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	<title>Foco em Gerações &#187; Música</title>
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		<title>O dia em que a Terra parar e ouvir a nova geração</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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		<category><![CDATA[Geração @]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Seixas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* – @celokati Nos tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos no escuro&#8230; Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores, nem piores&#8230; só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4884" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/raul-seixas.jpg" alt="" width="286" height="287" /></p>
<p>Por Marcelo Gonzales* –  @celokati</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nos  tempos já bem distantes daqui, Raul Seixas profetizava uma “Sociedade  Alternativa”, dizendo que tudo poderia ser mais liberal e, com certeza, sua vida  de “Maluco Beleza” incentivava àqueles que não tinham colírios a usarem óculos  no escuro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as coisas já estão bem diferentes, nem melhores,  nem piores&#8230; só diferentes!</p>
<p style="text-align: justify;">Em  uma de suas canções, ele contou como seria – segundo sua ótica &#8211; o mundo no dia  em que a Terra parasse. Parafraseando Raul, me utilizei disso para questionar a  oito meninos e meninas de 11 a 16 anos, com quem tenho contato direto, de que  maneira eles aproveitariam se tivessem um minuto da Terra parada à inteira  disposição de lhes escutar sobre como nós, habitantes do planeta Terra,  deveríamos agir dali para frente.<br />
<span id="more-4883"></span><br />
Seguem abaixo as respostas dos pequenos dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  que não veio para contar história, mas sim para  construí-la:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Emanuele – 10 anos</strong>: “Gostaria que as pessoas parassem de jogar lixo na rua  pois toda vez que chove eu saio, vejo tudo alagado e sei que é por  isso!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Beatriz – 11 anos</strong>: “Eu gostaria que as pessoas evitassem comer animais e  desmatar as florestas, elas não precisam disso! Para o presente e para o nosso  futuro!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jair – 13 anos</strong>:  “Pediria para todos tentarem se unir sem guerras e idealizar uma nova forma de  fazer política!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luiz Fernando – 16 anos</strong>: “Um mundo sem armas, sem drogas e sem  violência!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Allan – 14 anos</strong>: “Eu gostaria que o Brasil  melhorasse!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcelinho – 15 anos</strong>: “Ame o próximo como a si mesmo!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neusinha – 14 anos</strong>: “No mundo ainda existe maldade, porém existem muitas  coisas boas. O mundo ainda tem jeito!”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paulo Roberto – 11 anos</strong>: “Destruir o mal! Dar chance a todos! Nunca desistir!”</p>
<p style="text-align: justify;">Será que poderemos aprender tudo isso com eles? Se não  conseguirmos, pelo menos não podemos desistir!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Marcelo Gonzales é consultor de  projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog  <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da  Geração X… Mas vivo Y!</a></em>.</p>
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		<item>
		<title>A morte de Amy Winehouse e a onipotência da geração Y</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 15:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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		<category><![CDATA[Onipotência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Acho que todos nós lamentamos a morte da Amy Winehouse e questionamos como é que ela deixou que isso acontecesse. Embora o laudo definitivo da causa de sua morte ainda esteja em discussão, todos acreditam que ela tenha falecido por conta de uma overdose. Sabe-se que a cantora estava exagerando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4235" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/amy-winehouse.jpg" alt="" width="301" height="320" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que todos nós lamentamos a morte da Amy Winehouse e  questionamos como é que ela deixou que isso acontecesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o laudo definitivo da causa de sua morte ainda  esteja em discussão, todos acreditam que ela tenha falecido por conta de uma  overdose. Sabe-se que a cantora estava exagerando na bebida e nas drogas. Mas,  então, qual seria o motivo para ela brincar desse modo com a possibilidade da  morte?</p>
<p style="text-align: justify;">É  claro que outros gênios da música já morreram de overdose. A nossa Elis Regina,  da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, é um exemplo, assim como a Cassia Eller também é,  quando falamos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o que eu queria pontuar é a questão da  onipotência, essa mania da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> pensar e dizer “Eu posso tudo!”. A criança,  quando nasce, é onipotente. Ela se mistura à sua mãe e não sabe a diferença:  onde ela termina e onde a mãe começa. Trata-se de uma onipotência infantil. Aos  poucos, o bebê vai entendendo que há duas pessoas, não apenas uma, e que a mãe  tem vida própria, tal como ele. É o que a gente chama de potência.<br />
<span id="more-4234"></span><br />
A  partir daí, a criança sabe-se potente e com força, mas entende que há outras  coisas ou pessoas que interferem nessa potência. A equação não é mais do  primeiro grau: não há somente uma variável e, portanto, o que o bebê decidir não  será a resposta absoluta. A equação é complexa, tem muitas variáveis e todas  interferem no resultado. A missão nessa fase é fundamentalmente compreender que  o outro existe e reconhecê-lo em sua individualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A  gente costuma dizer que a geração Y acha que sabe e pode tudo. Eu brinco que,  quando minha neta de 4 anos diz: “ Vovó?”, eu respondo: “Pode!”. E ela deve  achar que o nome dela é “Pode!”. Sei que, agindo assim, não a ajudo a se  integrar no mundo, por permitir que ela faça tudo. Mas esse é o papel da avó,  não o papel dos pais ou da escola. Certamente não é o da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizemos que essa geração é, de certa maneira,  infantilizada. Ela talvez tenha mais dificuldade de se inserir no mundo,  percebendo as outras coisas ao redor. Sabe quando a mãe fala no telefone e o  filho chama “Mãe, mãe!”, o tempo todo? Sei que não é só com a geração Y que isso  acontece e há muitos adultos ainda infantilizados, mas é como se o filho não  reconhecesse que a mãe tem vida própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  jovens têm expectativas em relação ao mundo real e, às vezes, esses desejos não  se realizam; portanto, dizemos que eles apresentam maior tendência à angústia e  à depressão. Foi essa mesma onipotência doente que levou a Amy ao exagero. E é  bom a gente pensar se não está brincando com o perigo, quer seja com as drogas,  com o emprego ou com a faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveito para contar uma historinha que aconteceu com a  minha sobrinha Lara, retratando bem a questão da onipotência. Ela estava na  escola e foi pedido que as crianças fizessem um desenho. Passando pela mesa da  Lara, a professora perguntou “O que você está desenhando?”. E a Lara respondeu:  “Estou desenhando Deus!”. A professora argumentou: “Mas ninguém sabe como é  Deus!”. E a Lara, na sua onipotência toda, respondeu: “Daqui a cinco minutos,  todo mundo vai saber!”.</p>
<p style="text-align: justify;">É a  verdade do indivíduo que conta quando a postura dele ainda é onipotente. E é  isso que estamos precisando enfrentar no mundo de hoje. Mais que uma tarefa,  lidar com a onipotência é um desafio a ser encarado por todas as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>.</p>
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		<title>Tenores teens italianos na berlinda</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 14:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade – @renatoan Acaba de aterrissar uma novidade para a geração jovem dos Estados Unidos, que curte avassaladoramente a cultura “Disney teen”, incluindo os popstars Hannah Montana, Big Time Rush, Jonas Brothers e tantos outros: o grupo &#8220;Il Volo&#8221;. &#8220;Il Volo&#8221; são tenores teen que transformam música lírica em pop! Será que isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="257" src="http://www.youtube.com/embed/lw3c5d3aBSE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade –  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acaba de aterrissar uma novidade para a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> jovem  dos Estados Unidos, que curte avassaladoramente a cultura “Disney teen”,  incluindo os popstars Hannah Montana, Big Time Rush, Jonas Brothers e tantos  outros: o grupo &#8220;Il Volo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Il  Volo&#8221; são tenores teen que transformam música lírica em pop! Será que isso dá  samba?</p>
<p style="text-align: justify;">Piero Barone, 17 anos, Ignazio Boschetto, 16, e Gianluca  Ginoble, também 16, lançam este mês o primeiro CD, que mistura clássicos, como a  canção &#8220;O Sole Mio&#8221; (que ganhou uma versão em espanhol), e musicas inéditas.  &#8220;Queremos levar a música lírica pop às pessoas de todo o mundo, incluindo quem  tem a nossa idade&#8221;, afirmam os meninos. O trabalho já esta devidamente  distribuído em mídias sociais, lojas online e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">O  trabalho da gravadora Geffen Records estreou em décimo lugar na parada de álbuns  Billboard Top 200. O sucesso é devido ao trabalho exaustivo em aparições na TV,  incluindo &#8220;American Idol&#8221;, &#8220;The Tonight Show com Jay Leno&#8221;, entre tantos  outros.<br />
<span id="more-4151"></span><br />
A  geração de novas celebridades é assim: elas estão inacreditavelmente em todos os  lugares, possuem o dom de cantar, dançar, dublar (por quê não?!), representar em  seriados, acertar nas respostas em programas de entrevistas, ter conhecimento de  várias línguas, manter o bom-humor e ainda dar conta da vida pessoal que, nessa  época adolescente, é sempre muito confusa e repleta de  drama.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  tenores estão na berlinda e apostam na mesma fórmula dos Jonas Brothers, os bons  moços da Disney: estão disponíveis para virar o sonho das garotas e agora é só  esperar e avaliar se essa multiplataforma profissional – tipicamente, uma  receita americana &#8211; é quesito básico atual para ser famoso, ou se um treinamento  &#8220;made in Italy&#8221; também pode fazer sucesso. Vamos torcer!</p>
<p style="text-align: justify;">Sites de música que já ouviram o trabalho na íntegra  informam que os meninos, apesar da idade, impressionam na performance e no  timbre de voz, que demonstra quão longa e dura foi a jornada que eles já  enfrentaram para se tornarem superstars, afinal, nada aconteceu de uma hora para  outra e existiu todo um planejamento e estudo  mercadológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  críticos das principais revistas de música do mundo ficam na torcida, afirmando  que essa pode ser uma alternativa de injetar música de qualidade no meio de  fanáticos por Justin Bieber e Lady Gaga. Não que esses não tenham seu valor  músico-cultural, mas os fãs de música clássica e ópera acreditam que, com o  trabalho de &#8220;Il Volo&#8221;, os jovens podem encontrar &#8220;uma lufada de ar fresco&#8221; e que  o cenário musical, em geral, será beneficiado.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber mais sobre o trio?</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse o site oficial: <a href="http://www.ilvolomusic.com/">www.ilvolomusic.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Geração Y: somos o que há de melhor!</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 18:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Albuquerque</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Francisco Albuquerque &#8211; @fbalbuquerque Algumas vezes, gosto de brincar com as letras das músicas das bandas que recordam a minha adolescência e que, até hoje, me acompanham em meu iPod. Sempre adorei o rock nacional dos anos 80 e tenho uma bela biblioteca de músicas, que inclui Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Ira, Capital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4128" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/melhor.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Por Francisco Albuquerque &#8211;  @fbalbuquerque</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes, gosto de brincar com as letras das  músicas das bandas que recordam a minha adolescência e que, até hoje, me  acompanham em meu iPod.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre adorei o rock nacional dos anos 80 e tenho uma  bela biblioteca de músicas, que inclui Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii,  Ira, Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Nenhum de Nós, Barão  Vermelho, Cazuza, Kid Abelha, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok,  alguns podem não concordar com meu gosto musical, mas essas são as bandas que eu  sempre curti ouvir e, com certeza, fui influenciado por alguns pensamentos  desses célebres artistas, humanos e únicos em sua essência, com seus erros e  acertos, assim como todos nós também temos.<br />
<span id="more-4127"></span><br />
Para mim, o que é mais bonito na arte musical &#8211; e isso  independe de estilo &#8211; é como cada letra toca de maneira individual às pessoas. E  há um detalhe: já pensaram no poder que essas letras têm que, de certa forma,  influenciam nossos pensamentos e ações? E isso quem afirma não sou eu, é a  Psicologia!</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dias, eu estava ouvindo o CD Acústico MTV dos  Engenheiros do Hawaii, e essa é uma das bandas que, sempre que eu ouço, me traz  alguns insights. Na maioria das vezes, esses insights têm relação com a mensagem  “oficial” da música.</p>
<p style="text-align: justify;">“Somos o que há de melhor” é a frase de uma música  deles, denominada “3 x 4”, originalmente do CD “Tchau Radar”, de 1999. Ela fala  de determinada relação de amor um pouco conturbada (quem não conhece uma?), mas  o que me chamou a atenção nesse trechinho da letra tem a ver com a  individualidade de cada pessoa e com a mensagem forte de encorajamento que ela  transmite.</p>
<p style="text-align: justify;">“Somos o que há de melhor” não é simplesmente uma frase  bonita: é uma frase encorajadora, de quem acredita em si mesmo e em seu  potencial!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu penso em ser “melhor”, penso em superar a mim  mesmo, e não em ser melhor do que meus amigos, colegas ou pessoas que admiro.  Eles são referência, sim, e estaria mentindo se dissesse o contrário, mas gosto  de assumir que eu sou o que há de melhor!</p>
<p style="text-align: justify;">E  vejam, meus amigos, não estou querendo criar uma revolução de pessoas querendo  ser melhores e mais competitivas em relação às outras; desejo simplesmente  passar a seguinte mensagem:</p>
<p style="text-align: justify;">Você é único e hoje é melhor do que foi ontem! Amanhã,  será melhor do que hoje!</p>
<p style="text-align: justify;">Acredite em si mesmo, no seu potencial, nos seus sonhos!  Transforme os seus sonhos em realidade, você pode!</p>
<p style="text-align: justify;">Seja responsável pela sua vida, <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>! Por seus  erros e acertos!</p>
<p style="text-align: justify;">Descubra o que está guardado aí dentro de você e seja  melhor, melhor do que você mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Um  grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rebecca Black: Em busca da nova web-celebridade adolescente</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/03/22/em-busca-da-nova-web-celebridade-adolescente/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 14:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade A americana Rebecca Black, de 13 anos, tornou-se o novo fenômeno da internet, após autorizar a publicação de um vídeo em que cantava o hit &#8220;Friday&#8221;. Ela apareceu em meio aos vídeos mais acessados do YouTube, na Viral Video Chart e nos trending topics do Twitter, fazendo a felicidade de Clarence Jey [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="400" height="255" src="http://www.youtube.com/embed/CD2LRROpph0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A americana Rebecca Black, de 13 anos,  tornou-se o novo fenômeno da internet, após autorizar a publicação de um  vídeo em que cantava o hit &#8220;Friday&#8221;. Ela apareceu em meio aos vídeos  mais acessados do YouTube, na Viral Video Chart e nos <em>trending</em> topics do Twitter, fazendo a felicidade de Clarence Jey e Patrice  Wilson, produtores do selo musical &#8220;Ark Music Factory&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A &#8220;Ark Music Factory&#8221; tem a missão de  encontrar o novo Justin Bieber da temporada e, mesmo sem o apoio de uma  grande gravadora, está investindo na produção em série de jovens  talentos, divulgando a garotada com a ajuda da internet. &#8220;Se você é um  grande cantor sem nenhum material, um artista <em>underground</em> sem  contrato, um dançarino ou um DJ &#8211; e quer ser descoberto, a Ark Music  Factory está te procurando!&#8221; &#8211; informam Jey e Wilson, que se encarregam  de escrever um &#8220;hit&#8221; adolescente, gravar a canção, rodar o clipe e  lançá-lo na web. O resto fica por sorte e destino do aspirante a  popstar.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale um  destaque para o acordo entre os produtores e o novo artista: o custo do  trampolim para o mundo da fama é bancado pelos pais!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ser a nova web-celebridade tem seu preço:  Rebecca já possui web-paródias e está sofrendo um tipo de <em>cyberbullying</em> chamado &#8220;Operação Black Friday&#8221;, que pretende derrubar o site da  produtora do clipe e envergonhar Rebecca na escola.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="toggle">Diante dessa situação, temos três assuntos em  debate:</p>
<p style="text-align: justify;">- Hoje, quem  procura fama via internet precisa estar psicologicamente preparado para  receber criticas ácidas. O <em>cyberbullying</em>, prática que envolve o  uso da internet com a intenção de prejudicar alguém, na maioria dos  casos é feita por grupos de jovens que, por terem o anonimato como  escudo, se divertem ao falar mal ou destruir projetos e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Cada vez é mais freqüente o uso das mídias  sociais para alavancar jovens profissionais de todo o mundo, já que eles  possuem total conhecimento das ferramentas necessárias e estão  dispostos a qualquer coisa para ter os 15 minutos de fama.</p>
<p style="text-align: justify;">- O jovem que busca o título de nova  web-celebridade talvez deseje a atenção de outros para suprir  determinadas carências próprias. Muitas vezes, pela necessidade de se  sentirem queridos e reconhecidos, esses adolescentes se submetem a isso,  sem se importarem realmente com profissionalismo, estudo sobre a área  desejada ou criação de um plano de carreira sólido.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale também um momento de reflexão sobre a  participação dos familiares no patrocínio em investimentos duvidosos na  vida dessa turma. A cultura pop, a fama e a facilidade para divulgar  trabalhos (bons ou ruins) acaba oferecendo incentivo para materiais  medíocres que poderiam, futuramente, depois de estudos refinados, ter um  retorno mais positivo na carreira dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a></p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de agilidade e democratização da  tecnologia, o lado profissional da cultura do entretenimento está sendo  banalizado no Brasil e no mundo, já que poucos são realmente “talentos”  ou possuem um alicerce para a apresentação de trabalhos consistentes.  Por meio de uma reflexão mais profunda e ampliando a consciência nas  ações, talvez esses jovens possam ser dignos de construir uma carreira  sólida e benéfica diante do grande público.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>E a viagem de táxi também mudou&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 18:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Taxi]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro Segura Este é um caso real e aconteceu comigo nesta terça-feira, em São Paulo. Pousei no aeroporto de Congonhas, pela manhã, entrei na fila do táxi e peguei um carro com uma taxista mulher. Local: São Paulo Dia: 28/09/2010 Horário: 7h36 da manhã Taxista: Mulher, jovem, aparentando um pouco mais de 20 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2879" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/09/taxi.jpg" alt="" width="360" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Mauro Segura</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este é um caso real e aconteceu comigo nesta terça-feira, em São Paulo.<br />
Pousei no aeroporto de Congonhas, pela manhã, entrei na fila do táxi e peguei um carro com uma taxista mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Local: São Paulo<br />
Dia: 28/09/2010<br />
Horário: 7h36 da manhã<br />
Taxista: Mulher, jovem, aparentando um pouco mais de 20 anos</p>
<p style="text-align: justify;">Entrei no carro, sentei no banco de trás, falei o destino e partimos. A taxista, jovem, bonita e bem arrumada, saiu do aeroporto no seu Corsa e entrou na avenida engarrafada. A primeira coisa que fez foi colocar um fone de ouvido e conectá-lo ao celular. Fez uma ligação.<br />
<span id="more-2878"></span><br />
- Oi, Filho. Já acordou? Tomou seu café?</p>
<p style="text-align: justify;">Silêncio de 15 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tá bom. Já tá pronto pra sair pra escola? Tem que sair bem arrumado, hein? Dá a mão pro vovô. Não solta a mão dele, não.</p>
<p style="text-align: justify;">Silêncio de 15 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Eu sei, eu sei, mas não solta a mão dele. Não corre. Pede dinheiro a ele pra você ir depois da aula na lan-house. Mas é pra ficar no máximo 1 hora, tá? É pra fazer o trabalho da escola, não é para você ficar no joguinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Silêncio de 30 segundos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Lembra do que eu falei ontem? Não fica com o MP3 alto no ouvido. Vai fazer mal pra você.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela desligou o celular. Tirou os fones pretos do ouvido e colocou os fones brancos. Ligou o MP3 player e começou a ouvir música. Estava tão alto que eu conseguia ouvir do banco de trás. Ela passou todo o resto da viagem, sem intervalo, cantando em voz alta o que ouvia nos fones. E todas as músicas eram em inglês.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar no destino, ela finalmente tirou os fones do ouvido. Agradeci dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Sabe de uma coisa? Você canta muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Tire as conclusões que desejar, mas o mundo está mudado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Admirável Mundo Novo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 18:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>
		<category><![CDATA[Admirável Mundo Novo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cíntia Reinaux* O que uma música de Rock, um clássico da ficção adaptado para o cinema e uma peça de Shakespeare têm em comum? Elementar, meu caro Boomer: todos giram em torno de um suposto &#8220;Admirável Mundo Novo&#8221; (Brave New World no original em Inglês). Trata-se da fala de uma personagem da peça &#8220;A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2836" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/09/pitty.png" alt="" width="350" height="302" /><br />
<strong><em>Por Cíntia Reinaux*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que uma música de Rock, um clássico da ficção adaptado para o cinema e uma peça de Shakespeare têm em comum? Elementar, meu caro <em>Boomer</em>: todos giram em torno de um suposto &#8220;Admirável Mundo Novo&#8221; (<em>Brave New World</em> no original em Inglês). Trata-se da fala de uma personagem da peça &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Tempest" target="_blank">A Tempestade</a>&#8220;, de Shakespeare, que deu nome ao cultuado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Admir%C3%A1vel_Mundo_Novo" target="_blank">livro de Aldous Huxley</a>, de 1932, e por sua vez inspirou o <em>single</em> &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=x_I74oWzjIU" target="_blank">Admirável Chip Novo</a>&#8220;, da banda Pitty, lançado em álbum homônimo em 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é novidade que o mundo hoje está cada vez mais conectado, mas o que muitos não percebem é que identificar os links existentes entre assuntos os mais variados é um bom jeito de começar a entender como funciona o cérebro dos jovens Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é que eles sejam dispersos, distraídos, desatentos. É preciso lembrar que esses jovens nasceram e aprenderam a pensar em uma sociedade em que as informações transbordam por todos os lados e há sempre uma ligação entre filmes, livros, tecnologia e outras formas de arte e cultura em geral.<br />
<span id="more-2835"></span><br />
Assim, a mente dessa nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> trabalha em um frenesi intenso de associações. Não é à toa que às vezes chega mesmo a ser difícil acompanhar uma conversa entre jovens, na qual todos falam ao mesmo tempo e o assunto salta de música para genética em questão de segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não se engane: tudo está relacionado. Para uma pessoa de outra geração, a conversa “perdeu o foco”. Já para o jovem Y, o papo está interessante e envolvente.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que nem as empresas nem as escolas estão preparadas para acompanhar essa forma não-linear (e mesmo fragmentada) de pensamento. Não há dúvidas de que as escolas seriam bem diferentes se soubessem aproveitar oportunidades como o sucesso de uma banda de rock para aproximar estudantes de obras relevantes de autores como Huxley ou Shakespeare.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as empresas também têm muito a ganhar ao trabalhar essa característica da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Afinal, é a partir de associações inusitadas que surgem as ideias mais inovadoras. Cabe aos gestores mais experientes dar liberdade para todo esse pensamento criativo fluir e sempre orientar os jovens para que não percam, de fato, o foco.</p>
<p style="text-align: justify;">E você? Está preparado para embarcar nesse admirável mundo novo?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Cíntia Reinaux tem 26 anos e um orgulho danado de ser pernambucana. Irmã coruja, tem sua paciência constantemente testada por um adolescente da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>. Administradora apaixonada por RH, nas horas vagas escreve sobre o dia-a-dia dos jovens Y em sua busca por um lugar no mercado de trabalho, no blog <a href="http://vidadetrainee.wordpress.com" target="_blank">http://vidadetrainee.wordpress.com</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Música para a geração Y, maestro!</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/08/25/musica-para-a-geracao-y-maestro/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 15:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Zaiantchik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Zaiantchik No último domingo, fui assistir a um concerto na Sala São Paulo, que está entre os grandes palcos da música clássica do país. Não vou ser hipócrita e dizer que frequento o local tanto quanto gostaria, afinal, no mundo moderno, inventamos diversas desculpas para nos afastarmos de pequenos prazeres, em prol da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-2685" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/200487944-001.png" alt="" width="360" height="244" /><br />
<strong><em>Por Clara Zaiantchik</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No último domingo, fui assistir a um concerto na Sala São Paulo, que está entre os grandes palcos da música clássica do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou ser hipócrita e dizer que frequento o local tanto quanto gostaria, afinal, no mundo moderno, inventamos diversas desculpas para nos afastarmos de pequenos prazeres, em prol da escravidão tecnológica. Porém, em alguns momentos tento me voltar para interesses do tipo, e este último evento ajudou com que eu entendesse certos fenômenos da atualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, devo lembrá-los de que o concerto aconteceu em um domingo de manhã – horário em que grande parte da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> ainda está voltando da “balada” e indo dormir. Contudo, ao contrário do que pensei, havia muito mais adolescentes ou adultos jovens do que pessoas mais velhas. A terceira idade sempre marca presença de forma especial, mas a presença maciça de jovens na platéia foi algo que realmente mexeu comigo do começo ao fim.<br />
<span id="more-2684"></span>O mais surpreendente também foi que, em sua maioria, eles se mantiveram atentos durante todo o tempo, voltando sua atenção para os movimentos da orquestra e refletindo no rosto a admiração por obras tão belas sendo expostas diante de seus olhos. Além disso, ao final aplaudiram com força e não queriam que a orquestra fosse embora.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao me retirar da sala de concerto, algumas simples e importantes questões vieram à minha mente: será que olhamos com clareza para a atual <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> de jovens, antes de julgá-la como desinteressada e superficial?</p>
<p style="text-align: justify;">Será que eles são tão antenados, dinâmicos e ativos, que não conseguem mesmo se concentrar durante uma hora e meia de espetáculo, ouvindo o que há de melhor na música clássica e apreciando com gosto o deleite do momento?</p>
<p style="text-align: justify;">O último domingo me provou que estamos precipitados em muitos de nossos julgamentos sobre essa geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que, se substituirmos nossos pré-conceitos e estigmas por um olhar mais sensível e estimulante em direção ao jovem que nos cerca, as probabilidades de construção de uma sociedade mais humana aumentam exponencialmente, de forma natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Música para a geração Y, maestro! Muita compreensão e tolerância, também!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A geração Y é uma versão repaginada de sua antecessora</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/06/14/a-geracao-y-e-uma-versao-repaginada-de-sua-antecessora/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>
		<category><![CDATA[Lady Gaga]]></category>
		<category><![CDATA[POP]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8211; Por Renato Andrade Recentemente fui surpreendido com a conversa de duas senhoras no caixa do hipermercado, que olhavam as capas de revistas e falavam do ícone pop, Lady Gaga e seu novo clipe Alejandro. Elas iam ainda mais a fundo, comentando sobre a doença de Gaga, que está com Lupus. Até aquele momento não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://www.metacafe.com/fplayer/yt-pZMHwDdXwIc/lady_gaga_alejandro_official_music_video_new_08_06_10.swf" width="400" height="345" wmode="transparent" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" name="Metacafe_yt-pZMHwDdXwIc"> </embed><br /><font size = 1><a href="http://www.metacafe.com/watch/yt-pZMHwDdXwIc/lady_gaga_alejandro_official_music_video_new_08_06_10/"></a> &#8211; <a href="http://www.metacafe.com/"></a></font><br />
<strong><em>Por Renato Andrade</em></strong></p>
<p>Recentemente fui surpreendido com a conversa de duas senhoras no caixa do hipermercado, que olhavam as capas de revistas e falavam do ícone pop, Lady Gaga e seu novo clipe <a href="http://www.youtube.com/watch?v=niqrrmev4mA" target="_blank">Alejandro</a>. Elas iam ainda mais a fundo, comentando sobre a doença de Gaga, que está com Lupus.</p>
<p>Até aquele momento não tinha conferido o vídeo de 8 minutos, mas aqui estou para documentar o fato. Afinal, as senhoras comentavam que era um dos melhores que a MTV passou em todos os tempos! Fiquei atordoado… Lady Gaga realmente conquistou uma multidão.</p>
<p>Mas alguém ainda liga a MTV para assistir a clipes?</p>
<p>Tá explicado… Lady Gaga conquistou aquelas senhoras, assim como o canal virou referência da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> do videoclipe, que é cada vez mais substituído pelo Youtube.</p>
<p><span id="more-2328"></span></p>
<p>Assisti ao vídeo e para a minha surpresa (ou não), nada daquilo era novidade aos meus olhos. As referências são nitidamente de clipes da Madonna, bem anos 80!</p>
<p>Opa… será que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, mal vista aos olhos de alguns no que diz respeito a ícones e ideologias, foi tão forte que a nova geração, a famosa Y, está apenas colocando novos rostos, fazendo uma repaginação pop em seus personagens?</p>
<p>No clipe Alejandro temos referências de vários momentos da carreira de Madonna: Vogue, Like a Prayer, Express Yourself e até o famoso sutiã em forma de cones usado pela cantora (e tão criticado pelo Vaticano), agora na versão de uma metralhadora.</p>
<p>Lembrei de um episódio do desenho “South Park”, em que os personagens reclamavam que não existia nada de diferente para se fazer, pois os Simpsons já tinham feito tudo!</p>
<p>Outra volta aos anos 80 é o filme do Esquadrão Classe A, famoso seriado que passava no SBT e que agora (pasmem) está em cartaz! Não com a mesma qualidade do original, mas na telona, para quem quiser conferir.</p>
<p>Vejo isto como uma repaginação. Mas a evolução não é feita de mudanças?</p>
<p>A nova geração, utilizando-se de ícones da geração anterior, ao colocar novos rostos e uma maquiagem mais exagerada, não corre o risco de deixar de evoluir na cultura pop?</p>
<p>Enquanto passava minhas compras pelo caixa tive o insight de que talvez a geração X tenha transgredido demais (assim como a Madonna), a ponto de influenciar a nova geração, que reconstrói o antigo, dando sua pitada tecnológica.</p>
<p>O risco que se corre é que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> esteja tão ocupada com o excesso tecnologia e informação que acabe por se esquecer de criar o que é seu, sua própria cultura, suas ideologias ou referências musicais.</p>
<p>Se isso vai mesmo acontecer, não há como afirmar, mas o que pelo menos espero é que as conseqüências e heranças disso tudo sejam positivas, e possam de fato nos ajudar a evoluir.</p>
<p>Mas o que não podemos esquecer, é que apesar de menos falada (e em alguns momentos até esquecida), a geração dos anos 80 fez e construiu uma história, que ainda é tida como referência, de forma discreta, mas muito significativa. Alguém aí diz o contrário?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O jovem precisa ser surpreendido</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/05/14/o-jovem-precisa-ser-surpreendido/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 17:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Calderoni]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman Cantor, compositor e cineasta, Vinicius Calderoni nasceu em São Paulo em 1985. Tornou-se compositor desde os primeiros anos da adolescência e lançou seu primeiro disco, Tranchã, em 2007, produzido em parceria com Ulisses Rocha, o qual considera seu grande professor. Formado em Cinema, dirigiu dois curtas-metragens, Entre Outros (2005) e Cinzas (2006). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2212" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/vicalderoni-250x300.jpg" alt="" width="226" height="270" /></p>
<p><em><strong>Por Tatiana Kielberman</strong></em></p>
<p>Cantor, compositor e cineasta, Vinicius Calderoni nasceu em São Paulo em 1985. Tornou-se compositor desde os primeiros anos da adolescência e lançou seu primeiro disco, Tranchã, em 2007, produzido em parceria com Ulisses Rocha, o qual considera seu grande professor.</p>
<p>Formado em Cinema, dirigiu dois curtas-metragens, <em>Entre Outros</em> (2005) e <em>Cinzas</em> (2006). Seu mais novo projeto lançado na mídia se chama <em>Os doze clipes de Tranchã</em>, que inclui a confecção de um videoclipe para cada canção do repertório de seu álbum de estréia.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao Foco em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a>, Vinicius fala sobre sua trajetória, o desafio de fazer música em meio a tanta diversidade de estilos e dá sua visão de jovem sobre como as mudanças dos últimos anos impactam no âmbito musical.<br />
<span id="more-2211"></span><br />
<strong>O que impulsionou o seu interesse por música e como você se sente sendo artista desde tão cedo?</strong></p>
<p>Desde criança, das minhas lembranças mais remotas, tenho esse desejo de ser artista. Já fazia alguns pequenos filmes para o meu pai, era fascinado por cinema. Depois, passei a adorar teatro e música. Sempre tive também a influência de um tio meu, que é compositor, David Calderoni, e de um primo violonista, o Ricardo Calderoni. Eu só comecei a compor canções e a ter meu trabalho mais conhecido quando tinha 15, 16 anos. Tive mestres extraordinários, como o Pedro Morão, um professor de música e, sobretudo, o Ulisses Rocha, que foi uma espécie de catalisador, transformando um menino que gostava de arte em um artista.</p>
<p><strong>Você começou a gravar o seu último trabalho, “Tranchã”, quando tinha 18 anos, resultando em uma mistura de diferentes gêneros de música. Como foi o processo de construção dessa obra? </strong></p>
<p>Eu tinha vontade de aprender mais, ter mais contato com o pessoal da música, porque eu já compunha, mas não possuía muito parâmetro. Por meio do Ricardo, comecei a trabalhar com o Ulisses, um grande músico e violonista, e tive vontade de fazer um CD Demo. Alguns amigos meus haviam gravado músicas e colocado na internet, aí pensei: “Tenho algumas músicas, talvez seja hora de gravar de maneira mais adequada.”</p>
<p><strong>E o que você aprendeu nesse momento?</strong></p>
<p>Eu entendi que, mesmo que um artista não se sinta completamente pronto, é importante que lance um disco, para poder se nortear artisticamente. As suas músicas terão outro peso quando precisar se apresentar e lidar com elas profissionalmente. Precisei aprender muito no estúdio, me tornei produtor e fui achando um caminho, uma sonoridade que se relacionasse com o que eu gostava. Essa é uma característica da nossa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, porque a gente ouve músicas de tantas épocas e tem acesso a tanta informação cultural e musical, que as composições acabam saindo com características hibridas. Eu queria que o meu trabalho contemplasse essa variedade, e hoje olho com bastante orgulho para o “Tranchã”.</p>
<p><strong>Acompanhamos atualmente uma grande mudança no perfil do jovem, influenciado pelas tecnologias, por uma educação mais liberal, pela velocidade com que as coisas mudam. Em sua opinião, o jovem de hoje exige também um estilo de música mais diversificado, que expresse de maneira mais fiel sua personalidade? </strong></p>
<p>Sim. Acho isso maravilhoso. Acabei de fazer um show de videoclipes que preza esse formato hibrido, misturando cinema, teatro e  música ao vivo. É uma tentativa de fazer com que o espectador assista ao show e não consiga dizer exatamente o que está vendo, já que não é uma coisa só. Essa é uma tendência que está muito presente no espírito do nosso tempo e o público se identifica com essa linguagem. O acesso à informação, a velocidade com que ela circula, e também a quantidade deixam as pessoas muito antenadas e exigentes. O público jovem quer ser surpreendido.</p>
<p><strong>Qual você acredita ser o grande desafio do cantor atual para despertar o interesse do jovem frente a infinitos estilos musicais que existem?</strong></p>
<p>Vivemos um tempo em que é muito mais fácil gravar um disco. Você pode gravar em casa, com a máxima qualidade, tem a internet, que faz com que o espaço seja mais coletivo e, consequentemente, mais democrático. Essa é a grande vantagem, existe uma enorme multiplicidade, mas o trabalho é árduo. Você precisa ter talento, força, persistência, tenacidade e, ao mesmo tempo, idéias inovadoras. O projeto dos videoclipes tem um pouco esse intuito de criar uma visibilidade maior, entre outras coisas. É um enorme desafio esse de conseguir ter um discurso marcante entre tantas vozes e tanta variedade. Além disso, hoje em dia o público tem menos paciência, por causa do excesso de informações. Com o Twitter, o Youtube, as pessoas estão acostumadas a receber mensagens curtas. Em 140 caracteres você não pode dizer muita coisa, então precisa capturar a atenção das pessoas de um jeito mais rápido.</p>
<p><strong>Durante anos, a juventude de diversas gerações foi influenciada por ídolos musicais, bandas que marcavam uma época. Como você enxerga isso hoje, visto que existem tantos artistas. Acredita que ainda existem ídolos? </strong></p>
<p>Acho que encontrar alguém com quem a gente se identifique e uma canção que exprima o que gostaríamos de dizer na nossa vida, isso sempre vai existir, é algo de que o ser humano precisa. Hoje, há uma grande quantidade de artistas, que têm mais caminhos para chegar até os ouvidos do público. O que talvez aconteça é que hoje os ídolos mudam mais rapidamente. Porém, continuo acreditando que quem tem um trabalho consistente e conquista o público dessa forma, pode permanecer em foco por uma vida inteira. A questão é como você conquista o seu público. Eu acredito em uma conquista lenta e gradual, contínua. Um artista como o Lenine, que passou anos consolidando o seu trabalho, hoje em dia tem um público sólido e cativo. Enquanto fizer música, vai ter pessoas dispostas a ouvir, a ir aos shows. Eu o considero um ídolo, uma enorme referência, porque tem proximidade com o que a gente faz. O ídolo depende muito do nicho que você aborda. Há os imortais, milhares deles, como Caetano, Gil, Milton Nascimento, poderia ficar horas só citando nomes.</p>
<p><strong>Como surgiu o nome “Tranchã”? Qual você acha que é o impacto das gírias no cotidiano dos jovens?</strong></p>
<p>Minha mãe falava muito essa palavra quando eu era criança. Mais tarde, quando estava terminando de gravar o disco, fui ouvir de novo e descobrir o significado na música do Chico Buarque chamada “Cantando no toró”, que dizia que todo artista tem que estar “tranchã”. Fui achar dois significados, o primeiro é de uma coisa bacana, legal, o outro é algo categórico, definitivo, que chega pra resolver. Esses dois significados em conjunto, aliados à lembrança da minha mãe e ao fato das pessoas não conhecerem a palavra pôde gerar um nome bacana para o disco.</p>
<p>As gírias são um dos componentes mais ricos do universo da língua, às vezes até sinto por não estar mais no meio dos jovens. Acho que a função do compositor é capturar um pouco do que se está falando nas ruas e trazer para o universo da canção. A gíria tem um poder, uma despretensão, um bom-humor e uma riqueza verbal muito peculiares ao universo do jovem.</p>
<p><strong>O que mudou na música de hoje em relação à música que seus pais ouviam nos tempos de juventude?</strong></p>
<p>Falando de MPB, que é o universo com que eu tenho mais familiaridade, penso que continuamos tendo um enorme respeito pela tradição da música brasileira do tempo dos nossos pais. São cantores e compositores maravilhosos que têm um trabalho eterno, são uma referência contínua. A questão é que a distância entre querer e poder ouvir uma música hoje é de um clique. Atualmente se pode baixar tudo na internet, não há nada que você não possa ouvir. Tanta informação faz com que as pessoas fiquem mais abertas e menos preocupadas a compor um único estilo de canção. Existe uma variação, uma vontade de percorrer vários gêneros, que é natural. Eu, por exemplo, posso escutar Michael Jackson no meu carro, depois tirar o disco e colocar Ravel, em seguida Caetano, uma banda americana e assim por diante. São cantores que eu gosto e não posso dizer que minha música está mais perto de um do que de outro.</p>
<p><strong>Qual seria a sua sugestão para aproximar os interesses das diferentes gerações, não só em termos de música, mas de cultura em geral?</strong></p>
<p>Muitas coisas me vêm à cabeça. As pessoas precisam de alternativas, de opções de qualidade e que sejam acessíveis para todas as idades. A internet já é uma resposta, mas precisamos ir além. Quanto mais iniciativas forem dando certo, melhor para nós artistas e também para a população.</p>
<p><strong>Como você acredita que ficará a questão dos direitos autorais perante a nova postura dos jovens de baixar músicas, sem pagar por elas? </strong></p>
<p>Exceto aqueles artistas que vendem milhões de discos, o artista nunca ganhou realmente muito dinheiro com isso. Eles sempre ganharam mais com os shows. Hoje, as pessoas compram menos discos. Ter as músicas para baixar gratuitamente é uma tendência que não pode ser negada. Ainda temos dúvidas sobre o que vai acontecer, mas uma certeza é que os formatos vão se alterando. Costumo dizer que liberdade é conhecer as coisas para poder lidar com elas, isso é ser livre.</p>
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