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	<title>Foco em Gerações &#187; Idéias</title>
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		<title>O futuro da aprendizagem: educação aliada à tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Como será a escola das próximas gerações? Os games serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no aprendizado? &#8220;Um dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.mtv.uol.com.br/embed.php?id=63306" name="" width="480" height="270" frameborder="0" SCROLLING=NO></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como será a escola das próximas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>? Os games  serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no  aprendizado?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um  dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A  expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito  mais multimídia hoje em dia&#8221;. É assim que começa o programa de Ronaldo Lemos,  doutor em Direito e professor da Fundação Getúlio Vargas, direto de Nova York para a MTV Brasil, tratando de  tecnologia e de suas relações com a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse vídeo, são apresentados projetos inovadores que  utilizam a tecnologia (os educadores invadem até o universo dos games!) para  ensinar, interagir e criar uma nova forma de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">No  programa &#8220;Mod MTV&#8221;, não é falado sobre a utilização das mídias sociais em  projetos de estudos, já que as ideias ainda estão em fase-teste no mundo todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Vamos aguardar!</em></strong></p>
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		<title>Geração Y demanda olhar diferenciado e mais veloz</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[A Philips extinguiu o domínio de seus funcionários sobre as suas estações de trabalho: ninguém tem mesa exclusiva &#8211; nem o presidente. A Ambev passou a oferecer vagas de trainees por meio de redes sociais &#8211; inclusive com uma &#8220;twittada&#8221;, em resumidos 120 caracteres. Abilio Diniz lançou, em parceria com a FGV, um curso sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4989" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/juridica.jpg" alt="" width="287" height="196" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Philips extinguiu o domínio de  seus funcionários sobre as suas estações de trabalho: ninguém tem mesa exclusiva  &#8211; nem o presidente. A Ambev passou a oferecer vagas de trainees por meio de  redes sociais &#8211; inclusive com uma &#8220;twittada&#8221;, em resumidos 120 caracteres.  Abilio Diniz lançou, em parceria com a FGV, um curso sobre liderança baseado em  sua própria vivência e voltado para jovens aprendizes. Em comum, a multinacional  holandesa, a maior cervejaria da América Latina e o dono da maior cadeia de  supermercados do Brasil querem &#8211; cada um a seu modo &#8211; seduzir a chamada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje, como se sabe, que os  jovens com idade entre 18 e 29 anos, formam uma nova turma no mercado de  trabalho. Diferentemente de seus pais &#8211; que passavam a vida num mesmo emprego,  com medo de se arriscar em novos voos &#8211; eles construíram identidades próprias.  São cheios de vontade, altamente conectados, dominam o inglês, têm ambição, mas  querem um equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Há anseio de crescer, mas o  dinheiro precisa estar associado ao prazer, ao desafio, ao novo. Se caírem no  tédio, procuram, rapidamente, outro porto seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">O perfil deles resultou num  movimento de transformação nas empresas que, preocupadas em perder esses  talentos, passaram a tomar iniciativas sob medida para eles. &#8220;A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> é  inquieta, multitarefas, e não se adapta a esse ambiente denso, homogêneo e  uniformemente distribuído&#8221;, diz a arquiteta Claudia Andrade, sócia do escritório  paulistano Andrade Azevedo Arquitetura, especializado em espaços corporativos.  Foi da sua prancheta que brotou o moderno projeto da nova sede da Philips, em  Barueri (SP), em que as estações de trabalho não têm donos. O ambiente,  visualmente contemporâneo, divide-se em múltiplos espaços, e com algumas salas  individuais, reservadas a quem precisa se concentrar para executar um trabalho  mais complexo.<br />
<span id="more-4988"></span><br />
&#8220;O projeto faz parte de uma  estratégia global da companhia de investir em ambientes mais atraentes,  colaborativos e que privilegiam a saúde e o bem estar de seus funcionários&#8221;,  afirma a autora do livro &#8220;A História do Ambiente de Trabalho em Edifícios de  Escritório &#8211; Um Século de Transformações&#8221; e coautora no livro &#8220;Assessing  Building Performance&#8221;, publicado na Inglaterra. Esses novos escritórios também  ajudam a diminuir custos. Afinal, comportam menos estações de trabalho por  número de colaboradores &#8211; nem todos os empregados estão no escritório ao mesmo  tempo, ou porque estão trabalhando remotamente ou porque estão de férias. Na  nova sede, são 800 estações de trabalho para 1,1 mil funcionários. É o primeiro  exemplo no Brasil dos novos conceitos de layout, concebido para suportar  profissionais de alta mobilidade e a geração Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de oferecer ambientes mais  interessantes aos olhos desses jovens, algumas companhias vêm buscando entender  quais os seus anseios e, portanto, quais as estratégias para retê-los. Numa  empresa com perfil altamente industrial, como o frigorífico Minerva &#8211; com  fábricas em dez cidades, sendo duas no exterior &#8211; a melhor sacada é investir no  relacionamento com os funcionários. As duas mais importantes são incentivá-los a  sugerir ideias para o negócio e encorajá-los a manter uma linha direta de  comunicação com o comando da empresa. &#8220;Percebemos que as melhores sugestões vêm  dos colaboradores que estão tocando a operação, eles é que estão de frente com o  dia a dia das fábricas&#8221;, diz Edison Ticle, diretor financeiro do grupo &#8211;  terceiro maior frigoríficos de bovinos do Brasil, com faturamento de R$ 3,9  bilhões, considerando os últimos 12 meses (encerrado em  setembro).</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 33 anos, com passagem pelo  Pactual, Black River, Safra e há três anos no Minerva, Ticle é o próprio exemplo  de geração Y. Ele acredita no potencial de seus pares, mas faz uma ressalva em  relação ao estigma de que os jovens de hoje trocam de emprego como trocam de  roupa. &#8220;Não se pode pensar o Brasil apenas no eixo da Faria Lima&#8221;, diz,  referindo-se a uma região paulistana que hospeda importantes bancos e empresas  do país. &#8220;Quando se olha para outros Estados, a situação é diferente, os jovens  estão comprometidos e querem seguir carreira na empresa, que talvez possa ser a  mais importante do Estado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ticle acaba de voltar de uma viagem  executiva, na qual visitou uma boa parte dos Estados onde o Minerva tem plantas  -localizadas morro acima do mapa nacional. E citou como exemplo um funcionário  de 27 anos, que entrou no grupo no programa de trainees e hoje é o gerente geral  da unidade de Araguaina, em Tocantins, onde trabalham 800 funcionários e se  abatem cerca de mil bois por dia. &#8220;Foi a primeira vez que um trainee assume um  cargo mais alto&#8221;, diz, ao lembrar que o programa tem apenas quatro anos e não  chega a ser voltado especificamente para geração Y. É divulgado em faculdades  onde a companhia tem base e, no ano passado, 8,5 mil pessoas disputaram apenas  dez vagas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.valor.com.br/" target="_blank">Valor  Online</a></strong></p>
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		<title>Os jovens sentem menos culpa que as outras gerações?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Já falamos que geração Y tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo. Isso pode significar um choque para as outras gerações, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-4961" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Como-ser-notado-pelo-chefe-sem-fazer-quase-nada-300x172.jpg" alt="" width="332" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Já falamos que <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode significar um choque para as outras <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> se comporta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4960"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estou lendo o livro “O Y da questão”, de Lynne Lancaster, que trata sobre o mundo dos jovens e da postura deles em diversos ambientes. A autora dá o exemplo de uma agência de propaganda, que ganhou uma conta nova e enorme. O diretor convoca, então, uma reunião para contar a novidade à equipe, quando uma funcionária sua, da geração Y, levanta a mão e diz: “Estava me perguntando se você já se decidiu sobre  quem será o gerente dessa conta. Se não decidiu, eu me ofereço pra assumir este cargo&#8230;” Isso ocasionou um branco no salão. Foi um silêncio perturbador.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, esse diretor chamou a moça em sua sala e fez com que ela refletisse que, na agência, existiam pessoas mais preparadas e capacitadas, com mais experiência pra exercer essa gerência. E que, talvez, a funcionária não devesse ter feito essa observação em público. Foi uma situação constrangedora, embora a funcionária da geração Y tenha achado isso normalíssimo. Para ela, não havia constrangimento algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o jovem, hoje, se sente mais à vontade para criticar ou dizer o que pensa, ele também tem maior dificuldade em aceitar a crítica e, mais do que isso, por trabalhar muito na base da “tentativa e erro”, não se sente culpado quando erra.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso gera um descompasso entre o gestor &#8211; que quer que o funcionário assuma a responsabilidade pelo seu erro &#8211; e o jovem da geração Y &#8211; que não vê grande problema quando deixa de entregar um relatório que tem prazo de entrega objetivo e factível.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o questionamento gira em torno da conscientização desses jovens sobre a responsabilidade ao assumir uma tarefa. Seu gestor espera que você a faça. Não entregá-la na data prometida e, ainda por cima, parecer não preocupar-se o suficiente com esse fato, compromete a relação de respeito e ajuda mútua criada com o gestor, e tira a credibilidade de que a geração Y está pronta para assumir tarefas e cargos mais importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">É a partir desse ponto que busco a reflexão com os jovens que fazem parte dessa geração, que podem ter a mesma postura de falta de responsabilidade junto à família e à escola, além das organizações.</p>
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		<title>O que você deve saber para vender mais aos jovens</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Sylvio Ribeiro Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-4941" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/mmw_millennials_071910_gif_627x325_crop_upscale_q85-300x155.jpg" alt="" width="364" height="201" /></p>
<p><em><strong>Por Sylvio Ribeiro</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante do que criar o produto certo para o seu público é usar os meios certos para falar com ele. Mais importante do que tudo isso é conhecer seus hábitos, gostos, círculo de amigos, anseios… saber até mesmo o que nem eles se dão conta. Essa é a importância de se definir um público-alvo: fica mais fácil saber que abordagem e ferramentas utilizar quando você tem um conjunto homogêneo, que compartilha mais ou menos dos mesmos interesses.</p>
<p style="text-align: justify;">E falar com os jovens é complicado. Complicado porque eles têm hábitos muito diferentes dos seus pais e avós, estão sempre conectados, trocando informações e  vendo coisas novas. Essa nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> talvez seja a mais diferente, se compararmos a outras. Basta ver a quantidade de material publicado sobre a tal <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>. Embora eu ache que há muito exagero no comportamento desses jovens Y, fica evidente que eles consomem mídia e produtos de forma diferente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4939"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E, como conhecer o público é imprescindível para negócios de sucesso, vamos entender um pouco mais dessa galerinha descolada conhecida como Geração do Milênio, por meio de uma <a href="http://adage.com/article/mediaworks/things-advertising-millennials/232163/" target="_blank">pesquisa</a> super bacana realizada pela ComScore/ARSgroup.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens não respondem tão bem à TV quanto os mais velhos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, aqui há uma pegadinha. Esse é um comportamento normal já detectado em outras pesquisas de marketing desde 1960, e não é exclusivo da geração do milênio. Eu já tinha lido isso tempos atrás, e a ComScore confirma. Jovens tendem a assistir menos à televisão, mas eles voltam a se tornar bom espectadores conforme a idade avança. Na verdade, essa diferença de audiência está um pouco menor que 20 anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: Não faça da TV o principal meio de falar com os jovens. Eles assistem menos, é verdade, mas todo mundo está assistindo menos TV hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens respondem às campanhas digitais tão bem quanto os outros públicos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem acha que os mais velhos não clicam em banners ou acessam sites de promoção estão enganados. De fato, tanto <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s como <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> fazem mais isso do que os próprios jovens. No entanto, há pouco dados disponíveis e é a primeira vez que a ComScore realiza esse estudo na internet. Como consequência, o número de análises foi muito menor do que os de televisão. Mas eu não duvido dos dados. Jovens são mais céticos com relação à publicidade e mais “vacinados” contra as armadilhas da web.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: O digital é de todos e, embora jovens consumam tanto quanto os mais velhos, eles são a geração online. Estão em peso e passam muito mais tempo online. O importante é criar uma ação realmente envolvente e que os fascine. Talvez os mais velhos sejam apenas mais ingênuos quando se trata de internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens também são atingidos pelos velhos truques da publicidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que nem tudo mudou na publicidade. A galera de hoje ainda prefere comerciais criativos, marcas fortes, comparativos de preço e informações sobre o produto. Segundo a ComScore, manter o produto e a logo na tela por mais tempo também ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: não há mistério, é preciso ser criativo e falar a língua do público. Acredito que o segredo de hoje esteja na mídia, formato, mix e como eles interagem entre si. Ou seja, é preciso usar o que sempre soubemos, só que de um jeito muito mais inteligente e desafiador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens se engajam mais que os outros.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui começa a diferença. Os mais velhos assistem mais à TV, aderem ao digital tanto quanto os jovens, mas não com a mesma intensidade. A geração do milênio teve 10% a mais de engajamento (metodologia ComScore) do que boomers em TV. Na internet, esse número foi o dobro, 22%. Os que menos se empolgam são aqueles na faixa dos 40 anos, a geração X.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: crie ações diferentes e interessantes voltadas para os jovens e eles as curtirão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Jovens se lembram por mais tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe exatamente o porquê, mas o recall dos mais velhos é mais alto (54% x 43%) logo depois de assistirem o comercial na TV e mais baixo (18% x 24%) três dias depois. Uma hipótese é algo que a ComScore chama de fading recall, uma característica da memória que a faz ir se esvaindo aos poucos. Acontece com todos, mas parece que fica mais forte à medida que envelhecemos. Outra explicação que eu achei plausível é que, como os jovens se engajam mais, eles conseguem se lembrar por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: Jovens são mais suscetíveis a propagandas não-imediatistas (do tipo “Só Hoje!”), podendo ser trabalhadas de forma mais espaçada e a médio prazo. Isso também vale para virais e institucionais que deixam a marca na mente por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.pequenoguru.com.br/2012/01/o-que-voce-deve-saber-para-vender-mais-para-jovens/" target="_blank">Pequeno Guru</a></strong></p>
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		<title>Família: um prato difícil de se preparar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<description><![CDATA[Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;, primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor&#8230; Família é um prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4903" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/modern-family_0.jpg" alt="" width="294" height="265" /></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;,  primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do  dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em  busca de um futuro melhor&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Família é um prato difícil de preparar. São muitos  ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo.  Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e  paciência. Não é para qualquer um.</p>
<p style="text-align: justify;">Os truques, os segredos, o imprevisível.  Às vezes, dá  até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio.<br />
<span id="more-4902"></span><br />
Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o  que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre  arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa,  determina o número de cadeiras e os lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana  sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e  comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes  do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que  surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais  consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">E você?  É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio  aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e  objetivo?<br />
A mais sentimental? A mais  prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do  grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da  sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o  avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, logo, você também estará cheirando a alho e  cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente  chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do  parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase  sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a  família muito mais colorida, interessante e saborosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a  mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre.  Família é prato  extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional.  Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é  verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só  porque meteu a colher na hora errada.<br />
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita  da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha;  Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo,  em que o  sangue é fundamental para o preparo da iguaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Família é afinidade, é &#8220;à moda da casa&#8221;. E cada casa  gosta de preparar a família a seu jeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras  apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo  de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for,  família é prato que deve ser servido sempre quente,  quentíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma família fria é insuportável, impossível de se  engolir. Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e  transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém  que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita coisa se perde na lembrança.  Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veterano</a>  cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar,  família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear,  saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na  porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao  máximo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Família é prato que, quando se  acaba, nunca mais se repete.&#8221;</em></p>
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		<title>Pai deixa 28 lições de vida aos filhos antes de morrer</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 16:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Lições de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai – mesmo à distância. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4894" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/maefilhos.jpg" alt="" width="234" height="293" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando soube que tinha poucos meses  de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só  pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou  entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai –  mesmo à distância. Paul escreveu cartas, deixou mensagens gravadas em DVD e até  comprou presentes para ser entregues às crianças em seus aniversários futuros.  Separou também seus livros preferidos e, dentro deles, deixou bilhetes dizendo  por que havia gostado de lê-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Em novembro de 2009, aos 45 anos,  Paul morreu por causa do melanoma, deixando a mulher, Mandy, Thomas, então com 5  anos, e Lucy, de 1 ano e meio. Quase dois anos depois, ele continua presente com  suas mensagens e fotos espalhadas por toda a casa. E, no mês passado, a família  ganhou mais uma lembrança de Paul. Por acaso, Mandy encontrou um documento em  seu antigo computador intitulado “Sobre encontrar a realização”. “Abri e, com  lágrimas escorrendo pelo meu rosto, descobri que eram seus pontos para viver uma  vida boa e feliz”, diz Mandy ao <a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2017876/A-fathers-message-grave-My-darling-children-heres-live-lives-Daddys-gone.html" target="_blank">jornal <em>Daily  Mail</em></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando alguém recebe a notícia de  que tem poucos meses de vida, decide que sua vida não vai ser completa se não  pular de bungee-jump da Ponte Harbour, em Sidney, ou não tiver visitado o Grand  Canyon. Esse não era Paul. Tudo que importava para ele estava bem aqui. Ele  viveu e morreu de acordo com suas próprias regras, e sei que encontrou sua  própria realização.” Mandy diz que a carta é uma reprodução fiel dos valores e  do bom humor de Paul.<br />
<span id="more-4892"></span><br />
O professor resumiu as reflexões que  nortearam seu modo de viver em 28 itens. Traduzo aqui as palavras de Paul para  seus filhos – e que agora servem de inspiração não só para eles, mas para todos  que as leem.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nessas últimas semanas, depois de  saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu  coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês  crescem.</p>
<p style="text-align: justify;">Estive pensando sobre o que  realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas  felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas  próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.</p>
<p style="text-align: justify;">As três virtudes mais importantes  são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os  respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito  orgulhoso de vocês.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou dando conselhos a vocês. Esses  são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente  os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Amo muito vocês. Não se esqueçam  disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja cortês, pontual, sempre diga  “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira  correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas  maneiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja generoso, atencioso e tenha  compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus  próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão  ajudá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mostre coragem moral. Faça o que é  certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me  olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou  remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mostre humildade. Tenha a sua  opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás  quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só  acontece quando se é cabeça-dura.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprenda com seus erros. Você vai  cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você  continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo  errado.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite rebaixar alguém para outra  pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com  alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não  reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais  retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda  chance.</p>
<p style="text-align: justify;">Divirta-se. Se isso envolve assumir  riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para  cima.</p>
<p style="text-align: justify;">Doe para a caridade e ajude os menos  afortunados que você: é fácil e muito recompensador.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre olhe para o lado bom! O copo  está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você  procurar.</p>
<p style="text-align: justify;">Faça seu instinto pensar sempre  sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer  ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja gentil: você conseguirá mais do  que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser  bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre aceite convites para festas.  Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e  respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca abandone um amigo. Eu  enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os  escolhi tão cuidadosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre dê gorjeta por um bom  serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço  ruim é um insulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre trate aqueles que conhecer  como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para  aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um  puxa-saco.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre respeite a idade, porque  idade é igual a sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Esteja preparado para colocar os  interesses de seu irmão à frente dos seus.</p>
<p style="text-align: justify;">Orgulhe-se de quem você é e de onde  você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a  viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo  tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus  calções.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja ambicioso, mas não apenas  ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho  duro.</p>
<p style="text-align: justify;">Viva o dia ao máximo: faça algo que  o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dê o seu melhor na escola. Alguns  professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu  professor não o incentivar, incentive a si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre compre aquilo que você pode  pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre  procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca desista! Meus dois pequenos  soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e  são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês  fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por  ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca sinta pena de si mesmo, ou  pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as  coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuide de seu corpo que ele vai  cuidar de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprenda um idioma, ou pelo menos  tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la  em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!</p>
<p style="text-align: justify;">E, por fim, tenha carinho por sua  mãe, e cuide muito bem dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Amo vocês com todo meu  coração,</p>
<p style="text-align: justify;">Papai”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2011/07/23/pai-deixa-28-licoes-de-vida-aos-filhos-antes-de-morrer/" target="_blank">Época</a></strong></p>
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		<title>O dia em que a Terra parar e ouvir a nova geração</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Geração @]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Seixas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* – @celokati Nos tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos no escuro&#8230; Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores, nem piores&#8230; só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4884" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/raul-seixas.jpg" alt="" width="286" height="287" /></p>
<p>Por Marcelo Gonzales* –  @celokati</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nos  tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade  Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida  de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos  no escuro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores,  nem piores&#8230; só diferentes!</p>
<p style="text-align: justify;">Em  uma de suas canções, ele contou como seria – segundo sua ótica &#8211; o mundo no dia  em que a Terra parasse. Parafraseando Raul, me utilizei disso para questionar a  oito meninos e meninas de 11 a 16 anos, com quem tenho contato direto, de que  maneira eles aproveitariam se tivessem um minuto da Terra parada à inteira  disposição de lhes escutar sobre como nós, habitantes do planeta Terra,  deveríamos agir dali para frente.<br />
<span id="more-4883"></span><br />
Seguem abaixo as respostas dos pequenos dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  que não veio para contar história, mas sim para  construí-la:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Emanuele – 10 anos</strong>: “Gostaria que as pessoas parassem de jogar lixo na rua  pois toda vez que chove eu saio, vejo tudo alagado e sei que é por  isso!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Beatriz – 11 anos</strong>: “Eu gostaria que as pessoas evitassem comer animais e  desmatar as florestas, elas não precisam disso! Para o presente e para o nosso  futuro!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jair – 13 anos</strong>:  “Pediria para todos tentarem se unir sem guerras e idealizar uma nova forma de  fazer política!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luiz Fernando – 16 anos</strong>: “Um mundo sem armas, sem drogas e sem  violência!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Allan – 14 anos</strong>: “Eu gostaria que o Brasil  melhorasse!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcelinho – 15 anos</strong>: “Ame o próximo como a si mesmo!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neusinha – 14 anos</strong>: “No mundo ainda existe maldade, porém existem muitas  coisas boas. O mundo ainda tem jeito!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paulo Roberto – 11 anos</strong>: “Destruir o mal! Dar chance a todos! Nunca desistir!”</p>
<p style="text-align: justify;">Será que poderemos aprender tudo isso com eles? Se não  conseguirmos, pelo menos não podemos desistir!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Gonzales é consultor de  projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog  <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da  Geração X… Mas vivo Y!</a></em>.</p>
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		<title>Copiando o mundo velho no mundo novo!</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/02/copiando-o-mundo-velho-no-mundo-novo/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 17:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura POP]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos Corporativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati No início de 2010, o disco de vinil estava de volta, com “Cinema”, de Cachorro Grande, “Fome de tudo”, da Nação Zumbi, “Onde brilham os olhos seus”, na voz ímpar de Fernanda Takai e “Chiaroscuro”, da Pitty, que fez questão de lançar em vinil porque o som da agulha com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4855" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Globalizacao_Tecnologias_Informacao-1.jpg" alt="" width="287" height="191" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No  início de 2010, o disco de vinil estava de volta, com “Cinema”, de Cachorro  Grande, “Fome de tudo”, da Nação Zumbi, “Onde brilham os olhos seus”, na voz  ímpar de Fernanda Takai e “Chiaroscuro”, da Pitty, que fez questão de lançar em  vinil porque o som da agulha com aquele chiado inconfundível iria imprimir um  maior estilo ao som. Um volta ao passado que tem ditado algumas tendências no  mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se sobressair no meio corporativo em meio a tantos  talentos da sua <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é o que deve se perguntar o jovem Y. A idade o coloca  numa determinada classificação que mostra como é e até como pensa, mas um enorme  e profundo abismo o separa da realidade simples de ser um  talento!</p>
<p style="text-align: justify;">Dê  um Google, pesquise “novos talentos corporativos” e veja a infinidade de  empresas que estão à sua procura! Eike Batista recebe por ano mais de 600  propostas, convites de participação em projetos e patrocínios. Aumente esse  número! Descubra onde será a próxima tarde/noite de autógrafos dele e esteja lá,  aguarde na fila com um exemplar de “O X da Questão” e seja o 601º apresentando  sua proposta. Mas, atenção: sua proposta não está preparada? Prepare! Ela está  se desenvolvendo na sua cabeça? Escreva! Ela ainda está amadurecendo? Colha-a! A  fila anda!<br />
<span id="more-4854"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, dos multitarefas, tem que ser a geração dos novos destaques. Mas nada  cai do céu! Arregaçar as mangas e NÃO ir em busca do desconhecido, mas sim da  reinvenção do que já foi apresentado certa vez e que você poderá aprimorar&#8230;  isso é o que te destacará. Como diriam Chan Kim e Renée Mauborgne no imperdível  livro “A Estratégia do Oceano Azul”, devemos criar um novo mercado, enxergando a  oportunidade onde a fadiga e a mesmice imperam; devemos tornar a concorrência  tão irrelevante que o sucesso permanecerá.</p>
<p style="text-align: justify;">Acorde, geração Y, e vamos empreender, pois o espaço  entre uma geração e outra está diminuindo e a próxima a entrar no meio  corporativo promete&#8230; Muito mais do que ficar se vangloriando em ser  multitarefa, antenada e atenta, essa turminha à qual eu chamo de ‘Global  Generation’ é a primeira geração globalizada desde o nascimento. É a geração da  Bibi, neta de Eline Kullock, que com certeza não vive da mesma forma dos jovens  da nossa idade. A facilidade com o manuseio de um <em>tablet</em>,<em> </em>por  exemplo, acontece naturalmente como quando aprendemos a andar de bicicleta; é a  geração da minha Duda, que hoje tem dois anos e meio e está a cada dia mais  distante de conhecer uma agência dos Correios: ela certamente gostará mais de  e-mails&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O  <a href="../../index.php/2009/12/23/sua-geracao-pode-fazer-um-2010-diferente/">post</a> deste blog de 23 de Dezembro de 2009 terminava assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Que em 2010 saibamos aprender mais uns com os outros e  harmonizar a convivência entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>!”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, olhe para trás e, se fez a sua parte,  ótimo!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, independente de sua resposta mental, olhe para  frente, que atrás vem gente!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Gonzales é consultor de projetos na  Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da Geração X&#8230; Mas vivo  Y!</a></em>.<em> </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Visão de gerações: quais são as diferenças entre o Brasil e os Estados Unidos?</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/21/visao-de-geracoes-quais-sao-as-diferencas-entre-o-brasil-e-os-estados-unidos/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 13:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Bruno de Souza* – @brunounix O Brasil possui uma grande quantidade de jovens em termos de risco. Os termos usados ​​na mídia para discutir os jovens são sempre negativos: drogas, álcool, desemprego, crime, etc. A sociedade brasileira tem uma tendência natural de se concentrar na experiência de novidade. Esta atitude se reflete no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4819" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/12706723141.jpg" alt="" width="294" height="170" /><br />
Por Bruno de Souza*  – @brunounix</strong></em><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil possui uma  grande quantidade de jovens em termos de risco. Os termos usados ​​na mídia para discutir os jovens são  sempre  negativos<strong>:</strong> drogas, álcool, desemprego, crime, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade  brasileira tem uma tendência natural de se concentrar na experiência de  novidade. Esta atitude se reflete no mundo corporativo, onde as tendências e a  curva de salário são altamente correlacionadas com a idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contraste, a  sociedade americana, fundamentalmente otimista, considerando a  juventude como uma esperança. A chance de fazer melhor. Ser jovem não é visto  como uma desvantagem para procurar emprego ou participar da  sociedade.<br />
<span id="more-4817"></span><br />
Embora alguns jovens  americanos com alto grau de formação estejam atualmente passando por  dificuldades com a crise, seu destino é muito mais desejável porque eles não têm  que convencer seus empregadores do valor da integração dos jovens em suas  equipes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do Brasil  os CEO’s de empresas americanas têm sempre seu pensamento voltado para o futuro,  mas uma coisa que pode vir a acontecer é a escassez de novos talentos depois que  passar o período de crise.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão da<strong> </strong>integração e retenção de talentos é vivida mais intensamente nos EUA do que  no Brasil. Sempre costumo dizer que no Brasil as faculdade e universidade formam  os jovens para serem empregos e não empreendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">O contrato social  proposto aos jovens de hoje são notoriamente mais incerto do que antes: o  diploma não garante emprego, ter um emprego não garante a capacidade de acomodar  e ter um diploma não quer dizer que você saiba mais sobre determinado assunto do  que outro que não tem.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, essa é apenas  minha humilde opinião. Não quero que achem que estou dizendo que essas são as  principais diferenças entre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> brasileira e a americana, pois para isso  é necessário avaliar a cultura de cada país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Bruno de Souza é estudante de  Marketing e CEO do Blog Marketing Digital 2.0. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.brunodesouza.com/visao-de-geracoes-quais-sao-as-diferencas-entre-o-brasil-e-os-estados-unidos" target="_blank"><strong>Marketing Digital  2.0</strong></a></p>
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		<title>Ken Robinson diz que as escolas acabam com a criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber O professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade. Assista ao vídeo acima e confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="398" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="398" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Tatiana  Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação  de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a  criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima e confira!</p>
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