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	<title>Foco em Gerações &#187; Livros</title>
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		<title>Família: um prato difícil de se preparar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;, primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor&#8230; Família é um prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4903" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/modern-family_0.jpg" alt="" width="294" height="265" /></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Extraído do livro &#8220;Arroz de Palma&#8221;,  primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, do  dramaturgo e roteirista Francisco Azevedo, que narra a saga de uma família em  busca de um futuro melhor&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Família é um prato difícil de preparar. São muitos  ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo.  Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e  paciência. Não é para qualquer um.</p>
<p style="text-align: justify;">Os truques, os segredos, o imprevisível.  Às vezes, dá  até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio.<br />
<span id="more-4902"></span><br />
Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o  que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre  arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa,  determina o número de cadeiras e os lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana  sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e  comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes  do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que  surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais  consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">E você?  É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio  aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e  objetivo?<br />
A mais sentimental? A mais  prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do  grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da  sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o  avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, logo, você também estará cheirando a alho e  cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente  chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do  parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase  sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a  família muito mais colorida, interessante e saborosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a  mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre.  Família é prato  extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional.  Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é  verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só  porque meteu a colher na hora errada.<br />
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita  da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha;  Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo,  em que o  sangue é fundamental para o preparo da iguaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Família é afinidade, é &#8220;à moda da casa&#8221;. E cada casa  gosta de preparar a família a seu jeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras  apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo  de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for,  família é prato que deve ser servido sempre quente,  quentíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma família fria é insuportável, impossível de se  engolir. Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e  transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém  que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita coisa se perde na lembrança.  Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-sao-os-veteranos/"target="_blank"title="Quem são os veteranos?" >veterano</a>  cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar,  família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear,  saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na  porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao  máximo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Família é prato que, quando se  acaba, nunca mais se repete.&#8221;</em></p>
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		<title>Um mais um é igual a três</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<category><![CDATA[Master Mind]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriano Barbosa* – @pontopessoal Lendo o livro “A Lei do triunfo para o século 21”, adaptação realizada por Jamil Albuquerque do long seller escrito em 1928 por Napoleon Hill, uma frase me chamou a atenção: “Pode-se dizer que na sinergia um mais um é igual a três”. O conceito de Master Mind já estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4569" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/113.png" alt="" width="342" height="228" /></p>
<p>Por Adriano  Barbosa* – @pontopessoal</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lendo o livro “A Lei do triunfo para o século 21”,  adaptação realizada por Jamil Albuquerque do <em>long seller</em> escrito em 1928  por Napoleon Hill, uma frase me chamou a atenção: “Pode-se dizer que na sinergia  um mais um é igual a três”.</p>
<p style="text-align: justify;">O  conceito de Master Mind já estava na mente quando percebi que com a soma do  conceito de Coworking formava-se sinergia. Mas o que é um e  outro?</p>
<p style="text-align: justify;">Master Mind é a reunião de duas ou mais pessoas em  harmonia com o objetivo de cooperar com ideias para os negócios (e a  vida). Coworking é um grupo de profissionais que unem forças, dividem despesas e  colaboram para o sucesso de todos. E sinergia vem do grego e quer dizer  “funcionar junto”.<br />
<span id="more-4568"></span><br />
Então, tenho sinergia quando somo Master Mind (Um) e  Coworking (Um), pois obtenho (igual) Empreendedorismo  (Três).</p>
<p style="text-align: justify;">Empreender hoje é uma tendência que as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> já  reconhecem.</p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, quando não está atarefada demais com seus cargos de gestão, está  pensando na aposentadoria depois de abrir um negócio próprio. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> luta e  está ansiosa por liderar pessoas, e isso faz com que abram suas ideias ao  mercado e comecem a ganhar dinheiro com suas próprias garras.</p>
<p style="text-align: justify;">E a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z? Essa já é instruída, desde os tempos de ensino médio com matérias  específicas, de que o empreendedorismo é uma profissão de risco, mas que tem o  maior índice de satisfação pessoal quando se fala em trabalho e  profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  importa para qual geração esteja se falando, mas sim que o empreendedorismo é  reconhecido e compreendido por todas elas, e quando ele se junta aos outros dois  conceitos, torna-se um terceiro ainda mais completo e recheado de boas  intenções.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Master Mind é uma formação que já existe há muito tempo, mas que agora, com a  importância de se relacionar, está novamente entrando em evidência. Se sozinho  você é capaz de muitas coisas, o que seria se contigo juntassem outras pessoas  com objetivos semelhantes e com muita vontade de fazer acontecer? Isso é o  Master Mind.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Coworking é uma chuva de compartilhamento e resultados. É a divisão que gera  negócios. É algo novo, mas muito vivo e repleto de pessoas cheias de atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Empreendedorismo é o sonho, a luta. O Coworking é a forma e o Master Mind é a  estratégia. Juntos, podemos comunicar essa realidade e desenvolver o sucesso,  que cresce aos poucos na sinergia dos gestos e atitudes dos profissionais de  diferentes gerações, neste Brasil repleto de oportunidades, ainda mais para quem  afirma que um mais um é igual a três.</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Adriano Barbosa é Bacharel em  Administração de empresas, MBA em Comunicação e Marketing e Líder Coach (2010).  Atualmente, faz parte do quadro de funcionários da Embratel S.A. regional sul,  respondendo pelo Planejamento Empresarial. Há mais de cinco anos, estuda e  aplica os conceitos do Marketing Pessoal na Gestão da Carreira e Imagem,  publicando artigos, ministrando cursos e palestras nos estados de Minas Gerais,  Paraná e Santa Catarina. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Site: </em></strong><strong><em><a href="http://www.pontopessoal.com.br/" target="_blank">www.pontopessoal.com.br</a></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Blog: </em></strong><strong><em><a href="http://blog.pontopessoal.com.br/" target="_blank">http://blog.pontopessoal.com.br</a></em></strong></p>
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		<title>O grau de liberdade da geração Y</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/07/06/o-grau-de-liberdade-da-geracao-y/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 15:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Até tempos atrás, o Brasil não possuía uma alta autoestima. Pela nossa história de país subdesenvolvido, por nossa realidade de ditadura, que não nos permitia expressar ideias e, principalmente, por não termos sido reconhecidos no passado como um país que contribuía com alguma coisa além de futebol e carnaval. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4140" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/ferias-adolescente.jpg" alt="" width="420" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até  tempos atrás, o Brasil não possuía uma alta autoestima. Pela nossa história de  país subdesenvolvido, por nossa realidade de ditadura, que não nos permitia  expressar ideias e, principalmente, por não termos sido reconhecidos no passado  como um país que contribuía com alguma coisa além de futebol e carnaval. Por  tudo isso, nossa autoestima não se podia dizer muito alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, em meados dos anos 60, com a chegada de  pensadores e educadores que diziam que era necessário liberar o potencial  criativo das pessoas, esse quadro foi se modificando aos poucos no Brasil e no  mundo. O brasileiro se sentiu mais confiante e partiu para uma cultura mais  permissiva, nas famílias e nas escolas, de um modo geral. As pessoas começaram a  passar mais tempo fora de casa, as mulheres ingressaram no mercado de trabalho,  houve um maior número de separações e a corrente da moda era dizer: “Yes, you  can!” (“Sim, você pode!).</p>
<p style="text-align: justify;">É  nesse contexto que uma chinesa americana, Amy Chua, escreveu um livro chamado  “Grito de Guerra da Mãe Tigre”, defendendo o direito de educar seus filhos com  mais disciplina e rigor. Esse livro causou uma reação grande na comunidade  americana, que viu suas teorias sobre liberalidade e seus efeitos serem  questionados por alguém que conseguiu indagar a validade da educação muito  permissiva.<br />
<span id="more-4139"></span><br />
Eu  acredito que nós podemos estar errando na dose quando falamos em ser mais  liberais na educação dos filhos. Talvez essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> seja mais autoconfiante que  a minha, mas provavelmente encontrará mais dificuldade em lidar com a frustração  e, principalmente, em reconhecer seus pontos fracos ou aqueles a desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que essa afirmativa toma como base a  comparação entre <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> e trabalha com uma curva normal, em que falamos de  “tendências”. Claro que existirão jovens com uma excelente capacidade de  autoanálise e boa resistência à frustração. Nessa ânsia de querer dar o que não  tivemos, de proporcionar a eles uma liberdade que não conhecemos, corremos o  risco de criar adultos sem poder de discernimento, sem capacidade de análise,  sem visão integrada de variáveis nem capacidade de pensar o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada em exagero é bom. Nem a liberdade total, nem a  disciplina rígida. E, agora, talvez estejamos aprendendo que não vale a pena a  cômoda posição de deixar nossos filhos fazerem tudo. Porque deixar de lado a  autonomia pode ser menos persecutório, mais confortável, mas pode se tornar  muito mais danoso para o futuro dessas nossas crianças.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Geração X: como se dar bem na carreira</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/06/21/geracao-x-como-se-dar-bem-na-carreira/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 16:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[A chamada &#8220;Geração Y&#8221; chegou com tudo e provocou transformações no mercado de trabalho. Mas, e os profissionais da Geração X? Como se manter no auge e exercer a liderança no novo ambiente corporativo? Tamara Erickson dá dicas para resolver a questão e auxiliar os profissionais na obra &#8220;E agora, Geração X?&#8221;. O livro fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4090" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/geracao_x1.jpg" alt="" width="182" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span><span>A chamada &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>&#8221; chegou com tudo e provocou  transformações no mercado de trabalho. Mas, e os profissionais da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >Geração X</a>? Como se manter no auge e exercer a liderança no novo ambiente  corporativo?</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligadonafacul.com.br/noticias/859-choque_de_geraes_no_ambiente_corporativo.html" target="_blank"></a>Tamara Erickson dá dicas para resolver a questão e auxiliar os profissionais na obra<strong> &#8220;E agora, <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> X?&#8221;</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O  livro fala sobre o que fazer para o trabalho ser significativo e  gratificante, como aumentar as chances de sucesso e conviver  pacificamente com os jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">A autora também busca refletir a  construção carreira. Mostra como é possível encontrar um trabalho  condizente com as paixões e estimula os profissionais para a melhor  escolha.</p>
<p>Quer saber mais? Veja informações e a ficha técnica do livro no <a href="http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/livros/livros01.htm" target="_blank">Canal Executivo</a> do UOL.</p>
<p style="text-align: justify;"><span><span><strong>Fonte: <a href="http://ligadonafacul.com.br/noticias/1385-geracao_x_como_se_dar_bem_na_carreira.html" target="_blank">Ligado na Facul</a></strong><br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Psicólogos estudam geração de adultos emergentes</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/02/23/psicologos-estudam-geracao-de-adultos-emergentes/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 18:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Saia Justa]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock No mês de janeiro, o programa Saia Justa, transmitido pelo canal GNT, exibiu uma entrevista com Jennifer L. Tanner, uma das autoras do livro &#8220;Debating Emerging Adulthood: Stage or Process?&#8221; (“Debatendo sobre os adultos emergentes: um estágio ou um processo?”). Vale conferir as dicas para conhecer o &#8220;adulto emergente&#8221;, termo cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1414480&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1414480&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1414480&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<p><strong><em>Por Eline Kullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês  de janeiro, o programa Saia Justa, transmitido pelo canal GNT, exibiu  uma entrevista com Jennifer L. Tanner, uma das autoras do livro<em> &#8220;Debating Emerging Adulthood: Stage or Process?&#8221; </em>(“Debatendo sobre  os adultos emergentes: um estágio ou um processo?”).</p>
<p style="text-align: justify;">Vale conferir as dicas  para conhecer o &#8220;adulto emergente&#8221;, termo cada vez mais presente no discurso da  sociedade atual e, assim, compreender ainda melhor as características da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como solucionar os conflitos entre gerações</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 19:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sarah Newton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Sarah Newton Não há dúvidas de que os perfis de trabalhadores disponíveis no mercado se tornaram mais variados, em todos os sentidos. Desde a presença de diferentes gerações trabalhando juntas, os idosos se aposentando mais tarde, o gap existente entre as crenças dos jovens e os mais velhos, até o uso da tecnologia: tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2916" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/10/101687444.png" alt="" width="280" height="269" /></p>
<p><strong><em>Por Sarah Newton</em></strong></p>
<p>Não há dúvidas de que os perfis de trabalhadores disponíveis no mercado se tornaram mais variados, em todos os sentidos. Desde a presença de diferentes <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> trabalhando juntas, os idosos se aposentando mais tarde, o gap existente entre as crenças dos jovens e os mais velhos, até o uso da tecnologia: tudo isso criou desafios com os quais os gestores precisam lidar.</p>
<p>De acordo com Bob Weinstein, da Troy Media, o livro “<a href="http://www.amazon.com/gp/product/0814415733?tag=troymedicorp-20" target="_blank">Gerações: dos baby boomers à geração Y – solucionando os conflitos entre gerações no mercado de trabalho</a>” oferece as seguintes dicas para lidar com tal panorama:<br />
<span id="more-2915"></span><strong>1. Entenda os diferentes estilos de trabalho.</strong> Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s não gostam de ser gerenciados nos mínimos detalhes, enquanto a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> preza por instruções específicas para realizar tarefas. Vale lembrar que, ainda que os boomers não apreciem ser monitorados, gostam de saber do processo, entender como tudo é realizado e fazer parte. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y visa mais a estrutura e o resultado final do processo, mas quer tomar suas próprias decisões e receber feedback ao longo do caminho. Portanto, os mais velhos desejam saber o “como”, enquanto os jovens querem saber o “porquê”.</p>
<p><strong>2. Leve em conta os valores.</strong> Cada geração protege seus valores e os conflitos podem ser uma ameaça a eles. Por exemplo, os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a> valorizam espírito de equipe, cooperação e comprometimento, enquanto a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> prefere tomar uma decisão unilateral e agir, de forma isolada. Já a geração Y valoriza equipes abertas e honestas, que colaborem juntas – e gosta de ter muitas opções para escolher entre elas.</p>
<p><strong>3. Compartilhe percepções. </strong>Quando funcionários de duas ou mais gerações estão envolvidos em um conflito no ambiente de trabalho, eles podem estabelecer um bom diálogo compartilhando suas opiniões. Os mais velhos podem sentir a falta de formalidade e o jeito, talvez, ofensivo dos Y’s, enquanto os jovens podem se sentir desrespeitados se os boomers não valorizam suas percepções e insights. É válido ter grupos distintos criando quadros com pontos de vista que mais valorizam. Funciona como um lembrete visual a todos e mostra, de maneira clara, a diferença entre as gerações, além de ser uma atividade divertida que não julga se são errados ou certos os valores de cada pessoa, apenas respeitando-os.</p>
<p><strong>4. Valorize o melhor de cada geração.</strong> Você não pode mudar as experiências de vida das pessoas, mas pode trabalhar para que as atitudes no ambiente de trabalho e as expectativas delas sejam as melhores possíveis. Um boomer conhecedor do mercado, que é frustrado pela falta de experiência demonstrada por um Y pode, por meio de sua autoestima e bom senso, se tornar um mentor. Pelo que tenho visto em minha experiência, se você quer resolver problemas com uma solução criativa, vá em direção aos jovens. Estudos mostram que as pessoas imersas na tecnologia digital são 10% melhores na resolução de problemas do que seus parceiros mais velhos. Não acredite que as decisões e soluções possam vir apenas dos mais experientes. Os Ys são a geração mais criativa que temos visto nos últimos tempos. Utilize as habilidades de cada geração da melhor forma possível!</p>
<p><strong>5. Busque pontos em comum. </strong>A geração Y tende a valorizar segurança e estabilidade. Já os boomers são mais resistentes a mudanças, mas ambos atribuem importância a treinamento e desenvolvimento. Tanto X’s como Y’s depositam um grande valor na flexibilidade do ambiente de trabalho, além de prezarem o balanço entre vida pessoal e profissional. Os boomers e os Ys se sentem mais confortáveis com a diversidade e estilos de vida alternativos. Descubra os pontos em comum e também as diferenças entre as gerações. Ajude-os a perceber, em equipe, como eles podem utilizar suas forças em conjunto. Traga até eles a consciência sobre o ciclo de gerações para que descubram onde se encaixam.</p>
<p><strong>6. Aprenda com os demais. </strong>Cada geração possui lições valiosas para ensinar umas às outras. Os boomers têm a sabedoria, o conhecimento e os “truques” de que os jovens precisam. A geração X é conhecida por sua lealdade e habilidade de mediação. Já a geração Y está mais antenada ao ambiente de trabalho do futuro, ao marketing e às tendências de mercado.</p>
<p>Se possível, vá mais um passo adiante! Promova um dia de troca de habilidades, em que membros de uma geração ensinam aos membros de outra alguma habilidade especifica. Não seria divertido?</p>
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		<title>O jovem brasileiro está lendo menos?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 15:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[No começo do mês tive a oportunidade de reencontrar no metrô um professor do ensino fundamental. Fui surpreendido com um tapinha carinhoso nas costas e os parabéns por ter um livro em mãos. Depois de relatarmos quais destinos tinham tomado nossas vidas, voltamos ao assunto dos livros. Perguntei como era o aluno de hoje com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/leitura.png" alt="" title="" width="360" height="243" class="alignnone size-full wp-image-2359" /><br />
No começo do mês tive a oportunidade de reencontrar no metrô um professor do ensino fundamental. Fui surpreendido com um tapinha carinhoso nas costas e os parabéns por ter um livro em mãos.</p>
<p>Depois de relatarmos quais destinos tinham tomado nossas vidas, voltamos ao assunto dos livros. </p>
<p>Perguntei como era o aluno de hoje com relação à leitura em uma escola pública e meu professor informou que o jovem está lendo, mas é mais atento a ficção: Harry Potter e Crepúsculo são praticamente obrigatórios para a nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>. O meu antigo tutor reclamou da falta de leitura mais técnica: &#8220;E os grandes filósofos? Grandes autores brasileiros? Ninguém tem conhecimento. Jornais são praticamente descartados.&#8221;<br />
<span id="more-2358"></span><br />
Confidenciei que o hábito de ler livros no formato de papel diminuiu em minha vida, já que trabalho com internet e a minha leitura passou a ser 90% digital: livros digitais, reportagens, manuais, biografias, tutoriais&#8230; mas que isso não indicava uma falta de leitura, pelo contrário.</p>
<p>Meu professor fez uma pausa, não compreendeu.<br />
Começou aí uma troca de ideias sobre a leitura de duas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> distintas.</p>
<p>Expliquei que muitos livros estavam agora em versão digital, os e-books, além de tudo o que se lê da própria tela. Naquele momento meu papel foi tentar provar que a web, pelo menos, pode ser uma aliada.</p>
<p>Já pensou na quantidade que se lê por dia na internet?<br />
Não daria muito mais do que uma revista?</p>
<p>Sempre recebo notícias de que livros clássicos estão liberados na versão digital. O Ipad, um dos objetos tecnológicos mais cobiçados pela <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, em minha opinião, vai proporcionar o contato com diversas obras esquecidas nas estantes. </p>
<p>Uma curiosidade é que o Instituto Pró-Livro revelou uma pesquisa sobre leitura no Brasil e informou que está crescendo o hábito entre jovens no país.  </p>
<p>A maioria dos que foram ouvidos afirmaram ler desde a Bíblia, até Monteiro Lobato, Paulo Coelho, Jorge Amado ou Machado de Assis, e títulos de ficção. De acordo com a presidente do Instituto Pró-Livro, os dados apontam que o brasileiro está definitivamente incorporando o hábito da leitura, o que se deve à universalização da educação e aos avanços do Brasil. </p>
<p>Rupert Murdoch, dono de títulos como Wall Street Journal e The Times, declarou em entrevista em 2009 que o jovem está lendo mais, mas está saindo da realidade do papel e tinta.</p>
<p>Outro aspecto interessante para educadores da &#8220;velha guarda&#8221; é o resultado da pesquisa do Instituto Pró-Livro de 2008, que aponta que mais da metade dos jovens entre 11 e 24 anos lêem com o som ligado. O índice é maior entre 14 e 17 anos.  </p>
<p>Meu antigo professor comentou que as bibliotecas, com a regra de silêncio absoluto, afastam os novos leitores e que realmente a geração Y possui uma &#8220;ânsia por conhecimento&#8221;, pois se não estiver com um aparelho digital ligado ficam com a sensação de que alguma coisa está acontecendo e eles estão perdendo!</p>
<p>Pois é professor, a forma de ensinar está ultrapassada, afirmei.<br />
Ele foi contra, disse que o problema está no aluno, que não consegue viver sem tecnologia. Lembrei de educadores que utilizaram outras técnicas para repassar o conhecimento, mas ele foi resistente. Reconheceu a riqueza dos meios tecnológicos, mas reclamou dos inúmeros trabalhos feitos por cópias da internet.</p>
<p>Era um papo descontraído, entre dois camaradas.</p>
<p>Descendo do vagão, meu professor desejou sorte em minha vida e comentou: &#8220;A tecnologia esta aí, mas nada substitui a delícia de folhear um livro ou um jornal no domingo de manhã&#8221;.</p>
<p>Qual a sua opinião?<br />
As pessoas estão lendo menos ou o que mudou foi a forma de obter informações?</p>
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		<title>A geração Y já era prevista no início dos estudos sobre gerações?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 16:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Generations]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Carol Phillips Há mais ou menos 20 anos, William Strauss e Neil Howe escreveram um livro no qual afirmavam a existência de um ciclo geracional, que passaria por um processo de renovação a cada 22 anos. O livro se chamava, simplesmente, “Generations” (Gerações). Os ciclos foram denominados pelos autores de “períodos” ou “eras”. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2308" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/generations1.png" alt="" width="200" height="300" /><br />
<em><strong>Por Carol Phillips</strong></em></p>
<p>Há mais ou menos 20 anos, William Strauss e Neil Howe escreveram um livro no qual afirmavam a existência de um ciclo geracional, que passaria por um processo de renovação a cada 22 anos. O livro se chamava, simplesmente, “Generations” (<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a>). Os ciclos foram denominados pelos autores de “períodos” ou “eras”. As crianças nascidas durante um período específico compartilhavam experiências histórico-culturais similares, que resultavam na aquisição de semelhanças entre si e de diferenças diante das outras gerações.</p>
<p>Um dos capítulos do livro é fascinante, mesmo tendo sido escrito 20 anos atrás, pela forma como se aproxima do que conhecemos hoje sobre as diferenças entre a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e as gerações anteriores.</p>
<p>A razão disso é que a demografia (uma das forças que modela as gerações) dos Ys era razoavelmente previsível, até mesmo em 1991. Strauss e Howe conseguiram fazer a projeção baseados na taxa de fertilidade e nas tendências de imigração, mesmo que apenas uma parte deles tivesse nascido na época da publicação do livro.<br />
<span id="more-2307"></span><br />
Os autores também se focaram em apresentar a evolução principal, isto é, a criação e educação dos jovens sendo encarada como uma prioridade cultural: algo que já estava em pauta no início dos anos 90. Essa evolução teria um impacto marcante na auto-estima, nos desejos e nos valores da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y. Eles já previam que “essa nova geração está sendo tratada como preciosa”.</p>
<p>O que Howe e Strauss não poderiam saber, em 1991, dizia respeito à influência que a tecnologia e a recessão econômica teriam na formação dessas gerações.</p>
<p>Além da demografia, duas forças que podem ser consideradas as mais influentes são o fácil acesso a todos os tipos de informação e a compreensão de que o estilo de vida americano é, em grande parte, insustentável. Isso já resultou em uma geração mais dona de si, porém consciente, que possui um comportamento bem diferente em relação ao consumo e a mídia nos primeiros anos de seu percurso no mundo do trabalho.</p>
<p>O ultimo e-book da <a href="http://brandamplitude.com/" target="_blank">BrandAmplitude</a>, (“<a href="http://www.brandamplitude.com/whitepapers/MillennialDifferences.pdf" target="_blank">Como a Geração Y é diferente</a>”) se foca nos motivos que não foram previstos em 1991 e, hoje em dia, tornam a geração Y diferente das gerações anteriores.</p>
<p>Porém, o que Strauss e Howe puderam prever sobre as diferenças culturais e demográficas dos Ys perante as demais gerações, certamente o fizeram de maneira notável.</p>
<p><em>*Carol Phillips é presidente e fundadora da consultoria em estratégia de marca “Brand Amplitude”. Ela também é professora na respeitada Universidade de Notre Dame. Carol iniciou sua carreira como pesquisadora de mercado e trabalhando com planejamento estratégico na Leo Burnett. Mais tarde, como Diretora de Contas, liderou equipes em quatro agências diferentes – Y&amp;R, Leo Burnett, Mullen e JWT – com uma variedade de clientes incluindo Sprint, Nextel, Ameritech, Heinz, 7UP e Philip Morris. Acesse o blog de Carol Phillips: <a href="www.millennialmarketing.com" target="_blank">www.millennialmarketing.com</a>.</em></p>
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		</item>
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		<title>Se você gostou da escola, vai adorar trabalhar</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Irvine Welsh]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lilio A. Paoliello Jr. Recém-chegado do período de férias de fim de ano, a primeira coisa que fiz foi dar um passeio em uma das grandes livrarias de São Paulo. Que bom seria se, além de uma sede daquele banco famoso, de uma filial de uma grande loja de varejo e de uma escola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/estudando.png"><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/estudando.png" alt="" title="estudando" width="380" height="285" class="alignnone size-full wp-image-1552" /></a><br />
<em><strong>Por Lilio A. Paoliello Jr.</strong></em></p>
<p>Recém-chegado do período de férias de fim de ano, a primeira coisa que fiz foi dar um passeio em uma das grandes livrarias de São Paulo. Que bom seria se, além de uma sede daquele banco famoso, de uma filial de uma grande loja de varejo e de uma escola pertencente a uma das muitas redes de ensino do centro-sul do país, em cada cidade brasileira também houvesse uma boa livraria. Apesar de nossos problemas de “fome de livros” estarem parcialmente resolvidos com a possibilidade de compra pela Internet. Toda essa introdução foi uma desculpa pra falar, na verdade, sobre um livro, com título curioso, que encontrei. Quero falar menos do livro e mais do título, porque ainda não o li.</p>
<p>“Se você gostou da escola, vai adorar trabalhar” é a mais nova obra do escocês Irvine Welsh, autor do polêmico “Trainspotting”, que deu origem ao não menos polêmico filme, de mesmo nome. Pelo que pude perceber, é mais um representante da literatura beatnik pós-moderna, inspirado pelo gênero original famoso nos anos 60, cheio de situações-limite, recheadas de palavrões, sexo e rock´n roll. Só o título já me fez viajar, pensando no papel da escola, principalmente nesse momento de volta das férias, quando estamos prontos para entrar na época de planejamento, na maioria das escolas brasileiras.<br />
<span id="more-1551"></span><br />
O pensamento parece mesmo uma coisa à toa, como dizia o velho Lupicínio. Pensei logo nos professores com os quais vou trabalhar nestes dias. Será que todos eles foram bons estudantes, gostaram de suas escolas e, portanto, adoram fazer aquilo que fazem, ou seja, ensinar? Ou será que algum problema mal resolvido com seus mestres os levaram a abraçar esta profissão, como forma de resolver grandes e pequenos recalques? Ou ainda, apesar de não gostarem tanto assim de suas escolas de origem, escolheram esta profissão, para fazer do ambiente escolar um mundo melhor?</p>
<p>Seja qual for a prerrogativa da escolha profissional, é importante que cada educador reflita muito neste período de planejamento e em cada aula que for desenvolver sobre estas questões: gostar ou não gostar da escola? Como isso interfere no papel de professor e nas atitudes dos alunos? Aproveitar também para responder a quatro perguntas básicas que terão muito mais utilidade do que qualquer planejamento-documento (que correm o risco de serem engavetados em meio aos papéis da secretaria da escola) o que eu devo saber para ensinar o que vou apresentar em sala de aula? O que devo fazer em sala de aula? O que meus alunos devem aprender? O que meus alunos devem fazer para aprender?</p>
<p>O título do livro me fez refletir também sobre a responsabilidade que a escola e seus profissionais têm com o destino de seus alunos, além do que cada aluno tem sobre seu próprio destino.</p>
<p>Penso que os alunos brasileiros, infelizmente, não têm o hábito de aproveitar seu período sabático para colocar a leitura em dia, para fazer passeios culturais. “Conhecimento é conhecimento, descanso é descanso” pensa a maioria.</p>
<p>Por acaso, fiquei hospedado em uma praia no litoral pernambucano, onde havia muitos jovens. Nenhum deles pegava um livrinho para ler à beira da piscina, à sombra de um dos muitos coqueiros. As pessoas de meia idade ou mais já tinham essa prática. Os jovens preferiam papear ou ficar embutidos em seus fones de ouvido, ocupando apenas um de seus cinco sentidos. Errado? Não me cabe avaliar, mas ficam as dúvidas: será que gostam de suas escolas? Será que trazer um livro para a praia poderia significar trazer parte da escola nas costas? Será que sem pequenos “banhos culturais” que podiam ser vividos nas férias escolares, eles poderão adorar seu trabalho no futuro? </p>
<p>Veio à minha mente a estrutura educacional de alguns países desenvolvidos, como a França, que subsidia viagens culturais durante as férias para que as famílias possam levar seus filhos para conhecer outras realidades. Bem, nós ainda estamos em tempo de bolsa-família, de bolsa-escola. Devagar, podemos chegar lá.</p>
<p>Todas essas coisas não devem passar de mera especulação de um educador na volta das férias, pronto para recomeçar, com a bateria recarregada para um ano que, espero, seja cheio de conhecimento e cultura para todos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Autoridade virou artigo de luxo</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/12/15/autoridade-virou-artigo-de-luxo/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 14:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuela Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Lya Luft]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Manuela Mesquita Para Lya Luft, romancista, poetisa e colunista da revista Veja, grande parte dos adultos são consumistas, inseguros e desorientados. A atual sociedade sofre pela falta de autoridade e a presença de teorias insensatas de educação. As maiores vítimas? Os jovens, que não têm sido devidamente orientados para o mundo que se abre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/Lya_Luft.jpg" alt="Lya_Luft" title="Lya_Luft" width="220" height="306" class="alignnone size-full wp-image-1343" /><br />
<strong><em>Por Manuela Mesquita</em></strong></p>
<p>Para Lya Luft, romancista, poetisa e colunista da revista Veja, grande parte dos adultos são consumistas, inseguros e desorientados. A atual sociedade sofre pela falta de autoridade e a presença de teorias insensatas de educação. As maiores vítimas? Os jovens, que não têm sido devidamente orientados para o mundo que se abre ao seu redor.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao Foco em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a>, a autora, que também é professora universitária, fala sobre juventude e educação, argumentando que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> não é necessariamente egoísta e arrogante. Confira entrevista:</p>
<p><strong>A senhora costuma falar muito, em seus artigos, que hoje os filhos não respeitam os pais como antigamente. É visível que atualmente passamos por uma inversão de valores, mas em sua opinião, por que isso acontece?</strong><br />
<span id="more-1342"></span></p>
<p>Apenas mudaram os parâmetros de comportamento. A meninada, em algumas famílias, aprende em casa a ter pouca gentileza, pouca educação. </p>
<p><strong>A senhora acha que a qualidade de vida dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é melhor ou pior do que antes?</strong></p>
<p>Em muitas coisas é incrivelmente melhor, sobretudo pelo acesso a todas as maravilhas do mundo pela internet. Por outro lado, internet tem seus perigos também. É preciso discernimento para escolher e nem sempre família e escola lhes proporcionam isso.</p>
<p><strong>Há soluções viáveis que amenizem os conflitos entre gerações tão comentados em seus textos?</strong></p>
<p>Não creio. Conflitos de gerações sempre existiram e são normais. Hoje, porém, a autoridade virou artigo de luxo e as coisas se complicaram. </p>
<p><strong>Em seu livro &#8220;Perdas e Ganhos&#8221;, há uma forte discussão entre o que se perde e o que se ganha por meio do processo de escolha. Como a senhora enxerga esse paradoxo nos jovens de hoje? Há um processo de conscientização que vai além do superficial? </strong></p>
<p>Nunca achei que a juventude hoje fosse toda frívola, penso que nós adultos somos bem piores, consumistas, inseguros e desorientados. Mas atenção, não todos! Não acho nossos tempos modernos piores que os de antes, pelo contrário. Em alguns aspectos estamos sofrendo pela falta de autoridade, teorias insensatas de educação etc. Nada mais.</p>
<p><strong>Ainda falando sobre o livro, sabemos que estamos lidando com a chamada Geração Troféu, que era premiada até quando perdia, que dizemos que teve tudo de &#8220;mão beijada&#8221;, à qual os pais deram liberdade porque estavam ocupados trabalhando demais e sentiam culpa por isso. A senhora acha que esse tipo de educação pode prejudicar na questão do autoconhecimento e consequentemente, das escolhas desses jovens?</strong></p>
<p>Na década de sessenta e logo depois do “é proibido proibir”,entraram no Brasil teorias muitas vezes tortas e mal entendidas.A autoridade e a disciplina foram relegadas a coisas antiquadas.Todos sofreram com isso.</p>
<p>Sou contra o autoritarismo, mas a favor de uma autoridade amorosa, que é cuidado, e quem ama cuida. A meninada anda muito largada.</p>
<p><strong>Muitos dizem que a geração atual só dá valor para o hoje, não planeja o futuro, não cria expectativas ou situações que lhe garantam um futuro melhor. Qual a opinião da senhora sobre isso?</strong></p>
<p>Não se pode generalizar. A maioria dos jovens é de guerreiros, lutadores, que estudam, trabalham e enfrentam mil problemas.<br />
<strong><br />
Ao escrever para a revista VEJA, a senhora atinge um público bastante variado, mas não se pode negar que a maior parte dos leitores pertença à elite brasileira. Constantemente, há comentários em suas crônicas que se dirigem ao jovem como hipócrita, arrogante e egoísta e essas características também são sempre citadas quando o assunto é geração Y. Mas isso se aplica também às camadas menos privilegiadas da população?</strong></p>
<p>Nunca pensei que meus comentários dariam a entender que acho a juventude arrogante etc, porque não acho. Tenho sete netos, idades entre 6 e 21 anos e sou admiradora deles. Temos uma relação bem humorada e amiga. Má criação não escolhe camada social. E lembro que revistas e jornais hoje são usados em escolas públicas, de modo que não creio que só a elite me leia. Os pobres não andam tão alienados.</p>
<p><strong>Ao longo de sua trajetória de vida, muitas experiências fizeram com que a senhora se tornasse quem é hoje: uma renomada escritora admirada por muitos.  Como a senhora enxerga a relação do jovem com a literatura atualmente? </strong></p>
<p>Quando um pai se queixa de que seu filho não lê, pergunto quantos livros ele leu nessa semana, nesse mês, quantos têm em casa.</p>
<p>Em família que não lê, em geral, os filhos não lêem. </p>
<p>Mas vemos que certa literatura dita juvenil vende muitíssimo, mostrando que jovens lêem, desde que encontrem o que interessa. Um erro grave é querer que aos 14 anos leiam Machado de Assis.</p>
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