<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Foco em Gerações &#187; Geração X</title>
	<atom:link href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/category/geracao-x/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.focoemgeracoes.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 19:22:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.5</generator>
<cloud domain='www.focoemgeracoes.com.br' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
		<item>
		<title>Quer ser colaborador do blog Foco em Gerações?</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/13/quer-ser-colaborador-do-blog-foco-em-geracoes/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/13/quer-ser-colaborador-do-blog-foco-em-geracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 17:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Foco em Gerações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4785</guid>
		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Você se interessa por geração Y, gosta de estar antenado ao que acontece no mundo dos jovens e curte escrever sobre o assunto? Aqui é o seu lugar! Venha fazer parte do grupo de “Artikullocks”, os articulistas do blog de Eline Kullock, presidente do Grupo Foco especialista em gerações! Envie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-4664 alignnone" title="-" src="http://blog.grupofoco.com.br/foconomercado/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/typing-test.jpg" alt="" width="288" height="191" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p>Você se interessa por <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>,  gosta de estar antenado ao que acontece no mundo dos jovens e curte escrever  sobre o assunto?</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui é o seu lugar! Venha fazer  parte do grupo de “Artikullocks”, os articulistas do blog de Eline Kullock,  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a> especialista em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">Envie um e-mail para <a href="mailto:comunicacao@grupofoco.com.br">comunicacao@grupofoco.com.br</a>, com  seu post, uma mini-biografia e uma foto.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há tamanho padrão para os textos, desde que eles sejam  relacionados ao tema, de modo a promover o entendimento e amenizar os conflitos  presentes no mundo corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O blog é atualizado pessoalmente pela Eline e todos os textos  enviados passam por um processo editorial.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que a contribuição é  voluntária.</p>
<p style="text-align: justify;">Será um prazer ter você entre os nossos  colaboradores!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Participe!</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/13/quer-ser-colaborador-do-blog-foco-em-geracoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dica da Geração X para a Geração Y</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/01/dica-da-geracao-x-para-a-geracao-y/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/01/dica-da-geracao-x-para-a-geracao-y/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 16:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4612</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcelo Cuellar* Muito se fala sobre como as novas gerações são hábeis na gestão de diversos meios de informação, especialmente nas mídias sociais. A pluralidade de informações disponíveis para essa nova geração, ao mesmo tempo em que os deixa informados em tempo real sobre notícias do mundo todo, também os confunde, gerando dúvida quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/R4o0UVOLrZo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Marcelo  Cuellar*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito se fala sobre como as novas  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> são hábeis na gestão de diversos meios de informação, especialmente nas  mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A pluralidade de informações  disponíveis para essa nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, ao mesmo tempo em que os deixa informados em  tempo real sobre notícias do mundo todo, também os confunde, gerando dúvida  quando o assunto é decidir a carreira ou o próximo passo  profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o maior medo mesmo é o de  decidir errado e perder uma grande oportunidade ou “perder tempo” em uma escolha  errada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, compartilho  uma entrevista muito interessante que vi com Marcelo Tas. Confira no vídeo  acima!<br />
<span id="more-4612"></span><br />
Quer fazer a melhor escolha de  carreira?  Faça como as novas gerações: busque mais o conteúdo do que os meios  que o levarão até ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou confuso? Pense no exemplo que  o Tas dá quando fala da moto. Ao invés de focar no veículo e em suas  especificações técnicas, pense mais na viagem que aquela moto pode proporcionar  e nas paisagens que você vai conhecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Use essa analogia para suas decisões  profissionais. Não necessariamente o nome da empresa ou o seu porte serão  decisivos para o seu maior crescimento profissional. Não se deixe influenciar  unicamente por campanhas publicitárias ou embalagens de produtos na gôndola;  escolha a empresa ou profissão pela gama de aprendizados e oportunidades reais  que ela pode oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, para tomar decisões sobre  sua carreira, utilize todas as ferramentas disponíveis (principalmente as redes  sociais). Não se atenha apenas ao que a empresa te vende ou ao que você lê no  site oficial da companhia na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Um profissional de sucesso é aquele  que procura experiências profissionais que se tornem pilares para o seu  crescimento profissional. E essas experiências podem ser obtidas não somente nas  grandes empresas, mas também nas pequenas, em empresas familiares, em um  intercâmbio ou mesmo abrindo um negócio próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil está repleto de  oportunidades e os próximos anos serão muito favoráveis para aqueles ávidos por  oportunidades de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">BOA SORTE!!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Cuellar é administrador,  pós-graduado em Recursos Humanos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em São  Paulo, mas também músico com muitos cursos completos relacionados ao tema. Atuou  no mundo corporativo em empresas nacionais e multinacionais em funções ligadas à  estratégia organizacional, em projetos de Balanced Scorecard, projetos de  transformação cultural e com as demais áreas relacionadas aos subsistemas  tradicionais de Recursos Humanos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=3771">Blog da Você  S/A</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/01/dica-da-geracao-x-para-a-geracao-y/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Geração X, Y, Z e pessoas W</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/25/geracao-x-y-z-e-pessoas-w/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/25/geracao-x-y-z-e-pessoas-w/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 18:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4591</guid>
		<description><![CDATA[Por Roberto Tostes* Essa tal da Geração Y ou Geração do Milênio virou a bola de vez em artigos, estudos e comentários na internet. Nascidos a partir dos anos 80 e 90 e criados no que chamamos de ambiente digital, ela parece ser a bola de cristal capaz de prever o futuro das empresas, negócios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4592" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/victory.jpg" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p>Por Roberto  Tostes*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa tal da <strong><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> ou  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> do Milênio</strong> virou a bola de vez em artigos, estudos e  comentários na internet. Nascidos a partir dos anos 80 e 90  e criados no que chamamos de <strong>ambiente  digital</strong>, ela parece ser a bola de cristal capaz de prever o<strong> </strong><strong>futuro das  empresas, negócios e da própria  web</strong><strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Multitarefas, eles querem tudo  rápido, questionam as hierarquias tradicionais, sabem trabalhar de forma  colaborativa, gostam de inovação e tem como lema trabalhar para viver e não  viver para trabalhar – ao contrário <strong>da Geração  X</strong> dos anos 60 e 70, que se sacrificou pela dedicação ao trabalho  e tem uma relação mais complicada com computadores e aparelhos  eletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Geração  Z</strong>, dos nascidos após 2001, mantém essas características de  nativos digitais, vivendo mais ainda a explosão das redes sociais e o  compartilhamento de ideias, gostos e produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos ver o lado bom dessa  questão, de que as coisas podem realmente estar mudando a partir da web, do  barulho de um monte de <strong>gente  conectada</strong>.</p>
<p><span id="more-4591"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Só que, agora, eles são um rebanho  de bilhões de pessoas que está ditando novas regras para quem antes os  comandava. A lógica se inverteu e o sistema atual precisa se adaptar rapidamente  para sobreviver. Para a <strong>economia de  mercado,</strong> isso pode ser uma ameaça muito grande, pois é grande o  risco deles serem atropelados por essa massa de cabeças com opinião e vontade  própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que eu quero destacar é que,  além das <strong><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a> Y e  Z</strong>, existem  muitas pessoas que desde os primeiros tempos de web viram na rede um brilho  especial. Não importa aí a idade, podem ter 5, 15, 20, 40, 60, 80 anos ou  mais.</p>
<p style="text-align: justify;">São pessoas curiosas, movidas pelo  conhecimento e pelo interesse do próximo, do grupo. Para mim, a verdadeira  geração revolucionária é feita dessas <strong>pessoas  W</strong>, que não são identificadas facilmente por nenhuma pesquisa de  mercado, classe ou gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo aquelas que ainda não têm  acesso a um a computador já trazem em si um requisito humano básico de querer  trocar, compartilhar e dividir, conhecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas W são intensas e emotivas.  Sabem curtir a vida nas ruas, na praia, na montanha, ou na literatura, ficção,  tevê e cinema, assim como da mesma forma se encantam com as possibilidades da  internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem até trabalhar e ficar durante  horas conectadas, mas sabem entrar e sair das telas sem confundir uma coisa com  outra, abrindo e fechando portas sem perder a noção da  realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas W sempre existiram e  continuarão presentes em todas as gerações. O <strong>futuro é  virtual</strong>, mas precisamos muito desse <strong>toque  pessoal</strong><strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Roberto Tostes é publicitário e escritor. Formado em  Comunicação Social pela UFF – Rio de Janeiro, atualmente dá assessoria em  estratégias de comunicação, projetos editoriais e marketing  digital.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.pontomarketing.com/estilo-de-vida/geracao-x-y-z-e-pessoas-w/">Ponto  Marketing</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/25/geracao-x-y-z-e-pessoas-w/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um mais um é igual a três</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/20/um-mais-um-e-igual-a-tres/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/20/um-mais-um-e-igual-a-tres/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Coworking]]></category>
		<category><![CDATA[Master Mind]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4568</guid>
		<description><![CDATA[Por Adriano Barbosa* – @pontopessoal Lendo o livro “A Lei do triunfo para o século 21”, adaptação realizada por Jamil Albuquerque do long seller escrito em 1928 por Napoleon Hill, uma frase me chamou a atenção: “Pode-se dizer que na sinergia um mais um é igual a três”. O conceito de Master Mind já estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4569" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/113.png" alt="" width="342" height="228" /></p>
<p>Por Adriano  Barbosa* – @pontopessoal</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lendo o livro “A Lei do triunfo para o século 21”,  adaptação realizada por Jamil Albuquerque do <em>long seller</em> escrito em 1928  por Napoleon Hill, uma frase me chamou a atenção: “Pode-se dizer que na sinergia  um mais um é igual a três”.</p>
<p style="text-align: justify;">O  conceito de Master Mind já estava na mente quando percebi que com a soma do  conceito de Coworking formava-se sinergia. Mas o que é um e  outro?</p>
<p style="text-align: justify;">Master Mind é a reunião de duas ou mais pessoas em  harmonia com o objetivo de cooperar com ideias para os negócios (e a  vida). Coworking é um grupo de profissionais que unem forças, dividem despesas e  colaboram para o sucesso de todos. E sinergia vem do grego e quer dizer  “funcionar junto”.<br />
<span id="more-4568"></span><br />
Então, tenho sinergia quando somo Master Mind (Um) e  Coworking (Um), pois obtenho (igual) Empreendedorismo  (Três).</p>
<p style="text-align: justify;">Empreender hoje é uma tendência que as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> já  reconhecem.</p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, quando não está atarefada demais com seus cargos de gestão, está  pensando na aposentadoria depois de abrir um negócio próprio. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> luta e  está ansiosa por liderar pessoas, e isso faz com que abram suas ideias ao  mercado e comecem a ganhar dinheiro com suas próprias garras.</p>
<p style="text-align: justify;">E a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z? Essa já é instruída, desde os tempos de ensino médio com matérias  específicas, de que o empreendedorismo é uma profissão de risco, mas que tem o  maior índice de satisfação pessoal quando se fala em trabalho e  profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  importa para qual geração esteja se falando, mas sim que o empreendedorismo é  reconhecido e compreendido por todas elas, e quando ele se junta aos outros dois  conceitos, torna-se um terceiro ainda mais completo e recheado de boas  intenções.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Master Mind é uma formação que já existe há muito tempo, mas que agora, com a  importância de se relacionar, está novamente entrando em evidência. Se sozinho  você é capaz de muitas coisas, o que seria se contigo juntassem outras pessoas  com objetivos semelhantes e com muita vontade de fazer acontecer? Isso é o  Master Mind.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Coworking é uma chuva de compartilhamento e resultados. É a divisão que gera  negócios. É algo novo, mas muito vivo e repleto de pessoas cheias de atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Empreendedorismo é o sonho, a luta. O Coworking é a forma e o Master Mind é a  estratégia. Juntos, podemos comunicar essa realidade e desenvolver o sucesso,  que cresce aos poucos na sinergia dos gestos e atitudes dos profissionais de  diferentes gerações, neste Brasil repleto de oportunidades, ainda mais para quem  afirma que um mais um é igual a três.</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Adriano Barbosa é Bacharel em  Administração de empresas, MBA em Comunicação e Marketing e Líder Coach (2010).  Atualmente, faz parte do quadro de funcionários da Embratel S.A. regional sul,  respondendo pelo Planejamento Empresarial. Há mais de cinco anos, estuda e  aplica os conceitos do Marketing Pessoal na Gestão da Carreira e Imagem,  publicando artigos, ministrando cursos e palestras nos estados de Minas Gerais,  Paraná e Santa Catarina. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Site: </em></strong><strong><em><a href="http://www.pontopessoal.com.br/" target="_blank">www.pontopessoal.com.br</a></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Blog: </em></strong><strong><em><a href="http://blog.pontopessoal.com.br/" target="_blank">http://blog.pontopessoal.com.br</a></em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/20/um-mais-um-e-igual-a-tres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A geração Y e a metáfora do sapo</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/15/a-geracao-y-e-a-metafora-do-sapo/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/15/a-geracao-y-e-a-metafora-do-sapo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 13:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomers]]></category>
		<category><![CDATA[Metáfora do sapo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4423</guid>
		<description><![CDATA[Por Bruno de Souza* &#8211; @brunounix Os baby boomers foram condicionados pela observância de certos valores (respeito, lealdade, honestidade, lealdade…) e a crença de que, para ser feliz, o essencial era ter respeito. A geração X, ansiosa para ter sucesso, começou a procurar padrões para entender como ser um bom líder, ser o melhor, ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4424" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/sapo.jpg" alt="" width="237" height="213" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Bruno de Souza* &#8211; @brunounix</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s foram condicionados pela observância de certos valores (respeito, lealdade, honestidade, lealdade…) e a crença de que, para ser feliz, o essencial era ter respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, ansiosa para ter sucesso, começou a procurar padrões para entender como ser um bom líder, ser o melhor, ter um bom desempenho. E sobre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>? Quero mostrar por meio desta pequena parábola:</p>
<p style="text-align: justify;">Era uma vez uma competição que havia sido organizada por sapos. O objetivo era alcançar o topo de uma torre. Muitos fãs se reuniram para ver a corrida e apoiar os participantes. E a corrida começou…</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ninguém realmente acreditava.  As pessoas diziam: “Pena!!! Vocês não vão conseguir.”<strong> </strong>Alguns começaram a desistir, outros a cair. Mas havia um que persistia e continuava a subir.</p>
<p><span id="more-4423"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A multidão continuava gritando: “Pena!!! Vocês não vão conseguir.” E os sapinhos estavam desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo, embora arfante.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, só restava um que, com enorme esforço, chegou ao topo da torre.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta dos sapos. Queriam saber o que tinha acontecido.  E, assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido, descobriram que ele era surdo!</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y parece surda às injunções e orientações emitidas pelas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> anteriores e autoridades, porque, para ela:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O significado do que fazemos é mais importante      do que a regra ou a meta.</li>
<li>A autoridade não necessariamente sempre tem      razão.</li>
<li>O que era bom antes não é necessariamente      hoje. O mundo está mudando e precisamos mudar com ele.</li>
<li>É necessário retroceder em certos princípios.</li>
<li>Não é preciso ter medo de pensar fora do      contexto.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A geração Y responde muito menos aos comandos e controles tradicionais de gerenciamento. Para ela, o mais importante é a liberdade de pensar por si mesmo. O fundamental é saber administrar as diferenças, sem desvalorizar os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veteranos</a> (X e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Essa geração trouxe novos conceitos na elaboração e divulgação de todos os tipos de conteúdo, sejam informações, imagens ou mídias audiovisuais. As novas ideias devem ser ouvidas e apoiadas já que são a chave para maximizar paradigmas atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Bruno de Souza é estudante de Marketing e CEO do Blog Marketing Digital 2.0.</em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.brunodesouza.com/geracao-y-metafora-sapo" target="_blank"><strong>Marketing Digital 2.0</strong></a><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/15/a-geracao-y-e-a-metafora-do-sapo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprender a aprender sempre será um desafio neste novo milênio</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/12/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio-por-roberto-recinella/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/12/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio-por-roberto-recinella/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomers]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Recinella]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4406</guid>
		<description><![CDATA[Por Roberto Recinella* “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender”. Alvin Toffler O problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na outra ponta. Infelizmente, no caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4407" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/aprender.jpg" alt="" width="380" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Roberto Recinella*</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Os  analfabetos do século XXI não serão aqueles que não conseguem ler e  escrever, mas sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e  reaprender”. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alvin Toffler</em></p>
<p style="text-align: justify;">O  problema é que, na realidade, não aprendemos. Tornamo-nos máquinas para  processar um conteúdo e despejá-lo de forma relativamente processada na  outra ponta. Infelizmente, no caminho do processamento, pouco ou nada  agregamos de pensamento crítico ao conteúdo sendo processado, alem de  decorá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Hermann  Ebbinghaus, o fundador da pesquisa cientifica sobre memória, no século  XIX, usou sílabas ininteligíveis em seus testes de memória para se  assegurar de que o ato puro da recordação não fosse maculado pelo  significado. Descobriu que as pessoas esquecem cerca de 80% do que  aprendem em 24 horas. Após esse tempo, a perda é menos rápida. A  acelerada perda de informação pelo subconsciente tornou-se conhecida  como &#8220;a curva do esquecimento&#8221;.<br />
<span id="more-4406"></span><br />
Pesquisas  mostram que, após uma semana, nos esquecemos de 75% e, após um mês, de  98%. Para melhorar esse índice durante a leitura ou estudo, vale anotar  as palavras desconhecidas e pesquisar seu significado, já que o ideal é  documentar o que foi lido, para que não se perca.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  professor, mais de uma vez, distribuiu uma série de textos e pediu que  os alunos lessem e indicassem os pontos em que não concordavam com o  texto. Foi um desafio gigantesco para a maioria dos alunos, pois o  mestre não queria um simples resumo do texto. Ele desejava que os alunos  compreendessem (o que é totalmente diferente de ler) e depois pudessem  debater seus conceitos e experiências pessoais, para poder realizar  assim, uma crítica. O que na maioria das vezes acontece é que os alunos  não conseguem realizar a tarefa por estarem despreparados para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  o mundo globalizado, podemos dizer, com certa segurança, que estamos na  Era da Informação. Novas ideias nos chegam a todo o momento e, sempre  que nos deparamos com uma informação, teremos duas possibilidades:  distorcê-la e procurar encaixá-la em nossas velhas categorias ou deixar a  nova informação se organizar por si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Peter  Senge propõe a Learning Organization: organizações e pessoas que  aprendem o tempo todo, conclamando a inovar, a se desenvolver e a  aprender de verdade por meio de cinco disciplinas: raciocínio sistêmico,  domínio pessoal, modelos mentais transparentes e éticos, objetivos  comuns e aprendizagem coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas  disciplinas possibilitam uma nova maneira das pessoas verem a si mesmas  e ao mundo, interagindo melhor no diálogo interno e externo, via  comunicação intra e interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender  a desaprender significa evoluir, deixar aquilo que acreditamos e  aceitar novas verdades. Existe uma ferramenta em qualidade total que se  chama 5S, em que o primeiro S é o descarte. Todos que já trabalharam com  essa ferramenta sabem como é difícil convencer as pessoas a abrirem mão  de objetos e coisas. Se a resistência já é terrivelmente grande para  essas coisas físicas e materiais, imagine como é difícil descartar  idéias, verdades absolutas e dogmas que construímos e carregamos ao  longo de nossas vidas&#8230; como é difícil mudar!</p>
<p style="text-align: justify;">Para desaprender temos que descartar, desobedecer e desacatar o <em>status quo</em> em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas  desobedecer não é sinônimo de desacatar. O desacato fica por conta do  nosso olhar. Desobedecer significa não seguir as regras impostas;  significa ousar, quebrar uma lógica; fazer diferente. A punição  freqüente de toda e qualquer desobediência impede o desenvolvimento de  uma das atitudes mais essenciais para a aprendizagem nesse novo século:  quebrar paradigmas, ousar, reconfigurar. É, no mínimo, contraditório  termos que educar para a mudança, para a reconfiguração constante,  reprimindo permanentemente a ousadia. Os educadores e gestores confundem  contestação com falta de respeito, impedindo assim um ambiente evoluído  de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  Walther Hermann, do Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano,  os professores estão cada vez mais inseguros, pois cada aluno assiste à  televisão, está conectado à Internet e brinca em seu computador  multimídia em casa. Viaja regularmente e participa de algumas discussões  e decisões em seus lares.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada  vez mais, esses professores convivem com o fantasma do não saber. Cada  um desses alunos pode levantar a mão em aula e desmentir o conteúdo de  seus ensinamentos como sendo desatualizados! Nós escutamos muitas  &#8220;histórias da carochinha&#8221; em nossa educação e, muitas vezes, não  tínhamos habilidade de argumentar e questionar. Essas novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> não  aceitam tais fantasias. Suas percepções e seu acesso às informações  disponíveis no ambiente são suas referências. Usam os mesmos  instrumentos para colocar o sistema em contradição, diz Hermann.</p>
<p style="text-align: justify;">O  mesmo drama vem sendo vivido dentro das organizações, em que a gerência  e a alta gerência &#8211; pessoas que já passaram dos 40 anos (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> baby  boomer e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>) &#8211; enfrentam a entrada dessa nova geração no mercado  de trabalho, que é extremamente bem preparada. Eles estudaram nas  melhores universidades, completaram seus MBA´s em instituições de renome  internacional, viveram e trabalharam em outros países, são fluentes em  duas ou mais línguas e dominam tecnologias de ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja  nas corporações ou nas instituições de ensino, essa nova geração está  abalando todas as regras e estruturas. Avessos a burocracias e processos  inúteis, seus modelos mentais simplificam tudo ao seu redor. Não são  vistos muitos deles no nível executivo de liderança, com exceção dos  setores de alta tecnologia e de empreendimento de risco. As pessoas da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> tendem a ser altamente pragmáticas, objetivas e orientadas às  ações. A alta tecnologia é bastante atraente para a mentalidade da  Geração Y, porque permite dar vazão à criatividade, inovação e resolução  de problemas práticos. Nascidos na era da internet e globalização, essa  geração está acostumada às mudanças constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente  de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a  televisão, o rádio, o telefone, música e internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O  grande desafio das empresas é manter as marcas que hoje fazem sucesso e  cresceram com os &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s&#8221; (nascidos entre 1942 e 1953) e os  acompanham na meia-idade na liderança. A dúvida é saber se elas vão se  reinventar para atender à geração Y ou se serão substituídas nessa  tarefa por marcas ainda desconhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Haverá,  nos próximos anos, um choque de gerações, caso não repensemos o  ambiente de trabalho. A Geração X, que hoje atua nas organizações, é  capaz de gerar resultados por meio de processos estabelecidos, regras  claras, usando experiência profissional e de vida. A Geração Y chega  trazendo respostas rápidas, utilizando recursos de informática com  excelência e sendo capaz de criar novas soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  dos desafios mais importantes impostos às organizações da sociedade do  conhecimento é o desenvolvimento de práticas sistemáticas para  administrar a autotransformação, abandonando o obsoleto e aprendendo a  criar o novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Compilando  todas as informações que você recebeu agora, deve ter chegado à  conclusão de que não resta alternativa a não ser aprender e reaprender.  Esse será o desafio constante que cada um de nós irá enfrentar daqui pra  frente. Não podemos deixar passar um dia sequer sem reaprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueçam  a coerência, virtude tão exigida pela sociedade. Prefiram a  inteligência de saber se posicionar diante de novas situações, novos  ambientes e novos relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos  próximos anos, só terão êxito e poderão alcançar o sucesso, seja em que  atividade for, aqueles que hoje estão cuidando de rever suas práticas e  seus paradigmas. As práticas, as posturas e os comportamentos  jurássicos atuais estão se tornando obsoletos, na incrível velocidade do  pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recicle  seu conhecimento. Aprenda, desaprenda e reaprenda. Somos transformados a  partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos  impactados pela idéia e sentimento do outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Roberto Recinella é<strong> </strong></em><em>especialista  em Gestão do Capital Humano, formado em Coaching e eleito um dos 25  maiores nomes em motivação corporativa no Brasil. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio/58172/" target="_blank">Administradores</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/12/aprender-a-aprender-sempre-sera-um-desafio-neste-novo-milenio-por-roberto-recinella/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meu heróis estão morrendo nos remakes</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/06/meu-herois-estao-morrendo-nos-remakes/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/06/meu-herois-estao-morrendo-nos-remakes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 18:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[heróis]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[remakes]]></category>
		<category><![CDATA[Turma da Mônica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4390</guid>
		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Outro dia, fui convidado para uma palestra sobre geração Y, na qual o responsável afirmou que o público havia “pedido” o crescimento dos personagens da Turma da Mônica. Fiquei admirado com esse dado e, sempre que possível, faço a enquete com a geração X e a resposta é contrária. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4391" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/princesas-disney-careta001.jpg" alt="" width="346" height="346" /></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211; @renatoan</em></strong><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, fui convidado para uma palestra sobre  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, na qual o responsável afirmou que o público havia “pedido” o  crescimento dos personagens da Turma da Mônica. Fiquei admirado com esse dado e,  sempre que possível, faço a enquete com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> e a resposta é  contrária.</p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> X, consumidora de quadrinhos, é fiel aos seus personagens de infância e  não deseja mudanças&#8230; Prova disso são os debates infinitos sobre os<em> remakes</em> para o cinema com os super-heróis. Para quem não acompanha o  &#8220;assunto sério&#8221;, muita gente reclama de filmes que retratam os clássicos como o  Homem de Ferro, que foi repaginado para o cinema; o novo Superman, que vai  colocar a cueca vermelha dentro do uniforme e a fantástica Mulher Maravilha, que  ainda não conseguiu sair do projeto, mas cujo uniforme original (shortinho e  tomara-que-caia) será alterado para jeans e jaqueta.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando para a palestra sobre <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>: acho que o  correto seria dizer que Mauricio de Sousa tenta inventar uma fórmula para ganhar  dinheiro e o resultado disso decepciona os fãs. A última tramóia de sua equipe  foi sugerir que Mônica vai &#8220;crescer&#8221;, usar aparelho, ter filhos&#8230; O sonho  acabou, estamos realmente em uma sociedade de consumo! Teremos o creme para  rugas da Magali com cheirinho de melancia, aguardem!<br />
<span id="more-4390"></span><br />
Na  semana passada, fiz um teste e apresentei a Turma da Mônica<em> Teen</em> para  minha sobrinha, que ficou sem entender o enredo e não reconhecia alguns  personagens. O pior foi ler a Turma da Mônica em mangá: esse prometia um visual  diferenciado, mas não compro mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O  público fã de quadrinhos não quer esse tipo de mudança. É um clássico, mexe com  sentimentos e vamos combinar: não dá certo!<br />
Prova disso é o sucesso do  Tumblr &#8220;<a href="http://porramauricio.tumblr.com/" target="_blank">http://porramauricio.tumblr.com/</a>&#8220;, no qual  os internautas selecionam as gafes da equipe de produção querendo &#8220;modernizar&#8221; a  história. Cebolinha falando gíria &#8220;ELADA&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">Em  tempo, essa semana saíram algumas informações  sobre como devem ser algumas das  <a href="http://viagem.uol.com.br/album/novidades_disney_2011_album.jhtm?abrefoto=21#fotoNav=21" target="_blank">novas atrações da Disney World de Orlando</a>.  Ufa! A Disney é muito mais clássica&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Caso contrário, Jasmine estaria procurando Aladdin em  Dubai, teríamos um <em>reality-show</em> com Branca de Neve e os Sete Anões, Alice  estaria sob vigilância dos “Narcóticos Anônimos” e Bela teria tosado a Fera,  afinal, temos que agradar o público metrossexual  consumista.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  acho necessário e digno reconstruir heróis; é necessário, sim, criar novos  &#8220;ídolos&#8221;. Prova disso são os desenhos &#8220;As Meninas Super-Poderosas&#8221; e &#8220;Ben 10&#8243;,  que já marcaram seu lugar na história infantil.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Remakes </em>sem  respeitar o público original? Transformar produtos de sucesso de uma geração  para outra, somente por golpe de marketing? Não, obrigado!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/09/06/meu-herois-estao-morrendo-nos-remakes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Confissão de uma geração X que já teve seus dias de geração Y</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/22/confissao-de-uma-geracao-x-que-ja-teve-seus-dias-de-geracao-y/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/22/confissao-de-uma-geracao-x-que-ja-teve-seus-dias-de-geracao-y/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 16:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4217</guid>
		<description><![CDATA[Por Ale Garattoni* &#8211; @alegarattoni Li a matéria da revista Época sobre a ansiedade da geração Y, sobre como os mais preparados acabam por se tornar os mais despreparados psicologicamente. Na seqüência, recebi o link de um ótimo texto de Caio Braz. E não resisti em me abrir e relatar a vocês um pouco das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4218" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/untitledf.png" alt="" width="264" height="334" /></em></strong></p>
<p><strong><em>Por </em></strong><strong><em>Ale Garattoni* &#8211;  @alegarattoni</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Li a matéria da revista Época sobre  a ansiedade da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, sobre como os mais preparados acabam por se tornar os  mais despreparados psicologicamente. Na seqüência, recebi o link de um ótimo  texto de Caio Braz. E não resisti em me abrir e relatar a vocês um pouco das  minhas experiências profissionais do passado – das quais não me orgulho nem um  pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho há alguns anos com muitos  autênticos representantes da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y. Por sorte, sempre (ou quase sempre)  excelentes, mas é cada vez mais comum me deparar com ansiedades desmedidas – e  desnecessárias – e uma pressa que só atrapalha. A gente enxerga que a pessoa tem  um ótimo futuro, mas, de repente, ela põe tudo em jogo porque se enxerga “too  cool for you”. Isso já me aconteceu mais de uma vez e eu sempre acho que todo  mundo sai perdendo.</p>
<p style="text-align: justify;">E penso isso principalmente por me  lembrar de que, apesar de não fazer parte da tal geração Y, eu, mimada e filha  única, também tive, em meus 20, erros de percurso dos quais sempre me  arrependerei. Hoje, enxergo oportunidades perdidas, caminhos que se tornaram  mais longos e outros &#8220;micos&#8221; que, na época, passavam despercebidos do alto da  minha (falta de) maturidade.<br />
<span id="more-4217"></span><br />
Não estagiei durante a faculdade. No  último mês de aulas, entrei em um processo de seleção para a área de PR  internacional da H.Stern (uma super empresa, mas o cargo em si era um pouco  diferente da minha expectativa e envolvia receber grupos estrangeiros em hotéis  e encaminhá-los à loja especial da matriz em Ipanema). Passei um mês em testes –  entrevistas em três idiomas, dinâmicas de grupo em português e inglês, conversas  com o RH – antes de ser aprovada entre centenas de candidatos e encarar um longo  e completíssimo treinamento sobre jóias. Com poucas semanas no emprego, fui  conversar com o chefão da minha área e pedir, sem rodeios nem muita humildade,  para ser imediatamente transferida para o marketing, pois aquele cargo não era o  que mais combinava com minha formação. Ele (que, eu viria a saber só depois,  apostava muito em mim) bem que tentou, mas o RH, certamente mais preparado para  mimos pós-adolescentes, barrou. E eu disse que então estava formalizando ali  minha demissão. Com 2 meses de empresa. Devo certamente ter passado mais tempo  em seleção e treinamento do que no trabalho em si. E jamais me perdoei por isso,  pois hoje, aos quase 35, vejo que poderia ter seguido uma ótima carreira por lá.  Eu tinha, na época, recém-completados 24 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Três anos se passaram. Nesse meio  tempo, eu até tentei trabalhar com minha mãe na agência de publicidade que ela  tinha na época, mas, em família, o mimo era ainda maior/pior. Uma discordância  com a DONA da empresa (a.k.a. minha mãe) e eu pegava o primeiro táxi de volta  pra Ipanema. Depois de um período como estudante profissional – curso atrás de  curso –, eu estava infeliz, improdutiva e sem perspectivas. Ninguém mais  acreditava que um dia eu teria uma carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, aos 27, eu FINALMENTE comecei a  entender que o mundo adulto não era assim tão simples, não era na base do “eu  quero isso, do meu jeito, e tem que ser agora… ah, e me dá um aumento aí porque  eu sou muito fundamental aqui”. Fui trabalhar com a Isabela Capeto e posso dizer  que foi nesse momento que eu passei de Y para X, minha geração de verdade.  Ganhava um salário que não chegava sequer a ser uma ajuda de custo (a empresa  estava em seus primeiros meses e não tinha budget para uma equipe sênior – ainda  bem, pois eu tinha tudo menos um currículo sênior, né?!). E aqueles três dígitos  mensais NUNCA me impediram de trabalhar com o mesmo esforço que eu teria fosse  um salário 20 vezes maior. Com o mesmo esforço que eu teria se a empresa fosse  minha. Fazia o meu trabalho, o que esperavam de mim, mas, principalmente, o que  não esperavam.</p>
<p style="text-align: justify;">E eu também ia ao correio, que ficava  três quadras adiante, vinte vezes por dia, levando caixas enormes de amostras e  pedidos de multimarcas – ia vinte vezes porque levar mais de uma caixa daquelas  por vez era fisicamente impossível. Também ia muito ao banco fazer pagamentos,  pois, no começo da empresa, não havia um office-boy e eu era a recém-chegada  ali. E quer saber? Agradeço todos os dias por isso. Da mesma forma que agradeço  minhas experiências em meus primeiros empregos no jornalismo, que envolviam  dormir com o celular dentro do travesseiro, caneta e bloquinho na mesinha de  cabeceira e habilidade de taquígrafa sempre a postos. Agradeço por ter aprendido  a tempo a importância do respeito à hierarquia, ainda que não se concorde muito  com a ordem recebida ou até mesmo com a capacidade de quem dá a ordem. Se  ninguém ainda te contou, eu sinto muito em ser a mensageira das más notícias  (que nem são tão más assim no fim), mas a gente precisa fazer muita coisa de que  não gosta. Muito mais coisa chata do que coisa legal. E sempre com um sorriso  nos lábios.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não é uma lição de moral (até  porque não tenho moral pra isso!) nem muito menos um papo de tia velha. É só  algo que eu gostaria de ter escutado e REGISTRADO em 1996. Não queiram ter 35  aos 20. Não tentem apressar o rio. Não sonhem com etapas puladas. Até porque as  conquistas que a gente começa a ter depois de uns bons anos de carreira têm um  gosto muito mais especial – sem falar em uma base muito mais sólida e em um  respeito alheio muito maior – quando a gente lembra de onde veio e, como diria  Toni Garrido, do tanto que caminhou milhas e milhas sem dormir para chegar até  aqui!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*<strong>Ale Garattoni</strong> é  formada em Administração, trabalhou na área financeira da estilista Isabela  Capeto, foi subeditora do Glamurama e assinou matérias para Elle, Vogue, Cidade  e Joyce Pascowitch. Entre dezembro/07 e agosto/10, escreveu textos de moda,  beleza, mercado de trabalho, etiqueta e comportamento no <a href="http://ItGirls.Com.Br" target="_blank">ItGirls.Com.Br</a>, blog  que dá origem a seu primeiro livro, “ItGirls&#8221;. Desde julho de 2011, é diretora de  marketing e comunicação do site e-closet (<a href="http://www.e-closet.com.br/" target="_blank">www.e-closet.com.br</a>).</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/22/confissao-de-uma-geracao-x-que-ja-teve-seus-dias-de-geracao-y/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como ser liderado por um profissional da Geração Y</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/20/como-ser-liderado-por-um-profissional-da-geracao-y/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/20/como-ser-liderado-por-um-profissional-da-geracao-y/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 18:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4209</guid>
		<description><![CDATA[Por Alexandre Prates* Muito se fala sobre como liderar profissionais da Geração Y e como aprender a lidar com as diferenças inerentes desses que invadem as organizações. A Geração Y, caracterizada, em sua maioria, por pessoas arrojadas, pró-ativas, tecnológicas, com sede de crescimento e realização, tem se valido desses pontos fortes para alçar voos cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4210" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/lider-liderar.jpg" alt="" width="401" height="266" /></p>
<p>Por Alexandre Prates* </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito se fala sobre como liderar  profissionais da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> e como aprender a lidar com as diferenças inerentes  desses que invadem as organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y, caracterizada, em sua  maioria, por pessoas arrojadas, pró-ativas, tecnológicas, com sede de  crescimento e realização, tem se valido desses pontos fortes para alçar voos  cada vez mais altos, de forma cada vez mais precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fenômeno tem gerado um  movimento interessante: profissionais da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >Geração X</a> sendo liderados por outros da  Geração Y. Isto não demonstra que os mais novos sejam mais preparados, mas que  têm apresentado um comportamento fundamental para o mundo dos negócios: foco em  resultados. E, com a capacidade tecnológica quase que inata, conseguem evoluir  em conhecimento e atuação com uma velocidade  extraordinária.</p>
<p><span id="more-4209"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Então, a grande questão é: como ser  liderado por um membro da Geração Y? Se os conflitos existem para liderar um  profissional desta geração, imagine para ser liderado por ele. Mas vale  enfatizar aqui um equívoco que, muitas vezes, é declarado nas organizações: é  difícil lidar com os profissionais da Geração Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente alguns não controlam seus  impulsos e, por conta da pressa em crescer profissionalmente e do foco exclusivo  em suas carreiras, comportam-se de maneira inadequada, não envolvendo-se  plenamente em suas responsabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, também não é fácil para  um jovem dessa geração ser liderado por alguém da Geração X, que se vale de sua  experiência e vivência para inibir a participação efetiva desses novatos e  impedir que explorem todo o seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebam que a grande questão  resume-se em uma palavra muito simples: ego. É ele que faz com que a Geração Y  não respeite hierarquia, pois não admite a importância da experiência da Geração  X. É também o ego que impede que os seniores abram espaço para que os mais novos  participem verdadeiramente das estratégias da organização, pois não conseguem  conceber que um jovem que tem idade para ser seu filho possa projetar ações mais  eficientes que as suas.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional da Geração X que não  conseguir deixar o ego de lado jamais conseguirá ser liderado por um mais jovem,  causando grandes transtornos para as organizações e, principalmente, para sua  carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos num contexto no qual a  Geração Y não se tornou mais importante que a X, apenas virou parte integrante e  vital do processo. Passamos por isso quando as mulheres projetaram-se para o  mercado de trabalho e, gradativamente, foram ganhando espaço até assumirem  cargos de liderança nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo: não existe a geração  ideal; o que existe é o profissional certo para o lugar certo, independentemente  da idade ou do sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, seguem duas dicas para ambas  as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">Deixem o ego de lado: conectem-se e  façam as coisas acontecerem. Afinal, existe algo muito maior do que o seu ego, o  seu propósito de vida, que será alcançado à medida que você conseguir fazer a  sua parte, independentemente de seu nível hierárquico e idade. As barreiras  hierárquicas estão caindo por terra e as novas tendências organizacionais  apontam para uma relação de parceria, para uma sinergia total entre empresa,  líder, colaborador, fornecedor e cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Valorizem as diferenças, a  experiência e a inovação. Valorizem a velocidade e a estratégia. Valorizem a  tecnologia e a alma. Valorizem o presente e a história.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizo o artigo com uma frase  muito simples e muito verdadeira: <strong>“Não são as pessoas que fazem a  diferença nas organizações, mas sim as pessoas  certas!”</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Alexandre Prates é especialista em  liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master  Coach, palestrante e autor do livro &#8220;A Reinvenção do Profissional &#8211; Tendências  Comportamentais do Profissional do Futuro&#8221; e da metodologia de coaching  &#8220;Inteligência Potencial&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&amp;n=14444">Jornal  Agora</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/20/como-ser-liderado-por-um-profissional-da-geracao-y/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O meu conceito de Geração “W”</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/06/28/o-meu-conceito-de-geracao-w/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/06/28/o-meu-conceito-de-geracao-w/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 16:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Geração W]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.focoemgeracoes.com.br/?p=4108</guid>
		<description><![CDATA[Por Ricardo Augusto Lombardi* &#8211; @rics_lombardi Quando fui convidado a colaborar com este blog, fiquei um bom tempo pensando numa primeira pauta que seria interessante aos leitores. Matutei, matutei, matutei. Até que, observando a rotina em meu ambiente de trabalho, tive uma ideia. Por que não descrever minha própria experiência com a Geração Y? Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4109" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/Young-people-walking-cropped-j0428519-resized.jpg" alt="" width="400" height="270" /></em></strong></p>
<p><strong><em>Por Ricardo Augusto Lombardi* &#8211;  @rics_lombardi</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando fui convidado a colaborar com este blog, fiquei  um bom tempo pensando numa primeira pauta que seria interessante aos leitores.  Matutei, matutei, matutei. Até que, observando a rotina em meu ambiente de  trabalho, tive uma ideia. Por que não descrever minha própria experiência com a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>?</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >Geração X</a>, costumo dizer que sou da  “<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> W”. Uma espécie de resultado da soma entre X e Y. Engraçado, quando me  formei em Humanas jamais imaginaria que um dia escreveria um artigo sobre  equações matemáticas. Mas, enfim, esse é outro assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltado à vaca fria, aliás, uma típica expressão da  Geração X, minha tese “W” justifica-se em função do período em que trabalhei com  jovens do Ensino Médio. Foi uma experiência inusitada e muito gratificante.  Aprendi com eles, assim como acredito que também tenham aprendido  comigo.<br />
<span id="more-4108"></span><br />
Na  ocasião, dava aulas de Comunicação e o conteúdo aplicado em sala de aula era  praticamente o mesmo que um estudante de jornalismo tem em seu primeiro ano de  graduação. Ou seja, mesmo sem entrar no ensino superior, aqueles estudantes  tiveram acesso ao conhecimento que só poderia ser adquirido anos mais tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  o tempo, eles reconheceram isso e, após duras penas, fui recompensado. Foi  quando aprendi que a Geração Y é imediatista. Quando propunha um trabalho de TV,  eles já estavam pensando no de Internet. Quando propunha o de Internet, eles já  estavam pensando no de jornal impresso. Foi quando também aprendi, na prática,  que esses jovens trabalham a partir do esquema “tentativa e erro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquela época, eu sequer conhecia a ideia de Geração Y,  mas já trabalhava, ainda sem saber, com um grupo seleto de jovens daquela  geração. Toda essa vivência permitiu que eu acumulasse experiência e  conhecimento para o projeto que fui convidado a desenvolver mais  tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas  essa história será contada nas cenas do próximo capítulo, ops, artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  forte abraço e até lá!</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Ricardo Augusto Lombardi é Jornalista com  especialização em conteúdo para Internet e Coordenador de Projeto do portal <a href="http://ligadonafacul.com.br/">Ligado na Facul</a>. </em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/06/28/o-meu-conceito-de-geracao-w/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

