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	<title>Foco em Gerações &#187; Twitter</title>
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		<title>Troca de papéis: empregados jovens ensinam chefes a usar Facebook e Twitter</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Leslie Kwoh Antigamente, os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que seus orientandos. Mas agora isso acabou. Executivos mais velhos veem nos empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais. Em um esforço para que os executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4765" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/j0285125.jpg" alt="" width="298" height="219" /> </em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por  <a href="http://online.wsj.com/search/term.html?KEYWORDS=LESLIE+KWOH&amp;bylinesearch=true">Leslie  Kwoh</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente,  os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que  seus orientandos. Mas agora isso acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">Executivos mais velhos veem nos  empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um esforço para que os  executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a tecnologia, as redes  sociais e as últimas tendências no ambiente de trabalho, muitas empresas estão  emparelhando altos executivos com funcionários mais jovens — o chamado programa  de &#8220;mentor reverso&#8221;. A tendência está pegando em firmas de diversos setores, da  tecnologia à publicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia é que os gerentes podem  aprender várias coisas sobre como é a vida fora da sua confortável sala. Mas,  segundo as empresas, há outro resultado: a queda da rotatividade dos  funcionários mais jovens, que ganham não só a sensação de ter uma função, mas  também uma rara oportunidade de ver de perto o mundo dos diretores e ter acesso  ao alto escalão.<br />
<span id="more-4764"></span><br />
A ideia do mentor reverso foi  defendida por Jack Welch quando era diretor-presidente da General Electric Co.  Ele mandou 500 executivos de alto nível procurar seus subalternos para aprender  a usar a internet. O próprio Welch formou par com uma funcionária de 20 e poucos  anos que o ensinou a navegar na internet. Os mentores mais jovens &#8220;ganharam  visibilidade&#8221;, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Avancemos a fita uma década — e  hoje os mentores estão ensinando aos seus discípulos a usar o Facebook e o  Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Na agência de publicidade Ogilvy  &amp; Mather, o diretor global Spencer Osborn, de 42 anos, diz que seus mentores  mais jovens o ensinaram a &#8220;turbinar&#8221; suas postagens no Twitter, antes famosas  por serem &#8220;muito chatas&#8221;, e também lhe contam o que está na moda nas listas de  reprodução de música. Ele julga que esses conhecimentos são valiosos na  publicidade, setor onde as mudanças são rápidas. Além disso, acredita que o  programa também ajudou a elevar o moral e a retenção dos funcionários na  empresa. Muitos mentores jovens dizem que agora sentem que estão sendo  ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens mentores aprenderam a  fazer perguntas francas aos seus orientandos mais velhos. Uma jovem mãe  perguntou a opinião de Osborn sobre como ela deveria equilibrar a carreira  profissional com suas tarefas de mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o futuo, diz Osborn, o  programa de mentor reverso da Ogilvy deve se tornar global, usando o Skype e a  videoconferência para conectar mentores e aprendizes nas mais de 450 filiais da  empresa pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia e a maneira de pensar  no mundo todo estão mudando tão depressa que os executivos mais velhos não  querem &#8220;perder o bonde&#8221;, diz Lois Zachary, presidente da Leadership Development  Services LLC, consultoria de Phoenix, no Arizona, que ajuda as empresas a  implementar programas com mentores. &#8220;Mas isso também ajuda os jovens a se  sentirem à vontade na empresa. É algo que promove a lealdade, que gera  confiança.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, os funcionários mais  jovens na Hewlett-Packard Co. começaram a clamar pelo programa de mentor  reverso. Alguns funcionários já criaram informalmente relações com mentores, mas  a Rede de Jovens Funcionários da empresa informou que quer formalizar o processo  no próximos meses, começando pelos milhares de membros do grupo em todo o mundo.  A questão logística ainda não foi resolvida, mas deve envolver comunicação  virtual pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse é um grande caminho para  falar com os tomadores de decisão&#8221;, diz Odile Kane, membro do conselho de  liderança da Rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a Cisco Systems Inc.  iniciou seu Programa de Mentores Reversos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> (os nascidos entre 1980 e  1990), há quase dois anos, participar do programa &#8220;se tornou uma medalha de  honra&#8221;, diz Jeanette Gibson, diretora de marketing social e digital. &#8220;Quando se  espalhou a notícia que alguns executivos tinham um mentor [mais jovem], os  outros também passaram a querer&#8221;, diz ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo são flores. Muitos  funcionários mais velhos se ressentem com a ideia de serem orientados por alguém  mais jovem, especialmente por terem muito mais anos de experiência na carreira,  diz Sanghamitra Chaudhuri, professora da Universidade de Ohio, que recentemente  foi coautora de um relatório de pesquisa sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma questão de mentalidade&#8221;,  diz Chaudhuri.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204826704577074533819883476.html">The  Wall Street Journal</a></strong></p>
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		<title>Ford e Twitter desvendam a Geração Y</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Janaina Langsdorff A sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na geração Y. Com idades entre 15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4384" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Ford300X199.jpg" alt="" width="270" height="180" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Janaina Langsdorff</strong></em><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  sede do Twitter em São Francisco, na Califórnia (EUA), parou os executivos da  Ford na sexta-feira, 19, para discutir o consumo na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Com idades entre  15 e 30 anos, os chamados Millennials surgem como uma das classes mais poderosas  de consumo, devido ao domínio das ferramentas digitais. A previsão é que 47% da  população mundial terá menos de 25 anos em 2015, o que corresponde a um  contingente de 3 bilhões de consumidores com um poder de compra hoje estimado em  US$ 306 bilhões. Os dados são do estudo “8095”, realizado pela Edelman com 3,1  mil jovens no Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, Alemanha, Índia, Itália,  Reino Unido e Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Ford, os Millennials são uma  proposta desafiada. Alheia à compra de um carro, essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> tem procurado cada  vez mais tarde às auto-escolas para tirar a sua habilitação e com uma frequência  bem menor com relação à geração anterior. Mas o Twitter, eles pilotam com  maestria. A diretora de marketing e vendas do micro-blog, Shane Steele, diz que  os Millennials respondem por 55% da audiência do Twitter, em comparação aos 40%  verificados no restante na web. Desde 2008, a Ford intensificou a sua presença  no Twitter para se aproximar e entender o comportamento dos usuários das redes  sociais mais atuantes. &#8220;Esse grupo de consumidores representam uma incrível  oportunidade de marketing, mas a forma como os Millennials interagem com as  marcas é totalmente diferente das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> passadas”, diz Sheryl Connelly,  gerente de tendências de consumo da Ford.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Ford, o Twitter permite  que a marca enxergue os gostos, preferências e necessidades dos jovens, além de  descobrir o que eles esperam da marca. Enquanto os executivos da Ford dizem  estar construindo um carro especificamente voltado para os Millennials, eles  reconhecem que as tradicionais mensagens de marketing – atreladas a imagens dos  motores, velocidade e o carro propriamente dito – não funcionam para as novas  gerações. Os Millennials não encaram o carro como um símbolo de status como a  geração passada, dos <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s, hoje na faixa dos 40 anos. O carro para os  jovens de hoje serve basicamente para transporte e somente a introdução de  dispositivos tecnológicos pode transformá-lo num “patrocinador de estilo de  vida”, diz Connelly. Conectividade, individualidade e resposta instantânea são  alguns dos principais fatores capazes de atrair a atenção dos Millennials para  os carros da Ford.</p>
<p><span id="more-4383"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capacidade de  expressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um em cada seis Millennials  “personalizam” a sua própria pele com tatuagens; por que não fazer o mesmo com o  carro ? A Ford recomenda que as montadoras permitam a customização dos carros,  oferecendo, assim, opções capazes de mostrar aos jovens que os automóveis também  são um “estilo de vida” e não somente uma máquina  para transporte.</p>
<p><strong>Conectividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o celular, que, para os  Millennials, é o símbolo da liberdade e da expressão, não é mais uma questão de  opção, e sim uma exigência. Outras informações, como tempo, trânsito e mapas,  também devem estar disponíveis no carro porque os Millennials consultam dados a  todo momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Games</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os Millennials estão familiarizados  com os videogames desde o seu nascimento; então, incorporar esse entretenimento  no carro é uma extensão natural da vida desses consumidores. A Ford acredita que  a instalação de jogos eletrônicos pode atrair os jovens. Alguns veículos têm,  por exemplo, uma espécie de jogo com folhas e flores que crescem ou encolhem  dependendo de como o carro está sendo conduzido. Outras pessoas também podem  participar do “game” para ver quem consegue ter as maiores  imagens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa realizada pela Ford diz que  quando os Millennials mencionam uma marca – seja no Twitter ou no Facebook –  eles esperam uma resposta instantânea e específica para o seu questionamento e  não uma manifestação mecânica e robotizada. Ao contrário das outras gerações,  acostumadas aos monólogos impostos pelas marcas, com respostas padronizadas, os  Millennials esperam ser atendidos onde quer que estejam, seja de forma  individual ou em grupo, e esperam ainda que suas preocupações sejam rapidamente  solucionadas. Ter um time capaz de gerenciar as relações com os consumidores nas  redes sociais é outra necessidade imposta pelos  Millennials.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marca como  conteúdo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que em qualquer outra  geração, os Millennials compartilham o conteúdo que consideram relevante e  autêntico, quer seja ele criado por pessoas ou marcas. Ao analisar o painel de  conteúdos postados no Twitter, a Ford conseguiu identificar quais são os  assuntos e <em>hashtags </em>mais compartilhados e quais deles podem levar os  Millennials até a Ford.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/20110819Ford-e-Twitter-desvendam-a-Geracao-Y.html">Meio  &amp; Mensagem</a></strong></p>
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		<item>
		<title>A morte de Bin Laden: uma amostra de como reage a geração Y</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 14:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock A morte de Osama Bin Laden, acontecimento mais citado na mídia nesses últimos dias, nos dá uma amostra de como reage a geração Y. Isso pode ser notado, principalmente, se olharmos para a maneira como o assunto foi divulgado nas mídias sociais. Falando especificamente do Twitter, que é uma rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-3872" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/05/bin-laden-fb.jpg" alt="" width="359" height="235" /><br />
Por Eline  Kullock &#8211; @elinekullock<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A morte de Osama Bin Laden,  acontecimento mais citado na mídia nesses últimos dias, nos dá uma amostra de  como reage a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>. Isso pode ser notado, principalmente, se olharmos para a  maneira como o assunto foi divulgado nas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando especificamente do  Twitter, que é uma rede muito usada pelos jovens, observamos que foram enviadas  mais de 1 milhão de mensagens durante as 3 horas que sucederam o ocorrido. E o  que é interessante nesse processo é justamente nos darmos conta da velocidade  com que a informação circula em meio aos Ys.</p>
<p style="text-align: justify;">O legal para essa tropa não é  somente obter a fonte, mas compartilhá-la. As idéias só fazem sentido se  compartilhadas, o que surge como contraponto a uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> em que saber é poder  e na qual a informação é um grande troféu. Assim, se você for um dos primeiros a  compartilhar o “furo” jornalístico, então o “troféu imaginário” é seu e ganha  enorme proporção.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fato curioso que pôde ser  observado no caso da morte de Osama foi a não-aceitação dos jovens da informação  do modo como ela foi veiculada pelas mídias. Há um questionamento sobre a  veracidade dos fatos e, acima de tudo, o compartilhamento dessa interrogação,  como por exemplo: “Ele morreu? Então, onde está o corpo? Por que não mostram as  fotos?”.<br />
<span id="more-3871"></span><br />
Essa capacidade de refutar  informações se tornou ainda mais notória quando surgiu uma reportagem mostrando  que a imagem do Bin Laden morto era uma montagem de fotos. Isso evidencia uma  autoridade tecnológica muito grande por parte desses jovens, gerando um  descrédito diante da autoridade. Eles desconfiaram, até mesmo, dos veículos  tradicionais, como televisão e rádio, mesmo que esses ainda possuam um pouco  mais de credibilidade segundo o olhar da geração Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos atentar para os  problemas que essa urgência pode acarretar. Penso que devemos frisar a  necessidade de uma revisão detalhada e da excelência em todo tipo de serviço, já  que os jovens estão cada vez mais exigentes, querendo um “produto final” que  beire à perfeição.</p>
<p style="text-align: justify;">Saberemos lidar com  isso?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Eline Kullock também falou  sobre o tema da morte de Bin Laden à rádio Estadão ESPN, em seu programa semanal  “Geração Y”. Confira o áudio <a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action?destaque.idGuidSelect=633D94C3183D4CDBB9FF8DCCD155B2AB" target="_blank">clicando aqui</a>!</em></p>
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		<title>Brasileiro da Geração Z faz sucesso com criação de um corretor para Twitter</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/12/03/brasileiro-da-geracao-z-faz-sucesso-com-criacao-de-um-corretor-para-twitter-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade Ele não se considera um nerd, mas aos 15 anos virou notícia por criar um corretor ortográfico para o Twitter (@corrigirei*). A ideia surgiu para que pudesse corrigir suas próprias frases, mas depois se deu conta de que poderia divulgar o projeto, inclusive entre famosos. Um dos primeiros a receber &#8220;um toque&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-3185" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/12/corrigirei.png" alt="" width="360" height="335" /><br />
Por  Renato Andrade</em></strong><br />
Ele  não se considera um nerd, mas aos 15 anos <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/100439/carioca_de_15_anos_cria_corretor_ortografico_para_o_twitter_quer_experimentar" target="_blank">virou  notícia</a> por criar um corretor ortográfico para o Twitter (<a href="http://twitter.com/#!/corrigirei" target="_blank">@corrigirei</a>*). A  ideia surgiu para que pudesse corrigir suas próprias frases, mas depois se deu  conta de que poderia divulgar o projeto, inclusive entre famosos. Um dos  primeiros a receber &#8220;um toque&#8221; sobre correção ortográfica em seus tweets foi o  <a href="http://twitter.com/#!/lapena" target="_blank">@lapena</a> (integrante do Casseta e Planeta, Hélio de la Peña) .</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo  de <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z &#8220;Made in Brasil&#8221;, o carioca Derlan Lima participou de uma  entrevista via MSN para o Foco em <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >Gerações</a> e falou sobre sua vontade de  ingressar no mercado de trabalho, networking, planejamento de carreira,  proatividade e futuro profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Derlan  não sabia o significado de &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, Y, Z&#8221;, mas quando comentado sobre o  conflito de gerações no mercado de trabalho, ele foi rápido:<br />
&#8220;Eu sofro com  isto, é difícil mesmo”.<br />
Veja  alguns trechos do chat:</p>
<p><span id="more-3198"></span>Renato  Andrade: <strong>Você ainda  está estudando, mas o que de fato procura?</strong><br />
Derlan  Lima: Procuro estágio na área de programação. No momento, é tudo o que me  interessa, estudo isso desde os 13 anos e estou no 9º ano do fundamental. Já  estou de férias, fui liberado das provas de quarto bimestre devido às boas notas  (risos)<br />
Eu tenho 15 anos e estou indo pro ensino médio, quando eu digo  estágio/emprego, não é pelo dinheiro, é mais pelo conhecimento  mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Já procurou  emprego? Como foi?</strong><br />
Derlan  Lima: Já, várias vezes, sempre esbarrei no problema da minha idade.<br />
Hoje  mesmo surgiu uma oportunidade, é uma empresa que desenvolveu vários sites  famosos. Eu já tinha contato com um programador de lá antes das matérias sobre  mim (Derlan foi notícia no Bluebus, Olhar Digital, G1, Terra, Baixaki, O Globo e  info.abril, tudo de ontem pra hoje), já tinha pedido um estágio, e ele disse que  não dava&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Você pretende  fazer faculdade? Está em seus planos?</strong><br />
Derlan  Lima: Com certeza, pretendo cursar desenvolvimento para web, pra poder estudar  mais programação e me formar nisto.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Em sua  opinião, ter uma faculdade é importante?</strong><br />
Derlan  Lima: Sim, mas acho que antes de tudo é preciso conhecer a área. A faculdade  mostra tudo muito técnico quando na verdade precisamos de prática, então acho  bom estudar bastante sobre o assunto, antes da faculdade. Eu por exemplo, já  posso cursar a minha assim que terminar o ensino médio.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Quando você  começou a usar o computador? Lembra do primeiro  contato?</strong><br />
Derlan  Lima: Lembro&#8230; foi há muito tempo (risos).<br />
Ganhei meu primeiro computador  com 4/5 anos, tinha uma tela mini, um CPU gigante e era lerdo <em>pacas</em>.  Mesmo sem saber ler eu já era curioso demais e passava o dia nos joguinhos.  Rapidinho aprendi bastante coisa. Quando comecei a ler e navegar pela internet,  entrei no Orkut, e passava a maior parte do meu dia postando em comunidades de  jogos.<br />
Comecei a querer saber como os jogos eram feitos, como o Orkut  funcionava, como o Google me dava a resposta pra tudo e com 13 anos comecei a  programar.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade:<strong> Quem  te deu o primeiro computador?</strong><br />
Derlan  Lima: Meu pai comprou.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Seus pais trabalham</strong><strong> </strong><strong>na  área de informática?</strong><br />
Derlan  Lima: Não. Minha mãe vende lanches e costureira e meu pai é dono de uma lanchonete  aqui na cidade (Nova Iguaçu). Tenho uma tia que mora nos EUA e meu tio tinha  comprado esse computador pra poder falar com ela. Só que ele acabou trocando por  um mais novo e meu pai comprou este velho. Meu tio instalou uns joguinhos, me  ensinou a ligar, desligar, e jogar&#8230; eu sempre pedia ajuda pra minha mãe, em  coisas do tipo: &#8220;Mãe, vê o que está escrito aqui&#8221;&#8230; isso é o que ela me diz até  hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Você aprendeu  tudo sozinho?</strong><br />
Derlan  Lima: No começo eu perguntava bastante pro meu tio, mais depois dos meus 10 anos  foi tudo sozinho e com a ajuda do Google. Inclusive aprendi a programar sem  livros, sem cursos, só com a internet mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Hoje temos  muitas crianças que vivem histórias parecidas, com 6 anos já estão plugados na  internet. Qual conselho você daria?</strong><br />
Derlan  Lima: Eu acho que é meio pessoal. Hoje tem muita criança com 6/7 anos que passa  o dia vendo vídeos no Youtube, jogando, no MSN e usando Orkut, mas não tem a  curiosidade de APRENDER, não querem explorar a internet. Eu já tive essa  curiosidade de tentar entender como tudo isso era feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Por que<strong> escolheu um serviço para o Twitter?</strong></strong><br />
Derlan  Lima: De uns tempos pra cá, eu decidi que queria fazer meu nome na internet, pra  poder crescer &#8230; eu quero um dia ser reconhecido. Daí resolvi criar projetos  para o público, pois até então eu só criava coisas pro meu uso, pra estudo. Mas  como já estava num nível avançado, decidi fazer um portfólio e começar a fazer  projetos pro povão. Logo no primeiro projeto liberado, já fiquei conhecido&#8230;.  mas já estou no desenvolvimento do meu segundo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>O que criou  para uso pessoal?</strong><br />
Derlan  Lima: Comecei com projetos de joguinhos, mas nunca terminei. Já criei um sistema  de gerenciamento de estoque pra lanchonete do meu pai, gerenciamento de  despesas, “deletador” de DM, gerenciador de fakes. Também já trabalhei como  freelancer, mas poucos confiavam, por causa da idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>E seu segundo  projeto?</strong><br />
Derlan  Lima: O segundo projeto é uma espécie de rede social. A ideia é se tornar  viral.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Você disse  que já fazia algum networking, uns contatos na web e  etc&#8230;</strong><br />
Derlan  Lima: Exato, participava de algumas comunidades e depois das matérias sobre mim  tenho vários contatos! Os contatos da imprensa surgiram através do Twitter,  jornalistas me procuram para entrevistas e tal, tive um dia de fama! Agora mesmo  recebi um pedido de orçamento pra um script.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>O que faz nas  horas vagas, fora da web?</strong><br />
Derlan  Lima: Como e durmo&#8230; Brincadeira, além de estudar, gosto de jogar videogame &#8211;  bem nerd, mas não me considero um nerd- e jogar bola com os amigos. Às vezes  trabalho na lanchonete com o meu pai, quando ele está cansado. Pretendo fazer  academia nessas férias e talvez natação.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato  Andrade: <strong>Quem são seus  heróis?</strong><br />
Derlan  Lima: Larry Page (fundador do Google) e Bill Gates. Um dia quero ter meu nome na  mídia e na história, assim como eles.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify;">Durante  a entrevista, percebi a necessidade de Derlan em encontrar uma oportunidade  profissional, de apresentar suas ideias e ser reconhecido. Talvez o mercado de  trabalho não esteja apto para contratar um profissional desta idade, cheio de  criatividade, conhecimento em tecnologia e inexperiente no mundo corporativo, o  que também pode causar alguns problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos  aguardar para ver quais empresas brasileiras começarão educar e dar oportunidade  para esta nova geração, aceitando diferenças, localidades (home-office pode ser  o futuro) e dar espaço para novos caminhos de conhecimento e prática&#8230; com  resultado!<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Derlan  Lima está no Twitter <strong><a href="http://twitter.com/XDanzinho" target="_blank">http://twitter.com/XDanzinho</a></strong> e seu  e-mail é <a href="mailto:derlanrj@gmail.com">derlanrj@gmail.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">*Para  o <a href="http://twitter.com/#!/corrigirei" target="_blank">@corrigirei</a> começar a funcionar no seu perfil, você deve segui-lo e aguardar o  programa te seguir de volta. A partir daí, você poderá ser corrigido. O  <a href="http://twitter.com/#!/corrigirei" target="_blank">@corrigirei</a> é um &#8220;robô&#8221; que funciona com uma biblioteca de palavras em  português, inclui gírias e expressões abreviadas, além de dicionários de inglês  e espanhol.</p>
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		<title>Dinossauro na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 14:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Walcyr Carrasco* Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. A máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-2972" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/10/cronica-9i.jpg" alt="" width="420" height="280" /><br />
<strong><em>Por Walcyr Carrasco*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. A máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o próprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisão e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar música clássica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos!</p>
<p style="text-align: justify;">Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê — como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo “orkuticídio”. Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.<br />
<span id="more-2970"></span><br />
Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. “Ficou muito complicado” — foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para &#8216;comprar&#8217; avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. “Ah, eu não sabia” tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu “professor” tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? É uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Walcyr Carrasco é escritor, dramaturgo e autor de telenovelas.<br />
</em></p>
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		<title>O Twitter e a sala de aula: alguma relação?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 17:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuela Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Manuela Mesquita “Twitter chega à sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária”, o título da matéria publicada no Estadão no último dia 18 é autoexplicativo, embora surpreendente. Já discutimos aqui muitas vezes sobre o atraso da escola em relação aos métodos de ensino, a pouca preparação dos professores para lidarem com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-2964" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/10/twitter.png" alt="" width="360" height="186" /><br />
<strong><em>Por Manuela  Mesquita</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">“<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101018/not_imp626165,0.php" target="_blank">Twitter chega à sala de aula como  ferramenta para aprender técnica literária</a>”, o título da matéria publicada no  Estadão no último dia 18 é autoexplicativo, embora  surpreendente.</p>
<p style="text-align: justify;">Já discutimos aqui muitas vezes sobre o  atraso da escola em relação aos métodos de ensino, a pouca preparação dos  professores para lidarem com os alunos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> atual e os meios arcaicos que  muitas vezes são utilizados para a transmissão de  conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio Mário Sérgio Cortella que,  além de professor, é ex-secretário  municipal de Educação de São Paulo, já afirmou <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/08/26/entrevista-com-mario-sergio/" target="_blank">em entrevista ao Foco em Gerações</a> que parte do conteúdo escolar está ultrapassada ou extremamente datada para os  jovens de hoje.<br />
<span id="more-2963"></span><br />
Não é a toa que a notícia do Estadão nos  cause admiração e incite algumas perguntas. Será que funciona? Este realmente é  o caminho? Não estamos restringindo o pensamento de ‘nossos alunos’ a algo  superficial e contido demais que caiba em 140 caracteres?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos, certamente, se farão estas  perguntas. E as respostas provavelmente teremos só daqui a alguns anos. Mas o  que quero destacar é a iniciativa deste professor em tentar inovar, encarar um  mundo que não é seu, inteirar-se e se manter atualizado para atrair a atenção de  seus alunos, num esforço de conseguir transmitir o conhecimento para estes  jovens, que sabemos que estão cada vez mais ligados em tecnologia, na  comunicação rápida, na superficialidade, parecendo se distanciar a cada dia do  mundo literário.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito sim que os professores, assim  como os pais e as empresas, tenham um desafio imenso em transformar métodos e  mover estruturas consolidadas há anos para se modernizarem e até entenderem um  novo modelo mental. Mas, em minha opinião, este professor da reportagem tem sim  um grande mérito em passar por cima das engessadas normas pedagógicas para  alcançar seu público, numa tentativa inteligente e moderna de entrar em contato  com este universo.</p>
<p style="text-align: justify;">E, exageros à parte, não me pareceu, ao  ler a matéria do Estadão, que alguém está saindo prejudicado com isso. Ao  afirmar que, mesmo tendo permitido, nenhum dos textos que recebeu possuía  abreviações de internet, o professor demonstra que inserir uma rede social no  conteúdo didático, não necessariamente implica em estimular vocabulários  bizarros que vemos muitas vezes por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo está conectado e não volta mais  ao que era. Pensar que estar inserido nas mídias é sinônimo de não ter o que  fazer, é um pensamento retrógrado e que não cabe mais nas discussões. Se o  caminho para conseguir ‘estar mais perto’ dos jovens e compreender mais do  universo que está se configurando ao nosso redor é recorrer aos novos meios,  acho sim que devemos fazê-lo, e mais ainda as escolas, que precisam encontrar  ferramentas para alcançar seus alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">E os alunos? Não deveriam mudar seu  comportamento? Essa já é discussão para outro post&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que as instituições  cumpram seu papel e corram do que já está mais do que atrasado.</p>
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		<title>Bom dia, meu nome é Y. Vamos ser amigos?*</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 19:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liliane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Liliane Fonseca De tanto debatermos o tema “Geração Y”, podemos encontrar uma lista imensa de características e rótulos que já viraram clichê. Boa parte do que circula no tal senso comum é dito por quem não faz parte do grupo em questão, mas nossa geração se posiciona e participa desse debate defendendo nosso ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-2665" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/businnesss.jpg" alt="" width="320" height="192" /><br />
Por Liliane Fonseca </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De tanto debatermos o tema “<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>”, podemos encontrar uma lista imensa de características e rótulos que já viraram clichê. Boa parte do que circula no tal senso comum é dito por quem não faz parte do grupo em questão, mas nossa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> se posiciona e participa desse debate defendendo nosso ponto de vista, principalmente na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">É curioso visitar sites, blogs e fóruns aonde jovens conversam, comentam, questionam e trocam idéias com autores e executivos, quase de igual para igual, mas você já fez isso com o seu gestor?</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho percebido que o mundo digital proporciona uma proximidade que às vezes não temos no dia a dia. Se você segue o Twitter de uma pessoa que admira, você praticamente se insere na rotina dela, e se permite retwittá-la ou mandar mensagens (sabendo que será lida). Quando você está na internet é como se estivesse aberto a ser visto, comentado e pronto para interagir.<br />
<span id="more-2664"></span>Toda essa introdução sobre o relacionamento que a internet permite construir é para fazer um paralelo com o tema central desse texto: como é o relacionamento com o seu gestor? É tão próximo como o que você tem com aqueles que você segue no Twitter ou nos blogs que acompanha?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez a internet atraia os jovens exatamente porque permite com muito mais facilidade criar relacionamento e, definitivamente, a Geração Y necessita se relacionar. Crescemos em redes e não deve ser surpresa para ninguém que uma tarefa seja muito mais agradável quando é solicitada por alguém que temos algum outro tipo de ligação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, isso se aplica a qualquer pessoa, mas nos Y essa característica é mais acentuada. Se o relacionamento com o seu gestor é distante e se limita ao que “deve ser feito”, a produtividade pode ser boa, mas não será excepcional.</p>
<p style="text-align: justify;">O contexto que em a Geração Y está inserido é muito maior que apenas o trabalho. Queremos qualidade de vida e valorizamos muito o que podemos fazer depois do horário comercial. Perceber que o emprego não é tudo para nós, é fundamental no relacionamento com os gestores.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o chefe percebe isso, dá abertura e cria um relacionamento saudável, será muito mais fácil envolver o funcionário, motivá-lo, além de ser mais simples compreender nossa intensa necessidade por feedback e flexibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! E se alguém ainda não percebeu que um bom relacionamento é a base para gerar comprometimento e também uma poderosa ferramenta de retenção, talvez seja a hora de rever seus conceitos sobre Geração Y, não?</p>
<p style="text-align: justify;">*Texto publicado no site <a href="http://www.minhacarreira.com/2010/07/12/bom-dia-meu-nome-e-y-vamos-ser-amigos/" target="_blank">Minha Carreira</a></p>
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		<title>A invenção de novos trabalhos para novas gerações</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 18:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade Meu pai era do tempo em que trabalhador de verdade batia o cartão às 6 horas da manhã e às 18h, para sair. Lembro que quando foram contratados, por meio período, os primeiros estagiários na empresa em que trabalhava, ele não os levava muito a sério. Em 2000, quando tive a primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-2625" title="gabi-mtv-tj" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/gabi-mtv-tj.png" alt="" width="360" height="258" /><br />
Por Renato Andrade</em></strong></p>
<p>Meu pai era do tempo em que trabalhador de verdade batia o cartão às 6 horas da manhã e às 18h, para sair. Lembro que quando foram contratados, por meio período, os primeiros estagiários na empresa em que trabalhava, ele não os levava muito a sério.</p>
<p>Em 2000, quando tive a primeira proposta de trabalho <em>home office</em> ele não compreendeu e até me sugeriu procurar um trabalho “de verdade”. Ironicamente, foi a atividade da qual mais colhi frutos e aprendi.</p>
<p>Ontem, vi a notícia que a MTV americana inventou o cargo de TJ (Twitter Jockey). A contratada é <a href="http://twitter.com/MTVTJ" target="_blank">Gabi Gregg</a> (foto), que concorreu com vinte “entusiastas de mídias sociais” e já chegou a 10 mil seguidores divulgando informações sobre cultura pop, recebendo o &#8220;modesto&#8221; salário de US$ 100 mil anuais (aproximadamente R$ 175 mil).<br />
<span id="more-2622"></span><br />
Aliás, criar novos trabalhos é praticamente um dom da MTV, que nos anos 80 surgiu com a expressão VJ &#8211; Vídeo Jockey, inventada pela própria emissora a partir da palavra DJ &#8211; Disc Jockey.</p>
<p>No Brasil, a MTV também foi a responsável pela seleção de novos comediantes <em>stand-up</em> (uma expressão em língua inglesa que indica um espetáculo de humor executado por apenas um comediante), que já são considerados apresentadores-atores-humoristas ou qualquer outro termo pelo qual a expressão ficou conhecida.</p>
<p>Troquei de canal e parei no ótimo &#8220;Alternativa Saúde&#8221;, do canal fechado GNT.<br />
Descobri que um médico que cuida de nutrição é chamado de nutrólogo (nem o Word reconhece a palavra) e não nutricionista. Sou muito anos 80 ou frequentei pouco o ambiente médico?</p>
<p>No mesmo programa o professor oferecia aulas de hidroginástica, pulando em uma cama elástica com a cliente amarrada. A imagem é bizarra, mas dizem que o efeito é positivo.</p>
<p>Troco de canal novamente e sou apresentado ao carro do futuro, que uma automotiva planeja colocar nas ruas&#8230; de lycra! Um grupo de cientistas estuda os morcegos para desenvolver um sistema em que os carros sejam inteligentes e imunes a colisões.<br />
Qual será o nome deste profissional, bio-automobilístico?</p>
<p>Lembrei do documentário brasileiro &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Lwl_CdjW3sw" target="_blank">Nós que aqui estamos por vós esperamos</a>&#8221; de 1998, dirigido por Marcelo Masagão que mostra em alguns momentos o desenvolvimento tecnológico e os absurdos criados no começo do século XX.</p>
<p>Daqui a quanto tempo iremos olhar para 2010 e achar as profissões deste ano absurdas?<br />
Quando e quais dessas mudanças das profissões se transformam em resultados positivos para a humanidade?<br />
Você tem o perfil para encarar as novas vagas de emprego do futuro?</p>
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		<title>Narcisismo, Mídias Sociais e as Gerações</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 16:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade Ontem, dia 28/07, aconteceu mais uma edição do #lingerieday, uma brincadeira semestral em que os participantes do Twitter trocam o avatar usual para revelar fotos da própria pessoa, evidentemente, sem pudor e com a sua melhor imagem de “roupa de baixo”. O evento aconteceu na mesma semana em que foi discutido sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/narcisismo.jpg" alt="" title="" width="274" height="184" class="alignnone size-full wp-image-2554" /><br />
<strong><em>Por Renato Andrade</em></strong></p>
<p>Ontem, dia 28/07, aconteceu mais uma edição do #lingerieday, uma brincadeira semestral em que os participantes do Twitter trocam o avatar usual para revelar fotos da própria pessoa, evidentemente, sem pudor e com a sua melhor imagem de “roupa de baixo”.</p>
<p>O evento aconteceu na mesma semana em que foi discutido sobre como as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> expõe a vida na web, sem lembrar que a internet é uma grande biblioteca e tudo o que é publicado fica arquivado em algum lugar, um grande recurso tecnológico.</p>
<p>Lembrei da febre fotolog que, em minha opinião, foi o serviço que preparou o brasileiro para o narcisismo que teria sua explosão nos próximos anos, no Twitter e no Facebook.<br />
<span id="more-2552"></span><br />
No fotolog encontrávamos galerias de imagens de grupos de amigos embriagados, fumantes exibicionistas e adolescentes brincando da versão on-line do programa da MTV &#8220;NA REAL&#8221;, onde sexualidade, loucurinhas e rock n&#8217; roll eram o destaque.</p>
<p>A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> entrou na internet com algumas regras de conduta, jamais entravam em chat com o próprio nome, trocar fotos pessoais era praticamente proibido e jamais passar dados pessoais. Esta mesma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> transgrediu e entrou de cabeça no mundo do fotolog. As imagens ainda estão lá, mas atualmente o serviço não faz tanto sucesso em terras tupiniquins.</p>
<p>Chegou o Orkut, e os brasileiros, sem entender o serviço ou o inglês, publicavam declarações de amigos com fofocas íntimas, xingamentos e dados pessoais.</p>
<p>A falta de instrução com a inclusão digital não é resposta para o show de horrores do Orkut, existem pessoas famosas e bem educadas que estão em destaque na web por gafes virtuais ainda hoje. Famosos publicando para seus seguidores o número do celular, desabafos entre celebridades e problemas de declarações de estagiários e diretores em microblogs.</p>
<p>Atualmente a mídia ataca vorazmente a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que declara momentos íntimos em 140 caracteres. Psicólogos declaram que &#8220;os &#8216;nativos digitais&#8217; não têm maturidade emocional para avaliar o que pode ser exposto ou não&#8221;; um estudo feito pela Safernet Brasil informa que 79% dos brasileiros de oito a dezessete anos já tiveram experiências negativas on-line&#8230; e assim caminha a humanidade atual, com mais de cinqüenta milhões de &#8220;tweets&#8221; publicados por dia, entre muitas porcarias declaradas!</p>
<p>Acho que é um caminho sem volta, indiferentemente da geração ou classe social, afinal, é o próprio internauta que busca e vai atrás de entrar em contato com determinado grupo social, querendo trocar experiências.</p>
<p>O ser humano quer ser ouvido, quer expor sua opinião, quer receber um elogio e através disso criar novos elos sociais. Diferentemente do que foi profetizado por estudiosos de outras épocas, a internet está unindo as pessoas.</p>
<p>Utilizando uma frase do famoso @interney: &#8220;Não conheço ninguém que depois da internet tenha ficado com menos amigos&#8221;. A internet virou uma ponte para unir iguais e isto é ótimo!</p>
<p>Sou um rapaz liberal, sou a favor da liberdade de expressão e não sou considerado &#8220;careta&#8221; no meu círculo social, mas será que não existe um pouco de exagero (narcisismo e um pouco de desespero por atenção) em mostrar para meus familiares, amigos de escola, contatos de trabalho e amigos virtuais espalhados pelo mundo a sua última peça íntima?</p>
<p>Acredito que os internautas, os leitores e qualquer um que venha a ler esse texto, poderiam pensar sobre utilizar as ferramentas de web para coisas construtivas: agitar um grupo para ajudar animais de rua, criar um flashmob contra a violência, publicar fotos de momentos incríveis que teve sorte de vivenciar e espalhar pelo mundo momentos sadios&#8230;</p>
<p>Já pensou daqui alguns anos seu filho encontrar suas fotos de juventude despudorada na internet do futuro, qual seria sua explicação?</p>
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		<title>Como as diferentes gerações estabelecem vínculos entre si</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Zaiantchik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Zaiantchik Na última semana, um acontecimento inesperado e muito triste me fez refletir sobre os vínculos que as diferentes gerações criam ao longo da vida. Minha filha perdeu uma amiga jovem, de apenas 30 anos, vítima de uma parada cardíaca. Elas haviam se conhecido pela internet, já que uma morava no Rio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1993" title="link" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/link.png" alt="" width="350" height="198" /></p>
<p><em><strong>Por Clara Zaiantchik</strong></em></p>
<p>Na última semana, um acontecimento inesperado e muito triste me fez refletir sobre os vínculos que as diferentes <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> criam ao longo da vida. Minha filha perdeu uma amiga jovem, de apenas 30 anos, vítima de uma parada cardíaca. Elas haviam se conhecido pela internet, já que uma morava no Rio e outra em São Paulo, e se encontraram uma vez pessoalmente, mas apesar da distância dali nasceu uma grande amizade.</p>
<p>O que me chamou atenção foi o seguinte fato: dias antes de terem certeza de que a moça realmente havia partido, minha filha e os amigos começaram a se comunicar intensamente via internet para entender o que estava acontecendo.</p>
<p>Fizeram uma forte campanha no Twitter, procurando pessoas que soubessem onde ela estava, além de trocar mensagens constantes pelo MSN. Um detalhe importante é que esse grupo incluía jovens, crianças, adultos e idosos, todos unidos por um único objetivo.<br />
<span id="more-1992"></span>Após a confirmação do triste acontecimento, o grupo permaneceu ativo na internet. Cada um buscava meios de confortar o outro da maneira que era possível naquele momento. Homenagens em blogs, “tweets” de condolência à família e aos mais próximos, entre outros, fizeram parte da troca que essas diferentes gerações realizaram entre si.</p>
<p>Pode parecer um fato corriqueiro e sem tanta importância, mas eu acredito que, se na família e nas empresas pudesse haver esse tipo de cooperação, amor ao próximo e solidariedade, talvez os conflitos entre gerações fossem bastante amenizados. Quando se trabalha em conjunto, a exemplo desse grupo, e da nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, mesmo nas horas difíceis é possível suportar a dor e assistir a jovens e adultos compartilhando suas experiências mais valiosas.</p>
<p>Outra lição importante a se aprender dessa história: a internet tem aproximado as pessoas. Vejo muitos dizendo o contrário por aí, mas como <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a> assisto a esse fenômeno acontecendo todos os dias, cada vez mais. Vínculos virtuais podem ser tão curadores e vitais quanto aqueles construídos na realidade cotidiana. E isso vale para toda e qualquer geração!</p>
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