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	<title>Foco em Gerações &#187; Mercado de Trabalho</title>
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		<title>Como gerenciar as expectativas da geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock É muito importante, quando contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4984" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/gerenciarm.jpg" alt="" width="300" height="235" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante, quando  contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção  dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do  mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam  de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas habilidades e  competências. São muito seguros de si. Como retê-los? Como engajá-los? Não é uma  tarefa fácil. Eles nos requerem o tempo todo, desejam mais e vibram por novos  desafios, não querem ficar “carimbando papeis” nem por um segundo. Então, vamos,  logo de início, trabalhar as expectativas que eles têm em relação à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho sempre uma historinha pra  contar e, aqui, acho que cabe falar da jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que foi contratada por  uma empresa e entrou muito animada com seus desafios. Ela atuava em Recursos  Humanos, e a sua gestora estava consciente de que deveria motivá-la para  retê-la. Então, quando chegou a época de final de ano, pediu que ela preparasse  a tradicional festa de confraternização.  Essa não era sua atividade básica, mas  sabemos que envolver os jovens em projetos é uma maneira poderosa de  engajamento. A gestora pediu a sua funcionária que verificasse como foram feitas  as festas anteriores para ter como base no seu novo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia da reunião sobre o assunto  desenvolvido, a funcionária mostrou-se muito proativa. Já havia encontrado dois  ou três lugares e já tinha os orçamentos para entender o custo envolvido, além  de bolar uma festa à fantasia, com jogos e competições. O tema se relacionava a  super-heróis, porque todos eram heróis na empresa! Ela trabalhou no projeto com  muita dedicação e estava animada com a tarefa.<br />
<span id="more-4982"></span><br />
A gestora ficou muito  contrariada. Uma festa à fantasia estava fora de cogitação naquele banco, uma  empresa que, por princípio, não pode relaxar e tem um ambiente mais formal de  trabalho. Ela expressou seu descontentamento com a funcionária e, nas palavras  da própria jovem, deu-lhe um “esporro”. Foi uma frustração só. A funcionária  saiu da sala refletindo sobre as outras propostas que tinha recebido e  compreendendo que aquela organização não permitiria inovações. Já a chefe ficou  pensando que essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é ousada, mas acha que pode tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu aqui? Foi um  grande erro de comunicação e de gerenciamento de expectativas. Nos nossos dias,  explicar claramente quais são as regras do jogo é atividade fundamental. É como  em um jogo de futebol: as regras devem ser claras. É preciso delinear bem as  margens do campo, mesmo que algumas coisas pareçam desnecessárias, como explicar  que, no futebol, só o goleiro pode segurar a bola com as mãos!</p>
<p style="text-align: justify;">Todos saíram irritados da reunião  e o nível de motivação da nova funcionária foi “para o pé”. Tudo isso poderia  ser evitado se a comunicação fosse mais clara. Se a chefe tivesse deixado claras  os objetivos que tinha, e definido melhor os parâmetros que norteariam o  conceito da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, não mensuramos bem as  expectativas que temos e que os jovens têm quando entram na nossa organização.  Trabalhar a gestão das expectativas é fundamental para o processo interno de  integração das pessoas, para estabelecer uma comunicação clara dentro da empresa  e para não gerar frustrações que possam levar à perda de um jovem talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece com mais frequência  do que imaginamos. Nem sempre essas frustrações são verbalizadas, até que um dia  esse funcionário da geração Y entra na nossa sala pedindo demissão. E a gente  fica sem entender essa geração, que nos parece tão instável&#8230;.</p>
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		<title>Gerações com talentos diferentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Danilo Santos* De um lado, engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e inovação. Grandes talentos que, unidos, podem levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão difícil fazer com que esses dois grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4980" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/novos-talentos.jpg" alt="" width="228" height="222" /></p>
<p>Por Danilo  Santos* </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De um lado,  engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De  outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e  inovação.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grandes talentos que, unidos, podem  levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão  difícil fazer com que esses dois grupos superem suas diferenças e atuem em  harmonia para potencializar suas qualidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Há pelo menos duas boas razões: o  déficit de engenheiros chega à casa dos 20 mil por ano no Brasil, segundo o  Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e o  envelhecimento da população brasileira tem feito trabalhadores aposentados serem  reinseridos no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo, a Fundação Seade  aponta que a terceira idade pode ultrapassar a faixa de crianças e jovens até 14  anos em 2024.<br />
<span id="more-4979"></span><br />
O desafio está lançado e as empresas  que conseguirem superá-lo mantendo a boa relação entre engenheiros  recém-formados e seniores terão a chance de ter profissionais mais satisfeitos e  empenhados em obter excelentes resultados. Mas é necessário entender as  características e prioridades de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que nasceram entre 1925 e  1945 integram a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Tradicionalista e prezam a hierarquia e formalidade, são  dedicadas ao trabalho e viveram boa parte de suas carreiras com estabilidade  profissional. Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, nascidos entre 1946 e 1964, têm foco na  construção da carreira e prezam a ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Como gestores, preferem quem  colabora com o trabalho do grupo. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, formada pelos nascidos entre 1965  e 1979, possui perfil mais conservador, mas prioriza o aprendizado e a qualidade  de vida. Em posição de chefia, tem estilo gerencial mais  empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Millenium &#8211; conhecida também como  Y &#8211; com indivíduos nascidos entre 1980 e 2000, tem indivíduos otimistas,  antenados em novidades tecnológicas e abertos a mudanças que costumam atuar  melhor quando partilham os valores da companhia. Conseguem se envolver tanto  para, até mesmo, se divertir enquanto trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam motivar  profissionais com diferentes visões sobre prioridades na carreira e estabilidade  na vida profissional. Outro detalhe a ser trabalhado é o repasse de conhecimento  entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> com expertises tão complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de projetos de engenharia,  por exemplo, uma solução que funciona muito bem é quando os profissionais traçam  a estratégia de ação em conjunto e só depois dividem as funções: os mais novos,  por terem mais afinidade com tecnologia, são colocados para trabalhar com  softwares.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os mais experientes ficam  responsáveis pela verificação dos projetos, uma vez que são mais  minuciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é necessário preparar os  líderes para conduzir todas as gerações de profissionais. Treinamentos  comportamentais ajudam os gestores a lidarem com as diferenças de idade e  perfil. Mas é a maturidade do líder que fará toda a  diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são os primeiros passos para  que qualquer empresa caminhe rumo a cativar e envolver seus talentos para que  juntos consigam criar um produto final que traduza o que cada geração tem de  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Danilo  Santos</em></strong><strong><em> </em></strong><em>é gerente de RH da<strong> </strong></em><em>Progen</em><em>, empresa de projetos de  engenharia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/geracoes-com-talentos-diferentes_112387.html">Brasil  Econômico</a></strong></p>
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		<title>Carta de um demitido para a geração Y</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati A geração Y é conhecida por sua impetuosidade nas multitarefas e seu dinamismo incontestável. Por vezes, se depara com dificuldades, mas são as vitórias e conquistas rápidas que fazem dessa turma, cada vez mais, uma geração expressiva. Pensando nisso é que decidi reproduzir abaixo a carta que recebi de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4967" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/acordo-quebrado.jpg" alt="" width="276" height="207" /></p>
<p>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> é conhecida por sua impetuosidade nas multitarefas e seu dinamismo  incontestável. Por vezes, se depara com dificuldades, mas são as vitórias e  conquistas rápidas que fazem dessa turma, cada vez mais, uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso é que decidi reproduzir abaixo a carta  que recebi de uma pessoa pela qual eu tenho um carinho muito grande, pois trata  de um tema que é ainda um tabu para as novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>: a  demissão!</p>
<p style="text-align: justify;">“Acordei muito animado, pois minha estória parecia  finalmente estar tomando um rumo diferente, desde que minha esposa se curou de  uma enfermidade gravíssima. Há exatamente um ano, ela diagnosticou dois cânceres  distintos e foi praticamente desenganada pelos médicos. Hoje – já curada -,  acompanha minha trajetória profissional, me dando muita força desde  sempre!</p>
<p style="text-align: justify;">Não  imaginava que, ao final do dia, no momento em que pediria para ser liberado  ‘vinte minutinhos’ mais cedo, o chão se abriria e da cratera iria eclodir minha  carta de demissão!<br />
<span id="more-4966"></span><br />
Como quando partimos dessa para melhor, um filme passou  em minha mente e todos os anos de dedicação e afinco à marca que eu representava  se esvaíram pelos meus dedos, sem muitas explicações  plausíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  casa, após dar a notícia à esposa do que havia acontecido, ao invés de me sentar  à beira do caminho esperando a morte chegar, me utilizei da minha rede de  networking, das minhas habilidades de ter administrado bem meu portfólio pessoal  e do bom uso de minha imagem, colocando um sobrenome no mercado de trabalho, e  consegui marcar uma entrevista para o dia seguinte mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui  admitido pela maior concorrente da antiga empresa em que eu trabalhava e  descobri que Deus não escreve certo por linhas tortas, Deus escreve certo por  linhas certas, a gente que às vezes enxerga torto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Em  momentos tensos como esse, já vi muitos jovens se desesperarem, sem conseguir se  concentrar na busca da solução do problema, que às vezes está mais perto de nós  do que pensamos ou sonhamos saber. Por isso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Nunca deixe de  se relacionar bem, com quem quer que seja;</li>
<li>Sempre sorria,  pois o sorriso amplia o networking e abre possibilidades;</li>
<li>Nunca minta o  motivo do desligamento da empresa anterior, pois uma verdade que nem sempre é  tão bonita é muito melhor do que uma mentira;</li>
<li>Caso seja  demitido, ligue para o dono da empresa concorrente e diga que está louco para  trabalhar com ele e, claro, trabalhe com prazer;</li>
<li>E nunca&#8230;  nunca deixe de confiar em Deus!”</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Marcelo Gonzales é  consultor de projetos na Dell Anno Niterói,</em></strong><em><strong> bacharel em  Administração de Empresas e autor do blog <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da Geração  X… Mas vivo Y!</a></strong></em><strong>.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Eline Kullock retrata a geração Y no jornal Bom Dia Pernambuco</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/26/eline-kullock-retrata-a-geracao-y-no-jornal-bom-dia-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Eline Kullock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01). Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/especialista-fala-sobre-a-geracao-da-internet/1783152"><img class="alignnone size-full wp-image-4957" title="Clique para Assistir" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/globope.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a></p>
<p>Por Tatiana Kielberman &#8211;  @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eline Kullock, especialista no estudo da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a>, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo  Nordeste, na última quarta-feira (25/01).</p>
<p style="text-align: justify;">Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão  bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das  organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres da geração Y ainda enfrentam discriminação no trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira. Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4947" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/123abc.png" alt="" width="294" height="235" /><br />
O mundo evoluiu, mas as mulheres  continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a  carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa realizada pela  Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> ainda  se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77%  acreditam que tais problemas no ambiente profissional são moderados ou severos e  quase 50% afirmam já terem passado ou presenciado situações do  tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os problemas mais comuns, as  entrevistadas citam o fato de serem relacionadas com certos estereótipos (63%),  a compensação desigual (60%), o tratamento diferenciado (58%), a desigualdade de  oportunidades (58%), piadas de gênero (38%) e o assédio sexual  (31%).</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, muitas dessas  profissionais reclamam que são consideradas incompetentes por causa da idade e  que, também por conta da data de nascimento, são preteridas em  promoções.<br />
<span id="more-4946"></span><br />
No que diz respeito ao Brasil, a  discriminação de gênero ainda persiste e pode ser observada na remuneração  inferior das mulheres e nas oportunidades oferecidas, especialmente quando é  para assumir cargos no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Por aqui, o mais comum é a diferença  salarial e de oportunidades; nesse caso, o maior medo dos empregadores ainda é a  questão da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a queixa apontada pelas  mulheres da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y, na pesquisa da Fundação BPW, de que são preteridas em  promoções por conta da idade, no Brasil o cenário é um pouco  diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, as empresas  apostaram tudo no trainee, superestimaram este profissional. Agora, é natural  que esta tendência de promover pessoas cada vez mais jovens se amenize,  independentemente do gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, pesquisas apontam que  a geração Y engloba jovens nascidos entre 1978 e 1999, sendo que são descritos,  entre outras características, como multitarefas, inquietos, competitivos e  impulsivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2293902-mulheres+geracao+ainda+enfrentam+discriminacao+trabalho">Portal  InfoMoney</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Geração Y no poder</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/17/a-geracao-y-no-poder/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cíntia Bortotto Atualmente, vivemos uma revolução no mundo corporativo. Isso porque a famigerada Geração Y, tão estudada e comentada por especialistas, não chegou apenas ao mercado de trabalho. Hoje, ela vive cargos de liderança e muitas adaptações estão acontecendo. Os indivíduos dessa geração são tecnologicamente superiores, tendem a ter entendimento global, necessitam de reconhecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4925" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/2_28_11-Young-Business-People-B.jpg" alt="" width="298" height="189" /></p>
<p>Por Cíntia  Bortotto</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, vivemos uma revolução no  mundo corporativo. Isso porque a famigerada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, tão estudada e comentada  por especialistas, não chegou apenas ao mercado de trabalho. Hoje, ela vive  cargos de liderança e muitas adaptações estão acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> são  tecnologicamente superiores, tendem a ter entendimento global, necessitam de  reconhecimento positivo periódico, desejam crescimento rápido na carreira e são  imediatistas. Tecnicamente, eles são muito sofisticados, são multitarefeiros,  fieis aos seus projetos, informais, autônomos e individualistas. Não abrem mão  de gerenciar simultaneamente sua vida pessoal e profissional. Precisam se sentir  &#8220;fazendo parte&#8221; do time: liderança por coletividade e  inclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa geração já está no poder e toma  decisões ponderando seus valores e preferências. Por conta disso, temos notado  algumas mudanças de postura das companhias, tais como:<br />
<span id="more-4924"></span><br />
1. As empresas têm investido em  tecnologia e comunicação. Elas querem estar conectadas aos clientes,  fornecedores e, especialmente, ao consumidor final.</p>
<p style="text-align: justify;">2. A presença nas redes sociais como  forma de comunicação e formação de opinião também tem  acontecido.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Assuntos como qualidade de vida e  equilíbrio entre vida pessoal e trabalho tendem a estar em questão com esse  grupo no comando; atenção principalmente para trabalhos <em>part time</em> ou  parte do trabalho feito no modelo <em>home office</em>: eles são tendências que  ganham cada vez mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Valores como sustentabilidade e  lealdade também tendem a ser valorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">5. A velocidade, tanto de promoções  como de tomada de decisão, fica mais intensa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ‘Y&#8217; DA  QUESTÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, afinal, o que é a Geração Y?  Retomando o que já abordei anteriormente nesta coluna, as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> são grupos  com características similares, tratados por meio de uma cronologia ou uma linha  do tempo. Por essas características, entendemos valores, motivações,  preferências no ambiente de trabalho, forma de se comunicar, forma de aprender,  postura, forma de se relacionar, entre outros. Apenas para elucidar,  temos:</p>
<p style="text-align: justify;">- Nascidos antes de 1945 &#8211;  Tradicionais<br />
- Nascidos entre 1946 e 1964 &#8211; Baby  Boomers<br />
- Nascidos entre 1965 e 1977 &#8211;  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >Geração X</a><br />
- Nascidos entre 1978 e 1995 &#8211;  Geração Y<br />
- Nascidos após 1995 &#8211; Geração  Z</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração X, muitas vezes, ajuda a Y  no ambiente corporativo, tanto com os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, como com os tradicionais,  que é onde há maior atrito. Como a Geração Y é bastante questionadora, os  tradicionais se ressentem muito dessa postura, já que aprenderam a respeitar as  regras e não questioná-las. O X tem um papel importante de tradução das  gerações, já que é adepto das mudanças, mas de um jeito mais pragmático e não  tão questionador.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de lidar com o choque  das gerações é por meio do diálogo e do incentivo de feedbacks constantes, já  que a Geração Y tem essa necessidade e, cada vez mais, as empresas têm esses  profissionais na faixa etária de atuação. Conhecer as características de cada  geração também facilita o entendimento entre elas. Isso pode ser feito através  de palestras com especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração X e a Y têm uma relação  positiva. As maiores diferenças dizem respeito ao imediatismo que a Geração Y  tem. A X lida melhor com a frustração, consegue protelar a recompensa, coisa em  que a Geração Y tem mais dificuldade. Enquanto o Y não entende como o X se  sujeita a esperar, o X não entende como o Y não consegue adiar um pouco a  recompensa. Como o Y precisa de limites claros, por conta da dificuldade em  lidar com eles, o X tem de aprender a colocar esses limites, trabalhando uma  comunicação clara e transparente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O EFEITO Y</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos da Geração Y no poder têm  mais relação com a valorização do meio ambiente, da relação de qualidade de vida  e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Decisões ou projetos que  envolvam esses temas terão a simpatia e, por que não dizer, a posição favorável  dessa nova geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a Geração Y tomando decisões,  teremos empresas cada vez mais verdes e focadas no consumidor final. Veremos  toda uma cadeia envolvida com esses novos valores, desde os fornecedores até os  consumidores. Isso tende a ser feito por meio de uma comunicação clara,  transparente e direta, em uma velocidade nunca vista antes. Seja qual for sua  geração, siga confiante e boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/56/6594/a-geracao-y-no-poder.aspx" target="_blank">Diário  do Grande ABC</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Geração Y parece não gostar de expor vida profissional em redes sociais</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/13/geracao-y-parece-nao-gostar-de-expor-vida-profissional-em-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Redes sociais lembram os jovens, principalmente aqueles da Geração Y, que possuem grande afinidade com a tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles não parecem gostar tanto de se expor. Analisando um banco de dados com 4 milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a Geração Y), apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4909" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/alcool-bebida-computador-jovem-20110510-size-598.jpg" alt="" width="304" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify;">Redes sociais  lembram os jovens,  principalmente aqueles da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, que possuem grande afinidade com a  tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles  não parecem gostar tanto de se expor.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando um banco de dados com 4  milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y), apenas 36%  deles informam o local de trabalho atual ou passado. Ao mesmo tempo, 80%  listaram pelo menos uma instituição de ensino que frequentaram. Os jovens ainda  mostraram que ficam, em média, dois anos em um mesmo  emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados fazem parte de um estudo  feito pela Millennial Branding, que também constatou que os indivíduos desse  grupo adicionam, em média, 16 colegas de trabalho na sua lista de amigos.  Falando de amizades, 82% desses jovens profissionais possuem pelo menos um  colega de trabalho em sua lista de amigos, 53% possuem mais de cinco e 40% têm  mais de dez.</p>
<p><span id="more-4908"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também identificou os <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">cargos</a> mais comuns entre os usuários de tal  geração. Os principais foram ‘servidor’, com 2,9% das citações, ‘gerente’, com  2,5%, ‘estagiário’, com 2,3% e ‘associado de vendas’, com 1,7% das citações  analisadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">InfoMoney</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Geração Y e o Ambiente de Trabalho</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/10/a-geracao-y-e-o-ambiente-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A Geração Y, ao contrário do que muitos acreditam, não é uma legião de adolescentes revoltados ligados ao mundo fechado da comunicação tecnológica. São pessoas que possivelmente nasceram entre 1980 e 2000 (não há uma limitação específica), também conhecidos como filhos da geração X. É uma geração relativamente nova, e algumas de suas definições ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4888" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/jovens_trabalho.jpg" alt="" width="280" height="208" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, ao contrário do que  muitos acreditam, não é uma legião de adolescentes revoltados ligados ao mundo  fechado da comunicação tecnológica. São pessoas que possivelmente nasceram entre  1980 e 2000 (não há uma limitação específica), também conhecidos como filhos da  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>. É uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> relativamente nova, e algumas de suas definições ainda  estão sendo estabelecidas, além de suas características marcantes. No aspecto  geral, possuem em seu berço um mundo com tendências fortemente globalizadas e  cercado de tecnologia em ascensão. Dessa forma, é possível verificar a grande  afinidade com as mudanças, principalmente no estilo de  vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos da geração Y também  são conhecidos por serem multitarefa, isto é, conseguem fazer várias coisas ao  mesmo tempo, como falar no telefone, entrar em sites de relacionamentos, enviar  mensagens e até mesmo ouvir músicas. Essa característica de multitarefa também é  fortemente aliada e propiciada pela tecnologia. Na questão profissional, é muito  valioso ter pessoas da geração Y na sua equipe, pois esses profissionais sempre  estão em busca de informações novas, atualizadas e procuram por soluções rápidas  e fáceis para os problemas. Sem contar que são super aptos a tecnologias em  geral, como o uso de computador para todos os tipos de tarefas, até mesmo para  ler livros; preferem escrever e-mails a cartas e não costumam ser fiéis a  marcas, o que gera maior concorrência entre os fabricantes em geral. Os  indivíduos caracterizados por serem da geração Y não possuem barreiras perante  as tecnologias como as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> anteriores</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, o que podemos perceber na  caracterização dessa geração é que ela é composta por pessoas bem resolvidas,  inteligentes, que buscam ajudar o meio ambiente, pensam em atitudes  sustentáveis, procuram ter menos filhos e tentam se engajar e planejar um futuro  melhor para a próxima geração, que serão seus filhos.<br />
<span id="more-4887"></span><br />
Outro aspecto interessante dessa  geração é a forma como essas pessoas se comunicam na área profissional. Antes, a  comunicação era formal e de menor interação entre os colaboradores,  principalmente quando se tratava de cargos superiores e inferiores. Hoje, não  vemos mais essa formalidade, pois existe uma interação maior e a troca de  conhecimentos, seja entre pessoas mais estudadas ou não. Esse tipo de  comunicação acaba rompendo barreiras e formando laços de amizade, sem esquecer o  lado profissional. Trata-se de pessoas maduras, com maior inteligência  emocional, que não misturam as situações. Podem ser melhores amigos, mas na hora  do trabalho são totalmente profissionais, e por isso são considerados ótimos  colaboradores, que não geram problemas desnecessários de relacionamento  interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para muitos especialistas e  empresários, as pessoas da geração Y são ideais para fazer parte da equipe, pois  garantem um ambiente de trabalho tranquilo e confiável, principalmente porque  costumam ser fieis ao que acreditam, e se empenham para cumprir suas metas e  conquistar seus objetivos dentro de uma empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra característica interessante  desta geração é que 1/5 dessas pessoas já são chefes de equipe, o que demonstra  grande capacidade e espírito de liderança. Essa geração tem pressa de subir  rápido de cargo e procura atender a todas as necessidades da empresa, sem gerar  concorrência entre os colaboradores. Devido a tais características, muitas vezes  ligadas à pró-atividade e ao estilo de vida, foram necessárias reestruturações  em diversos escritórios, a fim de adaptação. Não existem mais tantas salas e  paredes como antigamente, o ambiente é mais limpo e aberto ao diálogo entre  todos os integrantes da equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">A geração Y, com certeza, é  composta por pessoas que vão gerar cada vez mais lucros para as empresas com uma  mentalidade mais avançada. São os profissionais que melhor se adaptam a todas as  áreas e que proporcionam aos líderes e donos de empresas os melhores resultados  e certeza de bons negócios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/atualidades/geracao-y-ambiente-trabalho/">Guia  da Carreira</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Posicionar-se: a porta de entrada para o mundo moderno</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/05/posicionar-se-a-porta-de-entrada-para-o-mundo-moderno/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 16:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionar-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gislene Bastos* De uns tempos para cá, venho dedicando algumas horas a refletir sobre nosso posicionamento no mundo. É, posicionamento, mesmo! Situação bem comparável ao que vemos num jogo de futebol, basquete, vôlei. O jogador tem posições em que se sai melhor. Posiciona-se e gera resultado. Bom ou ruim, dependendo de cada caso. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4876" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/position.jpg" alt="" width="260" height="194" /><br />
</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Gislene  Bastos*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De uns tempos para cá, venho dedicando  algumas horas a refletir sobre nosso posicionamento no mundo. É, posicionamento,  mesmo! Situação bem comparável ao que vemos num jogo de futebol, basquete,  vôlei. O jogador tem posições em que se sai melhor. Posiciona-se e gera  resultado. Bom ou ruim, dependendo de cada caso. No nosso dia a dia, o  posicionamento vem das decisões que tomamos e expressamos em atitudes e ações. É  assim que nos revelamos e nos deixamos conhecer. É assim que interagimos com o  mundo. Posicionar-se, então, é uma questão intrínseca ao existir. Não basta só  pensar. Pensamos, organizamos ideias e verbalizamos de acordo com o que  valorizamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Falas e gestos. Textos e imagens.  Revelamo-nos para nós e para o outro. Essa questão é tão simples que você pode  até estar achando que eu não tenho nada para escrever e, por isso, decidi falar  sobre algo tão óbvio. É um processo muito natural e automático, nessa sociedade  atual de curtir, compartilhar, seguir. Mas há uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, eu digo até que um  misto de <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, que não cresceu com tantos botões disponíveis. Para algumas  pessoas, expressar-se significa algo mais profundo e contextualizado. Acredito  nisso e defendo isso. A moda atual de num clique “curtir” e noutro “descurtir” é  insignificante e gera pouco valor. É irresponsável quando o clique ocorre apenas  para mostrar-se, para aparecer para o grupo. Algo comparável com aquele colega  de aula que, ao final de uma explicação, era sempre o primeiro a levantar a mão  e questionar algo irrelevante ou fora do tema tratado.</p>
<p style="text-align: justify;">Posicionar-se. Ter opinião.  Expressar-se. Compartilhar assuntos, questionamentos, links. A rotina dessa  nossa vida hiperconectada e sociável em redes exige atenção criteriosa. De  pessoas como eu, que vêm se adaptando ao longo dos anos, e de quem já se formou  com esses recursos de sociabilidade sem fronteiras e, às vezes, com limites de  140 toques. A vigilância do pensamento, a reflexão, o analisar de pontos  favoráveis e negativos somam possibilidades. Eliminam erros. Podem resultar em  agradáveis avanços numa estratégia de jogo. Alguém lembra quando foi mesmo que a  figura do “líbero” definitivamente ganhou posição num time de  vôlei?<br />
<span id="more-4872"></span><br />
Pois é. A evolução é uma espiral sem fim. Há sempre uma  contribuição para dar continuidade ao processo. Perceber essas dicas é tarefa de  cada um, em todo momento. Links, “curtidas”, anúncios no ônibus da frente,  observação de algum amigo. O mundo está cheio de detalhes. Conseguir transformar  tais detalhes em algo relevante é o segredo. É necessário gastar um tempinho com  aquela coisa de que falava lá no começo do texto: posicionamento. Definir as  escolhas e formar conteúdo. Só aí podemos, sim, sair por aí compartilhando  coisas e assuntos que fazem diferença. Pense nisso! E, compartilhe,  claro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Gislene Bastos é formada em Comunicação  Social/Jornalismo e especializada em marketing, metodologia do ensino superior e  fotografia. Desde 2003, atua na coordenação de equipes, o que envolve selecionar  e treinar novos talentos para o jornalismo.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Copiando o mundo velho no mundo novo!</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/02/copiando-o-mundo-velho-no-mundo-novo/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 17:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura POP]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos Corporativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati No início de 2010, o disco de vinil estava de volta, com “Cinema”, de Cachorro Grande, “Fome de tudo”, da Nação Zumbi, “Onde brilham os olhos seus”, na voz ímpar de Fernanda Takai e “Chiaroscuro”, da Pitty, que fez questão de lançar em vinil porque o som da agulha com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4855" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Globalizacao_Tecnologias_Informacao-1.jpg" alt="" width="287" height="191" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No  início de 2010, o disco de vinil estava de volta, com “Cinema”, de Cachorro  Grande, “Fome de tudo”, da Nação Zumbi, “Onde brilham os olhos seus”, na voz  ímpar de Fernanda Takai e “Chiaroscuro”, da Pitty, que fez questão de lançar em  vinil porque o som da agulha com aquele chiado inconfundível iria imprimir um  maior estilo ao som. Um volta ao passado que tem ditado algumas tendências no  mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se sobressair no meio corporativo em meio a tantos  talentos da sua <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é o que deve se perguntar o jovem Y. A idade o coloca  numa determinada classificação que mostra como é e até como pensa, mas um enorme  e profundo abismo o separa da realidade simples de ser um  talento!</p>
<p style="text-align: justify;">Dê  um Google, pesquise “novos talentos corporativos” e veja a infinidade de  empresas que estão à sua procura! Eike Batista recebe por ano mais de 600  propostas, convites de participação em projetos e patrocínios. Aumente esse  número! Descubra onde será a próxima tarde/noite de autógrafos dele e esteja lá,  aguarde na fila com um exemplar de “O X da Questão” e seja o 601º apresentando  sua proposta. Mas, atenção: sua proposta não está preparada? Prepare! Ela está  se desenvolvendo na sua cabeça? Escreva! Ela ainda está amadurecendo? Colha-a! A  fila anda!<br />
<span id="more-4854"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, dos multitarefas, tem que ser a geração dos novos destaques. Mas nada  cai do céu! Arregaçar as mangas e NÃO ir em busca do desconhecido, mas sim da  reinvenção do que já foi apresentado certa vez e que você poderá aprimorar&#8230;  isso é o que te destacará. Como diriam Chan Kim e Renée Mauborgne no imperdível  livro “A Estratégia do Oceano Azul”, devemos criar um novo mercado, enxergando a  oportunidade onde a fadiga e a mesmice imperam; devemos tornar a concorrência  tão irrelevante que o sucesso permanecerá.</p>
<p style="text-align: justify;">Acorde, geração Y, e vamos empreender, pois o espaço  entre uma geração e outra está diminuindo e a próxima a entrar no meio  corporativo promete&#8230; Muito mais do que ficar se vangloriando em ser  multitarefa, antenada e atenta, essa turminha à qual eu chamo de ‘Global  Generation’ é a primeira geração globalizada desde o nascimento. É a geração da  Bibi, neta de Eline Kullock, que com certeza não vive da mesma forma dos jovens  da nossa idade. A facilidade com o manuseio de um <em>tablet</em>,<em> </em>por  exemplo, acontece naturalmente como quando aprendemos a andar de bicicleta; é a  geração da minha Duda, que hoje tem dois anos e meio e está a cada dia mais  distante de conhecer uma agência dos Correios: ela certamente gostará mais de  e-mails&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O  <a href="../../index.php/2009/12/23/sua-geracao-pode-fazer-um-2010-diferente/">post</a> deste blog de 23 de Dezembro de 2009 terminava assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Que em 2010 saibamos aprender mais uns com os outros e  harmonizar a convivência entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>!”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, olhe para trás e, se fez a sua parte,  ótimo!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, independente de sua resposta mental, olhe para  frente, que atrás vem gente!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Gonzales é consultor de projetos na  Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da Geração X&#8230; Mas vivo  Y!</a></em>.<em> </em></p>
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