
Por Eline Kullock – @elinekullock
Em minhas palestras, utilizo sempre uma comparação tirada do filme “ET”, afirmando que o menino e o ET se davam muito bem e se gostavam, independente de serem diferentes um do outro.
Uso esse exemplo para dizer que é possível “funcionarmos” bem com outras gerações, desde que haja respeito e capacidade de nos colocarmos no lugar do outro. Ao mesmo tempo, relembro que, quando tentaram dissecar o ET, tudo deu errado: ele quase morreu. Isso nos mostra que colocar a Geração Y na berlinda e estudá-la por si só não dá certo. Não leva a nada.
O importante é chamar a atenção das pessoas sobre as diferenças de gerações, explicar por que motivo elas acontecem, mas depois fazer um trabalho de diagnóstico em cada organização que esteja interessada nesse projeto, para então especificar quais as demandas “únicas” de suas gerações e seus motivos de conflito.












