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	<title>Foco em Gerações &#187; Tecnologia</title>
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		<title>A Geração Y e uma análise do Facebook nos dias atuais</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/19/a-geracao-y-e-uma-analise-do-a-geracao-y-e-uma-analise-do-facebook-nos-dias-atuaisnos-dias-atuais/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 17:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati As chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4935" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/facebook-members-300x300.jpg" alt="" width="235" height="235" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As  chuvas intensas de verão, que andam inundando algumas tardes abafadas no Rio de  Janeiro, juntamente às questões de discussões ‘anti-comentários BBB’ têm sido o  combustível de uma das redes sociais mais famosas que, há instantes atrás, seria  eterna e agora já percorre um caminho de mesmice e tédio.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Facebook já não é o mesmo! A enxurrada de emergentes, filhos de um Orkut  distante, assolam o terreno virtual com uma fraseologia sem coerência, sem pedir  licença e mostrando somente o que cada um tem interesse que os outros  vejam!</p>
<p style="text-align: justify;">“Se  você não agüenta mais comentários sobre isso ou aquilo, compartilha  aí!”<br />
<span id="more-4934"></span><br />
Fato isso! “Fatão” aquilo! Quando ouvi “fatão” pela  primeira vez, achei engraçado, pois tal ocorrência era um fato tão real que  virou um “fatão”! O “internetês” tomou conta de vez do <em>cyberespaço </em>e  tende a crescer. Isso é um fato!</p>
<p style="text-align: justify;">Sem  revolucionar nada, nem ser o senhor da verdade, quero ver um dia uma campanha  para ajudar o próximo, uma campanha virtual que se torne real e intensa como é o  pensamento vibrante dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que tanto me orgulho de  acompanhar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se  você quer passar os fins de tarde doando alimentos para as pessoas carentes no  bairro em que você mora, curte aí!”. Frases desse tipo é que deveriam povoar o  ambiente virtual, com dicas de como fazer o bem e, um detalhe importante, sem  olhar a quem.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevi em meu blog, certa vez, que o espaço que  determina a mudança de uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> para outra está diminuindo cada vez mais, com  o advento da internet e com a globalização. Questiono-me quanto tempo ainda os  empreendedores geração Y vão aguentar tantos assuntos vazios e sem conteúdo nas  muitas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Substituam os comentários inúteis por ações. Discordem!  Compartilhem o que realmente deve ser compartilhado. “Twittem” o que há de bom.  Postem em seus blogs textos inteligentes e úteis, à altura de sua  geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Criem vídeos virais para propagar o bem. Cada um faça a  sua parte! O resto é conseqüência&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não curtir é só não compartilhar, mas aqueles que  quiserem agir de verdade, divulguem em seus blogs, microblogs, façam sinal de  fumaça, iniciem as campanhas do bem e me convidem para o  evento!</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>*Marcelo Gonzales é consultor de  projetos na Todeschini/RJ, bacharel em Administração de Empresas e autor do blog  <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da  Geração X… Mas vivo Y!</a></strong></em><strong>.</strong></p>
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		<title>Blogs ajudam a reduzir estresse e aumentar a autoestima em adolescentes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
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		<description><![CDATA[Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;) podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi publicado online na revista da American Psychological Association. De acordo com a equipe de pesquisadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4930" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/blogosfera331.jpg" alt="" width="300" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;)  podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e  fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é  especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi  publicado online na revista da American Psychological  Association.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a equipe de  pesquisadores israelenses que coordenaram o estudo, o uso do blog permite que os  adolescentes se expressem livremente, podendo ser um método fácil para melhorar  a comunicação entre os pares sociais. &#8220;A pesquisa mostrou que escrever um diário  pessoal e outras formas de escrita expressiva são uma ótima maneira de liberar o  sofrimento emocional e um passo para buscar sentir-se melhor&#8221;, disse o principal  autor do estudo, Meyran Boniel-Nissim, da Universidade de Haifa  (Israel).</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudiosos pesquisaram  aleatoriamente ​​estudantes do ensino médio em Israel, que concordaram em preencher um  questionário sobre seus sentimentos e sobre a qualidade de suas relações  sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um total de 161 alunos &#8211; 124  meninas e 37 meninos, com idade média de 15 anos, foram escolhidos devido a sua  pontuação no levantamento do questionário mostrar que todos eles tinham algum  nível de ansiedade social ou sofrimento. Esses adolescentes relataram  dificuldade em fazer amigos ou manter a amizade dos amigos que  tinham.<br />
<span id="more-4928"></span><br />
Os pesquisadores avaliaram todos  os dias a autoestima dos adolescentes durante 10 semanas do experimento.  Posteriormente, os adolescentes foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo  foi orientado a escrever suas angústias e acontecimentos em um diário privado, e  o segundo grupo deveria escrever em um blog aberto a comentários e novas  postagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores descobriram, após  semanas, mais comportamentos sociais positivos expressos por blogueiros, quando  comparados aos adolescentes que somente escreveram em diários privados. Foi  possível notar nas avaliações uma melhoria na autoestima, na ansiedade social e  no estresse emocional do grupo dos blogueiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investigadores descobriram que,  para adolescentes com problemas emocionais e de relacionamentos, a documentação  online e a manutenção de um blog foram mais eficazes na melhoria da autoestima e  no desenvolvimento do que um diário privado. Os investigadores acreditam que a  interatividade de um blog aberto é o fator-chave para ajudar os adolescentes a  reduzir suas ansiedades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apesar do <em>cyberbullying</em> que sempre aparece na internet, observamos que quase todas as respostas as  mensagens de nossos participantes blogueiros foram na maioria positivas e de  apoio&#8221;, disse o coautor do estudo, Azy Barak.&#8221;Não ficamos surpresos, como  freqüentemente vemos positivamente as expressões sociais online em termos de  apoio, generosidade e aconselhamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://psychcentral.com/news/2012/01/05/blogs-may-help-teens-reduce-social-stress/33328.html" target="_blank">Psych Central</a></strong></p>
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		<title>Geração Y parece não gostar de expor vida profissional em redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Redes sociais lembram os jovens, principalmente aqueles da Geração Y, que possuem grande afinidade com a tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles não parecem gostar tanto de se expor. Analisando um banco de dados com 4 milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a Geração Y), apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4909" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/alcool-bebida-computador-jovem-20110510-size-598.jpg" alt="" width="304" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify;">Redes sociais  lembram os jovens,  principalmente aqueles da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, que possuem grande afinidade com a  tecnologia. Nesse universo, porém, quando o assunto é vida profissional, eles  não parecem gostar tanto de se expor.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando um banco de dados com 4  milhões de usuários do Facebook entre 18 e 29 anos (a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y), apenas 36%  deles informam o local de trabalho atual ou passado. Ao mesmo tempo, 80%  listaram pelo menos uma instituição de ensino que frequentaram. Os jovens ainda  mostraram que ficam, em média, dois anos em um mesmo  emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados fazem parte de um estudo  feito pela Millennial Branding, que também constatou que os indivíduos desse  grupo adicionam, em média, 16 colegas de trabalho na sua lista de amigos.  Falando de amizades, 82% desses jovens profissionais possuem pelo menos um  colega de trabalho em sua lista de amigos, 53% possuem mais de cinco e 40% têm  mais de dez.</p>
<p><span id="more-4908"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também identificou os <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">cargos</a> mais comuns entre os usuários de tal  geração. Os principais foram ‘servidor’, com 2,9% das citações, ‘gerente’, com  2,5%, ‘estagiário’, com 2,3% e ‘associado de vendas’, com 1,7% das citações  analisadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2310959-geracao+parece+nao+gostar+expor+vida+profissional+redes+sociais">InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4879" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/2152434-5353-rec.jpg" alt="" width="295" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há pouco tempo, quando os alunos  eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma  biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos  dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro  quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas  um clique.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que deveria ser um avanço  acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de  Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem  realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo  está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o  Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de  informação, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo, os pesquisadores pediram  que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a  internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas  intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas  realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros  links e erraram todas as questões.<br />
<span id="more-4878"></span><br />
O trabalho revelou uma realidade  lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas,  sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor  aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de  Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é  consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com  informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se  restringe somente a crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A internet deixou as pessoas em  geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas  online&#8221;, diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola,  atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. &#8220;Os  educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias&#8221;,  afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa americana também  comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de  suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a  pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de  diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum  soube informar quais foram os sites utilizados. &#8220;Os jovens confiam demais na  internet&#8221;, destaca o diretor de Educação a Distância da  Uniderp.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola de Educação Básica Rocha  Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto &#8220;Ensinando a fazer pesquisas na internet&#8221;  foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática  Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de  pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo  utilizar as barras de pesquisa a seu favor.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho consiste em um  questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar  sobre esses assuntos. &#8220;Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as  palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa,  procurando o site mais interessante&#8221;, explica, dizendo que os pequenos são  auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes  de informação confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor do Núcleo de Tecnologia  Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior  conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do  núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o  conceito em sala. &#8220;Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso  nas escolas&#8221;, opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos  alunos em realizar trabalhos de pesquisa. &#8220;Eles se contentam com os primeiros  links&#8221;, diz, destacando que é comum ouvir frases como &#8220;achei no  Google&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mondadori Junior defende a postura  adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como  fonte de pesquisa. &#8220;É interessante proibir só no início, pois assim o estudante  descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio  virtual&#8221;, explica. José Moran discorda: &#8220;Isso resulta em um estudante que usa  livros na escola, e a internet em casa&#8221;, sentencia, ressaltando que as  dificuldades continuariam existindo. &#8220;Um dia esse aluno vai poder usar a  internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na  escola&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mais de 20 anos de docência,  Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus  alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. &#8220;Sempre que eu passo  trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os  estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google&#8221;, diz, afirmando que  ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. &#8220;Com isso,  o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo  que está no meio online é verdadeiro&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola Nossa Senhora das Graças,  em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em  2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online  que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado  o &#8220;Caminhos de pesquisa na internet&#8221;, uma ferramenta virtual que discute alguns  critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem  dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de  sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de achar a solução  interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar  a sua disposição. &#8220;A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos  e terem noções críticas de fontes de pesquisa&#8221;, opina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5525558-EI8266,00.html">Terra</a></strong></p>
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		<title>Garoto de 8 anos abre negócio próprio na Internet e se torna milionário</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Harli Jordean aprendeu cedo a lidar com fornecedores, pedidos e entregas para manter de pé seu império de bolinhas de gude na internet. O pequeno magnata londrino mantém o site marbleking.co.uk e ganha milhares de libras por ano – com pedidos em vários lugares do mundo. Harli é tão ocupado que teve de empregar sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4813" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/harlo.jpg" alt="" width="294" height="282" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Harli  Jordean</strong> aprendeu cedo a lidar com  fornecedores, pedidos e entregas para manter de pé seu império de bolinhas de  gude na internet. O pequeno magnata londrino mantém o site <strong><a href="marbleking.co.uk">marbleking.co.uk</a></strong> e ganha  milhares de libras por ano – com pedidos em vários lugares do  mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Harli é tão ocupado que teve de  empregar sua mãe e os dois irmãos mais velhos para ajudá-lo a cumprir a demanda  de produtos no website. Mas ele não reclama de estar sobrecarregado, pelo  contrário, o pequenino se mostra profissional e com ambiciosos planos para o  futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">“Meu sonho é ter uma cadeia de  lojas. Ela seria como uma das maiores lojas de brinquedo do mundo, mas vendendo  todos os tipos de bolinhas de gude” – revelou o estudante.<br />
<span id="more-4812"></span><br />
Ele revela que seus amigos o admiram  por ter o próprio negócio e que são seus melhores clientes. O astuto empresário  também revela que a chave para o sucesso é definitivamente a delegação. ” Eu  gosto de ser o chefe, mas gosto de envolver os outros no trabalho. Assim, se  algo dá errado não é tudo minha culpa”.</p>
<p style="text-align: justify;">Harli conta que decidiu começar o  negócio quando algumas crianças mais velhas roubaram sua coleção de bolinhas.  Pediu para que sua mãe lhe comprasse mais na internet, mas os dois perceberam  que não havia muitos sites dedicados àquele tipo de venda. Harli então pediu  permissão para começar seu próprio site. Em alguns meses, Tina, a mãe de Harli  ficou chocada ao ver os pedidos crescendo e Harli cuidando de tudo  sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Tina, 51, disse: “Harli sempre foi  obcecado por bolinhas de gude desde que tinha seis anos. Ele costumava dormir  com elas embaixo do travesseiro. A última coisa que ele fala antes de dormir é  ‘bolinhas de gude’ e elas são as primeiras coisas que ele menciona de  manhã.”</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Tina, Harli agora quer  produzir suas próprias bolinhas de gude na China para vender para lojas do mundo  inteiro. Ela revelou também que como chefe, ele é muito tranquilo, mas tem suas  próprias ideias de como fazer as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ele é muito ambicioso e  determinado. Algumas vezes suas ideias são tão grandiosas que nós temos que  intervir um pouco. Mas o sonho dele ainda é ter a maior loja de bolinhas de gude  do mundo”,  completou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.pavablog.com/2011/11/17/garoto-de-8-anos-abre-negocio-proprio-na-internet-e-vira-milionario/">Pavablog</a></strong></p>
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		<title>Que cérebro você prefere? O meu ou o do meu filho?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[artikullock]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro Segura &#8211; @maurosegura Em 2011, completei 51 anos de vida. Na minha adolescência, eu via TV na sala, jogava bola de gude, dormia cedo, ouvia muito meus pais para aprender com eles, mesmo que às vezes eu não concordasse com suas idéias e convicções, tinha hora para almoçar, gostava de ir à casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4808" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/videogame_educacao1_226111161936687.jpg" alt="" width="286" height="166" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Mauro Segura &#8211;  @maurosegura</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em  2011, completei 51 anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na  minha adolescência, eu via TV na sala, jogava bola de gude, dormia cedo, ouvia  muito meus pais para aprender com eles, mesmo que às vezes eu não concordasse  com suas idéias e convicções, tinha hora para almoçar, gostava de ir à casa da  minha avó aos domingos para o almoço em família e o meu círculo de amizade  envolvia meus amigos da rua e meus colegas da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu  não sabia direito o que acontecia no mundo porque as notícias chegavam em  conta-gotas; raramente eu ficava dentro do quarto porque não tinha nada de  interessante dentro dele. Talvez o álbum de figurinhas da copa do mundo até  valesse a pena, apesar de ele já estar meio surrado de tanto folheá-lo. Eu  sofria para ir às aulas de inglês, era uma tortura. Meu sonho era me formar e  conseguir trabalho numa grande empresa, para construir uma carreira segura e  longa. Adorava ir ao cinema nos finais de semana e ver jogos no Maracanã. O  desenvolvimento da minha personalidade e do meu cérebro foi feito assim, até aos  20 anos, num ambiente estruturado, controlado e calmo, com tempo para pensar e  buscando um futuro de longo prazo. Eu passei a maior parte da minha vida  construindo o futuro. E ele ainda não chegou para mim, apesar dos meus 51  anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A  adolescência do meu filho é um &#8220;pouco diferente&#8221;. Ele não vê TV. Aliás, TV é uma  espécie de música ao fundo. Quando ele se interessa por algo na TV, levanta a  cabeça do computador para olhar. Ele se relaciona com centenas de &#8220;amigos&#8221; ao  mesmo tempo, via redes sociais. Amigos podem estar próximos ou longe, não  importa muito, podem até ser desconhecidos. Ele não tem idéia do que é bola de  gude e nem tem interesse em saber. Nunca dorme cedo e sempre acorda tarde.</p>
<p><span id="more-4807"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu  escuto muito o meu filho, pois aprendo muito com ele; normalmente ele está muito  mais informado e sabedor do que &#8220;rola&#8221; do que eu. Raramente almoçamos juntos,  pois nunca dá tempo; o lance é levar a comida para dentro da toca. O que é a  toca? A toca é o quarto dele. É lá que as coisas acontecem. Almoço no domingo na  casa dos avós nem pensar. Não tem tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele  sabe tudo que acontece no mundo, falando com dezenas de amigos ao mesmo tempo em  suas máquinas de se relacionar, que pode ser o notebook, o <em>smartphone</em>, o  <em>tablet</em>, ou qualquer coisa que se conecte à internet. Faz tudo ao mesmo  tempo. Álbum de figurinhas? Só se for na internet. Não tem a menor pretensão de  conseguir um emprego tradicional numa grande empresa. Pensa em fazer algo  diferente. Ele vai muito raramente ao cinema. Por que, se tudo de que ele  precisa está na telinha dentro do quarto? Tem facilidade em falar línguas e  aprende muito por conta própria. Tem personalidade de empreendedor, gosta de  riscos, pensa a curto prazo e é multitarefa. Seu cérebro de adolescente está  sendo desenvolvido nesse ambiente aparentemente caótico, multiestimulado e  inquieto. Ele não está preocupado em como será a sua vida aos 40 anos. O futuro  para ele se resume a poucos anos. O futuro dele é agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Então&#8230; Qual dos  dois cérebros tem chance de ser mais brilhante, criativo e  estratégico?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem vive uma vida mais estimulante, diversa e  divertida?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem deve ouvir quem num relacionamento entre  ambos?<br />
Ainda tem  dúvida? Passe lá em casa para ver&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>“Seu pen drive tem blutufe?”</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/06/seu-pen-drive-tem-blutufe/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor desconhecido Oswaldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista: - Moça, vocês têm pen drive? - Temos, sim. - O que é pen drive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um&#8230; - Bom, pen drive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4751" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/pen-drive1.jpg" alt="" width="292" height="231" /></strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Autor desconhecido</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Oswaldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista:</p>
<p style="text-align: justify;">- Moça, vocês têm pen drive?</p>
<p style="text-align: justify;">- Temos, sim.</p>
<p style="text-align: justify;">- O que é pen drive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Bom, pen drive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, é como um disquete&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4749"></span></p>
<p style="text-align: justify;">- Não. No pen drive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes. O disquete, que nem existe mais, só salva texto.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, tá bom. Vou querer.</p>
<p style="text-align: justify;">- Quantos gigas?</p>
<p style="text-align: justify;">- Hein?</p>
<p style="text-align: justify;">- De quantos gigas o senhor quer o seu pen drive?</p>
<p style="text-align: justify;">- O que é giga?</p>
<p style="text-align: justify;">- É o tamanho do pen.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, tá&#8230; Eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume.</p>
<p style="text-align: justify;">- Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ele pode arquivar.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, tá. E quantos tamanhos têm?</p>
<p style="text-align: justify;">- Dois, quatro, oito, dezesseis gigas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Hum, meu filho não falou quantos gigas queria.</p>
<p style="text-align: justify;">- Neste caso, o melhor é levar o maior.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim, eu acho que sim. Quanto custa?</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB?</p>
<p style="text-align: justify;">- Como?</p>
<p style="text-align: justify;">- É que, para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.</p>
<p style="text-align: justify;">- USB não é a potência do ar condicionado?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, aquilo é BTU.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB!</p>
<p style="text-align: justify;">- USB é assim, com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador. O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo. O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2.</p>
<p style="text-align: justify;">- Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete? Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso. O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha, grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha?</p>
<p style="text-align: justify;">- Os de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pen drive.</p>
<p style="text-align: justify;">- Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">- Quem sabe o senhor liga para ele?</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que ainda nem aprendi a discar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Deixa eu ver. Puxa, um smartphone! Este é bom mesmo! Tem bluetooth, woofle, brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, flash, filmadora, rádio AM/FM, TV digital, dá para mandar e receber e-mail, torpedo direcional, microondas e conexão wireless&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Blu&#8230; Blu&#8230; Blutufe? E microondas? Dá para cozinhar com ele?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no subpadrão, por isso é muito mais rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">- Para que serve esse tal de blutufe?</p>
<p style="text-align: justify;">- É para um celular se comunicar com outro, sem fio.</p>
<p style="text-align: justify;">- Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei de fio para ligar para outro celular. Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo. Com o bluetooth, o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio. Lista de telefones, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, e antes precisava de fio?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, tinha que trocar o chip.</p>
<p style="text-align: justify;">- Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais de chip&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Precisa, sim, mas o bluetooth é bem melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">- Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip?</p>
<p style="text-align: justify;">- Um momentinho&#8230; Deixa eu ver&#8230; Sim, tem chip.</p>
<p style="text-align: justify;">- E faço o que com o chip?</p>
<p style="text-align: justify;">- Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe?</p>
<p style="text-align: justify;">- Sei, sim, portabilidade, não é? Claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples? Imagino então que, para ligar tudo isso no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses, eu só preciso clicar nuns duzentos botões&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não! É tudo muito simples, o senhor logo aprende. Quer ligar para o seu filho? Anote aqui o número dele. Isso. Agora é só teclar, um momentinho, e apertar no botão verde&#8230; Pronto, está chamando.</p>
<p style="text-align: justify;">Oswaldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos ares, para um outro planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">-Oi, filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, o seu pen drive é de quantos&#8230; Como é mesmo o nome? Ah, obrigado, quantos gigas? Quatro gigas está bom? Ótimo. E tem outra coisa, o que era mesmo? Nossa conexão é USB? É? Que loucura. Então tá, filho, papai está comprando o seu pen drive. À noite, eu levo para casa.</p>
<p style="text-align: justify;">- Que idade tem seu filho?</p>
<p style="text-align: justify;">- Vai fazer dez em março.</p>
<p style="text-align: justify;">- Que gracinha&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- É isso, moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB.</p>
<p style="text-align: justify;">- Certo, senhor. Quer para presente?</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tarde, no escritório, examinou o pen drive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro, capaz de gravar filmes! Onde iremos parar?</p>
<p style="text-align: justify;">Olha, com receio, para o celular sobre a mesa. &#8220;Máquina infernal&#8221;, pensa. Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos, um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou tenha a infelicidade de ter mais de quarenta saberá compreender.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casa, ele entrega o pen drive ao filho e pede para ver como funciona. O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse, abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um &#8216;heavy metal&#8217; infernal invade o quarto e os ouvidos de Oswaldo&#8230; Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz:</p>
<p style="text-align: justify;">- Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pen drive para qualquer lugar e onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Seu celular tem entrada USB?</p>
<p style="text-align: justify;">- É lógico. O seu também tem.</p>
<p style="text-align: justify;">- É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pen drive e ouvir pelo celular?</p>
<p style="text-align: justify;">- Se o senhor não quiser baixar direto da internet&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em sua esposa Clarinha e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">- Sabe que eu tenho blutufe?</p>
<p style="text-align: justify;">- Como é que é?</p>
<p style="text-align: justify;">- Blutufe. Não vai me dizer que não sabe o que é?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não enche, Oswaldo, deixa eu dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">- Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador, toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão para as coisas funcionarem?</p>
<p style="text-align: justify;">- Claro que lembro, Oswaldo. Hoje é bem melhor, né? Várias coisas numa só, até blutufe você tem. E conexão USB também. Que ótimo, Oswaldo, meus parabéns.</p>
<p style="text-align: justify;">- Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido. Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ué? Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">- Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado.</p>
<p style="text-align: justify;">- Por falar nisso, temos que trocar nossa televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ué? A nossa estragou?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, slowmotion e reset.</p>
<p style="text-align: justify;">- Tudo isso?</p>
<p style="text-align: justify;">- Tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">- A nova vai ter blutufe?</p>
<p style="text-align: justify;">- Boa noite, Oswaldo, vai dormir que eu não agüento mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">(o autor é desconhecido, mas pode ser algum de nós, ou alguém que nasceu nos anos 40, 50, 60, 70, até 80.)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Geração Y deve romper o departamento de TI</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/05/geracao-y-deve-romper-o-departamento-de-ti/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ti]]></category>

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		<description><![CDATA[O departamento de TI estimula a nova geração de trabalhadores que espera usar os seus próprios dispositivos no trabalho. De acordo com pesquisa divulgada pela Cisco, “mais de duas em cada cinco pessoas com menos de 30 anos – intituladas geração Y – aceitariam receber um salário menor para atuar em um ambiente mais flexível, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4729" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/contato.jpg" alt="" width="293" height="238" /><br />
O departamento de TI estimula a nova  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> de trabalhadores que espera usar os seus próprios dispositivos no  trabalho. De acordo com pesquisa divulgada pela Cisco, “mais de duas em cada  cinco pessoas com menos de 30 anos – intituladas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> – aceitariam receber  um salário menor para atuar em um ambiente mais flexível, com a vantagem de  poder escolher o seu próprio device, ter acesso livre as mídias sociais e  mobilidade. Salários mais altos em locais com menos flexibilidade já não atraem.  “Este é um número que os gestores devem considerar. Companhias mais restritas  não despertam tanto interesse dos candidatos nas oportunidades de emprego que  oferecem”, revela o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudantes e recém-graduados apenas  conheceram a vida com telefone celular, e, mais recentemente, com smarthphones.  Seus celulares inteligentes se tornaram uma extensão do corpo e essas pessoas  sentem-se invadidas quando um empregador as obriga a desistir do seu próprio  dispositivo em função de problemas na companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eles vêm isso como gestão da sua  vida pessoal”, avalia Dan Croft, presidente e CEO da Mission Critical Wireless.  “A distinção entre trabalho e brincadeira mudou drasticamente se comparada há 20  anos.” Funcionários estão aumentando a expectativa de trabalhar remotamente e  esperam ter permissão para usar os seus próprios dispositivos para fazer isso.  Se estiverem trabalhando em casa, esperam poder se divertir um  pouco.<br />
<span id="more-4727"></span><br />
O Acquity Group testemunhou em  primeira mão as exigências que novos funcionários fazem em um departamento de  TI. A empresa de consultoria, que desenvolve sites para a Kohl’s e Saks Fifth  Avenue, contratou 400 funcionários este ano – sendo 25%  recém-formados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Certamente essas pessoas souberam  que teriam acesso a tudo o que queriam”, acredita Jim Newman, do Acquity Group.  Novos funcionários desejam “acesso aos seus próprios meio de comunicação social,  mídia social interna ou e-mail, por meio dos seus próprios dispositivos móveis,  onde quer que estejam. Dessa forma, eles valorizam a capacidade de escolher sua  própria plataforma ou seu próprio dispositivo móvel”.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, os departamentos de TI  são, geralmente, executados e compostos por uma geração que não cresceu com  smarthphones e pode não compreender a importância que esses dispositivos têm  para os trabalhadores mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pessoalmente, eu não deixaria de  ganhar um salário maior apenas para usar um iPhone no lugar de um Blackberry”,  comentou Larry Seltzer, editor da BYTE. E Seltzer’s não está sozinho. Muitos  outros trabalhadores estabelecidos não deixariam, disse Croft. Eles igualam os  novos empregados de hoje com os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, que preferiam pagar para garantir  um tempo de folga. As companhias que se adaptam aos novos trabalhadores terão  que escolher entre um conjunto de talentos, mas isso irá requerer diferentes  habilidades e formas de pensar. Se a TI substitui a loja de aplicativos com os  da corporação, é melhor incluir alguns jogos, como Angry  Birds.</p>
<p style="text-align: justify;">Fornecer jogos para manter os  funcionários enquanto trabalham não faz parte do que a TI tem feito. Eles estão  treinados para esconder Solitaire e Minesweeper da política da empresa, para  bloquear sites de jogos do firewall ou bloquear o drive de DVD, e, assim,  prevenir instalações de programas não autorizados. Mas Croft e outros pensam que  isso está prestes a mudar. Departamentos de TI bem sucedidos deverão trabalhar  com seus funcionários, para criar um ciclo de feedbacks. Nesse processo, ideias  melhores poderão surgir de fora do departamento ou de outros canais tradicionais  das corporações.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que TI tem permissão  para autoprovisionar dispositivos e serviços, também deve trabalhar para  bloqueá-las. Responder quais questões estão distantes ou concretas devem ser  determinadas pela política da companhia. Os interessados devem estabelecer  regras, começando pela segurança básica, ou política de senha, por exemplo. A  política de senha requer decisão no número de caracteres, complexidade, e prazo  de validade. E, mesmo essa pequena parte da segurança e cada um dos seus  componentes são brechas de segurança. Mas, uma vez que a política esteja  estabelecida, a tecnologia para gerenciar soluções para dispositivos pode ser  implementada. Sim, usuários podem trazer seus Androids para o trabalho, mas  devem saber que alguém estará controlando o que pode e o que não pode ser  colocado nele, e que não terá toda a liberdade que tem fora da  empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o departamento de TI está  mudando frente à consumerização e isso não tem sido tão fácil como costumava  ser. As companhias que entendem e se adaptam a esse novo papel irá abrir  vantagem sobre aquelas que vêm o autoprovisionamento, como um luxo concedido a  uma geração mimada pelos dispositivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://informationweek.itweb.com.br/5744/geracao-y-e-esperada-para-romper-o-departamento-de-ti/">InformationWeek</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“Trabalhe em casa, geração Y!”, sugere governo inglês</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/25/trabalhe-em-casa-geracao-y/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/11/25/trabalhe-em-casa-geracao-y/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 17:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Sendo um entusiasta do trabalho “home office”, recebo com alegria a informação de que, se depender do governo inglês, toda uma geração do Reino Unido vai possuir jornadas flexíveis de trabalho e reduzir o deslocamento para seus postos de emprego. A idéia é do ministro dos transportes do Reino Unido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4708" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/homeoffice123.jpg" alt="" width="254" height="300" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sendo um entusiasta do trabalho “home office”,  recebo com alegria a informação de que, se depender do governo inglês, toda uma  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> do Reino Unido vai possuir jornadas flexíveis de trabalho e reduzir o  deslocamento para seus postos de emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">A  idéia é do ministro dos transportes do Reino Unido, Norman Baker, que anunciou  na sexta-feira (18/11) um novo programa do governo que recebeu o nome “Anywhere  Working” (Trabalhando em Qualquer Lugar). O foco principal é dar suporte e  treinamento para empresas no incentivo de adotarem o trabalho “home office” e,  assim, diminuir o carbono na atmosfera, emitido via  transportes.</p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto já conta com o apoio de empresas e organizações como a Microsoft, a  Vodafone e a Bussiness in the Community, que fornecerão dicas e seminários para  a adoção de transportes alternativos e treinamento em tecnologias que facilitem  o trabalho em casa, como computação em nuvem (“cloud computing”) e  videoconferências.<br />
<span id="more-4707"></span><br />
“O  transporte é a atividade que mais tem emitido carbono na atmosfera. Temos de  fazer alguma coisa. A situação está ficando insustentável tanto economicamente  quanto ambientalmente”, afirmou Baker, em conferência realizada em  Londres.</p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto esta no início e tem previsão de estreia no primeiro bimestre de 2012,  com a criação de um portal exclusivo para o programa.</p>
<p style="text-align: justify;">O  ministro aproveita e avisa às empresas: &#8220;O Anywhere Working fará com que as  pessoas enxerguem recompensas onde antes só viam riscos, além de oferecer  alternativas a empregados que não necessariamente precisam comparecer ao  escritório todo dia, ajudando no meio ambiente e na qualidade de  vida.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Só  para o mercado brasileiro ter uma ideia, a Microsoft garante notebooks, fones de  ouvido e webcams aos funcionários e diz já ter economizado 93 milhões de dólares  (165 milhões de reais) e 17 mil toneladas de CO2. A empresa de advocacia  Eversheds declara que economizou 1,3 milhões de euros (3,1 milhões de reais) em  custos de viagens e reduziu 10% de suas emissões de carbono entre os anos de  2008 e 2010, com a utilização de dispositivos móveis (teleconferências) e a  flexibilização da jornada de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, poderá usufruir de todo esse material a  geração que está completamente conectada e integrada aos meios digitais da  atualidade e aos novos recursos que podem surgir em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras empresas serão inclusas no projeto do Reino  Unidos, vamos acompanhar!</p>
<p style="text-align: justify;">O  que pensa a SUA geração sobre o trabalho “home office”?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rede social corporativa visa reter geração Y na empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Perfis, comentários, posts e &#8220;timeline&#8221;. As tradicionais intranets corporativas estão de cara nova e cada vez mais parecidas com redes sociais. A aposta é mais do que uma tentativa de acompanhar mudanças no mundo digital. Companhias como Basf, Boa Vista Serviços, CSC, Itaú Cultural, Santander e Totvs, por exemplo, investem em plataformas próprias -além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4681" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/redes-sociais-1024x7681.jpg" alt="" width="296" height="222" /></p>
<p style="text-align: justify;">Perfis, comentários, posts e  &#8220;timeline&#8221;. As tradicionais intranets corporativas estão de cara nova e cada vez  mais parecidas com redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposta é mais do que uma tentativa  de acompanhar mudanças no mundo digital. Companhias como Basf, Boa Vista  Serviços, CSC, Itaú Cultural, Santander e Totvs, por exemplo, investem em  plataformas próprias -além de permitirem acesso às redes externas- como forma de  manter a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> [nascidos entre 1978 e 2000] motivada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As empresas têm mudado a maneira de  se comunicar para reter profissionais&#8221;, afirma Leonardo Bortoletto,  diretor-presidente da WebConsult, de projetos digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as redes corporativas, abre-se  espaço para espontaneidade. &#8220;É como se elas se tornassem uma sala de café nas  empresas, permitindo que as pessoas consigam resolver questões de forma mais  inteligente e informal&#8221;, explica Luiz Algarra, consultor da Sociedade Brasileira  de Gestão do Conhecimento.<br />
<span id="more-4680"></span><br />
O produtor cultural Vinícius Ramos,  31, diz conseguir esclarecer dúvidas e encontrar contatos com a ferramenta do  Itaú Cultural -antes não saía do telefone quando precisava de informações. Para  o coordenador da área de design da instituição, Jader Rosa, 33, a rede permite  identificar com mais clareza os valores da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na empresa em que atuava, o  estudante de administração Fernando Gomes, 22, tinha acesso restrito às  ferramentas da internet. &#8220;Todas as redes [sociais] eram bloqueadas e não existia  canal direto para discussão -isso só acontecia na sala de reunião, com poucas  pessoas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente engessado o distanciava  dos colegas e dos líderes, afirma. &#8220;Eu me sentia de mãos  atadas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, como analista de estratégia  da Boa Vista Serviços, diz ter acesso às redes externas e à interna, espécie de  Facebook corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por esse canal, conheço melhor as  pessoas com quem trabalho e tenho acesso direto aos gestores&#8221;,  conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao implantar redes sociais internas,  as companhias ganham confiança de seus funcionários -um dos bens intangíveis  mais valorizados no mercado por profissionais, avalia Marisabel Ribeiro, líder  da área de gestão de talentos da consultoria Mercer.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A empresa tem de aproveitar a  ferramenta para aproximar-se dos colaboradores. Essa é a grande sacada das redes  sociais internas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A proximidade da equipe, mesmo  virtual, ajuda a compor um ambiente de trabalho mais favorável a  resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariana Bacchin Afonso, 27, é uma  das que atestam o benefício da rede interna. Após sete meses de  licença-maternidade e férias, a auditora do Santander diz ter sofrido ao  retornar ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mitigar a saudade do filho  Theo, hoje com dois anos, ela criou um blog no Círculo Colaborativo, rede social  interna. &#8220;Escrevia sobre minhas ansiedades de mãe.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A saudade do filho durante o  expediente não passou, diz. Mas, com o blog, criado em maio de 2010, a  profissional estreitou vínculos com outras mães e conseguiu deixar a rotina  &#8220;mais leve&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Auditoria não é uma área muito  amigável, mas já me reconheceram [por causa do blog] e isso quebrou o  gelo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com gestores também mudou,  especialmente em relação às horas extras. &#8220;[Os líderes] acompanham minha  realidade pelo blog e até perguntam se já não está na hora de buscar o Theo na  escolinha.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O Círculo Colaborativo do Santander  possui ferramentas do Twitter e do Facebook, além de canais da intranet  tradicional, como um blog do presidente da empresa e informações do departamento  de recursos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em &#8220;constante mudança&#8221; há três anos,  o sistema possui 37 mil pessoas cadastradas e ativas -a empresa tem 57 mil  funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Ernesto Diaz, 38, gerente da CSC, de  TI, diz que a comunicação com os 40 funcionários da empresa, distribuídos em  locais diversos, mudou com a rede social corporativa. &#8220;O e-mail agora é um canal  secundário&#8221;, frisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.d24am.com/noticias/economia/rede-social-corporativa-visa-reter-geracao-y-na-empresa/42047">D24am.com</a></strong></p>
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