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	<title>Foco em Gerações &#187; Musica</title>
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		<title>A geração Y é uma versão repaginada de sua antecessora</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8211; Por Renato Andrade Recentemente fui surpreendido com a conversa de duas senhoras no caixa do hipermercado, que olhavam as capas de revistas e falavam do ícone pop, Lady Gaga e seu novo clipe Alejandro. Elas iam ainda mais a fundo, comentando sobre a doença de Gaga, que está com Lupus. Até aquele momento não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://www.metacafe.com/fplayer/yt-pZMHwDdXwIc/lady_gaga_alejandro_official_music_video_new_08_06_10.swf" width="400" height="345" wmode="transparent" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" name="Metacafe_yt-pZMHwDdXwIc"> </embed><br /><font size = 1><a target="_blank" href="http://www.metacafe.com/watch/yt-pZMHwDdXwIc/lady_gaga_alejandro_official_music_video_new_08_06_10/"></a> &#8211; <a target="_blank" href="http://www.metacafe.com/"></a></font><br />
<strong><em>Por Renato Andrade</em></strong></p>
<p>Recentemente fui surpreendido com a conversa de duas senhoras no caixa do hipermercado, que olhavam as capas de revistas e falavam do ícone pop, Lady Gaga e seu novo clipe <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=niqrrmev4mA" target="_blank">Alejandro</a>. Elas iam ainda mais a fundo, comentando sobre a doença de Gaga, que está com Lupus.</p>
<p>Até aquele momento não tinha conferido o vídeo de 8 minutos, mas aqui estou para documentar o fato. Afinal, as senhoras comentavam que era um dos melhores que a MTV passou em todos os tempos! Fiquei atordoado… Lady Gaga realmente conquistou uma multidão.</p>
<p>Mas alguém ainda liga a MTV para assistir a clipes?</p>
<p>Tá explicado… Lady Gaga conquistou aquelas senhoras, assim como o canal virou referência da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> do videoclipe, que é cada vez mais substituído pelo Youtube.</p>
<p><span id="more-2328"></span></p>
<p>Assisti ao vídeo e para a minha surpresa (ou não), nada daquilo era novidade aos meus olhos. As referências são nitidamente de clipes da Madonna, bem anos 80!</p>
<p>Opa… será que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, mal vista aos olhos de alguns no que diz respeito a ícones e ideologias, foi tão forte que a nova geração, a famosa Y, está apenas colocando novos rostos, fazendo uma repaginação pop em seus personagens?</p>
<p>No clipe Alejandro temos referências de vários momentos da carreira de Madonna: Vogue, Like a Prayer, Express Yourself e até o famoso sutiã em forma de cones usado pela cantora (e tão criticado pelo Vaticano), agora na versão de uma metralhadora.</p>
<p>Lembrei de um episódio do desenho “South Park”, em que os personagens reclamavam que não existia nada de diferente para se fazer, pois os Simpsons já tinham feito tudo!</p>
<p>Outra volta aos anos 80 é o filme do Esquadrão Classe A, famoso seriado que passava no SBT e que agora (pasmem) está em cartaz! Não com a mesma qualidade do original, mas na telona, para quem quiser conferir.</p>
<p>Vejo isto como uma repaginação. Mas a evolução não é feita de mudanças?</p>
<p>A nova geração, utilizando-se de ícones da geração anterior, ao colocar novos rostos e uma maquiagem mais exagerada, não corre o risco de deixar de evoluir na cultura pop?</p>
<p>Enquanto passava minhas compras pelo caixa tive o insight de que talvez a geração X tenha transgredido demais (assim como a Madonna), a ponto de influenciar a nova geração, que reconstrói o antigo, dando sua pitada tecnológica.</p>
<p>O risco que se corre é que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> esteja tão ocupada com o excesso tecnologia e informação que acabe por se esquecer de criar o que é seu, sua própria cultura, suas ideologias ou referências musicais.</p>
<p>Se isso vai mesmo acontecer, não há como afirmar, mas o que pelo menos espero é que as conseqüências e heranças disso tudo sejam positivas, e possam de fato nos ajudar a evoluir.</p>
<p>Mas o que não podemos esquecer, é que apesar de menos falada (e em alguns momentos até esquecida), a geração dos anos 80 fez e construiu uma história, que ainda é tida como referência, de forma discreta, mas muito significativa. Alguém aí diz o contrário?</p>


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		<title>O jovem precisa ser surpreendido</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 17:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Calderoni]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman Cantor, compositor e cineasta, Vinicius Calderoni nasceu em São Paulo em 1985. Tornou-se compositor desde os primeiros anos da adolescência e lançou seu primeiro disco, Tranchã, em 2007, produzido em parceria com Ulisses Rocha, o qual considera seu grande professor. Formado em Cinema, dirigiu dois curtas-metragens, Entre Outros (2005) e Cinzas (2006). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2212" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/vicalderoni-250x300.jpg" alt="" width="226" height="270" /></p>
<p><em><strong>Por Tatiana Kielberman</strong></em></p>
<p>Cantor, compositor e cineasta, Vinicius Calderoni nasceu em São Paulo em 1985. Tornou-se compositor desde os primeiros anos da adolescência e lançou seu primeiro disco, Tranchã, em 2007, produzido em parceria com Ulisses Rocha, o qual considera seu grande professor.</p>
<p>Formado em Cinema, dirigiu dois curtas-metragens, <em>Entre Outros</em> (2005) e <em>Cinzas</em> (2006). Seu mais novo projeto lançado na mídia se chama <em>Os doze clipes de Tranchã</em>, que inclui a confecção de um videoclipe para cada canção do repertório de seu álbum de estréia.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao Foco em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a>, Vinicius fala sobre sua trajetória, o desafio de fazer música em meio a tanta diversidade de estilos e dá sua visão de jovem sobre como as mudanças dos últimos anos impactam no âmbito musical.<br />
<span id="more-2211"></span><br />
<strong>O que impulsionou o seu interesse por música e como você se sente sendo artista desde tão cedo?</strong></p>
<p>Desde criança, das minhas lembranças mais remotas, tenho esse desejo de ser artista. Já fazia alguns pequenos filmes para o meu pai, era fascinado por cinema. Depois, passei a adorar teatro e música. Sempre tive também a influência de um tio meu, que é compositor, David Calderoni, e de um primo violonista, o Ricardo Calderoni. Eu só comecei a compor canções e a ter meu trabalho mais conhecido quando tinha 15, 16 anos. Tive mestres extraordinários, como o Pedro Morão, um professor de música e, sobretudo, o Ulisses Rocha, que foi uma espécie de catalisador, transformando um menino que gostava de arte em um artista.</p>
<p><strong>Você começou a gravar o seu último trabalho, “Tranchã”, quando tinha 18 anos, resultando em uma mistura de diferentes gêneros de música. Como foi o processo de construção dessa obra? </strong></p>
<p>Eu tinha vontade de aprender mais, ter mais contato com o pessoal da música, porque eu já compunha, mas não possuía muito parâmetro. Por meio do Ricardo, comecei a trabalhar com o Ulisses, um grande músico e violonista, e tive vontade de fazer um CD Demo. Alguns amigos meus haviam gravado músicas e colocado na internet, aí pensei: “Tenho algumas músicas, talvez seja hora de gravar de maneira mais adequada.”</p>
<p><strong>E o que você aprendeu nesse momento?</strong></p>
<p>Eu entendi que, mesmo que um artista não se sinta completamente pronto, é importante que lance um disco, para poder se nortear artisticamente. As suas músicas terão outro peso quando precisar se apresentar e lidar com elas profissionalmente. Precisei aprender muito no estúdio, me tornei produtor e fui achando um caminho, uma sonoridade que se relacionasse com o que eu gostava. Essa é uma característica da nossa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, porque a gente ouve músicas de tantas épocas e tem acesso a tanta informação cultural e musical, que as composições acabam saindo com características hibridas. Eu queria que o meu trabalho contemplasse essa variedade, e hoje olho com bastante orgulho para o “Tranchã”.</p>
<p><strong>Acompanhamos atualmente uma grande mudança no perfil do jovem, influenciado pelas tecnologias, por uma educação mais liberal, pela velocidade com que as coisas mudam. Em sua opinião, o jovem de hoje exige também um estilo de música mais diversificado, que expresse de maneira mais fiel sua personalidade? </strong></p>
<p>Sim. Acho isso maravilhoso. Acabei de fazer um show de videoclipes que preza esse formato hibrido, misturando cinema, teatro e  música ao vivo. É uma tentativa de fazer com que o espectador assista ao show e não consiga dizer exatamente o que está vendo, já que não é uma coisa só. Essa é uma tendência que está muito presente no espírito do nosso tempo e o público se identifica com essa linguagem. O acesso à informação, a velocidade com que ela circula, e também a quantidade deixam as pessoas muito antenadas e exigentes. O público jovem quer ser surpreendido.</p>
<p><strong>Qual você acredita ser o grande desafio do cantor atual para despertar o interesse do jovem frente a infinitos estilos musicais que existem?</strong></p>
<p>Vivemos um tempo em que é muito mais fácil gravar um disco. Você pode gravar em casa, com a máxima qualidade, tem a internet, que faz com que o espaço seja mais coletivo e, consequentemente, mais democrático. Essa é a grande vantagem, existe uma enorme multiplicidade, mas o trabalho é árduo. Você precisa ter talento, força, persistência, tenacidade e, ao mesmo tempo, idéias inovadoras. O projeto dos videoclipes tem um pouco esse intuito de criar uma visibilidade maior, entre outras coisas. É um enorme desafio esse de conseguir ter um discurso marcante entre tantas vozes e tanta variedade. Além disso, hoje em dia o público tem menos paciência, por causa do excesso de informações. Com o Twitter, o Youtube, as pessoas estão acostumadas a receber mensagens curtas. Em 140 caracteres você não pode dizer muita coisa, então precisa capturar a atenção das pessoas de um jeito mais rápido.</p>
<p><strong>Durante anos, a juventude de diversas gerações foi influenciada por ídolos musicais, bandas que marcavam uma época. Como você enxerga isso hoje, visto que existem tantos artistas. Acredita que ainda existem ídolos? </strong></p>
<p>Acho que encontrar alguém com quem a gente se identifique e uma canção que exprima o que gostaríamos de dizer na nossa vida, isso sempre vai existir, é algo de que o ser humano precisa. Hoje, há uma grande quantidade de artistas, que têm mais caminhos para chegar até os ouvidos do público. O que talvez aconteça é que hoje os ídolos mudam mais rapidamente. Porém, continuo acreditando que quem tem um trabalho consistente e conquista o público dessa forma, pode permanecer em foco por uma vida inteira. A questão é como você conquista o seu público. Eu acredito em uma conquista lenta e gradual, contínua. Um artista como o Lenine, que passou anos consolidando o seu trabalho, hoje em dia tem um público sólido e cativo. Enquanto fizer música, vai ter pessoas dispostas a ouvir, a ir aos shows. Eu o considero um ídolo, uma enorme referência, porque tem proximidade com o que a gente faz. O ídolo depende muito do nicho que você aborda. Há os imortais, milhares deles, como Caetano, Gil, Milton Nascimento, poderia ficar horas só citando nomes.</p>
<p><strong>Como surgiu o nome “Tranchã”? Qual você acha que é o impacto das gírias no cotidiano dos jovens?</strong></p>
<p>Minha mãe falava muito essa palavra quando eu era criança. Mais tarde, quando estava terminando de gravar o disco, fui ouvir de novo e descobrir o significado na música do Chico Buarque chamada “Cantando no toró”, que dizia que todo artista tem que estar “tranchã”. Fui achar dois significados, o primeiro é de uma coisa bacana, legal, o outro é algo categórico, definitivo, que chega pra resolver. Esses dois significados em conjunto, aliados à lembrança da minha mãe e ao fato das pessoas não conhecerem a palavra pôde gerar um nome bacana para o disco.</p>
<p>As gírias são um dos componentes mais ricos do universo da língua, às vezes até sinto por não estar mais no meio dos jovens. Acho que a função do compositor é capturar um pouco do que se está falando nas ruas e trazer para o universo da canção. A gíria tem um poder, uma despretensão, um bom-humor e uma riqueza verbal muito peculiares ao universo do jovem.</p>
<p><strong>O que mudou na música de hoje em relação à música que seus pais ouviam nos tempos de juventude?</strong></p>
<p>Falando de MPB, que é o universo com que eu tenho mais familiaridade, penso que continuamos tendo um enorme respeito pela tradição da música brasileira do tempo dos nossos pais. São cantores e compositores maravilhosos que têm um trabalho eterno, são uma referência contínua. A questão é que a distância entre querer e poder ouvir uma música hoje é de um clique. Atualmente se pode baixar tudo na internet, não há nada que você não possa ouvir. Tanta informação faz com que as pessoas fiquem mais abertas e menos preocupadas a compor um único estilo de canção. Existe uma variação, uma vontade de percorrer vários gêneros, que é natural. Eu, por exemplo, posso escutar Michael Jackson no meu carro, depois tirar o disco e colocar Ravel, em seguida Caetano, uma banda americana e assim por diante. São cantores que eu gosto e não posso dizer que minha música está mais perto de um do que de outro.</p>
<p><strong>Qual seria a sua sugestão para aproximar os interesses das diferentes gerações, não só em termos de música, mas de cultura em geral?</strong></p>
<p>Muitas coisas me vêm à cabeça. As pessoas precisam de alternativas, de opções de qualidade e que sejam acessíveis para todas as idades. A internet já é uma resposta, mas precisamos ir além. Quanto mais iniciativas forem dando certo, melhor para nós artistas e também para a população.</p>
<p><strong>Como você acredita que ficará a questão dos direitos autorais perante a nova postura dos jovens de baixar músicas, sem pagar por elas? </strong></p>
<p>Exceto aqueles artistas que vendem milhões de discos, o artista nunca ganhou realmente muito dinheiro com isso. Eles sempre ganharam mais com os shows. Hoje, as pessoas compram menos discos. Ter as músicas para baixar gratuitamente é uma tendência que não pode ser negada. Ainda temos dúvidas sobre o que vai acontecer, mas uma certeza é que os formatos vão se alterando. Costumo dizer que liberdade é conhecer as coisas para poder lidar com elas, isso é ser livre.</p>


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		<title>A Geração Y na ótica do American Idol</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julianna Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julianna Antunes Sim, confesso, gosto de American Idol. Sei que é brega, é jeca, é cafona, mas eu gosto. E gosto mesmo. Assisti todas as temporadas, guardo o vídeo de algumas apresentações memoráveis no computador, a cada ano escolho um ou dois participantes para torcer veementemente e por aí vai. Como assisto pelo espetáculo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z2i9QYWzKGU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/Z2i9QYWzKGU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong><em>Por  Julianna Antunes</em></strong></p>
<p>Sim, confesso, gosto de American Idol. Sei que é brega, é jeca, é cafona, mas eu gosto. E gosto mesmo. Assisti todas as temporadas, guardo o vídeo de algumas apresentações memoráveis no computador, a cada ano escolho um ou dois participantes para torcer veementemente e por aí vai. Como assisto pelo espetáculo musical, começo a gostar mesmo do programa quando entra na fase de shows e eliminações do público.</p>
<p>Ao contrário de mim, a maioria curte a fase inicial, das audições, que é quando o povo sem noção se expõe ao ridículo. E é justamente sobre essa fase que eu quero me aprofundar. Nunca vi a versão brasileira, portanto não saberia dizer se as reações são as mesmas, mas o que me intriga nesta etapa do reality show é a falta de bom senso de 99% dos candidatos.</p>
<p>É claro que vários candidatos participam do programa com o único objetivo de aparecer e provocar gargalhadas em milhões e milhões de espectadores. Mas a verdade é que muitos ali acreditam que realmente poderiam ser o próximo american idol, sem se darem conta do papelão que estão fazendo. Mas afinal, o que isso tem com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>? Ora, tudo a ver!<br />
<span id="more-1535"></span><br />
A começar pela faixa etária dos participantes, que é, em média, de 16 aos 28 anos, ou seja, os Gen Y, de fato e de direito. Além disso, fica claro que a maioria fez jus ao título de <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> troféu. São filhos de pais que não souberam dizer não, que os endeusaram desde pequenos, fazendo com que crescessem achando que conquistar o mundo seria uma simples questão de tempo.</p>
<p>Para mim, muito mais engraçado que o vexame em rede internacional, já que o programa é transmitido para centenas de países, é a reação dos candidatos ao terem de lidar com a rejeição. A frase mais ouvida nessas horas é algo do tipo: “meus pais dizem que eu canto bem, todo mundo diz que eu canto bem, vocês estão errados”. E nisso a indignação se instala e não é raro ver algum deles discutindo com os jurados ou tentando novamente participar do programa nos anos seguintes. E o vexame se repete.</p>
<p>É claro que, por conta do próprio contexto deste reality show, muitas pessoas se deslumbram pela possibilidade de fama e dinheiro, pela conquista do tão propalado “american dream”. Mas quantos não estão ali simplesmente porque passaram a vida inteira ouvindo da família que eles eram bons, que eram os melhores e que mesmo quando o mundo dizia o contrário, eram compensados de alguma forma para não ter de lidar com a frustração?</p>
<p>E agora pergunto: o que nós, geração Y, podemos aprender com essas cenas tão embaraçosas? Será que num escopo menor, para uma plateia muito mais restrita, às vezes não nos comportamos dessa mesma forma? Será que mais do que andar com a autoestima lá em cima, por crescermos ouvindo de pessoas próximas o quanto somos bons, não seria mais proveitoso para nossas vidas, principalmente no aspecto profissional, que buscássemos o auto-conhecimento e entendêssemos nossos limites?</p>


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		<title>Somos feios mas temos música&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ines Schinazi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Musica eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Inês Schinazi No momento em que entrei naquela “caixa barulhenta”, percebi que aquela ia ser uma longa noite. Batidas elétricas pareciam cair como pesados quilos de aço, martelando contra nossas cabeças, até finalmente chegarmos a um estado misto de transe e dor de cabeça. Música eletrônica. Como sangue jorrando. Constantemente no fundo de nossas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-708" title="theedge" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/theedge.jpg" alt="theedge" width="400" height="268" /><br />
<em><strong>Por Inês Schinazi</strong></em></p>
<p>No momento em que entrei naquela “caixa barulhenta”, percebi que aquela ia ser uma longa noite. Batidas elétricas pareciam cair como pesados quilos de aço, martelando contra nossas cabeças, até finalmente chegarmos a um estado misto de transe e dor de cabeça.</p>
<p>Música eletrônica. Como sangue jorrando. Constantemente no fundo de nossas mentes, nos despertando, colocando-nos de volta ao ritmo da vida. Longe de ser uma festa decadente, as batidas elétricas nos prendem, perseguindo-nos em nosso dia-a-dia. Fazem uma coreografia dessa frenética dança chamada “nossa vida”. Tão maleável quanto descartável, é uma constante evolução sonora. Revelando instantes fragmentados, ordenadamente cortados como vidros quebrados. Reproduzindo milhões de cliques em teclados, silenciosas telas  de ‘touch screens’, invisíveis fones de ouvido, baseados em telefones celulares, aparelhos de GPS, olhos ‘injetados de sangue’ hipnotizados por brilhantes telas, siglas de textos sagrados, preenchidas com doses neon de mini-micro-macro, agraciando-nos com dois segundos de fama.</p>
<p><span id="more-707"></span></p>
<p>Não precisamos apertar o play. Essa é a trilha sonora da nossa vida. Dum, Dum, Dum, Dum: uma resposta pronta para nossas ultra aceleradas batidas cardíacas, tranqüilizando-nos de que mais alguém se sente da mesma forma, tornando-se uma pintura musical das nossas vidas. Ritmos contagiantes circulando livremente em suas naturezas viciantes, fixando-nos apenas com esse tipo de droga de que precisamos. E, no entanto, a música que achamos tão legal. perde sua aresta de vivacidade no amanhã. Nós ansiosamente devoramos as notas construídas por máquinas antes que o leite bom se torne um azul azedo.</p>
<p>Nossa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é alimentada por gratificação instantânea, ávido escoamento e constante reinvenção. Queremos “o novo”, agora mesmo.</p>
<p>Acredito que a música eletrônica claramente capta essa atitude e forma de pensar. Esse ritmo representa fortemente nossos rápidos movimentos. Batidas fabricadas em máquinas refletem claramente nosso mundo digital.</p>
<p>A maioria do eletrônico onipresente com “data de validade” ilustra as descartáveis atitudes de nossa sociedade. Uma grande parte da música tornou-se um esboço de um particular segundo de tempo. Rapidamente esquecida, ela desaparece em segundo plano, quando a próxima &#8220;música do momento&#8221; toma o seu lugar.</p>
<p>É claro, é importante dizer que existem atualmente incrivelmente talentosos artistas, produzindo músicas maravilhosas, mas eles parecem ser minoria. Eu também não quero dizer que todo eletrônico é pobre de valores. Eu na verdade sou fã de alguns deles e eu acredito que alguns deles vão fazer história, já que certos artistas habilidosamente são capazes de ser vanguardas embora estejam captando o momento em que estamos vivendo. Contudo, parece que esses talentosos artistas estão longe e entre poucos.</p>
<p>Eu penso em como é incrível o quanto “velhas” músicas permanecem presentes e importantes. E imagino se nossa geração irá deixar música suficiente para o mundo. Ou haverá um grande buraco na história da música? Um amplo espaço em branco correspondente à nossa existência, esmagada no meio de toda a grandeza?</p>
<p>Na música “Chelsea Hotel No. 2” Leonard Cohen canta a brilhante frase “Nós somos feios, mas temos a música”&#8230;Então eu pergunto a Leonard (e a você) o que acontece quando a música desaparece? Bem, eu espero que nunca saibamos&#8230;</p>


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		<title>Interação Social</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/07/09/interacao-social/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/07/09/interacao-social/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 12:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ines Schinazi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Interação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Inês Schinazi New York City. Hora do rush, fones de ouvido colados nas orelhas. Todos aglomerados esperando o próximo trem. É como um filme mudo, com exceção daquele momento em que a música toca em nossas cabeças. Pode ser o que nós quisermos que seja. Trilha sonora personalizada. Enquanto imaginamos o diálogo interno, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/nycsub_7_car_exterior.jpg" alt="" title="" width="320" height="270" class="alignnone size-full wp-image-480" /></p>
<p>Por Inês Schinazi<br />
New York City. Hora do rush, fones de ouvido colados nas orelhas. Todos aglomerados esperando o próximo trem. É como um filme mudo, com exceção daquele momento em que a música toca em nossas cabeças. Pode ser o que nós quisermos que seja. Trilha sonora personalizada. </p>
<p>Enquanto imaginamos o diálogo interno, uma banda surge. Difícil entrar nesse diálogo. </p>
<p><span id="more-472"></span></p>
<p>Finalmente dentro do trem, nós todos existimos em nosso próprio espaço. Ocupados, interagindo com a nossa própria &#8220;máquina&#8221;, (MP3 players, blackberries, IPhones, jornais digitais,) de forma isolada, enquanto nos esmagamos contra o que parecem dez milhões de corpos suados. Paradoxo. Presos em conjunto, e isso ainda irá muito além.</p>
<p>Como podemos definir &#8220;a interação social?&#8221; Nos dias de hoje, a maior parte da nossa &#8220;interação social&#8221; acontece através de e-mails, textos, sites e sites de relacionamento. Temos muito mais interação virtual do que cara-a-cara. Mesmo quando planejamos ser &#8220;cara-a-cara&#8221;, precisamos do virtual (texto, e-mail, facebook e, talvez, o telefone), provavelmente gastando muito mais tempo olhando máquinas que uns aos outros.</p>
<p>O Facebook pergunta: &#8220;O que você está pensando?&#8221;, pedindo um superficial raio-x do nosso pensamento. A maioria de nós aceita isso. Para olhar o perfil de alguém não há necessidade de interação, já que você pode literalmente ler a mente de alguém, ou pelo menos ler o que esse alguém quer compartilhar. Não é preciso perguntar como as pessoas estão. Não é preciso desejar ir mais fundo. Economizamos tempo. Muito limpo.  Uma coleção de pensamentos está lá, muito fácil de alcançar. Estático e bruta. </p>
<p>O cyberespaço me faz lembrar da aglomeração dos metrôs. Estamos todos ligados e juntos através Facebook, Twitter, blogs, etc. É literalmente possível saber exatamente o que as pessoas estão fazendo, pensando ou sentindo. No entanto, apesar de toda essa aparente &#8220;conexão&#8221;, os indivíduos provavelmente nunca estiveram tão distantes.  Afinal, a maior parte da interação social significa falar com máquinas.</p>
<p>Em &#8220;Summer in the City&#8221;, Regina Spektor canta: &#8220;Verão na cidade, eu estou tão solitário, solitário, solitário, por isso, fui a um protesto apenas para esfregar-me contra estranhos&#8221;. Não importa quanto a tecnologia evolua e progrida. Não acredito que a aparentemente  necessidade primitiva de &#8220;se esfregar&#8221; fisicamente vá desaparecer.</p>


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		<title>Geração Y não é mais &#8220;como nossos pais&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 13:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valéria Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>
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		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[A música de autoria do cantor Belchior, que ganhou vida na voz de Elis Regina, se analisada verso a verso, mostra o imenso gap entre a cantora, seus pais e os jovens e pais da Geração Y&#8230; É engraçado&#8230; Não quero lhe falar, Meu grande amor, Das coisas que aprendi Nos discos&#8230; (Essa geração praticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/2qqN4cEpPCw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2qqN4cEpPCw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>A música de autoria do cantor Belchior, que ganhou vida na voz de Elis Regina, se analisada verso a verso, mostra o imenso gap entre a cantora, seus pais e os jovens e pais da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>&#8230; É engraçado&#8230;</p>
<p><span id="more-435"></span></p>
<p>Não quero lhe falar,<br />
Meu grande amor,<br />
Das coisas que aprendi<br />
Nos discos&#8230;</p>
<p>(Essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> praticamente nem conheceu os “discos”, que marcaram a vida das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> passadas. A atual é a geração CD, Chip, Pen Drive. Imagine se aprenderiam alguma coisa com isso? Essas modernidades são apenas ferramentas para os jovens de hoje! Conteúdo é outra coisa&#8230;)</p>
<p>Quero lhe contar como eu vivi<br />
E tudo o que aconteceu comigo<br />
Viver é melhor que sonhar<br />
Eu sei que o amor<br />
É uma coisa boa<br />
Mas também sei<br />
Que qualquer canto<br />
É menor do que a vida<br />
De qualquer pessoa&#8230;</p>
<p>(Amor? É um tema pouco frequente na vida da Geração Y. A questão pra eles é muito mais diversão, aqui e agora. Amor é lá pros pais deles&#8230; Ou para o futuro, quem sabe&#8230;)</p>
<p>Por isso cuidado meu bem<br />
Há perigo na esquina<br />
Eles venceram e o sinal<br />
Está fechado prá nós<br />
Que somos jovens&#8230;</p>
<p>(Para os jovens de hoje, não há sinais fechados. Tudo é permitido! Nada é obstáculo. Nada é dificil, eles podem tudo&#8230;)</p>
<p>Para abraçar seu irmão<br />
E beijar sua menina na rua<br />
É que se fez o seu braço,<br />
O seu lábio e a sua voz&#8230;</p>
<p>(Beijar na rua já é perigoso. Hoje é melhor beijar no shopping, na escola, ou em outro lugar mais seguro que a rua)</p>
<p>Você me pergunta<br />
Pela minha paixão<br />
Digo que estou encantada<br />
Como uma nova invenção<br />
Eu vou ficar nesta cidade<br />
Não vou voltar pro sertão<br />
Pois vejo vir vindo no vento<br />
Cheiro de nova estação<br />
Eu sei de tudo na ferida viva<br />
Do meu coração&#8230;</p>
<p>Já faz tempo<br />
Eu vi você na rua<br />
Cabelo ao vento<br />
Gente jovem reunida<br />
Na parede da memória<br />
Essa lembrança<br />
É o quadro que dói mais&#8230;</p>
<p>(de novo mostra a mobilização dos jovens daquela época, o que praticamente não existe mais hoje. Hoje eles são mais individualistas e se reunem virtualmente.)</p>
<p>Minha dor é perceber<br />
Que apesar de termos<br />
Feito tudo o que fizemos<br />
Ainda somos os mesmos<br />
E vivemos<br />
Ainda somos os mesmos<br />
E vivemos<br />
Como os nossos pais&#8230;</p>
<p>(Taí o trecho que mais difere dos nossos dias, dos nossos pais. Ninguem dessa geração vive como os pais. E o pior: não fizeram nada para ser diferente deles. As gerações anteriores não queriam se parecer com os pais, faziam tudo para serem diferentes. E é natural querer ser diferente. Mas acho que essa geração é a que mais conseguiu, sem fazer muito esforço. Tem um gap natural, que vem &#8220;incluso&#8221;)</p>
<p>Nossos ídolos<br />
Ainda são os mesmos<br />
E as aparências<br />
Não enganam não<br />
Você diz que depois deles<br />
Não apareceu mais ninguém<br />
Você pode até dizer<br />
Que eu tô por fora<br />
Ou então<br />
Que eu tô inventando&#8230;</p>
<p>(Idolos? Quê isso? Essa geração tem poucos. As aparências realmente não deixam duvidas sobre quem é de qual geração. A expressão: “estar por fora” é outra que não existe mais. Quem ainda usa demonstra que realmente “está por fora” da &#8220;turma&#8221;. A expressão equivalente seria “você pode até dizer que não estou na vibe”)</p>
<p>Mas é você<br />
Que ama o passado<br />
E que não vê<br />
É você<br />
Que ama o passado<br />
E que não vê<br />
Que o novo sempre vem&#8230;</p>
<p>(desde a época da Elis, os mais velhos não conseguiam encarar o novo).</p>
<p>Hoje eu sei<br />
Que quem me deu a idéia<br />
De uma nova consciência<br />
E juventude<br />
Tá em casa<br />
Guardado por Deus<br />
Contando vil metal&#8230;</p>
<p>(Papagaiada &#8211; expressão da minha mãe, que é <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>! Quem deu a idéia de uma nova consicência e juventude pros jovens da geração Y não foram os pais, ao contrario da época da Elis. Eles aprendem mais com os amigos e menos com os pais. É fato. E também os pais dessa geração já não tem esse perfil de “ficar em casa sendo guardados por Deus”. Eles estão na luta ainda, trabalhando muito. Para desespero dos filhos&#8230;)</p>


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		<title>Michael Jackson passou por três gerações</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ines Schinazi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[michael jackson]]></category>

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		<description><![CDATA[A morte de Michael Jackson significa a morte de um brilhante artista que viveu entre três gerações. Ele poderia ser chamado de “X Y Boomer”. Tecnicamente nascido na geração Baby Boomer, falou a linguagem dos nossos pais e teve muitos fãs BBs. Mas, ainda hoje, sempre que saio para me divertir, a noite não parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-422" title="michaeljackson" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/michaeljackson.jpg" alt="michaeljackson" width="300" height="190" /></p>
<p>A morte de Michael Jackson significa a morte de um brilhante artista que viveu entre três <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>.  Ele poderia ser chamado de “X Y Boomer”. Tecnicamente nascido na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>,  falou a linguagem dos nossos pais e teve muitos fãs BBs. Mas, ainda hoje, sempre que saio para me divertir, a noite não parece completa se o DJ não toca uma música do Michael Jackson.</p>
<p>As gerações X e Y sabem os passos de dança de “Thriller” e  “Billy Jean”. Alguns sabem perfeitamente o “moonwalk”, pra não citar aqueles que sabem de memória cada palavra das músicas de Michael Jackson, sem pular um verso.  É claro que  a influência dele nas gerações mais jovens é menor. Mas ele fala a língua dos X, Y e Boomer.</p>
<p>De alguma forma, Michael Jackson juntou gerações diferentes,  circulou entre elas, permitindo que vissem como são semelhantes.</p>
<p>No ambiente de trabalho talvez precisemos de alguém como ele: um mediador.  Alguém que fale todas as linguagens, que exista em todas os planos generacionais.  Alguém como o grande Michael Jackson.  Nós precisamos de um tradutor que não fique perdido na tradução.</p>


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		<title>Quem disse que Gen Y tem SÓ até 30 anos?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
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		<description><![CDATA[Clipe da banda &#8220;The Zimmers&#8221; cantando &#8220;Generation&#8221;, originalmente gravado pelos roqueiros britânicos &#8220;The Who&#8221;, em 1965. Postar noBlogger Acompanhar comentários deste artigo? Compartilhar noFacebook Email this via Gmail Enviar para um amigo? Promover noOrkut Tweet This!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/up3L3cZcekQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/up3L3cZcekQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Clipe da banda &#8220;The Zimmers&#8221; cantando &#8220;Generation&#8221;, originalmente gravado pelos roqueiros britânicos &#8220;The Who&#8221;, em 1965.</p>
<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/thewho_-_1975.jpg" alt="thewho_-_1975" title="thewho_-_1975" width="250" height="173" class="aligncenter size-full wp-image-255" /></p>


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