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	<title>Foco em Gerações &#187; WEB</title>
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		<title>O futuro da aprendizagem: educação aliada à tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Como será a escola das próximas gerações? Os games serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no aprendizado? &#8220;Um dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.mtv.uol.com.br/embed.php?id=63306" name="" width="480" height="270" frameborder="0" SCROLLING=NO></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como será a escola das próximas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>? Os games  serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no  aprendizado?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um  dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A  expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito  mais multimídia hoje em dia&#8221;. É assim que começa o programa de Ronaldo Lemos,  doutor em Direito e professor da Fundação Getúlio Vargas, direto de Nova York para a MTV Brasil, tratando de  tecnologia e de suas relações com a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse vídeo, são apresentados projetos inovadores que  utilizam a tecnologia (os educadores invadem até o universo dos games!) para  ensinar, interagir e criar uma nova forma de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">No  programa &#8220;Mod MTV&#8221;, não é falado sobre a utilização das mídias sociais em  projetos de estudos, já que as ideias ainda estão em fase-teste no mundo todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Vamos aguardar!</em></strong></p>
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		<title>Blogs ajudam a reduzir estresse e aumentar a autoestima em adolescentes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;) podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi publicado online na revista da American Psychological Association. De acordo com a equipe de pesquisadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4930" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/blogosfera331.jpg" alt="" width="300" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os blogs (&#8216;diários virtuais&#8217;)  podem ser uma boa maneira de ajudar adolescentes a melhorar sua autoestima e  fazer novas amizades, indica nova pesquisa. Além disso, a atividade online é  especialmente útil para os adolescentes com ansiedade social. O estudo foi  publicado online na revista da American Psychological  Association.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a equipe de  pesquisadores israelenses que coordenaram o estudo, o uso do blog permite que os  adolescentes se expressem livremente, podendo ser um método fácil para melhorar  a comunicação entre os pares sociais. &#8220;A pesquisa mostrou que escrever um diário  pessoal e outras formas de escrita expressiva são uma ótima maneira de liberar o  sofrimento emocional e um passo para buscar sentir-se melhor&#8221;, disse o principal  autor do estudo, Meyran Boniel-Nissim, da Universidade de Haifa  (Israel).</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudiosos pesquisaram  aleatoriamente ​​estudantes do ensino médio em Israel, que concordaram em preencher um  questionário sobre seus sentimentos e sobre a qualidade de suas relações  sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um total de 161 alunos &#8211; 124  meninas e 37 meninos, com idade média de 15 anos, foram escolhidos devido a sua  pontuação no levantamento do questionário mostrar que todos eles tinham algum  nível de ansiedade social ou sofrimento. Esses adolescentes relataram  dificuldade em fazer amigos ou manter a amizade dos amigos que  tinham.<br />
<span id="more-4928"></span><br />
Os pesquisadores avaliaram todos  os dias a autoestima dos adolescentes durante 10 semanas do experimento.  Posteriormente, os adolescentes foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo  foi orientado a escrever suas angústias e acontecimentos em um diário privado, e  o segundo grupo deveria escrever em um blog aberto a comentários e novas  postagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores descobriram, após  semanas, mais comportamentos sociais positivos expressos por blogueiros, quando  comparados aos adolescentes que somente escreveram em diários privados. Foi  possível notar nas avaliações uma melhoria na autoestima, na ansiedade social e  no estresse emocional do grupo dos blogueiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investigadores descobriram que,  para adolescentes com problemas emocionais e de relacionamentos, a documentação  online e a manutenção de um blog foram mais eficazes na melhoria da autoestima e  no desenvolvimento do que um diário privado. Os investigadores acreditam que a  interatividade de um blog aberto é o fator-chave para ajudar os adolescentes a  reduzir suas ansiedades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apesar do <em>cyberbullying</em> que sempre aparece na internet, observamos que quase todas as respostas as  mensagens de nossos participantes blogueiros foram na maioria positivas e de  apoio&#8221;, disse o coautor do estudo, Azy Barak.&#8221;Não ficamos surpresos, como  freqüentemente vemos positivamente as expressões sociais online em termos de  apoio, generosidade e aconselhamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://psychcentral.com/news/2012/01/05/blogs-may-help-teens-reduce-social-stress/33328.html" target="_blank">Psych Central</a></strong></p>
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		<title>Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Geração Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4879" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/2152434-5353-rec.jpg" alt="" width="295" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há pouco tempo, quando os alunos  eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma  biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos  dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro  quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas  um clique.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que deveria ser um avanço  acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de  Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem  realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo  está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o  Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de  informação, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo, os pesquisadores pediram  que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a  internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas  intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas  realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros  links e erraram todas as questões.<br />
<span id="more-4878"></span><br />
O trabalho revelou uma realidade  lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas,  sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor  aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de  Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é  consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com  informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se  restringe somente a crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A internet deixou as pessoas em  geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas  online&#8221;, diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola,  atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. &#8220;Os  educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias&#8221;,  afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa americana também  comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de  suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a  pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de  diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum  soube informar quais foram os sites utilizados. &#8220;Os jovens confiam demais na  internet&#8221;, destaca o diretor de Educação a Distância da  Uniderp.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola de Educação Básica Rocha  Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto &#8220;Ensinando a fazer pesquisas na internet&#8221;  foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática  Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de  pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo  utilizar as barras de pesquisa a seu favor.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho consiste em um  questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar  sobre esses assuntos. &#8220;Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as  palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa,  procurando o site mais interessante&#8221;, explica, dizendo que os pequenos são  auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes  de informação confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor do Núcleo de Tecnologia  Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior  conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do  núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o  conceito em sala. &#8220;Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso  nas escolas&#8221;, opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos  alunos em realizar trabalhos de pesquisa. &#8220;Eles se contentam com os primeiros  links&#8221;, diz, destacando que é comum ouvir frases como &#8220;achei no  Google&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mondadori Junior defende a postura  adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como  fonte de pesquisa. &#8220;É interessante proibir só no início, pois assim o estudante  descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio  virtual&#8221;, explica. José Moran discorda: &#8220;Isso resulta em um estudante que usa  livros na escola, e a internet em casa&#8221;, sentencia, ressaltando que as  dificuldades continuariam existindo. &#8220;Um dia esse aluno vai poder usar a  internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na  escola&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mais de 20 anos de docência,  Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus  alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. &#8220;Sempre que eu passo  trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os  estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google&#8221;, diz, afirmando que  ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. &#8220;Com isso,  o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo  que está no meio online é verdadeiro&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Escola Nossa Senhora das Graças,  em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em  2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online  que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado  o &#8220;Caminhos de pesquisa na internet&#8221;, uma ferramenta virtual que discute alguns  critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem  dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de  sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de achar a solução  interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar  a sua disposição. &#8220;A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos  e terem noções críticas de fontes de pesquisa&#8221;, opina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5525558-EI8266,00.html">Terra</a></strong></p>
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		<title>Garoto de 8 anos abre negócio próprio na Internet e se torna milionário</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Harli Jordean aprendeu cedo a lidar com fornecedores, pedidos e entregas para manter de pé seu império de bolinhas de gude na internet. O pequeno magnata londrino mantém o site marbleking.co.uk e ganha milhares de libras por ano – com pedidos em vários lugares do mundo. Harli é tão ocupado que teve de empregar sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4813" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/harlo.jpg" alt="" width="294" height="282" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Harli  Jordean</strong> aprendeu cedo a lidar com  fornecedores, pedidos e entregas para manter de pé seu império de bolinhas de  gude na internet. O pequeno magnata londrino mantém o site <strong><a href="marbleking.co.uk">marbleking.co.uk</a></strong> e ganha  milhares de libras por ano – com pedidos em vários lugares do  mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Harli é tão ocupado que teve de  empregar sua mãe e os dois irmãos mais velhos para ajudá-lo a cumprir a demanda  de produtos no website. Mas ele não reclama de estar sobrecarregado, pelo  contrário, o pequenino se mostra profissional e com ambiciosos planos para o  futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">“Meu sonho é ter uma cadeia de  lojas. Ela seria como uma das maiores lojas de brinquedo do mundo, mas vendendo  todos os tipos de bolinhas de gude” – revelou o estudante.<br />
<span id="more-4812"></span><br />
Ele revela que seus amigos o admiram  por ter o próprio negócio e que são seus melhores clientes. O astuto empresário  também revela que a chave para o sucesso é definitivamente a delegação. ” Eu  gosto de ser o chefe, mas gosto de envolver os outros no trabalho. Assim, se  algo dá errado não é tudo minha culpa”.</p>
<p style="text-align: justify;">Harli conta que decidiu começar o  negócio quando algumas crianças mais velhas roubaram sua coleção de bolinhas.  Pediu para que sua mãe lhe comprasse mais na internet, mas os dois perceberam  que não havia muitos sites dedicados àquele tipo de venda. Harli então pediu  permissão para começar seu próprio site. Em alguns meses, Tina, a mãe de Harli  ficou chocada ao ver os pedidos crescendo e Harli cuidando de tudo  sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Tina, 51, disse: “Harli sempre foi  obcecado por bolinhas de gude desde que tinha seis anos. Ele costumava dormir  com elas embaixo do travesseiro. A última coisa que ele fala antes de dormir é  ‘bolinhas de gude’ e elas são as primeiras coisas que ele menciona de  manhã.”</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Tina, Harli agora quer  produzir suas próprias bolinhas de gude na China para vender para lojas do mundo  inteiro. Ela revelou também que como chefe, ele é muito tranquilo, mas tem suas  próprias ideias de como fazer as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ele é muito ambicioso e  determinado. Algumas vezes suas ideias são tão grandiosas que nós temos que  intervir um pouco. Mas o sonho dele ainda é ter a maior loja de bolinhas de gude  do mundo”,  completou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.pavablog.com/2011/11/17/garoto-de-8-anos-abre-negocio-proprio-na-internet-e-vira-milionario/">Pavablog</a></strong></p>
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		<title>Ken Robinson diz que as escolas acabam com a criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber O professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade. Assista ao vídeo acima e confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="398" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="398" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006/Blank/SirKenRobinson_2006-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=384&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=66&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=the_creative_spark;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=how_we_learn;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2006;tag=Culture;tag=children;tag=creativity;tag=dance;tag=education;tag=parenting;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Tatiana  Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  professor inglês Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação  de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a  criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima e confira!</p>
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		<title>Troca de papéis: empregados jovens ensinam chefes a usar Facebook e Twitter</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/12/08/troca-de-papeis-empregados-jovens-ensinam-chefes-a-usar-facebook-e-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leslie Kwoh Antigamente, os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que seus orientandos. Mas agora isso acabou. Executivos mais velhos veem nos empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais. Em um esforço para que os executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignnone size-full wp-image-4765" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/j0285125.jpg" alt="" width="298" height="219" /> </em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por  <a href="http://online.wsj.com/search/term.html?KEYWORDS=LESLIE+KWOH&amp;bylinesearch=true">Leslie  Kwoh</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente,  os mentores eram mais velhos e estavam em posição mais elevada na empresa do que  seus orientandos. Mas agora isso acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">Executivos mais velhos veem nos  empregados jovens uma fonte de informação sobre tecnologia e redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um esforço para que os  executivos mais velhos fiquem mais atualizados com a tecnologia, as redes  sociais e as últimas tendências no ambiente de trabalho, muitas empresas estão  emparelhando altos executivos com funcionários mais jovens — o chamado programa  de &#8220;mentor reverso&#8221;. A tendência está pegando em firmas de diversos setores, da  tecnologia à publicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia é que os gerentes podem  aprender várias coisas sobre como é a vida fora da sua confortável sala. Mas,  segundo as empresas, há outro resultado: a queda da rotatividade dos  funcionários mais jovens, que ganham não só a sensação de ter uma função, mas  também uma rara oportunidade de ver de perto o mundo dos diretores e ter acesso  ao alto escalão.<br />
<span id="more-4764"></span><br />
A ideia do mentor reverso foi  defendida por Jack Welch quando era diretor-presidente da General Electric Co.  Ele mandou 500 executivos de alto nível procurar seus subalternos para aprender  a usar a internet. O próprio Welch formou par com uma funcionária de 20 e poucos  anos que o ensinou a navegar na internet. Os mentores mais jovens &#8220;ganharam  visibilidade&#8221;, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Avancemos a fita uma década — e  hoje os mentores estão ensinando aos seus discípulos a usar o Facebook e o  Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Na agência de publicidade Ogilvy  &amp; Mather, o diretor global Spencer Osborn, de 42 anos, diz que seus mentores  mais jovens o ensinaram a &#8220;turbinar&#8221; suas postagens no Twitter, antes famosas  por serem &#8220;muito chatas&#8221;, e também lhe contam o que está na moda nas listas de  reprodução de música. Ele julga que esses conhecimentos são valiosos na  publicidade, setor onde as mudanças são rápidas. Além disso, acredita que o  programa também ajudou a elevar o moral e a retenção dos funcionários na  empresa. Muitos mentores jovens dizem que agora sentem que estão sendo  ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens mentores aprenderam a  fazer perguntas francas aos seus orientandos mais velhos. Uma jovem mãe  perguntou a opinião de Osborn sobre como ela deveria equilibrar a carreira  profissional com suas tarefas de mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o futuo, diz Osborn, o  programa de mentor reverso da Ogilvy deve se tornar global, usando o Skype e a  videoconferência para conectar mentores e aprendizes nas mais de 450 filiais da  empresa pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia e a maneira de pensar  no mundo todo estão mudando tão depressa que os executivos mais velhos não  querem &#8220;perder o bonde&#8221;, diz Lois Zachary, presidente da Leadership Development  Services LLC, consultoria de Phoenix, no Arizona, que ajuda as empresas a  implementar programas com mentores. &#8220;Mas isso também ajuda os jovens a se  sentirem à vontade na empresa. É algo que promove a lealdade, que gera  confiança.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, os funcionários mais  jovens na Hewlett-Packard Co. começaram a clamar pelo programa de mentor  reverso. Alguns funcionários já criaram informalmente relações com mentores, mas  a Rede de Jovens Funcionários da empresa informou que quer formalizar o processo  no próximos meses, começando pelos milhares de membros do grupo em todo o mundo.  A questão logística ainda não foi resolvida, mas deve envolver comunicação  virtual pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse é um grande caminho para  falar com os tomadores de decisão&#8221;, diz Odile Kane, membro do conselho de  liderança da Rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a Cisco Systems Inc.  iniciou seu Programa de Mentores Reversos da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> (os nascidos entre 1980 e  1990), há quase dois anos, participar do programa &#8220;se tornou uma medalha de  honra&#8221;, diz Jeanette Gibson, diretora de marketing social e digital. &#8220;Quando se  espalhou a notícia que alguns executivos tinham um mentor [mais jovem], os  outros também passaram a querer&#8221;, diz ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo são flores. Muitos  funcionários mais velhos se ressentem com a ideia de serem orientados por alguém  mais jovem, especialmente por terem muito mais anos de experiência na carreira,  diz Sanghamitra Chaudhuri, professora da Universidade de Ohio, que recentemente  foi coautora de um relatório de pesquisa sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma questão de mentalidade&#8221;,  diz Chaudhuri.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204826704577074533819883476.html">The  Wall Street Journal</a></strong></p>
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		<title>O blog Foco em Gerações chega aos 600 posts!</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Hoje, quero fazer um agradecimento especial a todos os que leem e acompanham o blog. Chegamos ao post de número 600 e isso, para mim, é um motivo e tanto para comemorar. Primeiro, porque sabemos que a maioria das pessoas tem a vida corrida e nem sempre é fácil parar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4687" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/tim_tim.jpg" alt="" width="242" height="243" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, quero fazer um agradecimento  especial a todos os que leem e acompanham o blog. Chegamos ao post de número 600  e isso, para mim, é um motivo e tanto para comemorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, porque sabemos que a  maioria das pessoas tem a vida corrida e nem sempre é fácil parar para ler um  blog, e muito menos comentar. Depois, porque este é um sinal de que o assunto  “<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>” se tornou de fato uma discussão presente em grupos de todas as  idades.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comecei o blog, há 2 anos e 7  meses (confira meu <a href="../../index.php/2009/04/28/como-vao-se-comportar-as-novas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">primeiro post</a>), esse assunto ainda estava nascendo, começando  a ser comentado por aí. Hoje, percebemos que ele está na boca das empresas, dos  profissionais, dos pais e dos jovens.<br />
<span id="more-4686"></span><br />
O “Foco em Gerações” é prova disso.  Se pararmos para ler tudo o que já foi dito, tudo o que já foi publicado na  imprensa, o que está no <a href="../../index.php/nosnamidia/" target="_blank">Nós  na Mídia</a> e o que foi comentado, daria, sem dúvidas, para publicar um  livro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em minhas palestras ao redor do  Brasil, tenho visto que a preocupação das companhias em se adequarem aos jovens  da nova <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é crescente. Em contrapartida, vejo também a área educacional  tentando entendê-los e educá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que o mundo mudou e ainda  vai mudar muito. Precisamos todos estar preparados pra o que vem por aí. E nada  melhor do que discutir, comentar e trocar opiniões pra que possamos entender e  lidar com tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, muito obrigada pela  participação! Vamos juntos continuar construindo e gerando tanto conteúdo  importante para todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Tim-tim!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>“Trabalhe em casa, geração Y!”, sugere governo inglês</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 17:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Sendo um entusiasta do trabalho “home office”, recebo com alegria a informação de que, se depender do governo inglês, toda uma geração do Reino Unido vai possuir jornadas flexíveis de trabalho e reduzir o deslocamento para seus postos de emprego. A idéia é do ministro dos transportes do Reino Unido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4708" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/homeoffice123.jpg" alt="" width="254" height="300" /></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sendo um entusiasta do trabalho “home office”,  recebo com alegria a informação de que, se depender do governo inglês, toda uma  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> do Reino Unido vai possuir jornadas flexíveis de trabalho e reduzir o  deslocamento para seus postos de emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">A  idéia é do ministro dos transportes do Reino Unido, Norman Baker, que anunciou  na sexta-feira (18/11) um novo programa do governo que recebeu o nome “Anywhere  Working” (Trabalhando em Qualquer Lugar). O foco principal é dar suporte e  treinamento para empresas no incentivo de adotarem o trabalho “home office” e,  assim, diminuir o carbono na atmosfera, emitido via  transportes.</p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto já conta com o apoio de empresas e organizações como a Microsoft, a  Vodafone e a Bussiness in the Community, que fornecerão dicas e seminários para  a adoção de transportes alternativos e treinamento em tecnologias que facilitem  o trabalho em casa, como computação em nuvem (“cloud computing”) e  videoconferências.<br />
<span id="more-4707"></span><br />
“O  transporte é a atividade que mais tem emitido carbono na atmosfera. Temos de  fazer alguma coisa. A situação está ficando insustentável tanto economicamente  quanto ambientalmente”, afirmou Baker, em conferência realizada em  Londres.</p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto esta no início e tem previsão de estreia no primeiro bimestre de 2012,  com a criação de um portal exclusivo para o programa.</p>
<p style="text-align: justify;">O  ministro aproveita e avisa às empresas: &#8220;O Anywhere Working fará com que as  pessoas enxerguem recompensas onde antes só viam riscos, além de oferecer  alternativas a empregados que não necessariamente precisam comparecer ao  escritório todo dia, ajudando no meio ambiente e na qualidade de  vida.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Só  para o mercado brasileiro ter uma ideia, a Microsoft garante notebooks, fones de  ouvido e webcams aos funcionários e diz já ter economizado 93 milhões de dólares  (165 milhões de reais) e 17 mil toneladas de CO2. A empresa de advocacia  Eversheds declara que economizou 1,3 milhões de euros (3,1 milhões de reais) em  custos de viagens e reduziu 10% de suas emissões de carbono entre os anos de  2008 e 2010, com a utilização de dispositivos móveis (teleconferências) e a  flexibilização da jornada de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, poderá usufruir de todo esse material a  geração que está completamente conectada e integrada aos meios digitais da  atualidade e aos novos recursos que podem surgir em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras empresas serão inclusas no projeto do Reino  Unidos, vamos acompanhar!</p>
<p style="text-align: justify;">O  que pensa a SUA geração sobre o trabalho “home office”?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Famílias estão menores e mais abertas, mostra Censo 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Nesse mês de novembro, foi feita a divulgação dos dados do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traçando o perfil atual da vida privada no Brasil e suas mudanças. A modificação notória deve-se ao fato de haver mais domicílios com filhos de uniões anteriores, bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4692" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/2528545445_3d47b75a93.jpg" alt="" width="297" height="223" /></p>
<p>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse mês de novembro, foi feita a divulgação dos dados  do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), traçando o perfil atual da vida privada no Brasil e suas  mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">A  modificação notória deve-se ao fato de haver mais domicílios com filhos de  uniões anteriores, bem como domicílios com casais gays. Além disso, percebe-se  que, quanto maior o poder aquisitivo dos moradores, menos pessoas habitam a  mesma casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse retrato da vida privada do brasileiro na  atualidade, o IBGE constatou que, em média, moram três pessoas por residência no  Brasil (sendo estatisticamente exato, 3,3 pessoas). Há dez anos, no Censo de  2000, a média era de 3,7 pessoas. Segundo o instituto, “isso é mais um reflexo  do processo da queda da fecundidade que vem ocorrendo sistematicamente no país  nas últimas décadas”. Existe um aumento no planejamento familiar e os casais têm  cada vez menos filhos.<br />
<span id="more-4690"></span><br />
Outra novidade é que, hoje, há 57 milhões de domicílios  no Brasil. Desses, 60 mil são chefiados por um casal do mesmo sexo. É a primeira  vez que se sabe o número de residências com casais assumidamente  gays.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que aproximadamente 8,4% das residências  têm filhos que são biologicamente ligados ou apenas ao pai ou apenas à  mãe, sendo essa uma conseqüência natural da lei do divórcio.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dados interessantes:</p>
<p style="text-align: justify;">-  61,3% das residências são chefiadas por homens, contra 38,7% lideradas por  mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">-  Residências onde cada pessoa recebe R$ 68 possuem, em média, cinco  moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">-  Residências onde cada pessoa tem rendimento médio acima de R$ 5450 possuem, em  média, dois moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora, nas grandes cidades, os edifícios marquem a  paisagem urbana, o Brasil ainda é um país de casas: os apartamentos correspondem  a apenas 10,7% dos domicílios. E, acreditem, esse continua sendo o país da casa  própria! O aluguel responde por apenas 20,9% do total das  moradias.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem se interessa pelo assunto e gosta de  &#8220;futurologia&#8221;, o Discovery Channel apresenta a nova série &#8220;2111&#8243;, com imagens  computadorizadas e depoimentos de especialistas renomados em urbanismo,  transportes, energia, educação, saúde e entretenimento. É uma boa amostra de  como será o planeta e a vida nos países da América Latina no século XXII. Fica a  dica!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Choque de gerações: uma problemática mais do que atual</title>
		<link>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/24/choque-de-geracoes-uma-problematica-mais-do-que-atual/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 17:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber O que acontece quando uma geração inteirinha de apolíticos, tecnológicos, globalizados, digitais, multitarefa, individualistas e não-lineares entra no mercado de trabalho? E o que ocorre quando esses jovens enxergam que seus chefes fizeram as grandes transformações sociais, políticas, culturais e sexuais, criam raízes nas empresas, adoram uma hierarquia rígida, são analógicos e lineares? Acertou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="400" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/SyurfihvcGo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que acontece quando uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> inteirinha de apolíticos, tecnológicos, globalizados, digitais, multitarefa, individualistas e não-lineares entra no mercado de trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">E o que ocorre quando esses jovens enxergam que seus chefes fizeram as grandes transformações sociais, políticas, culturais e sexuais, criam raízes nas empresas, adoram uma hierarquia rígida, são analógicos e lineares?</p>
<p style="text-align: justify;">Acertou quem respondeu que o resultado de tal mistura é um choque, que gera desencontros, preconceitos, injustiças e baixa produtividade! A lista da ineficiência de relacionamentos é imensa. E esse não costuma ser o desejo das famílias ou empresas que vemos por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo acima, com a palestrante Bela Carvalho, e veja algumas conseqüências do fato de termos cinco <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> economicamente ativas no Brasil hoje em dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira!</p>
]]></content:encoded>
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