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	<title>Foco em Gerações &#187; Gerações</title>
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		<title>Como gerenciar as expectativas da geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock É muito importante, quando contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4984" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/gerenciarm.jpg" alt="" width="300" height="235" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante, quando  contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção  dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do  mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam  de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas habilidades e  competências. São muito seguros de si. Como retê-los? Como engajá-los? Não é uma  tarefa fácil. Eles nos requerem o tempo todo, desejam mais e vibram por novos  desafios, não querem ficar “carimbando papeis” nem por um segundo. Então, vamos,  logo de início, trabalhar as expectativas que eles têm em relação à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho sempre uma historinha pra  contar e, aqui, acho que cabe falar da jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que foi contratada por  uma empresa e entrou muito animada com seus desafios. Ela atuava em Recursos  Humanos, e a sua gestora estava consciente de que deveria motivá-la para  retê-la. Então, quando chegou a época de final de ano, pediu que ela preparasse  a tradicional festa de confraternização.  Essa não era sua atividade básica, mas  sabemos que envolver os jovens em projetos é uma maneira poderosa de  engajamento. A gestora pediu a sua funcionária que verificasse como foram feitas  as festas anteriores para ter como base no seu novo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia da reunião sobre o assunto  desenvolvido, a funcionária mostrou-se muito proativa. Já havia encontrado dois  ou três lugares e já tinha os orçamentos para entender o custo envolvido, além  de bolar uma festa à fantasia, com jogos e competições. O tema se relacionava a  super-heróis, porque todos eram heróis na empresa! Ela trabalhou no projeto com  muita dedicação e estava animada com a tarefa.<br />
<span id="more-4982"></span><br />
A gestora ficou muito  contrariada. Uma festa à fantasia estava fora de cogitação naquele banco, uma  empresa que, por princípio, não pode relaxar e tem um ambiente mais formal de  trabalho. Ela expressou seu descontentamento com a funcionária e, nas palavras  da própria jovem, deu-lhe um “esporro”. Foi uma frustração só. A funcionária  saiu da sala refletindo sobre as outras propostas que tinha recebido e  compreendendo que aquela organização não permitiria inovações. Já a chefe ficou  pensando que essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é ousada, mas acha que pode tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu aqui? Foi um  grande erro de comunicação e de gerenciamento de expectativas. Nos nossos dias,  explicar claramente quais são as regras do jogo é atividade fundamental. É como  em um jogo de futebol: as regras devem ser claras. É preciso delinear bem as  margens do campo, mesmo que algumas coisas pareçam desnecessárias, como explicar  que, no futebol, só o goleiro pode segurar a bola com as mãos!</p>
<p style="text-align: justify;">Todos saíram irritados da reunião  e o nível de motivação da nova funcionária foi “para o pé”. Tudo isso poderia  ser evitado se a comunicação fosse mais clara. Se a chefe tivesse deixado claras  os objetivos que tinha, e definido melhor os parâmetros que norteariam o  conceito da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, não mensuramos bem as  expectativas que temos e que os jovens têm quando entram na nossa organização.  Trabalhar a gestão das expectativas é fundamental para o processo interno de  integração das pessoas, para estabelecer uma comunicação clara dentro da empresa  e para não gerar frustrações que possam levar à perda de um jovem talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece com mais frequência  do que imaginamos. Nem sempre essas frustrações são verbalizadas, até que um dia  esse funcionário da geração Y entra na nossa sala pedindo demissão. E a gente  fica sem entender essa geração, que nos parece tão instável&#8230;.</p>
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		<title>Gerações com talentos diferentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Danilo Santos* De um lado, engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e inovação. Grandes talentos que, unidos, podem levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão difícil fazer com que esses dois grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4980" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/novos-talentos.jpg" alt="" width="228" height="222" /></p>
<p>Por Danilo  Santos* </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De um lado,  engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De  outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e  inovação.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grandes talentos que, unidos, podem  levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão  difícil fazer com que esses dois grupos superem suas diferenças e atuem em  harmonia para potencializar suas qualidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Há pelo menos duas boas razões: o  déficit de engenheiros chega à casa dos 20 mil por ano no Brasil, segundo o  Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e o  envelhecimento da população brasileira tem feito trabalhadores aposentados serem  reinseridos no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo, a Fundação Seade  aponta que a terceira idade pode ultrapassar a faixa de crianças e jovens até 14  anos em 2024.<br />
<span id="more-4979"></span><br />
O desafio está lançado e as empresas  que conseguirem superá-lo mantendo a boa relação entre engenheiros  recém-formados e seniores terão a chance de ter profissionais mais satisfeitos e  empenhados em obter excelentes resultados. Mas é necessário entender as  características e prioridades de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que nasceram entre 1925 e  1945 integram a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Tradicionalista e prezam a hierarquia e formalidade, são  dedicadas ao trabalho e viveram boa parte de suas carreiras com estabilidade  profissional. Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, nascidos entre 1946 e 1964, têm foco na  construção da carreira e prezam a ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Como gestores, preferem quem  colabora com o trabalho do grupo. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, formada pelos nascidos entre 1965  e 1979, possui perfil mais conservador, mas prioriza o aprendizado e a qualidade  de vida. Em posição de chefia, tem estilo gerencial mais  empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Millenium &#8211; conhecida também como  Y &#8211; com indivíduos nascidos entre 1980 e 2000, tem indivíduos otimistas,  antenados em novidades tecnológicas e abertos a mudanças que costumam atuar  melhor quando partilham os valores da companhia. Conseguem se envolver tanto  para, até mesmo, se divertir enquanto trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam motivar  profissionais com diferentes visões sobre prioridades na carreira e estabilidade  na vida profissional. Outro detalhe a ser trabalhado é o repasse de conhecimento  entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> com expertises tão complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de projetos de engenharia,  por exemplo, uma solução que funciona muito bem é quando os profissionais traçam  a estratégia de ação em conjunto e só depois dividem as funções: os mais novos,  por terem mais afinidade com tecnologia, são colocados para trabalhar com  softwares.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os mais experientes ficam  responsáveis pela verificação dos projetos, uma vez que são mais  minuciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é necessário preparar os  líderes para conduzir todas as gerações de profissionais. Treinamentos  comportamentais ajudam os gestores a lidarem com as diferenças de idade e  perfil. Mas é a maturidade do líder que fará toda a  diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são os primeiros passos para  que qualquer empresa caminhe rumo a cativar e envolver seus talentos para que  juntos consigam criar um produto final que traduza o que cada geração tem de  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Danilo  Santos</em></strong><strong><em> </em></strong><em>é gerente de RH da<strong> </strong></em><em>Progen</em><em>, empresa de projetos de  engenharia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/geracoes-com-talentos-diferentes_112387.html">Brasil  Econômico</a></strong></p>
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		<title>Os jovens sentem menos culpa que as outras gerações?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Já falamos que geração Y tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo. Isso pode significar um choque para as outras gerações, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-4961" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Como-ser-notado-pelo-chefe-sem-fazer-quase-nada-300x172.jpg" alt="" width="332" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Já falamos que <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode significar um choque para as outras <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> se comporta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4960"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estou lendo o livro “O Y da questão”, de Lynne Lancaster, que trata sobre o mundo dos jovens e da postura deles em diversos ambientes. A autora dá o exemplo de uma agência de propaganda, que ganhou uma conta nova e enorme. O diretor convoca, então, uma reunião para contar a novidade à equipe, quando uma funcionária sua, da geração Y, levanta a mão e diz: “Estava me perguntando se você já se decidiu sobre  quem será o gerente dessa conta. Se não decidiu, eu me ofereço pra assumir este cargo&#8230;” Isso ocasionou um branco no salão. Foi um silêncio perturbador.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, esse diretor chamou a moça em sua sala e fez com que ela refletisse que, na agência, existiam pessoas mais preparadas e capacitadas, com mais experiência pra exercer essa gerência. E que, talvez, a funcionária não devesse ter feito essa observação em público. Foi uma situação constrangedora, embora a funcionária da geração Y tenha achado isso normalíssimo. Para ela, não havia constrangimento algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o jovem, hoje, se sente mais à vontade para criticar ou dizer o que pensa, ele também tem maior dificuldade em aceitar a crítica e, mais do que isso, por trabalhar muito na base da “tentativa e erro”, não se sente culpado quando erra.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso gera um descompasso entre o gestor &#8211; que quer que o funcionário assuma a responsabilidade pelo seu erro &#8211; e o jovem da geração Y &#8211; que não vê grande problema quando deixa de entregar um relatório que tem prazo de entrega objetivo e factível.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o questionamento gira em torno da conscientização desses jovens sobre a responsabilidade ao assumir uma tarefa. Seu gestor espera que você a faça. Não entregá-la na data prometida e, ainda por cima, parecer não preocupar-se o suficiente com esse fato, compromete a relação de respeito e ajuda mútua criada com o gestor, e tira a credibilidade de que a geração Y está pronta para assumir tarefas e cargos mais importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">É a partir desse ponto que busco a reflexão com os jovens que fazem parte dessa geração, que podem ter a mesma postura de falta de responsabilidade junto à família e à escola, além das organizações.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Eline Kullock retrata a geração Y no jornal Bom Dia Pernambuco</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/26/eline-kullock-retrata-a-geracao-y-no-jornal-bom-dia-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Eline Kullock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01). Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/especialista-fala-sobre-a-geracao-da-internet/1783152"><img class="alignnone size-full wp-image-4957" title="Clique para Assistir" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/globope.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a></p>
<p>Por Tatiana Kielberman &#8211;  @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eline Kullock, especialista no estudo da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a>, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo  Nordeste, na última quarta-feira (25/01).</p>
<p style="text-align: justify;">Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão  bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das  organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para lidar com geração Z, professor recorre às redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a &#8220;geração Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4952" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/criancas-mouse-maos-pais_3255655.jpg" alt="" width="292" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">É findada a era em que professores,  frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma  turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino  fundamental e médio, a &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas.  Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens,  a tecnologia é a principal aliada dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Lecionando química há 15 anos, o  professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas  (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por  nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. &#8220;Eles são multimídia,  fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook  aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o  pé&#8221;, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Render-se ao perfil mais agitado dos  jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro  encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em  suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. &#8220;Eu crio tirinhas de humor e  memes (<em>ilustrações cômicas que se propagam na rede</em>) sobre química,  converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o  professor faz essas coisas, os alunos respeitam&#8221;, garante.<br />
<span id="more-4951"></span><br />
Segundo a psicóloga Paula Pessoa  Carvalho, que cursa especialização em Teoria Clínica Analítico Comportamental na  USP, os educadores de hoje devem investir no dinamismo e na criatividade. &#8220;Os  trabalhos que favorecem a interação com o outro são os mais indicados, assim  como aqueles que utilizam a tecnologia, tão familiar à <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>. Atividades  muito sistemáticas não terão sucesso&#8221;, avalia. Os anos de experiência ajudaram o  professor a compreender o perfil dos alunos e, a partir disso, planejar aulas  que evitassem dispersar a turma. Ele garante que o segredo para manter a turma  atenta é intercalar minutos de exposição com a participação direta dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula acredita que o ambiente e a  estrutura curricular e os métodos de ensino tradicionais estão ultrapassados.  &#8220;Os alunos não conseguem ficar focados no que está sendo ensinado, e o resultado  disso é a falta de interesse e o baixo rendimento&#8221;, aponta. O papel do professor  no desenvolvimento do aluno também parece ter diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dino, o pouco contato que  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> como os &#8220;baby boommers&#8221;, nascidos entre as décadas de 1940 e 1960,  tinham com os adultos dava força à voz do professor. Hoje, o cenário é  diferente. &#8220;Antigamente, as únicas referências eram pai, tio, padrinho, padre. A  geração da internet tem mil amigos no Facebook, 500 seguidores do Twitter. O  professor é só uma referência entre outras muitas que eles têm&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que as abordagens via redes  sociais funcionem, pais e professores devem estar atentos também ao  desenvolvimento do aluno no campo pessoal já que, entre as deficiências dessa  geração, está a dificuldade em se relacionar. Para evitar o problema, a  psicóloga comportamental Jéssica Fogaça destaca a importância do acompanhamento  da família. &#8220;Os pais podem ajudar realizando outras atividades sociais com os  filhos, apresentando outros estímulos. É importante ampliar o repertório das  crianças e jovens&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista em clínica  analítico-comportamental infantil também aponta as atividades físicas como uma  boa opção para sair do ambiente tecnológico. &#8220;Os esportes são muito indicados,  desde futebol, passando por artes marciais, que são ótimos para exercer a  disciplina, até as danças, que estimulam a coordenação motora, a expressão  artística, o convívio social e a produção de endorfina&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5573407-EI8266,00-Para+lidar+com+geracao+Z+professor+recorre+as+redes+sociais.html">Portal  Terra</a></strong></p>
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		<title>Mulheres da geração Y ainda enfrentam discriminação no trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira. Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4947" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/123abc.png" alt="" width="294" height="235" /><br />
O mundo evoluiu, mas as mulheres  continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a  carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa realizada pela  Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> ainda  se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77%  acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou severos e  quase 50% afirmam já terem passado ou presenciado situações do  tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os problemas mais comuns, as  entrevistadas citam o fato de serem relacionadas com certos estereótipos (63%),  a compensação desigual (60%), o tratamento diferenciado (58%), a desigualdade de  oportunidades (58%), piadas de gênero (38%) e o assédio sexual  (31%).</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, muitas dessas  profissionais reclamam que são consideradas incompetentes por causa da idade e  que, também por conta da data de nascimento, são preteridas em  promoções.<br />
<span id="more-4946"></span><br />
No que diz respeito ao Brasil, a  discriminação de gênero ainda persiste e pode ser observada na remuneração  inferior das mulheres e nas oportunidades oferecidas, especialmente quando é  para assumir cargos no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Por aqui, o mais comum é a diferença  salarial e de oportunidades; nesse caso, o maior medo dos empregadores ainda é a  questão da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a queixa apontada pelas  mulheres da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y, na pesquisa da Fundação BPW, de que são preteridas em  promoções por conta da idade, no Brasil o cenário é um pouco  diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, as empresas  apostaram tudo no trainee, superestimaram este profissional. Agora, é natural  que esta tendência de promover pessoas cada vez mais jovens se amenize,  independentemente do gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, pesquisas apontam que  a geração Y engloba jovens nascidos entre 1978 e 1999, sendo que são descritos,  entre outras características, como multitarefas, inquietos, competitivos e  impulsivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2293902-mulheres+geracao+ainda+enfrentam+discriminacao+trabalho">Portal  InfoMoney</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que você deve saber para vender mais aos jovens</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Sylvio Ribeiro Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-4941" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/mmw_millennials_071910_gif_627x325_crop_upscale_q85-300x155.jpg" alt="" width="364" height="201" /></p>
<p><em><strong>Por Sylvio Ribeiro</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se definir um público-alvo: fica mais fácil saber que abordagem e ferramentas utilizar quando você tem um conjunto homogêneo, que compartilha mais ou menos dos mesmos interesses.</p>
<p style="text-align: justify;">E falar com os jovens é complicado. Complicado porque eles têm hábitos muito diferentes dos seus pais e avós, estão sempre conectados, trocando informações e  vendo coisas novas. Essa nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> talvez seja a mais diferente, se compararmos a outras. Basta ver a quantidade de material publicado sobre a tal <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>. Embora eu ache que há muito exagero no comportamento desses jovens Y, fica evidente que eles consomem mídia e produtos de forma diferente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4939"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E, como conhecer o público é imprescindível para negócios de sucesso, vamos entender um pouco mais dessa galerinha descolada conhecida como Geração do Milênio, por meio de uma <a href="http://adage.com/article/mediaworks/things-advertising-millennials/232163/" target="_blank">pesquisa</a> super bacana realizada pela ComScore/ARSgroup.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens não respondem tão bem à TV quanto os mais velhos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, aqui há uma pegadinha. Esse é um comportamento normal já detectado em outras pesquisas de marketing desde 1960, e não é exclusivo da geração do milênio. Eu já tinha lido isso tempos atrás, e a ComScore confirma. Jovens tendem a assistir menos à televisão, mas eles voltam a se tornar bom espectadores conforme a idade avança. Na verdade, essa diferença de audiência está um pouco menor que 20 anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: Não faça da TV o principal meio de falar com os jovens. Eles assistem menos, é verdade, mas todo mundo está assistindo menos TV hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens respondem às campanhas digitais tão bem quanto os outros públicos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem acha que os mais velhos não clicam em banners ou acessam sites de promoção estão enganados. De fato, tanto <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s como <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> fazem mais isso do que os próprios jovens. No entanto, há pouco dados disponíveis e é a primeira vez que a ComScore realiza esse estudo na internet. Como consequência, o número de análises foi muito menor do que os de televisão. Mas eu não duvido dos dados. Jovens são mais céticos com relação à publicidade e mais “vacinados” contra as armadilhas da web.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: O digital é de todos e, embora jovens consumam tanto quanto os mais velhos, eles são a geração online. Estão em peso e passam muito mais tempo online. O importante é criar uma ação realmente envolvente e que os fascine. Talvez os mais velhos sejam apenas mais ingênuos quando se trata de internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens também são atingidos pelos velhos truques da publicidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que nem tudo mudou na publicidade. A galera de hoje ainda prefere comerciais criativos, marcas fortes, comparativos de preço e informações sobre o produto. Segundo a ComScore, manter o produto e a logo na tela por mais tempo também ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: não há mistério, é preciso ser criativo e falar a língua do público. Acredito que o segredo de hoje esteja na mídia, formato, mix e como eles interagem entre si. Ou seja, é preciso usar o que sempre soubemos, só que de um jeito muito mais inteligente e desafiador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens se engajam mais que os outros.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui começa a diferença. Os mais velhos assistem mais à TV, aderem ao digital tanto quanto os jovens, mas não com a mesma intensidade. A geração do milênio teve 10% a mais de engajamento (metodologia ComScore) do que boomers em TV. Na internet, esse número foi o dobro, 22%. Os que menos se empolgam são aqueles na faixa dos 40 anos, a geração X.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: crie ações diferentes e interessantes voltadas para os jovens e eles as curtirão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens se lembram por mais tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe exatamente o porquê, mas o recall dos mais velhos é mais alto (54% x 43%) logo depois de assistirem o comercial na TV e mais baixo (18% x 24%) três dias depois. Uma hipótese é algo que a ComScore chama de fading recall, uma característica da memória que a faz ir se esvaindo aos poucos. Acontece com todos, mas parece que fica mais forte à medida que envelhecemos. Outra explicação que eu achei plausível é que, como os jovens se engajam mais, eles conseguem se lembrar por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: Jovens são mais suscetíveis a propagandas não-imediatistas (do tipo “Só Hoje!”), podendo ser trabalhadas de forma mais espaçada e a médio prazo. Isso também vale para virais e institucionais que deixam a marca na mente por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.pequenoguru.com.br/2012/01/o-que-voce-deve-saber-para-vender-mais-para-jovens/" target="_blank">Pequeno Guru</a></strong></p>
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		<title>Blogs ajudam a reduzir estresse e aumentar a autoestima em adolescentes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
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		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>

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		<description><![CDATA[Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;) podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi publicado online na revista da American Psychological Association. De acordo com a equipe de pesquisadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4930" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/blogosfera331.jpg" alt="" width="300" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;)  podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e  fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é  especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi  publicado online na revista da American Psychological  Association.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a equipe de  pesquisadores israelenses que coordenaram o estudo, o uso do blog permite que os  adolescentes se expressem livremente, podendo ser um método fácil para melhorar  a comunicação entre os pares sociais. &#8220;A pesquisa mostrou que escrever um diário  pessoal e outras formas de escrita expressiva são uma ótima maneira de liberar o  sofrimento emocional e um passo para buscar sentir-se melhor&#8221;, disse o principal  autor do estudo, Meyran Boniel-Nissim, da Universidade de Haifa  (Israel).</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudiosos pesquisaram  aleatoriamente ​​estudantes do ensino médio em Israel, que concordaram em preencher um  questionário sobre seus sentimentos e sobre a qualidade de suas relações  sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um total de 161 alunos &#8211; 124  meninas e 37 meninos, com idade média de 15 anos, foram escolhidos devido a sua  pontuação no levantamento do questionário mostrar que todos eles tinham algum  nível de ansiedade social ou sofrimento. Esses adolescentes relataram  dificuldade em fazer amigos ou manter a amizade dos amigos que  tinham.<br />
<span id="more-4928"></span><br />
Os pesquisadores avaliaram todos  os dias a autoestima dos adolescentes durante 10 semanas do experimento.  Posteriormente, os adolescentes foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo  foi orientado a escrever suas angústias e acontecimentos em um diário privado, e  o segundo grupo deveria escrever em um blog aberto a comentários e novas  postagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores descobriram, após  semanas, mais comportamentos sociais positivos expressos por blogueiros, quando  comparados aos adolescentes que somente escreveram em diários privados. Foi  possível notar nas avaliações uma melhoria na autoestima, na ansiedade social e  no estresse emocional do grupo dos blogueiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investigadores descobriram que,  para adolescentes com problemas emocionais e de relacionamentos, a documentação  online e a manutenção de um blog foram mais eficazes na melhoria da autoestima e  no desenvolvimento do que um diário privado. Os investigadores acreditam que a  interatividade de um blog aberto é o fator-chave para ajudar os adolescentes a  reduzir suas ansiedades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apesar do <em>cyberbullying</em> que sempre aparece na internet, observamos que quase todas as respostas as  mensagens de nossos participantes blogueiros foram na maioria positivas e de  apoio&#8221;, disse o coautor do estudo, Azy Barak.&#8221;Não ficamos surpresos, como  freqüentemente vemos positivamente as expressões sociais online em termos de  apoio, generosidade e aconselhamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://psychcentral.com/news/2012/01/05/blogs-may-help-teens-reduce-social-stress/33328.html" target="_blank">Psych Central</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Geração Y no poder</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Poder]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cíntia Bortotto Atualmente, vivemos uma revolução no mundo corporativo. Isso porque a famigerada Geração Y, tão estudada e comentada por especialistas, não chegou apenas ao mercado de trabalho. Hoje, ela vive cargos de liderança e muitas adaptações estão acontecendo. Os indivíduos dessa geração são tecnologicamente superiores, tendem a ter entendimento global, necessitam de reconhecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4925" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/2_28_11-Young-Business-People-B.jpg" alt="" width="298" height="189" /></p>
<p>Por Cíntia  Bortotto</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, vivemos uma revolução no  mundo corporativo. Isso porque a famigerada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, tão estudada e comentada  por especialistas, não chegou apenas ao mercado de trabalho. Hoje, ela vive  cargos de liderança e muitas adaptações estão acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> são  tecnologicamente superiores, tendem a ter entendimento global, necessitam de  reconhecimento positivo periódico, desejam crescimento rápido na carreira e são  imediatistas. Tecnicamente, eles são muito sofisticados, são multitarefeiros,  fieis aos seus projetos, informais, autônomos e individualistas. Não abrem mão  de gerenciar simultaneamente sua vida pessoal e profissional. Precisam se sentir  &#8220;fazendo parte&#8221; do time: liderança por coletividade e  inclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa geração já está no poder e toma  decisões ponderando seus valores e preferências. Por conta disso, temos notado  algumas mudanças de postura das companhias, tais como:<br />
<span id="more-4924"></span><br />
1. As empresas têm investido em  tecnologia e comunicação. Elas querem estar conectadas aos clientes,  fornecedores e, especialmente, ao consumidor final.</p>
<p style="text-align: justify;">2. A presença nas redes sociais como  forma de comunicação e formação de opinião também tem  acontecido.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Assuntos como qualidade de vida e  equilíbrio entre vida pessoal e trabalho tendem a estar em questão com esse  grupo no comando; atenção principalmente para trabalhos <em>part time</em> ou  parte do trabalho feito no modelo <em>home office</em>: eles são tendências que  ganham cada vez mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Valores como sustentabilidade e  lealdade também tendem a ser valorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">5. A velocidade, tanto de promoções  como de tomada de decisão, fica mais intensa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ‘Y&#8217; DA  QUESTÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, afinal, o que é a Geração Y?  Retomando o que já abordei anteriormente nesta coluna, as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> são grupos  com características similares, tratados por meio de uma cronologia ou uma linha  do tempo. Por essas características, entendemos valores, motivações,  preferências no ambiente de trabalho, forma de se comunicar, forma de aprender,  postura, forma de se relacionar, entre outros. Apenas para elucidar,  temos:</p>
<p style="text-align: justify;">- Nascidos antes de 1945 &#8211;  Tradicionais<br />
- Nascidos entre 1946 e 1964 &#8211; Baby  Boomers<br />
- Nascidos entre 1965 e 1977 &#8211;  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >Geração X</a><br />
- Nascidos entre 1978 e 1995 &#8211;  Geração Y<br />
- Nascidos após 1995 &#8211; Geração  Z</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração X, muitas vezes, ajuda a Y  no ambiente corporativo, tanto com os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, como com os tradicionais,  que é onde há maior atrito. Como a Geração Y é bastante questionadora, os  tradicionais se ressentem muito dessa postura, já que aprenderam a respeitar as  regras e não questioná-las. O X tem um papel importante de tradução das  gerações, já que é adepto das mudanças, mas de um jeito mais pragmático e não  tão questionador.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de lidar com o choque  das gerações é por meio do diálogo e do incentivo de feedbacks constantes, já  que a Geração Y tem essa necessidade e, cada vez mais, as empresas têm esses  profissionais na faixa etária de atuação. Conhecer as características de cada  geração também facilita o entendimento entre elas. Isso pode ser feito através  de palestras com especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração X e a Y têm uma relação  positiva. As maiores diferenças dizem respeito ao imediatismo que a Geração Y  tem. A X lida melhor com a frustração, consegue protelar a recompensa, coisa em  que a Geração Y tem mais dificuldade. Enquanto o Y não entende como o X se  sujeita a esperar, o X não entende como o Y não consegue adiar um pouco a  recompensa. Como o Y precisa de limites claros, por conta da dificuldade em  lidar com eles, o X tem de aprender a colocar esses limites, trabalhando uma  comunicação clara e transparente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O EFEITO Y</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos da Geração Y no poder têm  mais relação com a valorização do meio ambiente, da relação de qualidade de vida  e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Decisões ou projetos que  envolvam esses temas terão a simpatia e, por que não dizer, a posição favorável  dessa nova geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a Geração Y tomando decisões,  teremos empresas cada vez mais verdes e focadas no consumidor final. Veremos  toda uma cadeia envolvida com esses novos valores, desde os fornecedores até os  consumidores. Isso tende a ser feito por meio de uma comunicação clara,  transparente e direta, em uma velocidade nunca vista antes. Seja qual for sua  geração, siga confiante e boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/56/6594/a-geracao-y-no-poder.aspx" target="_blank">Diário  do Grande ABC</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Família: um prato difícil de se preparar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<description><![CDATA[Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;, primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor&#8230; Família é um prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4903" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/modern-family_0.jpg" alt="" width="294" height="265" /></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;,  primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do  dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em  busca de um futuro melhor&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Família é um prato difícil de preparar. São muitos  ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo.  Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e  paciência. Não é para qualquer um.</p>
<p style="text-align: justify;">Os truques, os segredos, o imprevisível.  Às vezes, dá  até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio.<br />
<span id="more-4902"></span><br />
Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o  que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre  arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa,  determina o número de cadeiras e os lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana  sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e  comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes  do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que  surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais  consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">E você?  É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio  aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e  objetivo?<br />
A mais sentimental? A mais  prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do  grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da  sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o  avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, logo, você também estará cheirando a alho e  cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente  chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do  parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase  sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a  família muito mais colorida, interessante e saborosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a  mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre.  Família é prato  extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional.  Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é  verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só  porque meteu a colher na hora errada.<br />
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita  da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha;  Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo,  em que o  sangue é fundamental para o preparo da iguaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Família é afinidade, é &#8220;à moda da casa&#8221;. E cada casa  gosta de preparar a família a seu jeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras  apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo  de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for,  família é prato que deve ser servido sempre quente,  quentíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma família fria é insuportável, impossível de se  engolir. Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e  transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém  que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita coisa se perde na lembrança.  Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veterano</a>  cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar,  família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear,  saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na  porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao  máximo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Família é prato que, quando se  acaba, nunca mais se repete.&#8221;</em></p>
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