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	<title>Foco em Gerações &#187; Midias Sociais</title>
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		<title>Para lidar com geração Z, professor recorre às redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<description><![CDATA[É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a &#8220;geração Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4952" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/criancas-mouse-maos-pais_3255655.jpg" alt="" width="292" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">É findada a era em que professores,  frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma  turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino  fundamental e médio, a &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas.  Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens,  a tecnologia é a principal aliada dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Lecionando química há 15 anos, o  professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas  (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por  nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. &#8220;Eles são multimídia,  fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook  aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o  pé&#8221;, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Render-se ao perfil mais agitado dos  jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro  encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em  suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. &#8220;Eu crio tirinhas de humor e  memes (<em>ilustrações cômicas que se propagam na rede</em>) sobre química,  converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o  professor faz essas coisas, os alunos respeitam&#8221;, garante.<br />
<span id="more-4951"></span><br />
Segundo a psicóloga Paula Pessoa  Carvalho, que cursa especialização em Teoria Clínica Analítico Comportamental na  USP, os educadores de hoje devem investir no dinamismo e na criatividade. &#8220;Os  trabalhos que favorecem a interação com o outro são os mais indicados, assim  como aqueles que utilizam a tecnologia, tão familiar à <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>. Atividades  muito sistemáticas não terão sucesso&#8221;, avalia. Os anos de experiência ajudaram o  professor a compreender o perfil dos alunos e, a partir disso, planejar aulas  que evitassem dispersar a turma. Ele garante que o segredo para manter a turma  atenta é intercalar minutos de exposição com a participação direta dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula acredita que o ambiente e a  estrutura curricular e os métodos de ensino tradicionais estão ultrapassados.  &#8220;Os alunos não conseguem ficar focados no que está sendo ensinado, e o resultado  disso é a falta de interesse e o baixo rendimento&#8221;, aponta. O papel do professor  no desenvolvimento do aluno também parece ter diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dino, o pouco contato que  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> como os &#8220;baby boommers&#8221;, nascidos entre as décadas de 1940 e 1960,  tinham com os adultos dava força à voz do professor. Hoje, o cenário é  diferente. &#8220;Antigamente, as únicas referências eram pai, tio, padrinho, padre. A  geração da internet tem mil amigos no Facebook, 500 seguidores do Twitter. O  professor é só uma referência entre outras muitas que eles têm&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que as abordagens via redes  sociais funcionem, pais e professores devem estar atentos também ao  desenvolvimento do aluno no campo pessoal já que, entre as deficiências dessa  geração, está a dificuldade em se relacionar. Para evitar o problema, a  psicóloga comportamental Jéssica Fogaça destaca a importância do acompanhamento  da família. &#8220;Os pais podem ajudar realizando outras atividades sociais com os  filhos, apresentando outros estímulos. É importante ampliar o repertório das  crianças e jovens&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista em clínica  analítico-comportamental infantil também aponta as atividades físicas como uma  boa opção para sair do ambiente tecnológico. &#8220;Os esportes são muito indicados,  desde futebol, passando por artes marciais, que são ótimos para exercer a  disciplina, até as danças, que estimulam a coordenação motora, a expressão  artística, o convívio social e a produção de endorfina&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5573407-EI8266,00-Para+lidar+com+geracao+Z+professor+recorre+as+redes+sociais.html">Portal  Terra</a></strong></p>
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		<title>A Geração Y e uma análise do Facebook nos dias atuais</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/19/a-geracao-y-e-uma-analise-do-a-geracao-y-e-uma-analise-do-facebook-nos-dias-atuaisnos-dias-atuais/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 17:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati As chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4935" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/facebook-members-300x300.jpg" alt="" width="235" height="235" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As  chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de  Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o  combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria  eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Facebook já não é o mesmo! A enxurrada de emergentes, filhos de um Orkut  distante, assolam o terreno virtual com uma fraseologia sem coerência, sem pedir  licença e mostrando somente o que cada um tem interesse que os outros  vejam!</p>
<p style="text-align: justify;">“Se  você não agüenta mais comentários sobre isso ou aquilo, compartilha  aí!”<br />
<span id="more-4934"></span><br />
Fato isso! “Fatão” aquilo! Quando ouvi “fatão” pela  primeira vez, achei engraçado, pois tal ocorrência era um fato tão real que  virou um “fatão”! O “internetês” tomou conta de vez do <em>cyberespaço </em>e  tende a crescer. Isso é um fato!</p>
<p style="text-align: justify;">Sem  revolucionar nada, nem ser o senhor da verdade, quero ver um dia uma campanha  para ajudar o próximo, uma campanha virtual que se torne real e intensa como é o  pensamento vibrante dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que tanto me orgulho de  acompanhar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se  você quer passar os fins de tarde doando alimentos para as pessoas carentes no  bairro em que você mora, curte aí!”. Frases desse tipo é que deveriam povoar o  ambiente virtual, com dicas de como fazer o bem e, um detalhe importante, sem  olhar a quem.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevi em meu blog, certa vez, que o espaço que  determina a mudança de uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> para outra está diminuindo cada vez mais, com  o advento da internet e com a globalização. Questiono-me quanto tempo ainda os  empreendedores geração Y vão aguentar tantos assuntos vazios e sem conteúdo nas  muitas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Substituam os comentários inúteis por ações. Discordem!  Compartilhem o que realmente deve ser compartilhado. “Twittem” o que há de bom.  Postem em seus blogs textos inteligentes e úteis, à altura de sua  geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Criem vídeos virais para propagar o bem. Cada um faça a  sua parte! O resto é conseqüência&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não curtir é só não compartilhar, mas aqueles que  quiserem agir de verdade, divulguem em seus blogs, microblogs, façam sinal de  fumaça, iniciem as campanhas do bem e me convidem para o  evento!</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>*Marcelo Gonzales é consultor de  projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog  <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da  Geração X… Mas vivo Y!</a></strong></em><strong>.</strong></p>
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		<title>Geração Y parece não gostar de expor vida profissional em redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Redes sociais lembram os jovens, principalmente aqueles da Geração Y, que possuem grande afinidade com a tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles não parecem gostar tanto de se expor. Analisando um banco de dados com 4 milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a Geração Y), apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4909" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/alcool-bebida-computador-jovem-20110510-size-598.jpg" alt="" width="304" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify;">Redes sociais  lembram os jovens,  principalmente aqueles da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, que possuem grande afinidade com a  tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles  não parecem gostar tanto de se expor.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando um banco de dados com 4  milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y), apenas 36%  deles informam o local de trabalho atual ou passado. Ao mesmo tempo, 80%  listaram pelo menos uma instituição de ensino que frequentaram. Os jovens ainda  mostraram que ficam, em média, dois anos em um mesmo  emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados fazem parte de um estudo  feito pela Millennial Branding, que também constatou que os indivíduos desse  grupo adicionam, em média, 16 colegas de trabalho na sua lista de amigos.  Falando de amizades, 82% desses jovens profissionais possuem pelo menos um  colega de trabalho em sua lista de amigos, 53% possuem mais de cinco e 40% têm  mais de dez.</p>
<p><span id="more-4908"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também identificou os <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">cargos</a> mais comuns entre os usuários de tal  geração. Os principais foram ‘servidor’, com 2,9% das citações, ‘gerente’, com  2,5%, ‘estagiário’, com 2,3% e ‘associado de vendas’, com 1,7% das citações  analisadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>Do vendedor porta a porta às redes sociais, dos Baby Boomers à geração Z</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomers]]></category>
		<category><![CDATA[Vendedores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maurício Luis Santos* &#8211; @EdisseOpage Alguns filmes do cinema já retrataram muito bem a evolução das gerações somada às evoluções tecnológicas. Houve um, inclusive, cujo nome não lembro, assistido em aula na faculdade, que poeticamente retratou a gradual obsolescência dos vendedores porta a porta. O telemarketing apareceu nos anos 80 e evoluiu com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4861" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/fonevolucao.jpg" alt="" width="288" height="202" /></strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Por Maurício Luis  Santos* &#8211; </strong></em><strong><em>@EdisseOpage</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns filmes do  cinema já retrataram muito bem a evolução das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> somada às evoluções  tecnológicas. Houve um, inclusive, cujo nome não lembro, assistido em aula na  faculdade, que poeticamente retratou a gradual obsolescência dos vendedores  porta a porta.</p>
<p style="text-align: justify;">O telemarketing  apareceu nos anos 80 e evoluiu com a ampliação da rede de telefonia. Porém, se  nos anos 80 as pessoas eram ávidas por novidades e se interessavam por  praticamente tudo que lhes viesse pelos ouvidos, hoje consideram ligações de  telemarketing um aborrecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Culpa dos  interesses comerciais somados à falta de capacitação dos profissionais e,  principalmente, o excesso de ligações de todo tipo. O telefone deixou de ser uma  comodidade para ser o próprio produto; nossos números foram vendidos para  empresas pelas próprias companhias telefônicas por muito tempo, culminando em  proibições e restrições homologadas por leis.<br />
<span id="more-4860"></span><br />
Já percebi, por  exemplo, que recebo ligações de escolas de natação ou cursos de idiomas,  fotografia, etc. depois de preencher um cadastro para aquela lista VIP da balada  de sábado.</p>
<p style="text-align: justify;">Criaram-se outras  estratégias de prospecção mais criativas do que simplesmente comprar uma lista  na companhia telefônica, mas as pessoas não deixam de se sentir, de certa forma,  invadidas com essas ligações não desejadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A propagação do  computador pessoal ocorreu durante um tempo relativamente longo se comparada à  rápida evolução dos <em>smartphones</em>. Se, no passado, o cliente precisaria de  um aparelho e uma lista telefônica para achar sua empresa, hoje tem tudo isso à  mão de uma maneira extremamente rápida e eficiente. Grandes e pequenas empresas  aparecem lado a lado, oferecendo o mesmo produto e  serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário,  tornar seu produto acessível aos possíveis interessados é crucial, além de  fornecer opções diversas de interação. Seu <em>prospect</em> pode preencher um  formulário solicitando interação por e-mail, redes sociais ou telefone, para  contato posterior, se assim preferir. Já foi comprovado que a maior parte das  pessoas que procura um produto usando a internet no <em>smartphone </em>prefere o  pronto-atendimento pelo telefone, mas há quem prefira <em>chats</em>, formulários  e redes sociais: quanto mais acessíveis os canais de atendimento,  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">E como criar o  interesse naquele <em>prospect</em> que não vem até você? Esse parece-me um  trabalho que tem mais em comum com atentos exercícios de observação no mercado e  criatividade na interpretação de estatísticas do que com orçamentos milionários.  Inúmeras variáveis, na sua maioria subjetivas, foram criadas e exigem  profissionais observadores e de moldável criatividade, capazes de criar  campanhas para nichos muito específicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Maurício Luis Santos tem 34 anos.  Valoriza o lazer e o tempo de vida e gosta de curtir o lúdico, abstraindo as  pressões do dia a dia.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Troca de papéis: empregados jovens ensinam chefes a usar Facebook e Twitter</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/08/troca-de-papeis-empregados-jovens-ensinam-chefes-a-usar-facebook-e-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
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		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leslie Kwoh Antigamente, os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que seus orientandos. Mas agora isso acabou. Executivos mais velhos veem nos empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais. Em um esforço para que os executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4765" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/j0285125.jpg" alt="" width="298" height="219" /> </em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por  <a href="http://online.wsj.com/search/term.html?KEYWORDS=LESLIE+KWOH&amp;bylinesearch=true">Leslie  Kwoh</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente,  os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que  seus orientandos. Mas agora isso acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">Executivos mais velhos veem nos  empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um esforço para que os  executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a tecnologia, as redes  sociais e as últimas tendências no ambiente de trabalho, muitas empresas estão  emparelhando altos executivos com funcionários mais jovens — o chamado programa  de &#8220;mentor reverso&#8221;. A tendência está pegando em firmas de diversos setores, da  tecnologia à publicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia é que os gerentes podem  aprender várias coisas sobre como é a vida fora da sua confortável sala. Mas,  segundo as empresas, há outro resultado: a queda da rotatividade dos  funcionários mais jovens, que ganham não só a sensação de ter uma função, mas  também uma rara oportunidade de ver de perto o mundo dos diretores e ter acesso  ao alto escalão.<br />
<span id="more-4764"></span><br />
A ideia do mentor reverso foi  defendida por Jack Welch quando era diretor-presidente da General Electric Co.  Ele mandou 500 executivos de alto nível procurar seus subalternos para aprender  a usar a internet. O próprio Welch formou par com uma funcionária de 20 e poucos  anos que o ensinou a navegar na internet. Os mentores mais jovens &#8220;ganharam  visibilidade&#8221;, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Avancemos a fita uma década — e  hoje os mentores estão ensinando aos seus discípulos a usar o Facebook e o  Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Na agência de publicidade Ogilvy  &amp; Mather, o diretor global Spencer Osborn, de 42 anos, diz que seus mentores  mais jovens o ensinaram a &#8220;turbinar&#8221; suas postagens no Twitter, antes famosas  por serem &#8220;muito chatas&#8221;, e também lhe contam o que está na moda nas listas de  reprodução de música. Ele julga que esses conhecimentos são valiosos na  publicidade, setor onde as mudanças são rápidas. Além disso, acredita que o  programa também ajudou a elevar o moral e a retenção dos funcionários na  empresa. Muitos mentores jovens dizem que agora sentem que estão sendo  ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens mentores aprenderam a  fazer perguntas francas aos seus orientandos mais velhos. Uma jovem mãe  perguntou a opinião de Osborn sobre como ela deveria equilibrar a carreira  profissional com suas tarefas de mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o futuo, diz Osborn, o  programa de mentor reverso da Ogilvy deve se tornar global, usando o Skype e a  videoconferência para conectar mentores e aprendizes nas mais de 450 filiais da  empresa pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia e a maneira de pensar  no mundo todo estão mudando tão depressa que os executivos mais velhos não  querem &#8220;perder o bonde&#8221;, diz Lois Zachary, presidente da Leadership Development  Services LLC, consultoria de Phoenix, no Arizona, que ajuda as empresas a  implementar programas com mentores. &#8220;Mas isso também ajuda os jovens a se  sentirem à vontade na empresa. É algo que promove a lealdade, que gera  confiança.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, os funcionários mais  jovens na Hewlett-Packard Co. começaram a clamar pelo programa de mentor  reverso. Alguns funcionários já criaram informalmente relações com mentores, mas  a Rede de Jovens Funcionários da empresa informou que quer formalizar o processo  no próximos meses, começando pelos milhares de membros do grupo em todo o mundo.  A questão logística ainda não foi resolvida, mas deve envolver comunicação  virtual pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse é um grande caminho para  falar com os tomadores de decisão&#8221;, diz Odile Kane, membro do conselho de  liderança da Rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a Cisco Systems Inc.  iniciou seu Programa de Mentores Reversos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> (os nascidos entre 1980 e  1990), há quase dois anos, participar do programa &#8220;se tornou uma medalha de  honra&#8221;, diz Jeanette Gibson, diretora de marketing social e digital. &#8220;Quando se  espalhou a notícia que alguns executivos tinham um mentor [mais jovem], os  outros também passaram a querer&#8221;, diz ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo são flores. Muitos  funcionários mais velhos se ressentem com a ideia de serem orientados por alguém  mais jovem, especialmente por terem muito mais anos de experiência na carreira,  diz Sanghamitra Chaudhuri, professora da Universidade de Ohio, que recentemente  foi coautora de um relatório de pesquisa sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma questão de mentalidade&#8221;,  diz Chaudhuri.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204826704577074533819883476.html">The  Wall Street Journal</a></strong></p>
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		<title>Rede social corporativa visa reter geração Y na empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Perfis, comentários, posts e &#8220;timeline&#8221;. As tradicionais intranets corporativas estão de cara nova e cada vez mais parecidas com redes sociais. A aposta é mais do que uma tentativa de acompanhar mudanças no mundo digital. Companhias como Basf, Boa Vista Serviços, CSC, Itaú Cultural, Santander e Totvs, por exemplo, investem em plataformas próprias -além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4681" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/redes-sociais-1024x7681.jpg" alt="" width="296" height="222" /></p>
<p style="text-align: justify;">Perfis, comentários, posts e  &#8220;timeline&#8221;. As tradicionais intranets corporativas estão de cara nova e cada vez  mais parecidas com redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposta é mais do que uma tentativa  de acompanhar mudanças no mundo digital. Companhias como Basf, Boa Vista  Serviços, CSC, Itaú Cultural, Santander e Totvs, por exemplo, investem em  plataformas próprias -além de permitirem acesso às redes externas- como forma de  manter a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> [nascidos entre 1978 e 2000] motivada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As empresas têm mudado a maneira de  se comunicar para reter profissionais&#8221;, afirma Leonardo Bortoletto,  diretor-presidente da WebConsult, de projetos digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as redes corporativas, abre-se  espaço para espontaneidade. &#8220;É como se elas se tornassem uma sala de café nas  empresas, permitindo que as pessoas consigam resolver questões de forma mais  inteligente e informal&#8221;, explica Luiz Algarra, consultor da Sociedade Brasileira  de Gestão do Conhecimento.<br />
<span id="more-4680"></span><br />
O produtor cultural Vinícius Ramos,  31, diz conseguir esclarecer dúvidas e encontrar contatos com a ferramenta do  Itaú Cultural -antes não saía do telefone quando precisava de informações. Para  o coordenador da área de design da instituição, Jader Rosa, 33, a rede permite  identificar com mais clareza os valores da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na empresa em que atuava, o  estudante de administração Fernando Gomes, 22, tinha acesso restrito às  ferramentas da internet. &#8220;Todas as redes [sociais] eram bloqueadas e não existia  canal direto para discussão -isso só acontecia na sala de reunião, com poucas  pessoas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente engessado o distanciava  dos colegas e dos líderes, afirma. &#8220;Eu me sentia de mãos  atadas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, como analista de estratégia  da Boa Vista Serviços, diz ter acesso às redes externas e à interna, espécie de  Facebook corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por esse canal, conheço melhor as  pessoas com quem trabalho e tenho acesso direto aos gestores&#8221;,  conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao implantar redes sociais internas,  as companhias ganham confiança de seus funcionários -um dos bens intangíveis  mais valorizados no mercado por profissionais, avalia Marisabel Ribeiro, líder  da área de gestão de talentos da consultoria Mercer.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A empresa tem de aproveitar a  ferramenta para aproximar-se dos colaboradores. Essa é a grande sacada das redes  sociais internas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A proximidade da equipe, mesmo  virtual, ajuda a compor um ambiente de trabalho mais favorável a  resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariana Bacchin Afonso, 27, é uma  das que atestam o benefício da rede interna. Após sete meses de  licença-maternidade e férias, a auditora do Santander diz ter sofrido ao  retornar ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mitigar a saudade do filho  Theo, hoje com dois anos, ela criou um blog no Círculo Colaborativo, rede social  interna. &#8220;Escrevia sobre minhas ansiedades de mãe.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A saudade do filho durante o  expediente não passou, diz. Mas, com o blog, criado em maio de 2010, a  profissional estreitou vínculos com outras mães e conseguiu deixar a rotina  &#8220;mais leve&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Auditoria não é uma área muito  amigável, mas já me reconheceram [por causa do blog] e isso quebrou o  gelo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com gestores também mudou,  especialmente em relação às horas extras. &#8220;[Os líderes] acompanham minha  realidade pelo blog e até perguntam se já não está na hora de buscar o Theo na  escolinha.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O Círculo Colaborativo do Santander  possui ferramentas do Twitter e do Facebook, além de canais da intranet  tradicional, como um blog do presidente da empresa e informações do departamento  de recursos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em &#8220;constante mudança&#8221; há três anos,  o sistema possui 37 mil pessoas cadastradas e ativas -a empresa tem 57 mil  funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Ernesto Diaz, 38, gerente da CSC, de  TI, diz que a comunicação com os 40 funcionários da empresa, distribuídos em  locais diversos, mudou com a rede social corporativa. &#8220;O e-mail agora é um canal  secundário&#8221;, frisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.d24am.com/noticias/economia/rede-social-corporativa-visa-reter-geracao-y-na-empresa/42047">D24am.com</a></strong></p>
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		<title>A geração Y cresceu. E agora?</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 19:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Vladimir França* Há muito tempo, por volta de um século atrás, se criou o hábito de classificar gerações e nomeá-las. Essa classificação serve para definir alguém ou um grupo social independente de suas idades, gêneros ou classes sociais. Algumas vezes, como mais recentemente, a classificação é feita com letras, tais como as gerações X [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4485" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/jovens.jpg" alt="" width="300" height="300" /><br />
Por Vladimir  França*</em></strong><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo, por volta de um  século atrás, se criou o hábito de classificar <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> e nomeá-las. Essa  classificação serve para definir alguém ou um grupo social independente de suas  idades, gêneros ou classes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes, como mais  recentemente, a classificação é feita com letras, tais como as gerações X  (1965-1979), Y (1980-1995) e Z (após 1996), outras vezes dando-lhes nomes, como  no começo do século passado. Antes de 1925, a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> ficou conhecida como  Seniors, depois vieram os Builders (1926-1945) e, ao final da segunda guerra  mundial, surgiram os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s (1946-1964). Algumas variações podem ser  encontradas quanto ao intervalo dessas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Como as demais gerações anteriores,  a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> também cresceu, e agora chega ao mercado de trabalho. Como fica a  relação dessa geração com as anteriores, como a geração dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomers</a> e a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>? E o que acontecerá com a próxima geração, a chamada Z? Aqui vão  algumas percepções.<br />
<span id="more-4483"></span><br />
Hoje em dia, o local de trabalho  abriga diversas gerações, sendo que cada uma delas tem o seu próprio estilo de  trabalho, seus valores e suas aspirações. Ao mesmo tempo em que há uma enorme  junção de pessoas talentosas, esse convívio certamente pode trazer conflitos de  ideias e diferentes juízos de valores entre elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Administrar essa força de trabalho  de diferentes gerações é uma arte, mas entender as diferenças entre elas talvez  seja o maior desafio para construção de uma empresa bem sucedida, e de se  conseguir um ambiente de trabalho o mais harmônico  possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estar em uma fase de  aposentadoria, os Baby Boomers ainda são considerados essenciais dentro de uma  organização para poder transferir suas experiências de trabalho e de vida para  as novas gerações. Algumas das características dos Baby Boomers são:  comprometimento, o foco na carreira e o trabalho por longos períodos (são  tachados como workaholics) e o fato de ficar em um mesmo emprego por muito  tempo. Ao contrário da geração Y, que não se sente muito confortável ao receber  feedback, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">A geração X está sendo preparada  para assumir funções de liderança nas organizações, decorrente do processo de  aposentadoria dos Baby Boomers. Tendo crescido em plena era de mudanças  tecnológicas e sociais, a geração X sabe lidar bem com a tecnologia. Eles  possuem espírito empreendedor e são abertos às mudanças organizacionais, ao  contrário das gerações passadas. Trabalham para viver e não vivem para  trabalhar, pois tentam equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional.  Para eles, feedback não é uma coisa essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">A geração Y já convive de maneira  natural com os mais diversos aparatos tecnológicos. Desde muito cedo tiveram  contato com notebooks, iPhones, iPads, videogames etc. Participam ativamente das  redes sociais, como Facebook, MySpace, Linkedin etc., enviam mensagens de texto  freneticamente. Sentem-se muito à vontade com a tecnologia digital e eu diria  que essa é uma geração tecnologicamente dependente, pois não conhece tanto o  mundo, digamos, analógico. São pessoas criativas, inteligentes e não têm  tendência a permanecer num mesmo emprego por muito tempo. Ao contrario da  geração X, a geração Y necessita de constante feedback.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande parte das empresas,  apesar de preocupadas com essa diversidade dentro da sua organização, não tem  encontrado muitos problemas quanto ao desempenho e nas relações entre as  diversas gerações de trabalhadores. Porém, para cobrir eventuais lacunas que  possam ocorrer, as empresas vêm investindo muito, principalmente em treinamento,  que podem levar essas gerações a entender as diferenças entre elas e a melhor  forma de trabalharem juntas para o sucesso da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos nos esquecer de que  dentro de alguns anos, por volta de 2020, teremos uma nova geração chegando ao  mercado, a chamada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>, que sem dúvida, terá características bem  diferentes das outras gerações e, certamente, trará um molho diferente nas  relações de trabalho entre elas. O que fica no ar, em função do modo como a  tecnologia tem avançado, é se os empregos para essa geração Z serão os mesmos de  hoje, ou se eles ainda nem mesmo foram criados. Aguardemos os próximos  passos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Vladimir França é vice-presidente  da Abradisti</em></strong><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://crn.itweb.com.br/blogs/a-geracao-y-cresceu-e-agora/">IT  Web</a></strong></p>
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		<title>Como seria a vida dos jovens além das redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 19:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Você já parou para imaginar como seria se a sua vida online se transportasse para o mundo real? De que maneira se dariam as relações, os encontros e os diálogos? Pensar nisso é, no mínimo, inusitado, principalmente para os jovens da geração Y, que estão antenados à tecnologia o tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="233" src="http://www.youtube.com/embed/i2QCVs0q-vU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você já parou para imaginar como seria se a sua vida online se transportasse para o mundo real?</p>
<p style="text-align: justify;">De que maneira se dariam as relações, os encontros e os diálogos?</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar nisso é, no mínimo, inusitado, principalmente para os jovens da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, que estão antenados à tecnologia o tempo todo!</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima e confira a ilustração de como seria se o mundo virtual fosse palpável em nossa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom proveito!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ford e Twitter desvendam a Geração Y</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Janaina Langsdorff A sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na geração Y. Com idades entre 15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4384" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Ford300X199.jpg" alt="" width="270" height="180" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Janaina Langsdorff</strong></em><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da  Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Com idades entre  15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas  de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão é que 47% da  população mundial terá menos de 25 anos em 2015, o que corresponde a um  contingente de 3 bilhões de consumidores com um poder de compra hoje estimado em  US$ 306 bilhões. Os dados são do estudo “8095”, realizado pela Edelman com 3,1  mil jovens no Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, Alemanha, Índia, Itália,  Reino Unido e Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Ford, os Millennials são uma  proposta desafiada. Alheia à compra de um carro, essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> tem procurado cada  vez mais tarde às auto-escolas para tirar a sua habilitação e com uma frequência  bem menor com relação à geração anterior. Mas o Twitter, eles pilotam com  maestria. A diretora de marketing e vendas do micro-blog, Shane Steele, diz que  os Millennials respondem por 55% da audiência do Twitter, em comparação aos 40%  verificados no restante na web. Desde 2008, a Ford intensificou a sua presença  no Twitter para se aproximar e entender o comportamento dos usuários das redes  sociais mais atuantes. &#8220;Esse grupo de consumidores representam uma incrível  oportunidade de marketing, mas a forma como os Millennials interagem com as  marcas é totalmente diferente das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> passadas”, diz Sheryl Connelly,  gerente de tendências de consumo da Ford.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Ford, o Twitter permite  que a marca enxergue os gostos, preferências e necessidades dos jovens, além de  descobrir o que eles esperam da marca. Enquanto os executivos da Ford dizem  estar construindo um carro especificamente voltado para os Millennials, eles  reconhecem que as tradicionais mensagens de marketing – atreladas a imagens dos  motores, velocidade e o carro propriamente dito – não funcionam para as novas  gerações. Os Millennials não encaram o carro como um símbolo de status como a  geração passada, dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, hoje na faixa dos 40 anos. O carro para os  jovens de hoje serve basicamente para transporte e somente a introdução de  dispositivos tecnológicos pode transformá-lo num “patrocinador de estilo de  vida”, diz Connelly. Conectividade, individualidade e resposta instantânea são  alguns dos principais fatores capazes de atrair a atenção dos Millennials para  os carros da Ford.</p>
<p><span id="more-4383"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capacidade de  expressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um em cada seis Millennials  “personalizam” a sua própria pele com tatuagens; por que não fazer o mesmo com o  carro ? A Ford recomenda que as montadoras permitam a customização dos carros,  oferecendo, assim, opções capazes de mostrar aos jovens que os automóveis também  são um “estilo de vida” e não somente uma máquina  para transporte.</p>
<p><strong>Conectividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o celular, que, para os  Millennials, é o símbolo da liberdade e da expressão, não é mais uma questão de  opção, e sim uma exigência. Outras informações, como tempo, trânsito e mapas,  também devem estar disponíveis no carro porque os Millennials consultam dados a  todo momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Games</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os Millennials estão familiarizados  com os videogames desde o seu nascimento; então, incorporar esse entretenimento  no carro é uma extensão natural da vida desses consumidores. A Ford acredita que  a instalação de jogos eletrônicos pode atrair os jovens. Alguns veículos têm,  por exemplo, uma espécie de jogo com folhas e flores que crescem ou encolhem  dependendo de como o carro está sendo conduzido. Outras pessoas também podem  participar do “game” para ver quem consegue ter as maiores  imagens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa realizada pela Ford diz que  quando os Millennials mencionam uma marca – seja no Twitter ou no Facebook –  eles esperam uma resposta instantânea e específica para o seu questionamento e  não uma manifestação mecânica e robotizada. Ao contrário das outras gerações,  acostumadas aos monólogos impostos pelas marcas, com respostas padronizadas, os  Millennials esperam ser atendidos onde quer que estejam, seja de forma  individual ou em grupo, e esperam ainda que suas preocupações sejam rapidamente  solucionadas. Ter um time capaz de gerenciar as relações com os consumidores nas  redes sociais é outra necessidade imposta pelos  Millennials.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marca como  conteúdo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que em qualquer outra  geração, os Millennials compartilham o conteúdo que consideram relevante e  autêntico, quer seja ele criado por pessoas ou marcas. Ao analisar o painel de  conteúdos postados no Twitter, a Ford conseguiu identificar quais são os  assuntos e <em>hashtags </em>mais compartilhados e quais deles podem levar os  Millennials até a Ford.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/20110819Ford-e-Twitter-desvendam-a-Geracao-Y.html">Meio  &amp; Mensagem</a></strong></p>
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		<title>Relacionar-se para compartilhar</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 15:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adriano Barbosa* – @pontopessoal Outro dia, lendo sobre compartilhamento em um texto na web, fiquei a pensar sobre esse assunto tão atual e de grande importância. O que me chamou a atenção foi o fato de que, a cada dez pessoas que estão na internet, 75% estão presentes em alguma rede social. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4351" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/mundo.jpg" alt="" width="267" height="311" /></p>
<p>Por Adriano Barbosa* –  @pontopessoal</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, lendo sobre  compartilhamento em um texto na web, fiquei a pensar sobre esse assunto tão  atual e de grande importância.</p>
<p style="text-align: justify;">O que me chamou a atenção foi o  fato de que, a cada dez pessoas que estão na internet, 75% estão presentes em  alguma rede social. Além disso, a parte mais acessada de um site de notícias é a  sessão de comentários e os internautas levam em consideração a opinião das  pessoas. Então, o compartilhar é o que mais se destaca no meio virtual, assim  como no meio físico, porque conversar com alguém é agregar conhecimentos e  experiências, principalmente quando um simples comentário ou ideia pode chegar  instantaneamente a milhares de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu mesmo compartilhei essas  informações com um amigo, seu comentário foi que tinha visto uma entrevista com  o Chico Buarque, na qual ele ria e se divertia quanto às opiniões que os  internautas colocavam na web.<br />
<span id="more-4350"></span><br />
Nosso dicionário diz que  <em>compartilhar</em> significa <em>participar de, partilhar com  alguém</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas buscam se relacionar  compartilhando informações, opiniões, conhecimentos, situações. Hoje, a maneira  mais fácil disso acontecer e a que mais acontece é virtualmente. Porém, o meio  virtual é uma extensão do meio físico e, por isso, conversar e compartilhar são  tão importantes para o ser humano, pois ampliam seu relacionamento e  conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">E o relacionamento é fundamental  para se obter respostas do que se é compartilhado. Um não existe sem o outro.  Hoje, quando se fala em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, veem-se diversas formas de se compartilhar  assuntos. Um grupo de universitários, pessoas da mesma família, pais e filhos,  um grupo no trabalho, podem trocar somente o lugar físico, mas com certeza usam  do relacionamento e das mesmas ferramentas para o compartilhamento. Até o mais  tímido compartilha conteúdos na web. A Internet é a ferramenta atual mais fácil,  rápida e dinâmica, pois mesmo sem conhecer pessoalmente alguém ou estar no mesmo  ambiente, você consegue compartilhar o que for de interesse de ambos. O  conhecimento se beneficiou dessa situação, assim como o desenvolvimento da  carreira e imagem. Mas você deve estar ciente dessa relação para utilizar seus  contatos e se aprofundar nos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para muitos, o computador é o modo  de contato mais usado, o que faz com que as pessoas se esqueçam um pouco do  contato físico, da troca de experiências, do olhar, da receptividade das pessoas  quando se compartilha algo, do relacionamento. Mas nada que o conceito de  <em>Coworking</em> não possa mudar. Com ele, as diversas gerações podem reunir e  trocar vários conhecimentos, experiências e resultados, conversando uns com os  outros, frente a frente, ou pela web, já que esse conceito ainda se faz presente  em poucas cidades. As pessoas devem e podem compartilhar informações pela  internet, que é a ferramenta que está cada vez mais ao alcance de todos, e  complementar o que é compartilhado com o contato físico, relacionando-se e  buscando o aprofundamento, talvez esquecido em meio a tantos assuntos  compartilhados todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio do <em>Coworking</em>, você  tem a possibilidade de também conhecer pessoas com o mesmo interesse, ou até  descobrir outros interesses que agreguem valor ao seu.</p>
<p style="text-align: justify;">E um atrativo a mais para esse  “relacionar-se para compartilhar” é conhecer <em>coworkers</em> ao redor do mundo,  pois os escritórios de <em>Coworking </em>se relacionam, buscando sinergia e  praticidade uns com os outros para o melhor desempenho de seus contatos. Você  pode compartilhar seus conhecimentos e conteúdos <em>online</em> e a cada dia  buscar novos, pois esse grupo funciona como uma rede social para o universo  profissional – ou seja, deve ser explorado. Você tem a chance de mostrar o seu  trabalho e começar do jeito certo, atingindo o público interessado e que tem  condições de contribuir com seus projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se olharmos para o mundo atual,  com dezenas de informações sendo geradas a cada minuto, o <em>Coworking </em>nos  suporta a direcionar nossos conteúdos e a compartilhá-los aos grupos que se  interessam e que, com certeza, contribuem para nosso desenvolvimento, como  pessoas e como empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade das gerações mostra  que, da criação ao compartilhamento de informações <em>online,</em> 79% da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  Z &#8211; jovens entre 12 a 19 anos, são agentes de mudança que criam e compartilham  informações como vídeos, textos e músicas, contra 71% da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> &#8211; indivíduos  entre 20 a 31 anos, e 48% da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, pessoas entre 32 e 51  anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses números mostram que as  gerações, devido ao volume de conteúdos compartilhados, leem muito e acompanham  as notícias, mas pouco se aprofundam. O grau de conhecimento é menor, o que pode  se agravar como tendência comportamental, mas que pode ser mudado se o  <em>Coworking</em> esparramar seu conceito, ampliando os relacionamentos e  proporcionando que as gerações se aprofundem no que  compartilham.</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Adriano Barbosa é Bacharel em  Administração de empresas, MBA em Comunicação e Marketing e Líder Coach (2010).  Atualmente, faz parte do quadro de funcionários da Embratel S.A. regional sul,  respondendo pelo Planejamento Empresarial. Há mais de cinco anos, estuda e  aplica os conceitos do Marketing Pessoal na Gestão da Carreira e Imagem,  publicando artigos, ministrando cursos e palestras nos estados de Minas Gerais,  Paraná e Santa Catarina. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Site: <a href="http://www.pontopessoal.com.br/" target="_blank">www.pontopessoal.com.br</a> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Blog:<a href="http://blog.pontopessoal.com.br/" target="_blank">http://blog.pontopessoal.com.br</a> </em></p>
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