem-vindos, pois, enquanto isso, o desenvolvimento industrial brasileiro não  parece capaz de crescer na mesma proporção que a irreversível ambição de nossa  graduada juventude&#8230;</p>
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		<title>Estimular criatividade na infância ajuda na escolha da carreira</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 16:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Viviam Klanfer Nunes A infância é um período de desenvolvimento físico, mental e psicológico. Estar presente nesse processo e atuar de forma ativa é a grande recomendação de especialistas para os pais. Pensando no futuro das crianças e, principalmente, naquele período em que suas escolhas vão determinar o rumo de suas vidas, os pais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4641" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/crianca_brincando.jpg" alt="" width="280" height="269" /></p>
<p>Por Viviam Klanfer Nunes</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A infância é um período de  desenvolvimento físico, mental e psicológico. Estar presente nesse processo e  atuar de forma ativa é a grande recomendação de especialistas para os pais.  Pensando no futuro das crianças e, principalmente, naquele período em que suas  escolhas vão determinar o rumo de suas vidas, os pais devem fazer com que seus  filhos se envolvam, o quanto antes, com atividades que estimulam a  criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, certas atividades  estimulam a criação, ou seja, aumentam a capacidade criativa dos jovens. Em um  processo criativo, consequentemente, a criança tem de saber justificar suas  escolhas, ou seja, por que optou por fazer algo de uma forma ou de outra. Essa  habilidade, de saber escolher, é justamente a que vai permitir que a criança  cresça tornando-se um indivíduo mais autônomo e independente, capaz de fazer  escolhas conscientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A pedagoga Maria Ângela Barbato  Carneiro, da Faculdade de Educação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica),  explica que as atividades que permitem a criação são interessantes, pois o jovem  desenvolve algo a partir dos seus próprios interesses e com capacidade de  justificar suas escolhas. Se a criança tem a possibilidade de optar por fazer  algo da forma que preferir, ela também é capaz de justificar suas  opções.<br />
<span id="more-4640"></span><br />
Tudo está ligado ao processo de  escolhas, que nada mais é do que um procedimento de reflexão. Esse ponto vai ser  importante quando chegar a época de decidir por uma carreira ou outra, e os  jovens, mais independentes, vão conseguir ser mais  assertivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Observe algumas atividades que  estimulam o processo criativo:</p>
<p style="text-align: justify;">- Cursos de artes;<br />
-  Artesanato;<br />
- Fotografia;<br />
- Teatro;<br />
- Aeromodelismo;<br />
- Materiais  tecnológicos (criação de sites e blogs);<br />
- Marcenaria (trabalhos com  diferentes materiais).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser interessante e  recomendado que os pais estimulem os filhos a desenvolver algum tipo de  atividade que trabalhe com o processo criativo, alguns cuidados são importantes.  Antes de mais nada, a criança precisa sentir prazer fazendo aquilo. “Se ela  gosta, mas se sente obrigada a fazer aquilo todos os dias, não será produtivo”,  avalia a pedagoga.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os pais precisam  observar os gostos, as aptidões e os interesses dos filhos. Não se deve  selecionar uma atividade e simplesmente matricular a criança no curso. É preciso  entender se é isso mesmo que ela quer e gosta de fazer. “Tem que sondar a  habilidade e se ver se ela está disposta a fazer”, orienta Maria  Ângela.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, dê opções. Permitir e  estimular que os filhos aprendam a fazer escolhas por si só sempre é o mais  indicado, mas sempre levando em conta a capacidade e a idade da criança para  fazer essa ou aquela opção. Portanto, inclusive nesse momento, a sugestão é  apresentar as atividades que seu filho pode fazer e permitir que ele mesmo  escolha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/capacitacao/noticia/2250926-criancas+estimular+criatividade+infancia+ajuda+escolha+carreira">InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>Os conselhos de Steve Jobs para jovens em início de carreira</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Talita Abrantes Filho adotivo de um casal de operários e sem um diploma universitário, os primeiros anos da vida de Steve Jobs tinham todos os ingredientes para um futuro pouco promissor, segundo os olhos do senso comum. Mas, com a Apple e a Pixar, ele construiu um império e, durante seus anos de vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UF8uR6Z6KLc?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/UF8uR6Z6KLc?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Talita Abrantes</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Filho adotivo de um casal de operários e sem um diploma universitário, os primeiros anos da vida de Steve Jobs tinham todos os ingredientes para um futuro pouco promissor, segundo os olhos do senso comum. Mas, com a Apple e a Pixar, ele construiu um império e, durante seus anos de vida adulta, mudou as bases do mundo da tecnologia e do mercado do cinema de animação. Como isso foi possível?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4536"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O próprio Jobs, que faleceu no dia 05/10, deu algumas pistas para a resposta em um discurso durante a formatura da turma de 2005 da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Confira quais foram os principais conselhos de Steve Jobs para os formandos de 2005 – que podem (ou devem) ser seguidos por todo profissional em início (ou em processo de revitalização) de carreira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Siga sua curiosidade e intuição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem ver muito sentido no fato dos pais investirem todas as economias em uma formação que ele mesmo não sabia se teria muita utilidade, Jobs cursou apenas um semestre da graduação no Reed College, em 1976.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos 18 meses seguintes, dedicou-se a obedecer a sua curiosidade e intuição. Em outras palavras, passou a cursar apenas as disciplinas que, realmente, pareciam interessantes aos seus olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, foi parar no curso de caligrafia da instituição de ensino. Naquela época, o conhecimento que adquiriu na disciplina não tinha “sequer um lampejo de aplicação prática” na vida dele. Dez anos depois, foram esses conceitos que balizaram toda revolução tipográfica do Macintosh.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, “se eu nunca tivesse entrado naquele simples curso na faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tamanhos de letras ou fontes proporcionalmente espaçadas”, disse. “E já que o Windows copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal as teria”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Tenha fé de que tudo fará sentido no futuro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isso leva a outra grande lição de Jobs. Quando deixou a universidade, Jobs, realmente, não sabia como seu destino iria se desenrolar. Apenas decidiu “confiar que tudo ia acabar dando certo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como ele mesmo expôs no discurso, se não tivesse deixado a graduação, não teria frequentado as aulas de caligrafia e, portanto, não teria mudado os conceitos de tipografia em computadores pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí vai o conselho: “Você não pode conectar os pontos olhando para frente; você apenas pode conectá-los olhando para trás”, disse. “Então, você precisa acreditar que os pontos, de alguma maneira, irão se conectar no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Não tenha medo de recomeçar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1985, um ano após lançar o Macintosh e nove após fundar a Apple com Steve Wozniak, foi demitido da companhia por brigas internas com o então CEO da empresa, John Sculley. “O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta se fora, e isso foi devastador”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Encontre um trabalho que você ame</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No discurso, Jobs afirma que a paixão pelo que fazia foi a única razão para continuar – apesar das circunstâncias. Por isso, ele aconselhou: “Você precisa encontrar o que você ama”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, já que o trabalho irá ocupar uma boa parte dos seus dias, a única maneira de se sentir satisfeito com a vida é fazendo um bom trabalho. E o único meio para isso, é amando o que você faz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, contudo, ele percebeu o lado bom dessa espécie de fracasso pessoal. “O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser um iniciante novamente”, disse. “Isso me libertou para entrar em um dos períodos mais criativos da minha vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse período, conheceu sua esposa, fundou a Pixar e a NeXt. Casou-se, a Pixar lançou o memorável Toy Story (que balançou as bases do cinema de animação) e a NeXt foi comprada pela Apple. Ele retornou para a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple”, afirmou. “Foi um remédio de gosto ruim, mas eu acredito que o paciente precisava dele. Algumas vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo relacionamento, ele se tornará melhor e melhor conforme os anos forem passando. Então, continue procurando até você encontrar. Não sossegue”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Lembre-se de que, um dia, irá morrer</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a lembrança de que a morte é certa para todos deveria dar uma nova perspectiva às vidas profissionais e pessoais. “Lembrar-se de que você irá morrer é o melhor meio que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem alguma coisa a perder”, disse. “Você já está nu. Não há nenhuma razão para não seguir seu coração”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Seu tempo é limitado, então não o perca vivendo a vida de outra pessoa. Não seja preso pelo dogma – que é viver em função dos pensamentos de outros. Não deixe o barulho da opinião alheia tornar a sua voz interior inaudível”, disse. “E o mais importante, tenha a coragem para seguir seu coração e intuição”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Confira acima o vídeo original do discurso!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-conselhos-de-steve-jobs-para-jovens-em-inicio-de-carreira" target="_blank">Exame.com</a></strong></p>
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		<title>Geração Z ensina os pais a usar tecnologia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 18:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Millennials]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carla Hosoi Assim como há tabus perpetuados por gerações e gerações, há também abismos capazes de se abrir ou se fechar de acordo com as relações estabelecidas entre avôs, pais e filhos. Para a Geração Z, denominação usada para os nascidos de meados dos anos 90 até o início desta década, a “fluência tecnológica” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4437" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Pai_Filho.jpg" alt="" width="250" height="201" /><br />
Por Carla  Hosoi</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como há tabus perpetuados por  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> e gerações, há também abismos capazes de se abrir ou se fechar de  acordo com as relações estabelecidas entre avôs, pais e filhos. Para a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a>  Z, denominação usada para os nascidos de meados dos anos 90 até o início desta  década, a “fluência tecnológica” pode encurtar distâncias – não só da jovem  geração com o mundo, mas também dentro de casa.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Ana Luiza foi quem me introduziu  ao MSN, Orkut, plataformas de blog. Aos 8 anos ela já me pediu para ter acesso a  esses aplicativos e eu tive que aprender como funciona, as regras, as  responsabilidades envolvidas. Desde os 6 anos ela curte novas tecnologias e já  fazia livrinhos no Power Point com essa idade”, conta a mãe e analista de  sistemas Christiana Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a pequena “nativa virtual” já  tem 12 anos e continua explorando com facilidade os ambientes digitais,  antecipando novidades, descobrindo como equipamentos e programas funcionam, sem  recorrer a manuais, tutoriais ou mesmo ao conhecimento dos próprios pais. “Outro  dia eu comprei uma máquina fotográfica nova e em cinco minutos ela descobriu que  ela também funcionava como um GPS. Eles são muito rápidos, aprendem o mecanismo  de funcionamento de tudo com uma velocidade impressionante”, diz a  mãe.</p>
<p><span id="more-4436"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Casos como o de Ana Luiza ilustram  as estatísticas comprovadas por pesquisas feitas tanto no Brasil como no  exterior. Aqui, uma recente pesquisa feita pela Quest Inteligência de Mercado  detectou que 79% dos internautas da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a> criam e compartilham informações  como vídeos, textos e músicas na web, sendo assim a principal geração produtora  e disseminadora de conteúdo virtual. Já o Joan Ganz Cooney Center, centro de  pesquisas e inovações norte-americano voltado ao estudo de mídias digitais para  o desenvolvimento de crianças, constatou que mais de 1/3 dos pais de crianças  com 3 a 10 anos declararam ter adquirido algum conhecimento tecnológico com seus  filhos. Segundo o relatório, a maior parte dos pais tem sob controle a  “explosão” da mídia na vida das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em  casa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O acesso à tecnologia faz parte não  apenas da vida escolar, mas da rotina familiar de muitas crianças, algumas até  em fase pré-escolar. Maria Clara, 5 anos, é filha do publicitário Guilherme  Loureiro. Desde os dois anos se interessa pelo computador. “A escolinha tinha um  site com jogos feitos para a idade dela e nós a ensinamos a digitar as teclas  certas para ela mesma colocar a senha e aprender a jogar”, relembra o pai. Hoje  ela não tem problemas em operar um iPad.</p>
<p style="text-align: justify;">Disponibilizar tantas ferramentas e  informações aos filhos ainda pequenos causa estranheza e desafia muitos pais a  uma reflexão sobre o assunto. Mas, tanto no caso de Ana Luiza como no de Maria  Clara, a acessibilidade é supervisionada de perto, com regras muito bem  estabelecidas pelos pais, que impõem horários e condições para o uso dos  dispositivos. “A cultura tecnológica hoje é uma realidade. Eu não proíbo, mas  busco um equilíbrio”, argumenta Guilherme.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Christiana, mãe de Ana Luiza,  as regras são muito claras e aceitá-las é condição incontestável para ter acesso  à tecnologia. Mas, para estabelecer as regras, ela também precisa entender das  novidades. “Tenho que aprender constantemente, para saber o que posso liberar e  com quais restrições. Se você acompanha e ensina, tanto ela como eu conseguimos  nos apropriar da tecnologia de maneira construtiva”,  acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo José Milagre, advogado e  perito em segurança na internet, o cenário de “pais analógicos criando filhos  digitais” exige muito mais que proibição e controle vigiado. Para ele, censurar  com guarda-costas digitais, programas Proxy e outras ferramentas do tipo apenas  distancia pais e filhos. “As crianças são mais espertas e acabam burlando essas  regras técnicas. O melhor caminho é o do bom-senso e do diálogo. Os pais  precisam entender essa realidade e marcar presença, navegar, conhecer. Assim  terão argumentos para evitar a superexposição dos filhos, afastando-os dos  perigos digitais, que não são poucos”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Experiência digital como  ponte</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O intercâmbio de experiências  digitais pode diminuir conflitos entre pais e filhos. A evolução tecnológica vai  apresentar, cada vez mais, novas mídias e formas de se comunicar. Permanecer  resistente ou indiferente a tantas mudanças certamente não leva ao estreitamento  dos laços familiares. “Antes era a TV, depois veio o DVD, agora há computadores,  dispositivos mobiles, celulares. Não são propriamente os novos adventos  tecnológicos que distanciam ou aproximam pessoas dentro de casa, mas o diálogo,  a abertura ou a falta desses canais de comunicação. A tecnologia pode  potencializar um problema, mas nunca é sua causa”, ressalta a neuropsicóloga  Mônica Carolina Miranda, da Unifesp.</p>
<p style="text-align: justify;">A engenheira Lucila Saito, mãe de  Henrique, 9 anos, e Marilia, 6, não nega: muitas vezes, é mais fácil tirar  algumas dúvidas com o próprio filho do que buscar, ela própria, a solução. “Eu  tenho um iPhone. Para baixar um aplicativo, recorro ao Henrique, porque eu nunca  fiz isso. Tudo para ele é mais fácil. Outro dia mesmo estávamos num restaurante  e eu preocupada em voltar para ligar para minha mãe no Skype. De repente o  Henrique estava falando com ela no Skype do meu telefone. Nem eu, nem meu marido  sabíamos ser possível fazer isso”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Se hoje existe a possibilidade de  alternar os papéis de aprendiz e tutor entre pais e filhos, por que não  aproveitá-la com as devidas responsabilidades? “Os filhos têm maior domínio  instrumental dessas tecnologias e sabem disso. Mas reconhecem, sim, os pais e os  professores como detentores dos porquês de tantas informações”, finaliza Maria  Elizabeth Almeida, professora do Departamento de Pós-graduação em Educação da  PUC-SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Como salienta o perito José Milagre,  os ambientes virtuais são como “paisagens naturais” para os representantes da  geração Z. Mas o fato de serem habilidosos manipuladores de ferramentas  tecnológicas não os torna capazes de lidar com tanta informação. “Eles precisam  de educação digital. E quem pode proporcionar isso são os pais e educadores”,  recomenda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://delas.ig.com.br/filhos/geracao-z-ensina-os-pais-a-usar-tecnologia/n1597200611564.html">iG</a></strong></p>
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		<title>Jovem de 16 anos é o chinês mais jovem a obter um mestrado universitário</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 18:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado universitário]]></category>
		<category><![CDATA[Zhang Xinyang]]></category>

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		<description><![CDATA[Com apenas 16 anos de idade, Zhang Xinyang se transformou no cidadão chinês mais jovem a obter um mestrado, outorgado pela Universidade de Indústria de Pequim, e em iniciar um doutorado na mesma instituição, informou o portal de notícias Sina.com. Zhang, que aos dez anos começou seu curso universitário, contou ao portal que como estudante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4429" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/size_590_universidade-chinesas-brasil.jpg" alt="" width="388" height="290" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas 16 anos de idade, Zhang  Xinyang se transformou no cidadão chinês mais jovem a obter um mestrado,  outorgado pela Universidade de Indústria de Pequim, e em iniciar um doutorado na  mesma instituição, informou o portal de notícias <a href="http://sina.com/" target="_blank">Sina.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhang, que aos dez anos começou seu  curso universitário, contou ao portal que como estudante de pós-graduação teve  mais dificuldades para passar nos cursos, mas que no final conseguiu o nível de  seus companheiros e terminar sua tese final com bons  resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem acrescentou que o que mais  lamenta é ter terminado o ensino médio saltando o último ano, razão pela qual  ficou sem passar pela pressão que os estudantes chineses sofrem nesse ano letivo  e que, segundo Zhang, é importante experimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">O adolescente já começou seus  estudos de doutorado e, até o momento e embora acabe de começar o semestre  acadêmico, seus novos professores o descreveram como um estudante maduro,  humilde, pacífico e prometeram que não lhe darão um tratamento  &#8220;especial&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/jovem-de-16-anos-e-o-chines-mais-jovem-a-obter-um-mestrado-universitario">Exame.com</a></strong></p>
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		<title>A família sabe lidar com a Geração Digital?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 17:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Educador e psiquiatra especialista em adolescência, Içami Tiba fala sobre a Geração Digital e o comportamento dos jovens do século XXI em relação a valores morais. Será que a escola e a família sabem lidar com essas crianças? Ao ler ou ouvir Içami Tiba, sempre temos muito a descobrir e aprender. Acompanhe a entrevista nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Educador e psiquiatra especialista em adolescência, Içami Tiba fala sobre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Digital e o comportamento dos jovens do século XXI em relação a valores morais. Será que a escola e a família sabem lidar com essas crianças?</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ler ou ouvir Içami Tiba, sempre temos muito a descobrir e aprender. Acompanhe a entrevista nos vídeos abaixo:</p>
<p><iframe width="400" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/1JLvN6LHFr8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span id="more-4419"></span></p>
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<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/tag/geracao-digital/">Veja</a></p>
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		<title>Aprender a aprender sempre será um desafio neste novo milênio</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Roberto Recinella]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Recinella* “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender”. Alvin Toffler O problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na outra ponta. Infelizmente, no caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4407" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/aprender.jpg" alt="" width="380" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Roberto Recinella*</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Os  analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e  escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e  reaprender”. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alvin Toffler</em></p>
<p style="text-align: justify;">O  problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para  processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na  outra ponta. Infelizmente, no caminho do processamento, pouco ou nada  agregamos de pensamento crítico ao conteúdo sendo processado, alem de  decorá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Hermann  Ebbinghaus, o fundador da pesquisa cientifica sobre memória, no século  XIX, usou sílabas ininteligíveis em seus testes de memória para se  assegurar de que o ato puro da recordação não fosse maculado pelo  significado. Descobriu que as pessoas esquecem cerca de 80% do que  aprendem em 24 horas. Após esse tempo, a perda é menos rápida. A  acelerada perda de informação pelo subconsciente tornou-se conhecida  como &#8220;a curva do esquecimento&#8221;.<br />
<span id="more-4406"></span><br />
Pesquisas  mostram que, após uma semana, nos esquecemos de 75% e, após um mês, de  98%. Para melhorar esse índice durante a leitura ou estudo, vale anotar  as palavras desconhecidas e pesquisar seu significado, já que o ideal é  documentar o que foi lido, para que não se perca.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  professor, mais de uma vez, distribuiu uma série de textos e pediu que  os alunos lessem e indicassem os pontos em que não concordavam com o  texto. Foi um desafio gigantesco para a maioria dos alunos, pois o  mestre não queria um simples resumo do texto. Ele desejava que os alunos  compreendessem (o que é totalmente diferente de ler) e depois pudessem  debater seus conceitos e experiências pessoais, para poder realizar  assim, uma crítica. O que na maioria das vezes acontece é que os alunos  não conseguem realizar a tarefa por estarem despreparados para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  o mundo globalizado, podemos dizer, com certa segurança, que estamos na  Era da Informação. Novas ideias nos chegam a todo o momento e, sempre  que nos deparamos com uma informação, teremos duas possibilidades:  distorcê-la e procurar encaixá-la em nossas velhas categorias ou deixar a  nova informação se organizar por si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Peter  Senge propõe a Learning Organization: organizações e pessoas que  aprendem o tempo todo, conclamando a inovar, a se desenvolver e a  aprender de verdade por meio de cinco disciplinas: raciocínio sistêmico,  domínio pessoal, modelos mentais transparentes e éticos, objetivos  comuns e aprendizagem coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas  disciplinas possibilitam uma nova maneira das pessoas verem a si mesmas  e ao mundo, interagindo melhor no diálogo interno e externo, via  comunicação intra e interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender  a desaprender significa evoluir, deixar aquilo que acreditamos e  aceitar novas verdades. Existe uma ferramenta em qualidade total que se  chama 5S, em que o primeiro S é o descarte. Todos que já trabalharam com  essa ferramenta sabem como é difícil convencer as pessoas a abrirem mão  de objetos e coisas. Se a resistência já é terrivelmente grande para  essas coisas físicas e materiais, imagine como é difícil descartar  idéias, verdades absolutas e dogmas que construímos e carregamos ao  longo de nossas vidas&#8230; como é difícil mudar!</p>
<p style="text-align: justify;">Para desaprender temos que descartar, desobedecer e desacatar o <em>status quo</em> em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas  desobedecer não é sinônimo de desacatar. O desacato fica por conta do  nosso olhar. Desobedecer significa não seguir as regras impostas;  significa ousar, quebrar uma lógica; fazer diferente. A punição  freqüente de toda e qualquer desobediência impede o desenvolvimento de  uma das atitudes mais essenciais para a aprendizagem nesse novo século:  quebrar paradigmas, ousar, reconfigurar. É, no mínimo, contraditório  termos que educar para a mudança, para a reconfiguração constante,  reprimindo permanentemente a ousadia. Os educadores e gestores confundem  contestação com falta de respeito, impedindo assim um ambiente evoluído  de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  Walther Hermann, do Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano,  os professores estão cada vez mais inseguros, pois cada aluno assiste à  televisão, está conectado à Internet e brinca em seu computador  multimídia em casa. Viaja regularmente e participa de algumas discussões  e decisões em seus lares.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada  vez mais, esses professores convivem com o fantasma do não saber. Cada  um desses alunos pode levantar a mão em aula e desmentir o conteúdo de  seus ensinamentos como sendo desatualizados! Nós escutamos muitas  &#8220;histórias da carochinha&#8221; em nossa educação e, muitas vezes, não  tínhamos habilidade de argumentar e questionar. Essas novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> não  aceitam tais fantasias. Suas percepções e seu acesso às informações  disponíveis no ambiente são suas referências. Usam os mesmos  instrumentos para colocar o sistema em contradição, diz Hermann.</p>
<p style="text-align: justify;">O  mesmo drama vem sendo vivido dentro das organizações, em que a gerência  e a alta gerência &#8211; pessoas que já passaram dos 40 anos (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> baby  boomer e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>) &#8211; enfrentam a entrada dessa nova geração no mercado  de trabalho, que é extremamente bem preparada. Eles estudaram nas  melhores universidades, completaram seus MBA´s em instituições de renome  internacional, viveram e trabalharam em outros países, são fluentes em  duas ou mais línguas e dominam tecnologias de ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja  nas corporações ou nas instituições de ensino, essa nova geração está  abalando todas as regras e estruturas. Avessos a burocracias e processos  inúteis, seus modelos mentais simplificam tudo ao seu redor. Não são  vistos muitos deles no nível executivo de liderança, com exceção dos  setores de alta tecnologia e de empreendimento de risco. As pessoas da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> tendem a ser altamente pragmáticas, objetivas e orientadas às  ações. A alta tecnologia é bastante atraente para a mentalidade da  Geração Y, porque permite dar vazão à criatividade, inovação e resolução  de problemas práticos. Nascidos na era da internet e globalização, essa  geração está acostumada às mudanças constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente  de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a  televisão, o rádio, o telefone, música e internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O  grande desafio das empresas é manter as marcas que hoje fazem sucesso e  cresceram com os &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s&#8221; (nascidos entre 1942 e 1953) e os  acompanham na meia-idade na liderança. A dúvida é saber se elas vão se  reinventar para atender à geração Y ou se serão substituídas nessa  tarefa por marcas ainda desconhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Haverá,  nos próximos anos, um choque de gerações, caso não repensemos o  ambiente de trabalho. A Geração X, que hoje atua nas organizações, é  capaz de gerar resultados por meio de processos estabelecidos, regras  claras, usando experiência profissional e de vida. A Geração Y chega  trazendo respostas rápidas, utilizando recursos de informática com  excelência e sendo capaz de criar novas soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  dos desafios mais importantes impostos às organizações da sociedade do  conhecimento é o desenvolvimento de práticas sistemáticas para  administrar a autotransformação, abandonando o obsoleto e aprendendo a  criar o novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Compilando  todas as informações que você recebeu agora, deve ter chegado à  conclusão de que não resta alternativa a não ser aprender e reaprender.  Esse será o desafio constante que cada um de nós irá enfrentar daqui pra  frente. Não podemos deixar passar um dia sequer sem reaprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueçam  a coerência, virtude tão exigida pela sociedade. Prefiram a  inteligência de saber se posicionar diante de novas situações, novos  ambientes e novos relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos  próximos anos, só terão êxito e poderão alcançar o sucesso, seja em que  atividade for, aqueles que hoje estão cuidando de rever suas práticas e  seus paradigmas. As práticas, as posturas e os comportamentos  jurássicos atuais estão se tornando obsoletos, na incrível velocidade do  pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recicle  seu conhecimento. Aprenda, desaprenda e reaprenda. Somos transformados a  partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos  impactados pela idéia e sentimento do outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Roberto Recinella é<strong> </strong></em><em>especialista  em Gestão do Capital Humano, formado em Coaching e eleito um dos 25  maiores nomes em motivação corporativa no Brasil. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio/58172/" target="_blank">Administradores</a></strong></p>
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